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	<title>Universidade da Flórida | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Médicos emitem recomendações especiais para o tratamento de  diabetes tipo 2 em crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2013 11:09:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[atividade física]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja algumas das recomendações que médicos fizeram, pela primeira vez, especialmente para o tratamento de diabetes tipo 2 em crianças. por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool Até pouco tempo atrás, o diagnóstico do diabetes tipo 2 em crianças era raro. Atualmente, porém, aproximadamente uma em cada três crianças que têm diabetes possui &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Veja algumas das recomendações que médicos fizeram, pela primeira vez, especialmente para o tratamento de diabetes tipo 2 em crianças.</em></p>
<p><span id="more-3089"></span></p>
<p><strong>por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p>Até pouco tempo atrás, o diagnóstico do diabetes tipo 2 em crianças era raro. Atualmente, porém, aproximadamente uma em cada três crianças que têm diabetes possui o tipo 2. A razão para esse aumento provavelmente está relacionada com o aumento da <a title="A explosão do diabetes infantil" href="http://www.diabeticool.com/a-explosao-do-diabetes-infantil/">obesidade infantil</a> observado nos últimos anos. Preocupada com esses números, a Academia Americana de Pediatria (AAP) emitiu em seu site nesta semana, pela primeira vez, diretrizes voltadas especialmente para o tratamento do diabetes tipo 2 em crianças de 10 a 18 anos.</p>
<p>&#8220;Pediatras e endocrinologistas infantis estão acostumados aos tratamentos do diabetes tipo 1. A maior parte deles não têm treinamento formal para tratar o diabetes tipo 2”, afirma a Dra. Janet Silverstein, chefe da Divisão de Endocrinologia Pediátrica na <a title="Tamanho (do pâncreas!) é documento" href="http://www.diabeticool.com/tamanho-do-pancreas-e-documento/">Universidade da Flórida</a> e uma das autoras das novas diretrizes. “O maior motivo para a produção dessas diretrizes é que, com o aumento da obesidade em crianças e adolescentes, há também um aumento no número de casos de diabetes tipo 2 nessas populações, o que faz com que seja importante para pediatras e endocrinologistas terem diretrizes estruturadas para seguir”.</p>
<p>A distinção entre os <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> e tipo 2 em crianças pode ser difícil de se fazer, principalmente naquelas com obesidade, e um erro no diagnóstico pode acarretar em graves consequências para os pacientes. Se uma criança com diabetes tipo 1, por exemplo, é erroneamente diagnosticada com diabetes tipo 2, tratá-la com medicações como a <a title="Os segredos revelados da metformina" href="http://www.diabeticool.com/os-segredos-revelados-da-metformina/"><strong>metformina</strong></a>, em vez de insulina, será o equivalente a não tratá-la. E como a confirmação do diagnóstico do diabetes tipo 1 pode demorar, devido aos exames que precisam ser realizados, a primeira diretriz instrui que se inicie o tratamento com insulina caso não se tenha certeza sobre o tipo de diabetes do paciente. A recomendação é de que o tratamento com insulina continue até a determinação do tipo. Outras importantes diretrizes incluem:</p>
<p>&#8211; Quando a criança ou adolescente for diagnosticado com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>, prescrever metformina e mudanças em seu estilo de vida, incluindo uma alimentação adequada e prática de atividades físicas;</p>
<p>&#8211; Monitorar níveis de <a title="1% menos HbA1c, 50% a mais de vida" href="http://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/"><strong>hemoglobina glicada</strong></a> (HbA1c) a cada três meses. A HbA1c fornece uma medida dos últimos dois a três meses dos níveis de açúcar no sangue. Caso os objetivos do tratamento não estiverem sendo alcançados, o médico deverá adotar mudanças apropriadas ao tratamento;</p>
<p>&#8211; Crianças com diabetes tipo 2 devem ser encorajadas a praticar atividades físicas ao menos durante 60 minutos por dia e limitar seu tempo em frente à televisão, computadores e vídeo games a menos de duas horas por dia.</p>
<p>&#8211; O monitoramento dos níveis de glicose no sangue deve ser feito em casa por quem: está sendo tratado com insulina; teve mudanças em seu tratamento; não está alcançando os objetivos do tratamento; estiver doente.</p>
<p>Além disso, a Dra. Silverstein recomenda que pediatras monitorem os níveis de HbA1C em crianças com sobrepeso, pois é muito mais fácil prevenir a doença do que tratá-la depois, e alerta que sintomas do diabetes tipo 1, como sede excessiva e frequentes idas ao banheiro para urinar, podem não estar presentes em crianças com diabetes tipo 2.</p>
<p>Segundo a Dra. Rubina Heptulla, chefe da Divisão de Pediatria e Endocrinologia e Diabetes do Children´s Hospital em Nova York, as novas diretrizes são boas, mas ainda há muito que se fazer. “Há apenas um único grande estudo sobre diabetes tipo 2 em crianças. As novas diretrizes são apenas um primeiro passo, e ressaltam a necessidade de que mais pesquisas sejam realizadas sobre o assunto.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>Tamanho (do pâncreas!) é documento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Dec 2012 14:07:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[célula beta]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
		<category><![CDATA[Teodora Staeva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, cientistas notam que o tamanho do órgão pode indicar se uma pessoa terá ou não diabetes tipo 1. Quando uma pessoa tem diabetes tipo 1, o sistema de defesa de seu organismo, por algum motivo que ainda ninguém entende, destruiu as próprias células beta do pâncreas, produtoras de insulina. Sem a insulina, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pela primeira vez, cientistas notam que o tamanho do órgão pode indicar se uma pessoa terá ou não diabetes tipo 1.</em></p>
<p><span id="more-2351"></span></p>
<p>Quando uma pessoa tem diabetes tipo 1, o <a title="Diabetes ou câncer: qual tratar primeiro?" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-ou-cancer-qual-tratar-primeiro/">sistema de defesa</a> de seu organismo, por algum motivo que ainda ninguém entende, destruiu as próprias células beta do pâncreas, produtoras de insulina. Sem a insulina, não há transporte eficiente de açúcar da corrente sangüínea para as outras células do corpo, e ele se acumula no sangue, aumentando a glicemia. A partir deste momento, instala-se o diabetes. Se os efeitos da destruição progressiva das células beta já são bastante danosos, imagine o que acontece quando se nasce com um pâncreas menor do que o normal, e que, portanto, possui naturalmente menos destas células&#8230;</p>
<p>Um estudo realizado por profissionais da Universidade da Flórida, nos EUA, percebeu que os pâncreas de pessoas com diabetes tipo 1 e daquelas com altos riscos de adquirir a condição diferiam consideravelmente em tamanho quando comparados com os órgãos de não-diabéticos. No trabalho, foram pesados os pâncreas de 164 doadores de órgãos. <strong>Aqueles com altos riscos de desenvolver o tipo 1 apresentavam órgãos 25% menores do que o padrão normal, e os pâncreas de diabéticos tipo 1 tinham, em média, metade do tamanho de um saudável</strong>.</p>
<p>De acordo com Martha Campbell-Thompson, diretora do centro de patologia da Rede Pancreática de Doadores de Órgãos com Diabetes (nPOD, na sigla em inglês), a descoberta foi uma surpresa. A Rede Pancreática é um grande projeto norte-americano de distribuição de órgãos de doadores para vários centros de excelência em estudos pelo país, a fim de estimular descobertas acerca do diabetes. Isto é importante porque, como afirmou Martha, antigamente as pesquisas sobre o diabetes tipo 1 eram realizadas com <a title="Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio" href="http://www.diabeticool.com/suecos-descobrem-por-que-feridas-de-diabeticos-nao-cicatrizam-e-se-preparam-para-lancar-remedio/">camundongos</a>, mas hoje em dia já se sabe que existem diferenças demais entre a doença em humanos e nos demais animais, por isso trabalhar com pâncreas de homens e mulheres é fundamental.</p>
<p>Teodora Staeva, diretora da ONG que financiou o estudo, explica o escopo do projeto: &#8220;Graças à valiosa e crescente coleção de amostras de pâncreas e de outros tecidos da nPOD, nosso time de pesquisadores pôde examinar, pela primeira vez, o peso dos pâncreas de pessoas em risco de desenvolver diabetes tipo 1. A descoberta levanta questões significantes sobre o desenvolvimento e progressão da condição.&#8221;</p>
 Equipamento de ressonância magnética pode ser utilizado no futuro para &#8220;pesar&#8221; o pâncreas.
<p>Com base nestas novidades, o próximo passo dos pesquisadores é medir o tamanho do pâncreas de uma maneira menos invasiva, em pessoas vivas. Para isto, estuda-se a utilização de tecnologias como as imagens de ressonância magnética. &#8220;Isto pode realmente mudar algumas das idéias que temos sobre o diabetes tipo 1&#8221;, afirmou Martha. &#8220;Ao entendermos como ele se desenvolve, podemos pensar em novas maneiras de tratá-lo.&#8221;</p>
<div></div>The post <a href="https://www.diabeticool.com/tamanho-do-pancreas-e-documento/">Tamanho (do pâncreas!) é documento</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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