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	<title>problemas cardiovasculares | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Falta de sono = diabetes e problemas cardiovasculares em jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2014 13:01:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores monitoraram jovens por 24 horas durante sete dias para medir padrões de atividade física e sono. &#160; Um estudo publicado pelo The Journal of Pediatrics mostra que a falta de sono pode estar aumentando o risco de desenvolver diabetes, doenças cardíacas e derrame em adolescentes obesos. A falta de sono e a obesidade têm &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores monitoraram jovens por 24 horas durante sete dias para medir padrões de atividade física e sono.</em><span id="more-7094"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um estudo publicado pelo The Journal of Pediatrics mostra que a falta de sono pode estar aumentando o risco de desenvolver diabetes, doenças cardíacas e derrame em adolescentes obesos.</p>
<p>A falta de sono e a obesidade têm sido associadas com um risco aumentado de <a title="Ácido úrico favorece doenças cardiovasculares e diabetes" href="http://www.diabeticool.com/acido-urico-favorece-doencas-cardiovasculares-e-diabetes/">doenças cardiovasculares</a> e metabólicas em adultos e crianças. Entretanto, a relação ainda não era tão clara em adolescentes, uma faixa etária conhecida por dormir mal e com uma prevalência de sobrepeso 30% nos Estados Unidos.</p>
<p>Pesquisadores da Universidade de Michigan acompanharam 37 adolescentes obesos com idades entre 11 e 17 anos. Seus fatores de risco para diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, como os níveis de colesterol e açúcar no sangue, a circunferência abdominal, o índice de massa corporal (IMC) e a pressão arterial, foram medidos com o intuito de criar escore para o risco cardiometabólico.</p>
<p>Os participantes foram equipados com monitores, usados 24 horas durante sete dias, para medir padrões de atividade física e sono.</p>
<p>Um terço dos participantes atendeu à recomendação mínima de ser fisicamente ativo — ou seja, exercitar-se por, pelo menos, 60 minutos ao dia. A maioria dos adolescentes dormia cerca de sete horas por noite, geralmente acordando pelo menos uma vez durante a madrugada. Apenas cinco participantes reuniram os índices mínimos de sono recomendados (oito horas e meia de sono por noite).</p>
<p>Mesmo após o controle dos fatores que podem agir sob o risco cardiometabólico, como o IMC e atividade física, os baixos níveis de sono permaneceram como a influência mais significativa para o aumento do risco cardiometabólico em adolescentes obesos.</p>
<p>Isso mostra que, mesmo entre aqueles já considerados propensos a desenvolver doenças cardiometabólicas, neste caso, a diminuição da duração do <a title="Dormir pouco muda muito o nosso corpo" href="http://www.diabeticool.com/dormir-pouco-muda-muito-o-nosso-corpo/">sono em adolescentes</a> obesos foi o principal fator risco para a patologia. A pesquisa não pode determinar se a falta de sono causa as doenças cardiometabólicas ou se a obesidade ou outros fatores causam distúrbios do sono.</p>
<p>— No entanto, a forte associação entre a duração do sono e o escore de risco cardiometabólico, independente dos efeitos da composição corporal e da atividade física, sugere uma possível influência da quantidade de sono na saúde cardiometabólica em adolescentes obesos— diz a pesquisadora e coordenadora do estudo, Heidi IglayReger.</p>
<p>Os dados fornecem evidências de que a avaliação objetiva do sono pode ser uma ferramenta de triagem útil para identificar adolescentes em risco. Estudos posteriores ainda são necessários para determinar se a melhora na <a title="Diabetes: cuidados que o portador deve ter antes e durante o exercício" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-cuidados-que-o-portador-deve-ter-antes-e-durante-o-exercicio/">duração do sono</a> poderia diminuir o risco de desenvolver doenças cardiometabólicas.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2014/03/falta-de-sono-pode-aumentar-risco-de-diabetes-e-problemas-cardiovasculares-em-adolescentes-obesos-4439666.html" target="_blank" rel="nofollow">Zero Hora </a></strong></p>
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		<title>Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2013 11:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[complicações]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Risco de morte cardiovascular pode ser até 70% menor, aponta estudo. O risco de desenvolver complicações em pessoas com diabetes tipo 2 está diretamente relacionado com a frequência e duração do exercício físico, aponta um amplo estudo divulgado nesta quinta-feira, Dia Mundial do Diabetes. Os resultados indicam que pessoas com baixo nível de atividades físicas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Risco de morte cardiovascular pode ser até 70% menor, aponta estudo.</em><span id="more-5815"></span></p>
<figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img alt="Evitar a vida sedentária é fundamental para pessoas com diabetes" src="http://zerohora.rbsdirect.com.br/imagesrc/15858166.jpg?w=620" width="620" height="412" /><figcaption class="wp-caption-text">Evitar a vida sedentária é fundamental para pessoas com diabetes Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS</figcaption></figure>
<p>O risco de desenvolver complicações em pessoas com diabetes tipo 2 está diretamente relacionado com a frequência e duração do <a title="A quantidade certa de exercícios para proteger seu coração" href="http://www.diabeticool.com/a-quantidade-certa-de-exercicios-para-proteger-seu-coracao/">exercício físico</a>, aponta um amplo estudo divulgado nesta quinta-feira, Dia Mundial do Diabetes. Os resultados indicam que pessoas com baixo nível de atividades físicas apresentam um risco 70% maior de morte cardiovascular que aqueles com níveis mais elevados.</p>
<p>Estudos têm mostrado que, indiscutivelmente, pessoas diagnosticadas com diabetes tipo 2 são têm até cinco vezes mais chances de desenvolver alguma doença cardíaca ou um <a title="Não controlada, diabetes pode causar complicações, diz SBD" href="http://www.diabeticool.com/nao-controlada-diabetes-pode-causar-complicacoes-diz-sbd/">acidente vascular cerebral</a> que pessoas saudáveis. Os principais fatores que desencadeiam os problemas também já foram claramente identificados: idade, histórico familiar e obesidade. Por isso, manter uma dieta saudável, perder peso e praticar exercícios físicos regularmente são as primeiras medidas a serem tomadas.</p>
<p>Outros estudos também têm apontado que a atividade física está diretamente relacionada com o risco de <a title="Mais uma vantagem do “colesterol bom”" href="http://www.diabeticool.com/mais-uma-vantagem-do-colesterol-bom/">doença cardiovascular</a> e a mortalidade em todos os grupos populacionais. Por exemplo: uma pesquisa desenvolvida em 2007 pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA descobriu que atividades moderadas (realizadas por pelo menos de 30 minutos na maioria dos dias da semana) ou de atividades mais intensas (realizadas por pelo menos 20 minutos, três vezes por semana) estão relacionadas a uma diminuição de 27 ou 32% no risco global de mortalidade, respectivamente.</p>
<p>Nesta quinta-feira, Dia Mundial do Diabetes, um novo estudo de acompanhamento de um grande grupo sueco que investiga o diabetes tipo 2 mostra que pessoas que praticam atividades físicas em nível baixo apresentam um risco consideravelmente maior de doenças cardiovasculares que aquelas que realizam níveis mais elevados. O estudo foi publicado no Jornal Europeu de Cardiologia Preventiva.</p>
<p>O estudo considerou como baixo nível de atividades física a prática de exercícios por até duas vezes por semana, durante 30 minutos. O nível alto foi definido como três vezes ou mais por semana. O grupo analisado compreendia um total de 15.462 pessoas, sendo 6963 realizando atividades de baixo nível e 8499 de alto nível, com idade média de 60 anos. Elas foram acompanhadas por cinco anos ou até o primeiro evento cardiovascular ou morte.</p>
<p>Os resultados mostraram que aqueles no grupo de atividade de baixo nível tiveram um risco 25% maior de eventos coronários e cardiovascular que aqueles no grupo de maior atividades, e um risco 70% mais elevado de um evento cardiovascular fatal.</p>
<p>— A atividade física regular é uma parte importante do plano de gerenciamento de diabetes e estes resultados reforçam a importância de implementar a atividade física regular como parte das medidas de estilo de vida — dizem os investigadores.</p>
<p>O principal autor do estudo, Björn Zethelius, da Universidade de Uppsala, na Suécia, afirmou:</p>
<p>— A mensagem deste estudo é clara: evite uma vida sedentária. Envolver-se em atividade física, ao lado de dieta , são a pedra angular do tratamento do diabetes tipo 2. Se você está atualmente em um baixo nível de atividade física, faça mais.</p>
<p>Zethelius acrescentou que o aumento da atividade física entre as pessoas com diabetes tipo 2 tem importantes implicações para a saúde pública, simplesmente por causa do aumento da prevalência da doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/11/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2-4333418.html" target="_blank" rel="nofollow">Zero Hora</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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