<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>LDL | Diabeticool</title>
	<atom:link href="https://www.diabeticool.com/tag/ldl/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.diabeticool.com</link>
	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Aug 2021 21:04:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Tudo sobre o novo remédio antidiabético da Eli Lilly</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/tudo-sobre-o-novo-remedio-antidiabetico-da-eli-lilly/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/tudo-sobre-o-novo-remedio-antidiabetico-da-eli-lilly/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2013 14:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Cell Metabolism]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol bom]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol ruim]]></category>
		<category><![CDATA[David Moller]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[droga]]></category>
		<category><![CDATA[Eli Lilly]]></category>
		<category><![CDATA[Eli Lilly Co.]]></category>
		<category><![CDATA[FGF21]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[LDL]]></category>
		<category><![CDATA[LY2405319]]></category>
		<category><![CDATA[novo]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[remédio]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome metabólica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=5158</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tratamento mostra resultados animadores em recentes testes clínicos, como diminuição do peso, controle do colesterol e do açúcar no sangue. A empresa farmacêutica Eli Lilly Co. está desenvolvendo um novo medicamento para o combate ao diabetes. A grande vantagem desta inédita droga é que ela seria capaz de melhorar a saúde também do coração, além &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/tudo-sobre-o-novo-remedio-antidiabetico-da-eli-lilly/">Tudo sobre o novo remédio antidiabético da Eli Lilly</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tratamento mostra resultados animadores em recentes testes clínicos, como diminuição do peso, controle do colesterol e do açúcar no sangue.</em></p>
<p><span id="more-5158"></span></p>
<p>A empresa farmacêutica Eli Lilly Co. está desenvolvendo um novo medicamento para o combate ao diabetes. A grande vantagem desta inédita droga é que ela seria capaz de melhorar a saúde também do coração, além de ajudar na diminuição do peso e no combate ao colesterol ruim. Isto é bastante significativo, posto que, recentemente, alguns <a href="http://www.diabeticool.com/cancelado-promissor-novo-remedio-contra-o-diabetes/">remédios antidiabéticos deixaram de ser produzidos por gerarem efeitos negativos no coração dos pacientes</a>.</p>
<p>O remédio da Eli Lilly, provisoriamente chamado de <strong>LY2405319</strong>, nada mais é do que um hormônio humano, o FGF21, só que produzido em laboratório e em larga escala. Este hormônio possui funções bastante importantes no corpo, como melhorar a absorção de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose</a> pelas células adiposas. Desta forma, menos açúcar circularia no sangue do paciente, diminuindo seu diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS ÓTIMOS RESULTADOS DOS ÚLTIMOS TESTES</strong></p>
<p>Em artigo científico publicado na edição de setembro do periódico <em>Cell Metabolism</em>, cientistas da farmacêutica anunciaram que 46 pessoas, todas com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>, passaram por um teste clínico com o LY2405319.</p>
<p>Os resultados mostraram que a nova droga foi capaz de reduzir o peso, a glicose no sangue e os níveis de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> circulante nestas pessoas. Além disso, o medicamento mostrou-se efetivo na diminuição de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-sao-triglicerideos/">triglicerídeos</a> e LDL (o colesterol &#8220;ruim&#8221;), ao mesmo tempo em que aumentou os níveis do colesterol &#8220;bom&#8221;.</p>
<p>Este último ponto, em especial, é uma ótima notícia para a saúde do coração de quem está com diabetes.</p>
<p>De acordo com o principal autor do estudo, o dr. David Moller, a maioria das pessoas diabéticas não possui apenas esta doença, apresentando também uma série de condições associadas, como síndrome metabólica, obesidade abdominal, triglicérides elevados e níveis baixos de colesterol LDL, além de hipertensão. Ele ressalta que, atualmente, nenhum remédio é capaz de combater todos estes sintomas &#8211; porém, com alguma sorte, o LY2405319 será capaz.</p>
<p>Vale lembrar: os testes foram realizados em pequena escala, uma vez que são preliminares. Todavia, como os resultados foram bastante positivos, agora é torcer para que o desenvolvimento desta nova opção de cura continue. O <strong>Diabeticool</strong> estará de olho nas novidades sobre o LY2405319 e trará as notícias mais atuais assim que forem divulgadas.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/tudo-sobre-o-novo-remedio-antidiabetico-da-eli-lilly/">Tudo sobre o novo remédio antidiabético da Eli Lilly</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/tudo-sobre-o-novo-remedio-antidiabetico-da-eli-lilly/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>24</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estatinas – um perigo a mais para o diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/estatinas-um-perigo-a-mais-para-o-diabetes/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/estatinas-um-perigo-a-mais-para-o-diabetes/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2013 13:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[atorvastatina]]></category>
		<category><![CDATA[Canef]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[Crestor]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[estatinas]]></category>
		<category><![CDATA[fluvastatina]]></category>
		<category><![CDATA[LDL]]></category>
		<category><![CDATA[Lescol]]></category>
		<category><![CDATA[Lipitor]]></category>
		<category><![CDATA[lovastatina]]></category>
		<category><![CDATA[Mevacor]]></category>
		<category><![CDATA[Muhammad Mamdani]]></category>
		<category><![CDATA[remédio]]></category>
		<category><![CDATA[rosuvastatina]]></category>
		<category><![CDATA[sinvastatina]]></category>
		<category><![CDATA[Vastin]]></category>
		<category><![CDATA[Zocor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=4864</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda o que são estas substâncias químicas que aumentam os riscos de desenvolvimento do diabetes. por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool Ao estudar remédios frequentemente utilizados para diminuir os níveis de colesterol no sangue, pesquisadores canadenses observaram que alguns deles podem aumentar o risco do desenvolvimento de diabetes. Os remédios analisados contêm &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/estatinas-um-perigo-a-mais-para-o-diabetes/">Estatinas – um perigo a mais para o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda o que são estas substâncias químicas que aumentam os riscos de desenvolvimento do diabetes.</em> <span id="more-4864"></span></p>
<p><strong>por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p>Ao estudar remédios frequentemente utilizados para diminuir os níveis de <a title="Diabetes: prática de exercícios físicos ajuda no tratamento da doença" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-pratica-de-exercicios-fisicos-ajuda-no-tratamento-da-doenca/">colesterol</a> no sangue, pesquisadores canadenses observaram que alguns deles podem aumentar o risco do desenvolvimento de diabetes. Os remédios analisados contêm substâncias chamadas de <strong>estatinas</strong>. Segundo os cientistas, pacientes que tomam remédios contendo estatinas mais potentes têm uma chance maior de desenvolver o diabetes quando comparados àqueles que tomam remédios contendo estatinas menos potentes.</p>
<p>A pesquisa analisou o histórico médico de mais de 1,5 milhão de idosos com mais de 66 anos de idade na cidade de Ontário, no Canadá. Os idosos selecionados iniciaram tratamento com estatinas entre os anos de 1997 e 2010 e foram acompanhados durante 5 anos. Dentre eles, mais de 470 mil não tinham risco de desenvolver diabetes quando iniciaram o tratamento. Ao final do estudo, três tipos de estatinas pareceram aumentar o risco do diabetes, enquanto outras duas não tiveram esse efeito.</p>
<p>As três estatinas que foram relacionadas ao diabetes são chamadas de <strong>atorvastatina</strong>, <strong>rosuvastatina</strong> e <strong>sinvastatina</strong>. Elas estão presentes nas marcas de remédios Lipitor, Crestor e Zocor, respectivamente. Por outro lado, as estatinas chamadas fluvastatina (presente nas marcas Lescol, Canef e Vastin) e lovastatina (presente na marca Mevacor) não aumentaram o risco de desenvolvimento de diabetes.</p>
<figure id="attachment_4866" aria-describedby="caption-attachment-4866" style="width: 273px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-4866" alt="O cientistas Muhammad Mamdani coordenou parte dos estudos com as estatinas." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/06/Muhammad-Mamdani-diabetes.jpg" width="273" height="358" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/06/Muhammad-Mamdani-diabetes.jpg 273w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/06/Muhammad-Mamdani-diabetes-183x240.jpg 183w" sizes="(max-width: 273px) 100vw, 273px" /><figcaption id="caption-attachment-4866" class="wp-caption-text">O cientistas Muhammad Mamdani coordenou parte dos estudos com as estatinas.</figcaption></figure>
<p>“<strong>Os riscos não são enormes, mas há muitas pessoas tomando esses remédios que contém estatinas de alta potência</strong>”, diz Muhammad Mamdani, um dos pesquisadores envolvidos no estudo. “A atorvastatina, por exemplo, é de longe a estatina mais utilizada”.</p>
<p>Mamdani estima que para cada 1000 pacientes que tomam remédios contendo estatinas de alta potência, serão diagnosticados com <a title="Diabetes e Infarto: entenda como a doença afeta o coração" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-infarto-entenda-como-a-doenca-afeta-o-coracao/">diabetes</a> entre 6 e 10 pessoas a mais do que quando comparado a pacientes que tomam remédios contendo estatinas menos potentes. Em outras palavras, seria possível a prevenção de 0,6% a 1% desses casos de diabetes se outra estatina fosse utilizada no tratamento.</p>
<p>É claro que, em muitos casos, os benefícios dos remédios superam os riscos de desenvolvimento de diabetes. “Se o paciente tem um <a title="A cura pela drupa" href="http://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/">LDL</a> muito alto – o tipo perigoso de colesterol – então ele realmente pode precisar de remédios como Lipitor ou Crestor”, afirma Mamdani. Ele sugere, porém, a utilização de estatinas de menor potência quando possível. “Não acho que todos devam trocar a estatina que estão utilizando por uma de baixa potência, isso deve ser uma decisão do médico. Entretanto, eu diria que estatinas de baixa potência seriam suficientes para a grande maioria dos pacientes. Se você acha que é um desses pacientes, converse com seu médico”.</p>
<p>Para saber mais sobre esse estudo, acesse o artigo científico, em inglês, <strong><a href="http://www.bmj.com/content/346/bmj.f2610">clicando aqui</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/estatinas-um-perigo-a-mais-para-o-diabetes/">Estatinas – um perigo a mais para o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/estatinas-um-perigo-a-mais-para-o-diabetes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diabetes pelo Mundo: Índia</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-india/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-india/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 14:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes Care]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Internacional de Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Madras de Pesquisa de Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[HDL]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[LDL]]></category>
		<category><![CDATA[nefropatia]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia]]></category>
		<category><![CDATA[Pima]]></category>
		<category><![CDATA[retinopatia]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
		<category><![CDATA[sobrevivência]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=4457</guid>

					<description><![CDATA[<p>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença. Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-india/">Diabetes pelo Mundo: Índia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença.</em></p>
<p><span id="more-4457"></span></p>
<p>Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo de vida próprio do grupo. Este é o caso, por exemplo, dos índios Pima, da população mexicana nos EUA, dos sul-asiáticos e, especialmente, dos indianos. A população da <strong>Índia</strong> é tão propensa a ter diabetes, particularmente o tipo 2, que grande parte das crianças e dos jovens com diabetes possuem o tipo 2 da doença, normalmente observado em indivíduos mais velhos. Um novo estudo traçou um panorama inédito da população com diabetes que vive neste exótico país.</p>
<p>A Índia é o segundo país mais populoso do mundo, com mais de 1 bilhão e duzentos mil habitantes. Destes, pelo menos 62 milhões são diabéticos &#8211; para se ter uma idéia, é mais gente que a população inteira do estado de São Paulo. Este número torna o país o segundo lugar no ranking mundial dos países com mais diabéticos. De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, os 62 milhões atuais podem pular para mais de 100 milhões de diabéticos em 2030.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4460" alt="bandeira india diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg" width="640" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg 640w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-384x240.jpg 384w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-343x215.jpg 343w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-326x205.jpg 326w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>90% de quem está com diabetes na Índia possui o tipo 2 da doença. Algumas pesquisas inferiram que o motivo para isto é que os indianos naturalmente mostram uma tendência maior para resistência à insulina e adiposidade central, fatores de risco para o diabetes. Além disto, a população do país têm índices de <a title="Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho" href="http://www.diabeticool.com/como-ficar-saudavel-exercitando-se-so-um-pouquinho/">sedentarismo</a> muito altos e consome grandes quantidades de grãos refinados, o que também pode favorecer o aparecimento da condição. Ainda, estudos recentes sugerem que os indianos possuem genes que podem aumentar a susceptibilidade à doença. Somando todos estes motivos, fica mais fácil entender o porquê dos indianos desenvolverem o diabetes tipo 2 &#8211; que é mais relacionado ao estilo de vida do que o tipo 1 &#8211; muito mais cedo do que os europeus, por exemplo.</p>
<p>Buscando entender melhor as complexidades e desafios que o diabetes gera na Índia, pesquisadores da Fundação Madras de Pesquisa de Diabetes, com sede na própria Índia, publicaram um estudo revelador na última edição da revista científica <em>Diabetes Care</em>. Neste trabalho, os cientistas estudaram a saúde de pacientes que estão há mais de 40 anos convivendo com o diabetes tipo 2. Os dados foram comparados com aqueles de diabéticos tipo 2 que também conviveram vários anos com a doença, porém faleceram mais cedo. <strong>Qual seria o segredo da longevidade daqueles que estão há mais de quatro décadas convivendo com o diabetes?</strong></p>
 O padrão alimentar tem mudado ao longo das últimas décadas na Índia &#8211; e os índices de diabetes têm aumentado consideravelmente.
<p>Após realizarem uma bateria completa de testes de saúde nos sobreviventes, incluindo estudos de <a title="Células-tronco para salvar a visão dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/celulas-tronco-para-salvar-a-visao-dos-diabeticos/">retinopatia</a>, <a title="Problemas nos vasos estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/problemas-nos-vasos-estao-com-os-dias-contados/">nefropatia</a>, <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">neuropatia</a>, <a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> e doenças cardíacas, os resultados foram conclusivos. As pessoas que conviveram por 40 anos ou mais com o diabetes foram aquelas que tiveram menores valores de colesterol total e de LDL (o colesterol &#8220;ruim&#8221;), menores índices de pressão sangüínea e de obesidade, maiores taxas de HDL (que é o colesterol &#8220;bom&#8221;) e melhor controle da glicemia. Em outras palavras, quem cuidou melhor da saúde e da alimentação pôde aproveitar muito melhor a vida, mesmo fazendo parte de um grupo étnico mais propenso do que o comum a desenvolver o diabetes.</p>
<p>Os autores do trabalho resumem as descobertas da seguinte maneira: &#8220;Os sobreviventes [<em>isto é, quem estava com diabetes há mais de 40 anos</em>] msotraram melhor controle glicêmico, melhor perfil lipídico, menor pressão do sangue e maior uso de estatinas, o que provavelmente contribuiu para o aumento na sobrevivência. Mais estudos, incluindo análises genéticas, poderão ajudar a identificar os fatores responsáveis pela sobrevivência de longo prazo e o quê os protege das complicações comuns a este grupo de diabéticos tipo 2.&#8221;</p>
<p>Se estas descobertas realmente ajudarem os milhões de indianos a conviver melhor com o diabetes, estamos torcendo para que sejam feitas bem cedo!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-india/">Diabetes pelo Mundo: Índia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-india/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A cura pela drupa</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jun 2012 18:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[ácido clorogênico]]></category>
		<category><![CDATA[ameixa]]></category>
		<category><![CDATA[amêndoa]]></category>
		<category><![CDATA[American Chemical Society]]></category>
		<category><![CDATA[antocianina]]></category>
		<category><![CDATA[ataque cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[catequina]]></category>
		<category><![CDATA[cereja]]></category>
		<category><![CDATA[Coco]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[damasco]]></category>
		<category><![CDATA[derrame]]></category>
		<category><![CDATA[drupa]]></category>
		<category><![CDATA[fruto carnoso]]></category>
		<category><![CDATA[gene]]></category>
		<category><![CDATA[gordura]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[LDL]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Cisneros-Zevallos]]></category>
		<category><![CDATA[macrófagos]]></category>
		<category><![CDATA[manga]]></category>
		<category><![CDATA[nectarina]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[parada cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[pêssego]]></category>
		<category><![CDATA[quercetina]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome metabólica]]></category>
		<category><![CDATA[Texas AgriLife Research]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Texas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=796</guid>

					<description><![CDATA[<p>Frutos carnosos &#8211; também conhecidos como drupas &#8211; contêm componentes especiais que evitam doenças como a obesidade e o diabetes. A novidade vem de pesquisadores do Texas AgriLife Research, ligados à Universidade do Texas. Segundo eles, frutos carnosos &#8211; as drupas &#8211; ajudam a evitar a síndrome metabólica, a qual pode resultar em doenças como &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/">A cura pela drupa</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Frutos carnosos &#8211; também conhecidos como drupas &#8211; contêm componentes especiais que evitam doenças como a obesidade e o diabetes.</em></p>
<p><span id="more-796"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/mulher-comendo-pessego.jpg"></span></p>
<p>A novidade vem de pesquisadores do <em>Texas AgriLife Research</em>, ligados à Universidade do Texas. Segundo eles, frutos carnosos &#8211; as drupas &#8211; ajudam a evitar a síndrome metabólica, a qual pode resultar em doenças como diabetes, ataques cardíacos e obesidade.</p>
<p>A síndrome metabólica, como já explicado aqui, é um conjunto de condições que elevam os riscos de diabetes, derrame e parada cardíaca. Dentre estas condições, as mais comuns são glicemia alta, hipertensão, muita gordura ao redor da cintura e taxas de colesterol muito altas. Como que as drupas (veja abaixo exemplos destas frutas) podem auxiliar a combater a síndrome?</p>
<p>Explica o cientista alimentar Luis Cisneros-Zevallos, um dos autores do trabalho:</p>
<p>&#8220;Nossos estudos mostraram que frutos carnosos &#8211; pêssegos, ameixas, e nectarinas &#8211; contêm componentes bioativos com o potencial de atacar a síndrome.</p>
<p>Nosso trabalho indica que componentes fenólicos presentes nestas frutas têm propriedades anti-obesidade, antiinflamatórias e anti-diabéticas em diferentes linhagens celulares, e podem também reduzir a oxidação do colesterol ruim (LDL), o qual é associado a doenças cardiovasculares.&#8221;</p>
<h3>Detalhes bioquímicos</h3>
<p>Cisneros-Zevallos fornece interessantes informações específicas sobre a pesquisa:</p>
<p>&#8220;Nosso trabalho mostra que os quatro principais grupos fenólicos &#8211; antocianinas, ácidos clorogênicos, derivados da quercetina e catequinas &#8211; atuam em diferentes células &#8211; células adiposas, macrófagos e células do endotélio vascular. Eles modulam a expressão diferenciada de genes e proteínas, de acordo com o tipo de composto.</p>
<p>Todavia, ao mesmo tempo, todos eles atuam simultaneamente em diferentes frentes contra componentes da doença (a síndrome metabólica), incluindo obesidade, inflamação, diabetes e doenças cardiovasculares&#8221;.</p>
<p>Os resultados serão apresentados em sua forma definitiva em agosto deste ano, durante o encontro da <em>American Chemical Society</em>.</p>
<h3><span style="color: #334c80;">Exemplos de drupas, para uma alimentação mais saudável</span></h3>
<ul>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Ameixas</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Amêndoas</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Cerejas</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Côcos</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Damascos</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Mangas</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Nectarinas</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Pêssegos</span></li>
</ul>The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/">A cura pela drupa</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
