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	<title>Imperial College | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Desemprego &#8220;envelhece&#8221; o DNA e aumenta riscos de diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2013 13:19:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[DNA]]></category>
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		<category><![CDATA[Imperial College]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Oulu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa descobre que passar anos sem emprego acelera o envelhecimento e aumenta os riscos de desenvolvimento do diabetes tipo 2. Ficar sem trabalhar por mais de dois anos machuca não apenas o bolso, mas também o corpo humano! Cientistas descobriram que ficar sem emprego por tanto tempo acelera o envelhecimento e favorece o aparecimento do &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa descobre que passar anos sem emprego acelera o envelhecimento e aumenta os riscos de desenvolvimento do diabetes tipo 2.</em><span id="more-5997"></span></p>
 O nosso DNA também envelhece&#8230;
<p>Ficar sem trabalhar por mais de dois anos machuca não apenas o bolso, mas também o corpo humano! Cientistas descobriram que ficar sem emprego por tanto tempo acelera o <a title="Cerejas e seu papel no combate a Diabetes" href="http://www.diabeticool.com/cerejas-e-seu-papel-no-combate-a-diabetes/">envelhecimento</a> e favorece o aparecimento do diabetes tipo 2.</p>
<p>Pesquisadores da Universidade de Oulu, na Finlândia, e do Imperial College de Londres estudaram o DNA de 5620 pessoas, tanto homens quanto mulheres, todas com 31 anos de idade. Eles procuraram por sinais que indicam o quão &#8220;velhinho&#8221; estava o DNA dos voluntários.</p>
<div style="background-color: #e8f6ff; border: 2px solid; border-color: #3399FF; padding: 10px;">Vale lembrar: DNA é, em termos bem simples, o conjunto de informações contidas em cada uma de nossas células e que é a base do funcionamento correto do corpo humano. É o DNA que contém as instruções para nosso organismo funcionar. Esta é, obviamente, uma tarefa importantíssima; sendo assim, não é de se estranhar que existam mecanismos que impeçam que as informações contidas no DNA sejam &#8220;má interpretadas&#8221; pelas células. Com passar do tempo, porém, estes mecanismos vão perdendo a eficiência e diversos erros no funcionamento do corpo vão se acumulando, o que aumenta as chances de surgirem doenças e acelera o envelhecimento. Portanto, um DNA &#8220;velho&#8221; é aquele mais propenso a gerar erros e que possui mecanismos de reparo menos eficientes.</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O DNA dos 5620 voluntários foi analisado quanto à &#8220;idade&#8221; aparente. Apesar dos voluntários terem nascido no mesmo ano (todos tinham 31 anos), alguns DNAs pareciam ser &#8220;mais novos&#8221; do que outros &#8211; isto é, alguns tinham os mecanismos de reparo mais intactos que os outros.</p>
 Ficar muito tempo sem emprego gera efeitos perigosos no corpo humano.
<p>Dentre os voluntários que aparentaram possuir DNA &#8220;mais velho&#8221; do que o normal, os pesquisadores compararam diversos fatores como o estilo de vida e a saúde. <strong>Eles descobriram que quem passou mais de dois anos desempregado possuía um DNA bem mais &#8220;velho&#8221; que o esperado. Mais do que isto, estas pessoas também eram mais propensas a sofrer de diabetes tipo 2</strong>. Um detalhe interessante: tais correlações apareceram somente entre os voluntários homens &#8211; as mulheres parecem estar &#8220;protegidas&#8221; dos efeitos nocivos do desemprego.</p>
<p>Já se sabia que grandes traumas sofridos quando criança e constante <a title="10 Benefícios da Atividade Física" href="http://www.diabeticool.com/10-beneficios-da-atividade-fisica/">stress</a> doméstico são fatores que também fazem o DNA &#8220;envelhecer&#8221; mais rápido. É a primeira vez que a falta de emprego é relacionada ao fenômeno, e talvez ajude a explicar um outro trabalho científico, publicado em 2010, que mostrou que o desemprego entre jovens adultos diminuía a expectativa de vida destas pessoas.</p>
<p>Os autores notam que a descoberta deveria gerar um sinal de alerta nos governos de todo o mundo, uma vez que a taxa de desemprego entre os jovens anda bastante alta. Se a pesquisa estiver correta, poderemos ver ainda mais adultos com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> e passando por um envelhecimento mais rápido no futuro próximo.</p>
<p>O trabalho foi publicado no periódico científico <em>PLOS ONE</em>.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/desemprego-envelhece-o-dna-e-aumenta-riscos-de-diabetes/">Desemprego “envelhece” o DNA e aumenta riscos de diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Gordura gera &#8220;caos&#8221; no corpo humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2013 16:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[células beta]]></category>
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		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[The Journal of Clinical Investigation]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma possível explicação do porquê pessoas obesas tendem a desenvolver diabetes foi descoberta. Quando acabamos de ingerir uma refeição &#8211; e portanto o sangue começa a ficar repleto de açúcares -, o corpo humano ativa diversos mecanismos para controlar a glicemia. Um deles envolve pequenas moléculas chamadas de incretinas. As incretinas ajudam a aumentar os &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma possível explicação do porquê pessoas obesas tendem a desenvolver diabetes foi descoberta.</em></p>
<p><span id="more-5236"></span></p>
 O pâncreas (em vermelho) teve mais alguns de seus segredos revelados em recente pesquisa.
<p>Quando acabamos de ingerir uma refeição &#8211; e portanto o sangue começa a ficar repleto de açúcares -, o corpo humano ativa diversos mecanismos para controlar a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>. Um deles envolve pequenas moléculas chamadas de <strong>incretinas</strong>. As incretinas ajudam a aumentar os níveis de insulina, o que, por sua vez, reduz a quantidade de açúcar na corrente sangüínea. Este processo de controle glicêmico acontece automaticamente e de maneira super efetiva. Porém, ele pode ser facilmente destruído quando um outro fator entra em jogo: <strong>o excesso de gordura</strong>.</p>
<p>Pesquisadores do Imperial College de Londres, na Inglaterra, anunciaram que conseguiram detalhar, pela primeira vez, a maneira como a gordura gera &#8220;caos&#8221; neste processo natural de controle da quantidade de glicose no sangue. De acordo com os cientistas, a descoberta pode gerar <strong>maneiras inéditas de se tratar não só o diabetes como também a obesidade</strong>. Isto porque, conforme é conhecido há décadas, pessoas obesas são altamente propensas a desenvolver <a title="Aumento de casos de diabetes na China faz soar alerta sanitário no país" href="http://www.diabeticool.com/aumento-de-casos-de-diabetes-na-china-faz-soar-alerta-sanitario-no-pais/">diabetes tipo 2</a> ao longo da vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA ORQUESTRA AÇUCARADA</strong></p>
<p>&#8220;Nós fomos capazes de mostrar que a &#8216;cooperatividade&#8217; entre as <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células-beta</a> [<em>as células que produzem insulina</em>] é um pouco como aquela que existe entre <strong>músicos em uma orquestra</strong>: neste caso, a incretina age como um maestro, melhorando a secreção de insulina ao prevenir que os participantes estejam fora de ritmo entre si&#8221;, contou Guy Rutter (<em>foto</em>), professor do Departamento de Medicina do Imperial College e um dos principais autores do estudo.</p>
<figure id="attachment_5238" aria-describedby="caption-attachment-5238" style="width: 180px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-5238 " alt="O pesquisador Guy Rutter, do Imperial College." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/guy-rutter-diabetes.jpg" width="180" height="180" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/guy-rutter-diabetes.jpg 180w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/guy-rutter-diabetes-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 180px) 100vw, 180px" /><figcaption id="caption-attachment-5238" class="wp-caption-text">O cientista Guy Rutter, do Imperial College.</figcaption></figure>
<p>&#8220;Ao mostrar aqui que altos níveis de gordura minam esta dinâmica, resultando em caos, nós esperamos poder melhorar terapias existentes para o diabetes e, eventualmente, <strong>diminuir o peso da doença</strong>&#8220;, disse Guy. O trabalho em questão foi publicado na edição deste mês da respeitadíssima revista científica <em><a href="http://www.jci.org/articles/view/68459">The Journal of Clinical Investigation</a></em>.</p>
<p>Os pesquisadores chegaram a estas conclusões após analisar amostras de pâncreas de pessoas com índices de massa corporal (IMC) diferentes. Estas amostras foram expostas a doses de incretina e, depois, os efeitos sobre a produção de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> foram analisados.</p>
<p>Normalmente, a presença das incretinas acarretava em um <strong>enorme aumento</strong> na quantidade de insulina gerada pelo pâncreas. A grande descoberta do trabalho foi que, quanto maior o IMC da pessoa (ou seja, quanto mais gordura ela possuía no corpo), menor o efeito positivo das incretinas no aumento da produção de insulina.</p>
<p>Dependendo do quão &#8220;gorda&#8221; era a amostra examinada, o efeito das incretinas sobre a insulina <strong>poderia cessar por completo</strong>.</p>
<p>Este mecanismo ajuda a explicar o porquê de pessoas obesas desenvolverem diabetes: as altas quantidades de gordura &#8220;rompem&#8221; a ação benéfica das incretinas, debilitando o funcionamento da insulina.</p>
<p>Mais do que nunca, portanto, manter o peso em dia e <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">alimentar-se com prudência</a> é essencial para quem deseja levar uma vida mais saudável.</p>
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		<title>Hormônios diminuem apetite e podem prevenir o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 12:17:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova pesquisa descobre uma combinação de hormônios que reduz o apetite e que é promissora para ser usada como tratamento do diabetes. Por Ricardo Schinaider de Aguiar*, especial para o Diabeticool &#160; Um novo estudo, que se baseou na combinação de dois hormônios já conhecidos, é promissor para o desenvolvimento de tratamentos não apenas de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova pesquisa descobre uma combinação de hormônios que reduz o apetite e que é promissora para ser usada como tratamento do diabetes.</em></p>
<p><span id="more-4145"></span></p>
<p><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar*, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um novo estudo, que se baseou na combinação de dois hormônios já conhecidos, é promissor para o desenvolvimento de tratamentos não apenas de <a title="Comer muito açúcar causa diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/comer-muito-acucar-causa-diabetes/">obesidade</a>, mas também do diabetes. O método consiste na redução do apetite, efeito que os pesquisadores do <a title="Os seis genes do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/os-seis-genes-do-diabetes-tipo-2/">Imperial College</a>, de Londres, obtiveram através da combinação dos hormônios <strong>glucagon</strong> e glucagon-like peptide 1 (<strong>GLP-1</strong>).</p>
<p>Ambos os hormônios utilizados na pesquisa desempenham papéis fundamentais na regulação da <a title="Como tratar a hipoglicemia?" href="http://www.diabeticool.com/como-tratar-a-hipoglicemia/">glicemia</a>. O glucagon tem o efeito contrário ao da insulina, ou seja, aumenta os níveis de glicose no sangue. Já o GLP-1 estimula a liberação de insulina, reduzindo a glicemia, e atua também no cérebro, gerando uma sensação de saciedade que reduz o apetite. Nesse estudo, voluntários receberam a aplicação de uma combinação dos dois hormônios e, após 90 minutos, receberam uma refeição. Durante todo o processo, os níveis de glicose e hormônios no sangue, e até mesmo a quantidade de oxigênio consumida, foram medidos e comparados aos de voluntários que receberam a aplicação dos hormônios separadamente e de voluntários que receberam apenas uma solução salina, como controle.</p>
<p><strong>Os resultados da pesquisa revelaram que os voluntários que receberam a combinação dos hormônios ingeriram, em média, 13% menos calorias do que todos os outros grupos</strong>. Além disso, o estudo demonstrou que a aplicação dessa combinação é segura e não causou efeitos colaterais. O próximo passo para os pesquisadores será a realização de um estudo em maior escala e durante um período maior de tempo, para analisar se os efeitos podem ser mantidos a longo prazo.</p>
<p>“Nós verificamos que os voluntários tratados com a combinação de glucagon e GLP-1 consumiram uma quantidade significativamente menor de comida. Esses resultados corroboram os dados obtidos com experimentos em animais, sugerindo que a combinação desses <a title="Insulina funciona de maneira diferente de dia e à noite" href="http://www.diabeticool.com/insulina-funciona-de-maneira-diferente-de-dia-e-a-noite/">hormônios</a> pode ser promissora no desenvolvimento de novos tratamentos para obesidade e diabetes”, diz Stephen Bloom, pesquisador que coordenou o estudo. “A redução de 13% em ingestão de calorias é grande para qualquer padrão, mas nosso estudo é apenas um aperitivo. Um tratamento futuro, para ser efetivo, precisará reduzir o apetite a longo prazo. Nosso meta, então, é estabelecer se os resultados podem ser mantidos e se levam, de fato, a uma perda de peso”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>Calcule as chances de um bebê ser uma criança obesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2012 21:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[calculadora]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obesidade é um dos maiores fatores de risco para uma variedade de doenças, inclusive o diabetes. Um nova calculadora online permite inferir se um bebê será uma criança acima do peso. A obesidade infantil é um fenômeno cada vez mais comum no mundo inteiro, independente da situação econômica do país. Especialistas em saúde preocupam-se &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A obesidade é um dos maiores fatores de risco para uma variedade de doenças, inclusive o diabetes. Um nova calculadora online permite inferir se um bebê será uma criança acima do peso.</em></p>
<p><span id="more-2134"></span></p>
<p>A <strong>obesidade infantil</strong> é um fenômeno cada vez mais comum no mundo inteiro, independente da situação econômica do país. Especialistas em saúde preocupam-se com este fato, uma vez que crianças acima do peso são muito mais propensas a desenvolver <a title="O Impacto Positivo do Chá Preto no Diabetes Tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/o-impacto-positivo-do-cha-preto-no-diabetes-tipo-2/">doenças cardiovasculares</a>, <a title="Seja feliz! – ou pelo menos tente com afinco!" href="http://www.diabeticool.com/seja-feliz-ou-pelo-menos-tente-com-afinco/">pressão alta</a> e diabetes tipo 2. Em vista disto, cientistas do <a title="Os seis genes do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/os-seis-genes-do-diabetes-tipo-2/">Imperial College</a>, em Londres, desenvolveram uma calculadora online que deve ajudar os pais a estimar as chances de seu bebê ser uma criança &#8220;fofinha&#8221;.</p>
<p>Para desenvolver a calculadora, os pesquisadores utilizaram os dados de uma pesquisa iniciada em 1986 e que continua até hoje. Esta pesquisa acompanha a vida de 4000 bebês nascidos na Finlândia naquele ano e tenta entender quais fatores mais influenciam para que as crianças tornem-se obesas. São tantos fatores potenciais &#8211; desde os genéticos até os ambientais &#8211; que foi difícil determinar quais realmente tinham peso na saúde dos pequenos.</p>
<p>&#8220;Nós estávamos basicamente olhando para correlações entre diferentes fatores, como todos eles se interligavam e qual era o valor preditivo nesta análise&#8221;, afirma Marjo-Riita Jarvelin, uma dos autoras do estudo. &#8220;Quando adicionamos um fator extra, ele melhora o modelo? Se você adicionar o IMC do pai, o modelo fica melhor? Daí, quando você adiciona o [fator] tabagismo materno, o modelo melhora de novo? E assim por diante, e assim por diante. Eventualmente, você vai chegar a uma situação em que a adição de algo como a idade materna não melhora o modelo. Trata-se de inclusão e exclusão.&#8221;, explicou a cientista.</p>
<p>Desta maneira, após muitas e muitas análises estatísticas,<strong> a equipe britânica chegou a 6 fatores que, segundo eles, permitem predizer com 85% de certeza as chances de um bebê tornar-se uma criança obesa</strong>. São eles: IMC do pai e da mãe, número de pessoas que moram na mesma casa, categoria profissional da mãe, <a title="O Diabetes pelo Mundo: Portugal" href="http://www.diabeticool.com/o-diabetes-pelo-mundo-portugal/">tabagismo</a> durante a gravidez e peso do bebê ao nascer. Lembrando que o <strong>IMC</strong> é o índice de massa corporal, calculado dividindo-se o peso (em kg) pelo quadrado da altura (em metros) &#8211; ou então, bem mais simples, acessando o site <a href="http://www.calculoimc.com.br/">Cálculo IMC</a>!</p>
<figure id="attachment_2135" aria-describedby="caption-attachment-2135" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/calculadora-obesidade-infantil-diabeticool.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2135" title="calculadora obesidade infantil diabeticool" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/calculadora-obesidade-infantil-diabeticool.jpg" alt="" width="1920" height="902" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/calculadora-obesidade-infantil-diabeticool.jpg 1920w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/calculadora-obesidade-infantil-diabeticool-415x195.jpg 415w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/calculadora-obesidade-infantil-diabeticool-1024x481.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a><figcaption id="caption-attachment-2135" class="wp-caption-text">O <strong>Diabeticool</strong> oferece uma tradução das categorias da Calculadora Online. Clique na imagem para baixá-la em maior qualidade!</figcaption></figure>
<p><span class="removed_link" title="http://files-good.ibl.fr/childhood-obesity/">CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O SITE DA CALCULADORA ONLINE</span>!</p>
<p><strong>Algumas considerações importantes</strong></p>
<p>A calculadora foi desenvolvida com base em informações de crianças européias. Isto significa que os dados não necessariamente funcionem em crianças brasileiras ou norte-americanas, por exemplo (os EUA já tem sua própria fórmula para calcular os riscos de obesidade infantil).</p>
<p>Além disso, vale a pena notar um detalhe: muita gente costuma dizer que uma criança é obesa por &#8220;motivos genéticos&#8221;, ou &#8220;porque os pais eram obesos, a criança nasceu já &#8220;gordinha&#8221;&#8221;. Parece que não é bem assim. De acordo com os especialistas, fatores genéticos respondem por muito pouco no peso de uma criança. &#8220;Variantes genéticas não se mostraram importantes, em nível populacional, para ajudar a explicar a obesidade comum em uma população.&#8221;, garantiu Jarvelin.</p>
<p><strong>Como interpretar os resultados</strong></p>
<p>Os pesquisadores ingleses por trás da calculadora argumentam que é muito difícil fazer com que uma criança de 6 ou 7 anos obesa perca peso. Possivelmente, ela será um adulto também acima do peso. Por isso, a calculadora pode ajudar os pais na prevenção. Caso o resultado do cálculo seja um número alto, como 70%, os pais devem prestar muita atenção à saúde do filho, educando-o para que se alimente bem e para que pratique constantemente exercícios físicos. Sua saúde, no futuro, agradecerá.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/calcule-as-chances-de-um-bebe-ser-uma-crianca-obesa/">Calcule as chances de um bebê ser uma criança obesa</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Os seis genes do diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 22:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[genoma]]></category>
		<category><![CDATA[Imperial College]]></category>
		<category><![CDATA[John Chambers]]></category>
		<category><![CDATA[sul-asiáticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Populações sul-asiáticas são muito mais propensas a ter diabetes tipo 2 do que o normal. Cientistas descobriram em seus genomas o porquê Mesmo excluindo-se os efeitos notórios que a má alimentação e pouco exercício físico trazem no aumento do risco de se contrair diabetes, os indianos, paquistaneses, cingaleses (Sri Lanka) e bangladeshianos ainda assim possuem &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Populações sul-asiáticas são muito mais propensas a ter diabetes tipo 2 do que o normal. Cientistas descobriram em seus genomas o porquê</em></p>
<p><span id="more-19"></span></p>
<p>Mesmo excluindo-se os efeitos notórios que a má alimentação e pouco exercício físico trazem no aumento do risco de se contrair diabetes, os indianos, paquistaneses, cingaleses (Sri Lanka) e bangladeshianos ainda assim possuem uma tendência anormal a adquirir a doença, quatro vezes maior do que aquela dos europeus. Estudo dirigido pelo Imperial College de Londres analisou os genomas de indivíduos destas população sul-asiáticas e encontrou seis genes com alta probabilidade de desencadearem o diabetes tipo 2. Explica o doutor John Chambers, principal autor do trabalho:</p>
<p>“Nossas descobertas fornecem um novo e importante<em> insight </em>sobre os genes que favorecem o diabetes nessas populações, o que no longo prazo pode levar a novos tratamentos a fim de se prevenir a doença”.</p>
<p>Para maiores informações, <span class="removed_link" title="http://www.telegraph.co.uk/health/healthnews/8818178/Diabetes-genes-in-South-Asians-found.html">siga este link</span> (em inglês).</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/os-seis-genes-do-diabetes-tipo-2/">Os seis genes do diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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