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	<title>Universidade de Washington | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Como é o diabetes para quem tem AIDS?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2013 21:15:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra qual a relação entre as duas condições e como o medicamento Januvia pode ajudar a saúde de quem está com ambas. Conviver com o diabetes já é, por si só, uma realidade que exige muitos cuidados e disciplina no tratamento. Como será conviver com o diabetes e com mais alguma outra doença crônica, que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descubra qual a relação entre as duas condições e como o medicamento Januvia pode ajudar a saúde de quem está com ambas.</em></p>
<p><span id="more-4018"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4019" alt="aids diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/aids-diabetes.jpg" width="640" height="390" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/aids-diabetes.jpg 640w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/aids-diabetes-394x240.jpg 394w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Conviver com o diabetes já é, por si só, uma realidade que exige muitos cuidados e disciplina no tratamento. Como será conviver com o diabetes e com mais alguma outra doença crônica, que também deve ser tratada com toda a atenção? Esta é a situação na qual se encontram muitos diabéticos HIV-postivos.</p>
<p>Indivíduos que contraíram o vírus HIV, causador da <a title="O lixeiro tem diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/o-lixeiro-tem-diabetes/">AIDS </a>(ou SIDA, em Portugal e demais países), são estatisticamente mais propensos a desenvolver problemas no coração, diabetes e complicações no funcionamento da insulina. Para piorar a situação, estas pessoas precisam tomar muito cuidado com os medicamentos que ingerem, posto que seu sistema de defesa do corpo torna-se bastante comprometido por conta do vírus. E aí que está o dilema: como tratar o diabetes, por exemplo, de pessoas com HIV, se os remédios convencionais contra o diabetes podem fazer mal à sua saúde?</p>
<p>Uma boa notícia surgiu na última semana, publicada na revista científica <a title="Bebês primogênitos e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/bebes-primogenitos-e-o-diabetes/">Journal of Clinical Endocrinology &amp; Metabolism</a> e saída dos laboratórios da Escola de Medicina da Universidade de Washington, nos EUA.</p>
<p>No estudo, cientistas revelaram que o medicamento <a title="Diabetes tipo 2 em foco!" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-2-em-foco/"><strong>sitagliptina</strong></a>, o qual potencializa a ação da insulina no corpo humano, pode ser utilizado sem riscos por pessoas com AIDS e que também têm diabetes. A sitagliptina é comercializada sob o nome de <a title="Remédios para diabetes na mira do governo" href="http://www.diabeticool.com/remedios-para-diabetes-na-mira-do-governo/"><strong>Januvia</strong></a>, pela farmacêutica Merck Sharp &amp; Dohme.</p>
<p>&#8220;O medo era que se déssemos esta droga a pacientes com HIV, ela poderia alterar os seus sistemas imunes já comprometidos&#8221;, contou Kevin Yarasheki, professor de medicina, biologia celular e fisiologia e um dos autores da pesquisa. &#8220;Porém os resultados do nosso trabalho sugerem que isto não acontece&#8221;.</p>
<p>&#8220;A droga potencializa o funcionamento da insulina. Ela aumenta o tempo que a insulina permanece ativa no corpo, portanto mais açúcar pode ser retirado da corrente sangüínea.&#8221;, explica o cientista.</p>
<figure id="attachment_4020" aria-describedby="caption-attachment-4020" style="width: 591px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-4020 " alt="A sitagliptina é comercializada com o nome de Januvia, popular medicamento anti-diabético." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/sitagliptina-januvia-diabetes.jpg" width="591" height="438" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/sitagliptina-januvia-diabetes.jpg 591w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/sitagliptina-januvia-diabetes-324x240.jpg 324w" sizes="(max-width: 591px) 100vw, 591px" /><figcaption id="caption-attachment-4020" class="wp-caption-text">A sitagliptina é o princípio ativo do Januvia, popular medicamento anti-diabético.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE TANTO CUIDADO COM AS PESSOAS COM HIV?</strong></p>
<p>Para que possam sobreviverem várias décadas e com saúde, os pacientes HIV-positivos devem tomar um coquetel de medicamentos. As drogas não conseguem eliminar completamente o vírus HIV do organismo, porém são capazes, até o momento, de mantê-lo em quantidades pequenas e inócuas no corpo da pessoa. Este coquetel, contudo, gera sérios efeitos colaterais em quem o toma, aumentando os riscos de anormalidades no colesterol e diabetes. Estes problemas, por sua vez, aumentam as chances de <a title="De olho no cálcio do coração dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/de-olho-no-calcio-do-coracao-dos-diabeticos/">problemas cardíacos</a>. Como resultado, pacientes HIV-positivos são duas vezes mais susceptíveis do que a população normal a desenvolver diabetes e problemas cardíacos, e por este motivo todo e qualquer medicamento adicional que ingerem deve ser rigorosamente testado e ter sua segurança indubitavelmente comprovada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE PODEMOS CONCLUIR DESTA PESQUISA?</strong></p>
<p>Os testes da sitagliptina em HIV-positivos e diabéticos, felizmente, foi um grande sucesso. No início do projeto, ninguém sabia se a droga seria segura para estes pacientes, uma vez que estudos prévios mostraram que remédios da família da sitagliptina podem gerar efeitos colaterais severos.</p>
<p>Apesar da conclusão positiva, os pesquisadores alertam que o estudo foi conduzido com um número muito pequeno de voluntários (foram 20 pessoas, de ambos os sexos), e que o próximo passo é realizar um projeto bem mais abrangente para confirmar, de vez, que a sitagliptina é um medicamento seguro. De qualquer maneira, estamos bem próximos de conseguir tratar bem o diabetes de quem já sofre com uma doença terrível como a AIDS.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-e-o-diabetes-para-quem-tem-aids/">Como é o diabetes para quem tem AIDS?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Quem tem diabetes pode tomar cerveja?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2013 11:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Angewandte Chemie International Edition]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>
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		<category><![CDATA[lúpulo]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Barcelona]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Washington]]></category>
		<category><![CDATA[Werner Kaminsky]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que a Ciência tem a dizer sobre o consumo da popular bebida por diabéticos. Os diabéticos apreciadores de uma loira gelada receberam uma ótima notícia no final de 2011, quando uma pesquisa espanhola revelou que a cerveja possui componentes benéficos no combate à doença. Até então, cerveja era um tabu, um assunto proibido &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda o que a Ciência tem a dizer sobre o consumo da popular bebida por diabéticos.</em></p>
<p><span id="more-3116"></span></p>
<p>Os diabéticos apreciadores de uma loira gelada receberam uma ótima notícia no final de 2011, quando uma pesquisa espanhola revelou que a cerveja possui componentes benéficos no combate à doença. Até então, <a title="Miseráveis encontros entre motoristas diabéticos e a polícia" href="http://www.diabeticool.com/miseraveis-encontros-entre-motoristas-diabeticos-e-a-policia/"><strong>cerveja</strong> </a>era um tabu, um assunto proibido no mundo do diabetes. Muitos médicos receavam ter que contraindicar um alimento tão bem cotejado; afinal de contas, a maior parte das cervejas é feita com teor relativamente alto de açúcares (e as cervejas com menos açúcares costumam ser mais caras), e portanto seria mais adequado que diabéticos mantivessem distância da bebida. Porém, o estudo espanhol revelou que certos componentes da cerveja podem ajudar no controle da <a title="Pâncreas artificial supera bomba de insulina no controle do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/pancreas-artificial-supera-bomba-de-insulina-no-controle-do-diabetes/">glicemia</a> e na prevenção de <a title="Pode a gripe causar diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/gripe-causa-diabetes/">inflamações</a> – e que, no fundo, a cerveja era tão boa quanto o vinho para a saúde no geral.</p>
<p>De acordo com uma reportagem de <strong>Veja</strong> da época:</p>
<p><i>A cerveja foi elevada ao status do vinho no que diz respeito aos benefícios à saúde. Um novo estudo espanhol comprovou que tomar uma caneca da bebida por dia combate diabetes, evita ganho de peso e previne contra hipertensão. Além de ter graduação alcoólica baixa, a cerveja contém ainda ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio &#8211; nutrientes que protegem o sistema cardiovascular.</i></p>
<p><i>“Nesse estudo, nós conseguimos banir alguns mitos. Sabemos que a cerveja não é a culpada pela obesidade, já que ela tem cerca de 200 calorias por caneca &#8211; o mesmo que um café com leite integral”, destaca a médica Rosa Lamuela, uma das responsáveis pela pesquisa feita em parceria entre a Universidade de Barcelona, o Hospital Clínico de Barcelona e o Instituto Carlos III de Madri.</i></p>
<p><i>Os especialistas afirmam também que a cerveja não é a responsável pelo aumento da gordura abdominal. A culpa, na verdade, seria dos aperitivos gordurosos, como salgadinhos e frituras, que grande parte das pessoas consome junto à bebida.</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A matéria ainda informa que as quantidades diárias recomendadas pela pesquisa eram de <strong>dois copos pequenos para mulheres e três para homens</strong>.</p>
<p>Ou seja, levando-se em conta os <a title="Nova maneira de fazer dieta" href="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/">carboidratos </a>presentes na bebida e tomando-a <strong>com moderação</strong>, a cerveja pode ser uma deliciosa ajuda no tratamento do diabetes. Ainda mais quando consideramos as contribuições que uma <em>nova</em> pesquisa, desta vez realizada nos EUA, forneceu sobre o papel da cerveja no organismo de quem está com diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fermentando as boas novas</strong></p>
<p>Um estudo divulgado na edição deste mês da revista científica <i>Angewandte Chemie International Edition</i> (não à toa, uma publicação alemã!), conduzido por Werner Kaminsky, professor de química da <a title="A complicação mais grave do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/a-complicacao-mais-grave-do-diabetes/">Universidade de Washington</a>, traz boas promessas para os amantes da cerveja. O professor e sua equipe conseguiram decifrar com exatidão as estruturas de moléculas chamadas de <strong>humulonas</strong>. As humulonas são derivados do <strong>lúpulo</strong>, ingrediente básico de todas as cervejas, e conferem à bebida seu sabor amargo característico.</p>
<p>Kaminsky utilizou um processo conhecido como <strong>cristalografia de raios X</strong> para determinar a “forma” das moléculas de humulonas e de seus derivados, gerados durante o processo de fermentação. As estruturas observadas são importantíssimas para pesquisadores que buscam maneiras de incorporar estas substâncias em novos fármacos.</p>
<p>Em outras palavras, até então sabia-se que a cerveja possuía substância benéficas à saúde, inclusive para diabéticos. A pesquisa de Kaminsky permite que, agora, cientistas possam usar estas substâncias benéficas no desenvolvimento de remédios, potencializando, assim, sua ação.</p>
<p>No artigo, os autores escrevem que “o consumo excessivo de cerveja não pode ser recomendado a fim de propagar a boa saúde, [porém] humulonas isoladas e seus derivados podem ser prescritos, com benefícios documentados à saúde.”</p>
<p>É sempre uma boa notícia saber que há chances de novos medicamentos para o diabetes serem criados. Porém, o que será mais agradável ao paladar: uma pílula de humulonas&#8230;ou o “tratamento  natural”, à base de uma boa e gelada cerveja?</p>
 Prost!
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para entender a cristalografia</strong></p>
<p>Os cientistas americanos utilizaram uma técnica chamada de “cristalografia de raios X” para visualizar a estrutura das pequeninas moléculas de humulonas. Quando se pretende observar bem de perto elementos tão pequenos quanto moléculas, não há câmera fotográfica ou microscópio capaz de ajudar os pesquisadores. Deve-se adotar outras estratégias de visualização, como a cristalografia.</p>
<p>O nome da técnica lembra “cristal”, e não é à toa. O primeiro passo que os cientistas devem fazer nesta técnica é criar um cristal puríssimo, composto somente pelo elemento que se queira estudar. No caso, os alemães criaram um cristal 100% feito de humulonas.</p>
<p>Este cristal puro é, então, colocado em uma câmara, com paredes especiais. Ali, lançam-se raios X sobre o cristal.</p>
<p>Quando tiramos chapas de raio X por motivos de saúde, percebemos que estes raios são capazes de atravessar algumas partes do organismo (tecidos mole) e outras não (ossos, que é o que surge na foto). Da mesma maneira, os raios X atravessaram o cristal de humulona, porém foram “rebatidos” quando encontram certos elementos das moléculas do cristal (elétrons). As paredes especiais da câmara conseguem captar a exata direção em que os raios X foram desviados.</p>
<figure id="attachment_3120" aria-describedby="caption-attachment-3120" style="width: 763px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-3120 " alt="Imagem de um resultado de cristalografia (utilizando técnicas antigas): os pontos negros representam os &quot;desvios&quot; sofridos pelos raios X ao se chocarem com o cristal analisado." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/cristalografia-raios-x-diabetes.jpg" width="763" height="763" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/cristalografia-raios-x-diabetes.jpg 763w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/cristalografia-raios-x-diabetes-150x150.jpg 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/cristalografia-raios-x-diabetes-240x240.jpg 240w" sizes="(max-width: 763px) 100vw, 763px" /><figcaption id="caption-attachment-3120" class="wp-caption-text">Imagem de um resultado de cristalografia (utilizando técnicas antigas): os pontos negros representam os desvios sofridos pelos raios X ao se chocarem com o cristal analisado.</figcaption></figure>
<p>Através de complexos cálculos matemáticos, para os quais são necessários computadores bastante poderosos, os pesquisadores conseguem determinar a estrutura das moléculas que compõe o cristal a partir das “rebatidas” que os raios X sofrem ao se chocar com ele.</p>
<p>Uma técnica tão complexa, que gera informações tão precisas sobre a Natureza, certamente merece um gostoso &#8211; e saudável! &#8211; brinde!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A complicação mais grave do diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2013 11:22:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[doença renal]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of the American Society of Nephrology]]></category>
		<category><![CDATA[Maryam Afkarian]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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		<category><![CDATA[rim]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Washington]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe qual é a complicação do diabetes que mais riscos traz à vida? Cientistas se surpreendem ao descobrir a resposta. A importância de cuidar da glicemia com enorme atenção e carinho ganhou um argumento favorável a mais esta semana. Cientistas da Universidade de Washington publicaram um trabalho que pode mudar radicalmente a maneira como &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você sabe qual é a complicação do diabetes que mais riscos traz à vida? Cientistas se surpreendem ao descobrir a resposta.</em></p>
<p><span id="more-3057"></span></p>
<p>A importância de cuidar da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/"><strong>glicemia</strong> </a>com enorme atenção e carinho ganhou um argumento favorável a mais esta semana. Cientistas da Universidade de Washington publicaram um trabalho que pode mudar radicalmente a maneira como o tratamento a longo prazo do diabetes é feito. Os pesquisadores estimaram a influência direta de problemas renais, comuns a quem tem diabetes, na mortalidade dos pacientes. <strong>Os números impressionam</strong> &#8211; e os cientistas querem persuadir a comunidade médica de que é fundamental rever a maneira como a prevenção de doenças nos rins é conduzida.</p>
<p>A pesquisa, publicada no periódico <i>Journal of the American Society of Nephrology</i>, estuda os índices de mortalidade de mais de 15 mil adultos dos EUA, ao longo dos últimos dez anos. Os pesquisadores, liderados pela doutora <strong>Maryam Afkarian</strong>, cruzaram os dados de prevalência de diabetes e<a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/"> problemas renais</a> neste grupo. A idéia era responder a uma questão: <strong>o quanto as doenças nos rins influenciam o falecimento dos pacientes</strong>?</p>
<p>Já se sabia, devido a evidências do dia-a-dia de profissionais da saúde de todo o mundo, que, no geral, quem tem diabetes possui uma expectativa de vida um pouquinho menor do que a população não-diabética, e que a tendência a desenvolver problemas renais é maior. Haveria algum <em>link</em> entre os dois fatores?</p>
<p>Os cientistas descobriram que sim. Os resultados finais da pesquisa indicam que, ao longo deste período estudado de 10 anos,</p>
<ul>
<li>a taxa de mortalidade em pacientes <strong>não</strong>-diabéticos e <strong>sem</strong> doenças renais foi de 7.7%;</li>
<li>a taxa entre pessoas <strong>com</strong> diabetes, mas <strong>sem</strong> doenças renais foi de 11.5%;</li>
<li>e a mortalidade de diabéticos <strong>com</strong> problemas renais chegou a 31.1%.</li>
</ul>
<p>Notícias alarmantes? Nem tanto. Vale lembrar que, infelizmente, boa parte de quem tem diabetes não cuida adequadamente da saúde. Nestes casos, todos os <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-sintomas-de-diabetes/">perigosos efeitos nocivos</a> da doença aparecem com força total. É bem possível que boa parte dos pacientes que foram listados no terceiro dos grupos acima se adequasse a esta descrição. Todavia, a doutora Afkarian pede cautela.</p>
<figure id="attachment_3059" aria-describedby="caption-attachment-3059" style="width: 120px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-3059" alt="Maryam Afkarian diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/Maryam-Afkarian-diabetes.jpg" width="120" height="240" /><figcaption id="caption-attachment-3059" class="wp-caption-text">A drta. Maryam Afkarian.</figcaption></figure>
<p>&#8220;Pessoas com diabetes tipo 2 têm vários outros fatores de risco para <a title="As mulheres-fruta e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/as-mulheres-fruta-e-o-diabetes/">doenças cardiovasculares</a> e mortalidade, então nós esperávamos que as doenças renais explicassem apenas parte, e não a maioria, das taxas elevadas de mortalidade associadas ao diabetes tipo 2. Para a nossa surpresa, nós descobrimos que mesmo nos pacientes medicamente complexos com diabetes tipo 2, doenças renais são indicadores muito fortes de morte prematura&#8221;, afirmou a cientista.</p>
<p>Já que os problemas nos rins parecem ser o principal motivo da morte prematura de quem tem diabetes, o que fazer para evitar as altas taxas de mortalidade, prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida dos diabéticos?</p>
<p>Explica Maryam: &#8220;&#8221;Em primeiro lugar, dentre as pessoas com<a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/"> diabetes tipo 2</a>, o subgrupo que possui também doenças renais apresentam os maiores riscos de mortalidade; portanto, focar modificações intensivas nos fatores de risco neste subgrupo provavelmente resultará no maior impacto na mortalidade geral de pessoas com diabetes. Em segundo lugar, prevenir doenças renais pode ser uma maneira poderosa de reduzir a mortalidade entre os diabéticos&#8221;.</p>
<p>Como boa notícia, a própria revista <i>Journal of the American Society of Nephrology</i> publicou, ano retrasado, um artigo no qual relatava que  o remédio <strong>Pyridorin</strong>, um derivado da vitamina B6, pode ser utilizado na prevenção de doenças renais em estágios iniciais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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