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	<title>pé | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Novembro Azul: Alerta para diabetes e alcoolismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2013 11:09:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada três mortes registradas no país, duas são de homens. O lavrador aposentado José Fernandes Lopes, 75, não frequentava uma unidade de saúde há mais ou menos 13 anos. Ele mesmo afirmava que tinha uma “saúde de ferro”. Porém, há uma semana, um corte no pé lhe tirou o sossego, trazendo uma notícia nada &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A cada três mortes registradas no país, duas são de homens.</em><span id="more-5855"></span></p>
<figure style="width: 225px" class="wp-caption alignright"><img alt="" src="http://www.infonet.com.br/sysinfonet/images/secretarias/Saude/materia-sonypetris_251113.jpg" width="225" height="169" /><figcaption class="wp-caption-text">A coordenadora Estadual de Atenção Psicossocial da SES, Sony Petris (Foto: divulgação)</figcaption></figure>
<p>O lavrador aposentado José Fernandes Lopes, 75, não frequentava uma unidade de saúde há mais ou menos 13 anos. Ele mesmo afirmava que tinha uma “saúde de ferro”. Porém, há uma semana, um corte no <a title="Aprovado projeto para tratamento grátis de amputações por diabetes" href="http://www.diabeticool.com/aprovado-projeto-para-tratamento-gratis-de-amputacoes-por-diabetes/">pé</a> lhe tirou o sossego, trazendo uma notícia nada agradável. &#8220;Estou com diabetes e só descobri fazendo os exames. Na lavoura, cortei o pé e demorou muito para cicatrizar. Meu pé está roxo e muito dolorido. Há um tempo não vou ao médico. Achava que minha saúde sempre era boa, mas, agora, tenho que me cuidar&#8221;, informou o lavrador, durante internação no Pronto Socorro do Hospital de Urgências de Sergipe (HUSE).</p>
<p>De acordo com uma pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde (MS), a cada três mortes registradas no país, duas são de homens. A falta da realização de exames preventivos associada aos fatores de risco, como aumento da ingestão de sal, obesidade, uso abusivo de <a title="Mulher com hipoglicemia é agredida por policiais (VÍDEO)" href="http://www.diabeticool.com/mulher-com-hipoglicemia-e-agredida-por-policiais-video/">álcool</a> e sedentarismo, faz com que muitos homens fiquem mais predispostos a adquirir doenças como diabetes e <a title="Não controlada, diabetes pode causar complicações, diz SBD" href="http://www.diabeticool.com/nao-controlada-diabetes-pode-causar-complicacoes-diz-sbd/">hipertensão</a>.</p>
<p>Segundo a gerente da área técnica de Controle da Diabetes da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Stella Gouveia, em Sergipe estima-se que 4,2% da população masculina adulta, com 18 anos ou mais, pode desenvolver diabetes. Isso representa um número de 28.300 homens no estado.</p>
<p>“Quando falamos em Diabetes, não é apenas o diagnóstico precoce que certamente minimizará as complicações. Uma vez que se inicia o tratamento adequado, fazendo a prevenção da doença, o paciente pode ter uma vida tranquila. É preciso que todos mudem os hábitos de vida com a adoção cotidiana de práticas corporais e atividade física, alimentação saudável, abandono do tabagismo e de bebidas alcoólicas em excesso. O homem, principalmente, necessita de um olhar especial, uma vez que existe uma grande resistência na procura por serviços de saúde preventivos, além de alternativas para uma vida mais saudável”, ressalta Stela Gouveia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alcoolismo</strong></p>
<p>Outra patologia que atinge bastante os homens é o alcoolismo. A dependência do álcool é uma condição frequente e atinge cerca de 5% a 10% da população adulta brasileira. No ano de 2011, houve 1.300 internações hospitalares ocasionadas pelo uso de álcool no estado de Sergipe. Entre os tipos de drogas mais consumidas, o álcool apresenta-se em primeiro lugar.</p>
<p>A coordenadora Estadual de Atenção Psicossocial da SES, Sony Petris, explica que a passagem da forma moderada de beber ao ato de beber excessivamente ocorre de forma lenta e, em geral, leva vários anos.</p>
<p>“Nem todo consumo de álcool é considerado alcoolismo. O alcoolismo é considerado como doença pela Organização Mundial da Saúde e pode ser definido como o consumo excessivo, duradouro e compulsivo de bebidas alcoólicas, que provoca um quadro de dependência. São diversos os fatores que podem levar ao alcoolismo: origem biológica, psicológica, sociocultural”, explica.</p>
<p>A coordenadora destaca ainda que o alcoolismo pode causar danos para o convívio social. “Os danos sociais e morais diferem de indivíduo para indivíduo e são subjetivos. Porém, comportamentos anti-sociais, violência doméstica, ruptura de relacionamentos, problemas no trabalho, como alterações na percepção, reação e reflexos, aumentando a chance de acidentes, são provenientes do abuso de álcool. É uma doença que provoca muito sofrimento para o usuário, familiar e amigos”, enfatiza.</p>
<p>Ainda segundo Sony Petris, a população masculina ainda resiste em procurar cuidado, principalmente o de prevenção. Segundo estudos, somente 15% das pessoas, homens, que apresentam problemas relacionados com o uso de álcool buscam tratamento para o alcoolismo.</p>
<p>“Em muito dos casos, isso acontece por uma questão cultural. O álcool faz parte da cultura da população brasileira e acrescenta-se a isso a crença de que o usuário tem que &#8220;controlar&#8221; o uso de álcool, que consegue parar quando assim o desejar, o que faz com que, na maioria das vezes, quando busca ajuda é porque apresenta problemas físicos relacionados ao uso excessivo e abusivo”, enaltece Sony Petris.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.infonet.com.br/saude/ler.asp?id=151838">InfoNet</span></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/novembro-azul-alerta-para-diabetes-e-alcoolismo/">Novembro Azul: Alerta para diabetes e alcoolismo</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Como evitar a pior conseqüência do pé diabético</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Mar 2013 18:32:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[amputação]]></category>
		<category><![CDATA[Barbara Young]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes UK]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preocupados com número de amputações em diabéticos, entidades de saúde lançam estudo com soluções para o grave problema. Diversas entidades de saúde inglesas, incluindo a ONG Diabetes UK, a Sociedade de Podologia e o Ministério da Saúde local, lançaram um abrangente estudo sobre o pé diabético. A principal conclusão do trabalho é que um número &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Preocupados com número de amputações em diabéticos, entidades de saúde lançam estudo com soluções para o grave problema.</em></p>
<p><span id="more-3717"></span></p>
<p>Diversas entidades de saúde inglesas, incluindo a ONG Diabetes UK, a Sociedade de Podologia e o Ministério da Saúde local, lançaram um abrangente estudo sobre o <strong>pé diabético</strong>. A principal conclusão do trabalho é que um número enorme de <strong>amputações</strong> poderia ser evitado caso houvesse atendimento mais rápido para os pacientes com diabetes.</p>
<p>Só no Reino Unido, mais de 6.000 amputações dos membros inferiores são realizadas a cada ano decorrentes de complicações do diabetes. A taxa é vinte vezes maior do que a da população em geral. De acordo com o trabalho, 4.800 destas cirurgias poderiam ser evitadas através de medidas bem simples de saúde.</p>
<p><strong>Se estes números parecem altos, espere até ler os brasileiros</strong>. Aqui no país, ocorrem anualmente mais de 55 mil amputações decorrentes do diabetes. O estado &#8220;campeão&#8221; no número destas cirurgias é o Alagoas, com a triste cifra de 42 mil cirurgias do tipo em 2010.</p>
<p><strong>+ Para saber mais: &#8220;<a href="http://manutencao.diabeticool.com/archives/2756">Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos</a>&#8220;</strong></p>
<p><strong>+ Leia também sobre uma maneira interessante de curar o pé diabético: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">Tratando o pé diabético com luz</a>&#8220;</strong></p>
<p>As recomendações dos especialistas para um melhor tratamento do pé diabético incluem que cada hospital do país possua uma equipe multidisciplinar de plantão para o tratamento imediato e urgente dos membros de pacientes.</p>
<p>Além disso, orienta-se que médicos identifiquem pessoas com alto risco de desenvolver problemas nos pés e infecções, mantendo-as sob constante observação e, também, educando-as sobre como identificar sinais de perigo e o que fazer nestas situações.</p>
<p>&#8220;Se todo hospital tivesse uma equipe multidisciplinar para cuidados com os pés e garantisse o acesso a esta equipe dentro de 24 horas, isto faria uma enorme diferença nas taxas de amputação&#8221;, garantiu Barbara Young, da Diabetes UK. Segundo Young, estas medidas, aliadas às demais apresentadas no relatório, ajudariam o sistema público de saúde britânico a economizar dinheiro&#8230;e membros.</p>
<p><strong> </strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">Como evitar a pior conseqüência do pé diabético</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2013 10:58:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[amputação]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Foot and Ankle Research]]></category>
		<category><![CDATA[machucado]]></category>
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		<category><![CDATA[neuropatia diabética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cuidar bem da saúde dos pés &#8211; algo fundamental para quem tem diabetes &#8211; pode ser mais barato do que se pensava, segundo nova pesquisa. Uma análise clínica publicada no Journal of Foot and Ankle Research comparou a eficácia no uso de diferentes palminhas ortopédicas em quem tem neuropatia, um problema muito comum em diabéticos. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cuidar bem da saúde dos pés &#8211; algo fundamental para quem tem diabetes &#8211; pode ser mais barato do que se pensava, segundo nova pesquisa.</em></p>
<p><span id="more-2756"></span></p>
<figure id="attachment_2758" aria-describedby="caption-attachment-2758" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-2758 " alt="Palmilhas feitas para diabéticos são um item importante na prevenção de problemas sérios nos membros inferiores." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes.png" width="600" height="305" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes.png 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes-415x211.png 415w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes-474x240.png 474w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes-164x82.png 164w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2758" class="wp-caption-text">Utilizar palmilhas ortopédicas nos calçados é um item importante na prevenção de problemas sérios nos membros inferiores.</figcaption></figure>
<p>Uma análise clínica publicada no<em> Journal of Foot and Ankle Research</em> comparou a eficácia no uso de diferentes palminhas ortopédicas em quem tem neuropatia, um problema muito comum em diabéticos. As palmilhas ajudam a proteger os pés dos problemas relacionados à má circulação do sangue, os quais podem levar a sérias lesões em quem tem diabetes. No início das pesquisas, os cientistas pensavam que as palmilhas feitas sob medida, mais caras e de desenho mais complexo, teriam um desempenho melhor do que as pré-fabricadas. Os resultados do estudo surpreenderam a todos e indicam novas maneiras para tratar os <a title="Revelados os segredos bioquímicos do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/revelados-os-segredos-bioquimicos-do-pe-diabetico/">pés diabéticos</a> com eficácia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alerta: a neuropatia é um problema maior do que muitos supõe</strong></p>
<p>Quase metade dos diabéticos sofre de uma condição médica chamada de <a title="Problemas nos vasos estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/problemas-nos-vasos-estao-com-os-dias-contados/"><strong>neuropatia</strong> </a>&#8211; isto é, danos aos nervos, decorrentes das altas taxas de açúcar no sangue [aprenda mais sobre a neuropatia <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">neste link do <strong>Diabeticool</strong></a>]. Apesar de poderem afetar todo o corpo, como mãos e pele, estes danos costumam aparecer com maior freqüência nos membros inferiores. E é justamente aí que mora o perigo. Pés e pernas são algumas das partes mais suceptíveis a machucados em uma pessoa &#8211; quantas vezes não batemos o dedinho na quina de um móvel ou acertamos o joelho, sem querer, na mesa?! Acrescente a isto o fato de que a neuropatia diminui a sensibilidade nas regiões afetadas. Desta forma, pessoas com neuropatias nos membros inferiores podem facilmente se machucar e não sentir nada. Além disso, como sabemos, quem está com diabetes geralmente tem problemas de cicatrização. Um pequeno machucado nos pés, não detectado, pode se transformar, em pouco tempo, em uma ferida incurável.</p>
<figure id="attachment_2759" aria-describedby="caption-attachment-2759" style="width: 440px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2759" alt="Examinar os pés dos diabéticos com cuidado é dever de todo médico atencioso." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/exame-nos-pes-diabetes.gif" width="440" height="295" /><figcaption id="caption-attachment-2759" class="wp-caption-text">Examinar os pés dos diabéticos com cuidado é dever de todo médico atencioso.</figcaption></figure>
<p>Não são raros os casos de amputações decorrentes desta triste associação entre diabetes e neuropatia. De fato, o diabetes é a principal causa de <a title="Tratando o pé diabético com luz" href="http://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">amputações </a>no mundo inteiro, respondendo por 50% destes procedimentos cirúrgicos. Estima-se que diabéticos têm quinze vezes mais chances de terem um membro amputado do que o restante da população. Além disso, problemas relacionados aos pés são o motivo número um pelo qual diabéticos costumam ser internados. Apesar das informações acima soarem desagradáveis, há um alento simples e eficiente: boa parte dos problemas decorrentes da neuropatia podem ser prevenidos através de uma rotina fácil de checagem dos pés, em busca de lesões como pequenas feridas e inchaços. Hospitais de alta qualidade no tratamento de diabéticos costumam fazer esta checagem como procedimento rotineiro [<a href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/">como mostra esta matéria do site</a>].</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual tipo de palmilha é o melhor?</strong></p>
<p>O estudo em questão contou com a colaboração de mais de 100 diabéticos, divididos em dois grupos. Um deles utilizou palmilhas pré-fabricadas, enquanto o outro colocou em seus sapatos aquelas feitas sob medida. O trabalho durou seis meses. Ao longo deste tempo, a pressão exercida sobre os pés conforme os pacientes caminhavam foi medida várias vezes. Os cientistas buscavam apenas confirmar um hipótese que parecia óbvia: as palmilhas feitas sob medida seriam melhores para estes pacientes. Este tipo de palmilha usualmente é anunciado como sendo superior às pré-fabricadas por maximizarem a área de distribuição de pressão ao longo do pé, impedindo que pontos isolados sofram mais pressão que os demais e, com isso, corram maiores riscos de desenvolver lesões.</p>
<p>Todavia, os resultados destes seis meses de observações e medições de pressão foram bem conclusivos: tanto faz calçar sapatos com palminhas pré-fabricadas ou feitas sob medida. A eficiência de ambas na distribuição da pressão é igual. A única diferença encontrada é que as feitas sob medida costumam ser um pouco mais efetivas em diminuir a pressão total exercida na parte da frente dos pés. Fora isto, nenhuma distinção significativa foi encontrada.</p>
<p>Escreveram os autores no estudo: &#8220;As palmilhas feitas sob medida são mais caras que as palmilhas pré-fabricadas avaliadas neste trabalho e não são melhores na redução de picos de pressão. (&#8230;) Nós recomendamos que, caso seja clinicamente apropriado, as palmilhas pré-fabricadas, de melhor custo-benefício, devem ser consideradas para uso em pacientes com diabetes e neuropatia.&#8221;</p>
<p>No Brasil, a dica é válida e bem-vinda. Em relação ao custo-benefício, as palmilhas pré-fabricadas ganham a batalha em relação às demais. Seus preços variam de R$30 a R$90, dependendo do material com o qual são feitas. Já as feitas sob medida costumam ter preços por volta dos R$100.</p>
<p>Uma ressalva: é importante atentar que os dois tipos de palmilhas utilizadas no estudo diferem apenas na maneira como são produzidas, porém são todas <strong>palmilhas ortopédicas</strong>. Diversos estudos comprovaram, sem sombra de dúvida, que as palmilhas ortopédicas são muito melhores na redução de pressão e dos riscos de úlceras e amputações do que as palmilhas convencionais.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/neuropatia-palmilhas-e-os-pes-dos-diabeticos/">Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>As Havaianas da Discórdia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jul 2012 15:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[calçado]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[pé]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>
		<category><![CDATA[sandália]]></category>
		<category><![CDATA[tênis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instituto americano chia sobre supostos efeitos nefastos de se usar sandálias de dedo &#8211; especialmente pelos diabéticos! De acordo com a Avaliação Nacional da Saúde dos Pés de 2012 (sim, isso existe!), 78% dos americanos acima dos 21 anos já sofreu de problemas nos pés. Um dos sintomas mais comuns são as dores &#8211; e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Instituto americano chia sobre supostos efeitos nefastos de se usar sandálias de dedo &#8211; especialmente pelos diabéticos!</em></p>
<p><span id="more-1109"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/07/sandalia-de-dedo-diabetes.jpg"></span> Crédito da imagem: Cnn.com
<p>De acordo com a Avaliação Nacional da Saúde dos Pés de 2012 (sim, isso existe!), 78% dos americanos acima dos 21 anos já sofreu de problemas nos pés. Um dos sintomas mais comuns são as dores &#8211; e a popularização das sandálias de dedo seria a causa de tanto desconforto. Bob Thompson, diretor executivo do Instituto de Saúde Preventiva dos Pés, faz questão de declarar que não possui um par sequer destes calçados. Para ele, é um horror a maneira como as sandálias são usadas corriqueiramente no dia-a-dia, seja para ir à piscina, seja para fazer compras. Calçado para o cotidiano é tênis, diz ele, por oferecer proteção e sustentação adequadas aos pés. As sandálias de borracha não possuem solas que dobram nos locais onde deveriam dobrar &#8211; isto é, seguindo a forma dos pés. E as tiras de borracha machucam, provocam bolhas nos membros errantes.</p>
<p>Como diz a matéria, &#8220;usar sandálias de dedo pode ser seriamente prejudicial para pessoas cujos pés já estão sob risco: <strong>para pessoas com diabetes, que freqüentemente têm circulação ruim e pouca sensibilidade nos seus pés, usar as sandálias pode expô-las não apenas a machucados, como também a infecções</strong>. Quem tem problemas de equilíbrio pode se sentir inseguro ao usar sandálias de borracha. E para aquelas pessoas sofrendo de obesidade, vestir um calçado sem estruturação pode adicionar tensão a pés que já são tensos, por carregar peso extra.&#8221;</p>
<p><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://edition.cnn.com/2012/07/18/health/flip-flops-hurting-feet/index.html?iref=allsearch" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Falamos e comentamos sobre o pé diabético em alguns posts, como <a href="http://www.diabeticool.com/revelados-os-segredos-bioquimicos-do-pe-diabetico/" target="_blank" rel="noopener">este</a>. Sendo tão comum ocorrerem problemas nos membros inferiores, todo cuidado é pouco com nossos pés.</strong> <strong>Todavia, a matéria só poderia ter sido escrita em um país no qual as Havaianas são sucesso há pouco tempo. O clima de apocalipse que ela gera faz qualquer pessoas pensar três vezes antes de usar uma mera sandália de dedo. Sempre é importante tomar cuidado, mas, por favor!, também não é para tanto exagero!</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/as-havaianas-da-discordia/">As Havaianas da Discórdia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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