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	<title>porcos | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Você usaria insulina de porco ao invés das sintéticas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2014 17:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Internacional de Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Health Canada]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
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		<category><![CDATA[insulinoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas pessoas que precisam de insulina afirmam, com convicção, que as extraídas de pâncreas de outros animais (como bois ou porcos) é melhor que as de laboratório. Não muito tempo atrás, antes da década de 80, todo diabético que precisava de insulina não tinha outra opção: se quisesse manter a glicemia em dia, teria de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Muitas pessoas que precisam de insulina afirmam, com convicção, que as extraídas de pâncreas de outros animais (como bois ou porcos) é melhor que as de laboratório.</em><span id="more-7726"></span></p>
<p>Não muito tempo atrás, antes da década de 80, todo diabético que precisava de insulina não tinha outra opção: se quisesse manter a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia </a>em dia, teria de utilizar <strong>insulina animal</strong>. Isto é, o hormônio era extraído diretamente do pâncreas de outras espécies, geralmente vacas ou porcos, e era utilizado como substituto da “nossa” insulina, em falta nos diabéticos. Hoje em dia, esta pode parecer uma opção pouco aceitável, tendo-se em vista a ampla gama de opções de <strong>insulinas sintéticas</strong> (produzidas em laboratório) existentes no mercado.</p>
<p>Em tese, as insulina sintéticas que utilizamos se parecem mais com a insulina produzida naturalmente pelo nosso corpo, portanto funcionariam melhor do que as insulinas de outros animais.</p>
<p>Mas nem sempre a Natureza funciona conforme os livros esperam! Muitas pessoas que estão com diabetes tipo 1 continuam usando, <strong>ainda hoje</strong>, insulinas animais, e garantem que elas têm efeito bem superior às sintéticas. Será que isto pode ser verdade? Será que insulinas extraídas de pâncreas vivos podem funcionar melhor que as de laboratório?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>INSULINAS ANIMAIS x SINTÉTICAS: O GOVERNO CANADENSE INVESTIGA</strong></p>
<p>O governo do Canadá possui um órgão chamado <em>Health Canada</em>, composto por especialistas na área médica e que ajuda a monitorar as condições de saúde da população inteira. O órgão notou que, ao longo da última década, muitos diabéticos em insulinoterapia reclamaram que os tratamentos com insulinas sintéticas resultavam em muitos episódios de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia </a>– um dos efeitos adversos mais comuns e mais perigosos do uso do hormônio.</p>
<p>Além disso, diversas pessoas revelaram que tanto o controle da glicemia quanto o número de casos de hipoglicemia era muito melhores quando tomavam as insulinas animais, seja de bois, seja de porcos.</p>
<p>O <em>Health Canada</em> reuniu um painel de especialistas em diabetes para estudar a questão: será que insulinas animais podem ser, mesmo, melhores que as sintéticas?</p>
<p>De acordo com o órgão federal, ainda não há estudos que demonstrem claramente haver diferenças significativas de eficácia entre as insulinas animais e as produzidas em laboratório. Além disso, ambos os tipos aparentemente são iguais também no número e intensidade de efeitos colaterais.</p>
<p>Em vista da similaridade entre os tipos diferentes de insulina, a sugestão do governo canadense é sensata: <strong>oferecer a maior opção possível de insulina à população</strong>. Isto está de acordo com a recomendação da <a title="Mudança de hábitos e perda de peso podem prevenir o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/mudanca-de-habitos-e-perda-de-peso-podem-prevenir-o-diabetes/">Federação Internacional de Diabetes</a>, que afirma que cada pessoa tem um diabetes “diferente”, e que as terapias utilizadas em um diabético não necessariamente funcionarão em outro. Portanto, quanto mais opção houver, melhor.</p>
<p>“Apesar da transição para a insulina biosintética no tratamento do diabetes tipo 1, a necessidade de insulinas de origem animal ainda existe. Há algumas evidências sugerindo que alguns pacientes têm melhor controle metabólico e sintomático quando recebem insulinas vindas de animais, sendo capazes, portanto, de controlar o diabetes mais eficientemente”, escreveu em comunicado público o <em>Health Canada</em>. A entidade afirma, ainda, que continuará a distribuir e indicar insulina animal para os diabéticos do país.</p>
<p>É bom saber que pelo menos os diabéticos canadenses podem testar diferentes tipos de insulina – sejam elas “naturais” ou “artificiais” – e daí determinar quais delas têm melhor efeito em seu corpo. Se ainda existe algum “preconceito” em relação ao uso de insulinas vindas de outros animais, eles podem se evaporar frente a um possível controle mais adequado da glicemia.</p>
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		<title>Você receberia transplante de um animal para curar seu diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2013 20:03:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[anticorposo]]></category>
		<category><![CDATA[célula de defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
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		<category><![CDATA[Northwestern University]]></category>
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		<category><![CDATA[rejeição]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Miller]]></category>
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		<category><![CDATA[xenotransplante]]></category>
		<category><![CDATA[Xunrong Luo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Técnica inédita possibilita que transplante de órgãos entre animais de espécies diferentes – como por exemplo humanos e porcos – seja possível no tratamento de doenças. Entenda aqui. Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool Transplantes entre diferentes espécies, ou xenotransplantes, são alvos de diversas pesquisas científicas. Não depender de um doador humano &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Técnica inédita possibilita que transplante de órgãos entre animais de espécies diferentes – como por exemplo humanos e porcos – seja possível no tratamento de doenças. Entenda aqui.</em></p>
<p><span id="more-5034"></span></p>
<p><em><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></em></p>
<p>Transplantes entre diferentes espécies, ou <strong>xenotransplantes</strong>, são alvos de diversas pesquisas científicas. Não depender de um doador humano para a realização de um transplante poderia salvar vidas de inúmeros pacientes em listas de espera. Evitar a rejeição, porém, é um problema difícil de ser superado. Cientistas da Northwestern University anunciaram no último mês que <strong>conseguiram transplantar, com sucesso, células produtoras de insulina de ratos para camundongos</strong>. Não apenas as células sobreviveram como não foi necessário o uso de drogas imunossupressoras para evitar a rejeição. O feito é o primeiro passo rumo ao objetivo dos cientistas: o <a href="http://www.diabeticool.com/por-que-o-transplante-de-celulas-tornco-nao-e-a-cura-para-o-diabetes-tipo-1/">transplante</a> de células produtoras de insulina para seres humanos, visando uma <strong>cura para o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a></strong>.</p>
<p>“Essa é a primeira vez que um transplante entre diferentes espécies de células produtoras de insulina foi realizado com sucesso sem o uso de drogas imunossupressoras e que permitiu às células transplantadas viverem por tempo indeterminado”, diz Stephen Miller, um dos pesquisadores envolvidos no estudo.</p>
<p>O grupo de células transplantadas, chamado de <strong>Ilhotas de Langerhans</strong>, contém as células produtoras de <a href="http://www.diabeticool.com/quais-sao-os-tipos-de-insulina-que-existem/">insulina</a>, tanto para nós como para ratos e camundongos. Elas foram acompanhadas por mais de 300 dias após o transplante e produziram insulina normalmente, sem a necessidade de tratamentos com drogas para evitar a rejeição.</p>
 Esquema da localização das ilhotas de Langerhans no corpo humano.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO EVITAR A REJEIÇÃO?</strong></p>
<p>Evitar a rejeição era o grande desafio do estudo. Para isso, o método dos cientistas consistiu em dois processos. O primeiro deles envolveu esplenócitos, um tipo de célula de defesa do organismo. Uma amostra de esplenócitos dos ratos, os animais doadores, foi retirada, tratada com produtos químicos para causar a morte das células e injetada nos camundongos, os receptores. O processo fez com que o sistema imunológico dos camundongos reconhecesse as células dos ratos. Desse modo, o organismo dos camundongos não atacou as células dos ratos quando o transplante das <a href="http://www.diabeticool.com/diabetes-como-voce-nunca-viu-antes/">Ilhotas de Langerhans</a> foi feito.</p>
<p>O segundo processo se concentrou em outra célula de defesa, chamada de linfócito B, responsável pela produção de anticorpos. Quando os cientistas tentaram o transplante pela primeira vez, os linfócitos B dos camundongos produziram anticorpos contra as</p>
<p>células transplantadas dos ratos, levando à rejeição. Por isso, para realizar o procedimento com sucesso, foram utilizados anticorpos contra os linfócitos B para evitar o ataque às células transplantadas &#8211; método já utilizado em transplantes humanos. Quando os linfócitos voltaram a ser produzidos naturalmente após o transplante, eles não atacaram as células dos ratos. “Com esse método, 100% das células transplantadas sobreviveram indefinidamente”, diz Xunrong Luo, pesquisadora também envolvida no estudo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PERSPECTIVAS NO TRATAMENTO DO DIABETES TIPO 1</strong></p>
 A pesquisadora Xunrong Luo, envolvida na pesquisa sobre xenotransplantes.
<p>Para pessoas com diabetes tipo 1, que não conseguem produzir insulina, o transplante de Ilhotas de Langerhans é uma alternativa de tratamento que ainda está em processo de aprimoramento. As taxas de sucesso vêm aumentando, porém ainda é um procedimento complexo e que requer de 2 a 3 doadores falecidos. O transplante a partir de animais de outras espécies, objetivo dos cientistas desse estudo, poderia facilitar o acesso ao procedimento. Apesar do sucesso nos experimentos, a pesquisa ainda está em estágio inicial e terá de superar as barreiras da rejeição em humanos, além de ser discutida em debates éticos.</p>
<p>“Sabemos que Ilhotas de Langerhans de porcos conseguem produzir insulina e controlar a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> de humanos”, diz Luo. “Nosso objetivo é conseguir transplantar as células dos porcos para seres humanos, mas temos que dar um passo de cada vez”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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