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	<title>ilhotas de Langerhans | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Cientistas argentinos conseguem novos avanços no tratamento do diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Dec 2013 11:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia celular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas conseguiram fazer com que células do pâncreas voltem a produzir insulina. Uma equipe de médicos argentinos conseguiu pela primeira vez, por meio de engenharia celular, que células do pâncreas voltem a produzir insulina, o que é um avanço fundamental para um futuro tratamento contra o diabetes. A partir de células-tronco provenientes da gordura, os &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Especialistas conseguiram fazer com que células do pâncreas voltem a produzir insulina.</em><span id="more-6256"></span></p>
<figure style="width: 322px" class="wp-caption alignleft"><img class=" " alt="" src="http://img.r7.com/images/2013/12/18/8uht95tr0z_6b8lj9jgh7_file.jpg?dimensions=460x305" width="322" height="214" /><figcaption class="wp-caption-text">O diabetes é gerado quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o corpo não pode utilizá-la de forma eficaz Thinkstock</figcaption></figure>
<p>Uma equipe de médicos argentinos conseguiu pela primeira vez, por meio de engenharia celular, que células do pâncreas voltem a produzir <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a>, o que é um avanço fundamental para um futuro tratamento contra o diabetes. A partir de células-tronco provenientes da gordura, os pesquisadores conseguiram criar <a title="Você receberia transplante de um animal para curar seu diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/voce-receberia-transplante-de-um-animal-para-curar-seu-diabetes/">ilhotas de Langerhans</a>, os acúmulos de células do pâncreas, e reconstituir sua função de produzir o hormônio insulina e seu complementar, o <a title="Aniversariante do mês: Trayenta faz 2 anos de Brasil" href="http://www.diabeticool.com/aniversariante-do-mes-trayenta-faz-2-anos-de-brasil/">glucagon</a>.</p>
<p>O diabetes é gerado quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o corpo não pode utilizá-la de forma eficaz. A descoberta foi realizada pelo Centro de Pesquisa em Engenharia de Tecidos e Tratamentos Celulares da Universidade Maimónides, de Buenos Aires, dedicado à reconstrução de órgãos com o objetivo de substituir os que faltam ou suprir os que têm alguma insuficiência.</p>
<p>O diretor do centro, Gustavo Moviglia, explicou à Agência Efe que a importância da conquista se deve principalmente porque todos esses elementos &#8220;podem ser obtidos do mesmo paciente que vai se tratar, assim é possível evitar complicações ou rejeições derivadas dos transplantes&#8221; que atualmente se realizam. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), há mais de 347 milhões de pessoas com diabetes e previsões de 2005 já indicavam que as mortes pela doença se multiplicarão em 2030.</p>
<p>O avanço se baseia no conhecimento prévio que um tipo de glóbulo branco, os linfócitos, mantêm certas características próprias da camada que, quando o ser humano ainda é um embrião, permite o desenvolvimento dos diferentes órgãos. A isto se uniu o conhecimento que um processo inflamatório se encontra diretamente relacionado com a reparação e a regeneração de tecidos.</p>
<p>A descoberta consistiu então em ver o que uma célula com atividade inflamatória durante a reparação de um órgão provoca, se é posta em contato com uma célula-tronco, que amadureça com as características desse mesmo órgão, segundo o diretor do centro.</p>
<p>— Colocamos linfócitos que favoreciam a inflamação no pâncreas, tudo proveniente de um mesmo indivíduo, diante de um grupo de células-tronco que começaram a se diferenciar em linha com esse órgão.</p>
<p>O passo seguinte foi saber se podiam obter também as células-tronco adultas do mesmo indivíduo e, as duas possibilidades para utilizar, eram aquelas provenientes da medula óssea e aquelas da gordura.</p>
<p>Por fim, os pesquisadores chegaram à conclusão que estas últimas respondiam melhor ao tratamento.</p>
<p>— Em cinco dias, as células já tinham se transformado e, ativamente, estavam produzindo insulina.</p>
<p>Segundo o pesquisador, esta rapidez é fundamental para permitir um tratamento em massa no futuro, já que atualmente, os modelos de geração de estruturas de órgãos têm um lapso de produção entre três e seis semanas.</p>
<p>— Tem que ser realizado em um ambiente muito especial, com custos muito altos. O tempo economizado também reduz os custos e nos dá a possibilidade que o tratamento possa ser massificado.</p>
<p>Até agora, as únicas alternativas são os tratamentos com células provenientes de cadáveres ou de porcos e o paciente tem que se manter dentro de um regime de remédios para não rejeitar o transplante. Mas a ilhota, que costuma se renovar por si mesma, não pode se regenerar quando está protegida com drogas e tem uma duração limitada, motivo pelo qual o tratamento, que nos Estados Unidos supera inclusive os R$ 600 mil, deve se repetir a cada dois anos, um problema que ficaria solucionado se for gerado com elementos próprios do indivíduo.</p>
<p>Entre outras melhoras, um avanço destas características ajudaria também a prevenir doenças associadas à diabetes como a coronariopatia, o acidente vascular cerebral, a retinopatia e a nefropatia diabéticas, entre outras. Embora o método ainda se encontre em um nível pré-clínico e as pesquisas continuem, Moviglia é otimista.</p>
<p>— Estamos vendo se com essas ilhotas podemos regular a vida de animaizinhos que foram incapacitados de produzir insulina. Esperamos confirmar que não será rejeitada.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://noticias.r7.com/saude/cientistas-argentinos-conseguem-novos-avancos-no-tratamento-do-diabetes-18122013" target="_blank" rel="nofollow">R7</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cientistas-argentinos-conseguem-novos-avancos-no-tratamento-do-diabetes/">Cientistas argentinos conseguem novos avanços no tratamento do diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Você receberia transplante de um animal para curar seu diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2013 20:03:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[anticorposo]]></category>
		<category><![CDATA[célula de defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
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		<category><![CDATA[Northwestern University]]></category>
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		<category><![CDATA[Stephen Miller]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Técnica inédita possibilita que transplante de órgãos entre animais de espécies diferentes – como por exemplo humanos e porcos – seja possível no tratamento de doenças. Entenda aqui. Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool Transplantes entre diferentes espécies, ou xenotransplantes, são alvos de diversas pesquisas científicas. Não depender de um doador humano &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Técnica inédita possibilita que transplante de órgãos entre animais de espécies diferentes – como por exemplo humanos e porcos – seja possível no tratamento de doenças. Entenda aqui.</em></p>
<p><span id="more-5034"></span></p>
<p><em><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></em></p>
<p>Transplantes entre diferentes espécies, ou <strong>xenotransplantes</strong>, são alvos de diversas pesquisas científicas. Não depender de um doador humano para a realização de um transplante poderia salvar vidas de inúmeros pacientes em listas de espera. Evitar a rejeição, porém, é um problema difícil de ser superado. Cientistas da Northwestern University anunciaram no último mês que <strong>conseguiram transplantar, com sucesso, células produtoras de insulina de ratos para camundongos</strong>. Não apenas as células sobreviveram como não foi necessário o uso de drogas imunossupressoras para evitar a rejeição. O feito é o primeiro passo rumo ao objetivo dos cientistas: o <a href="http://www.diabeticool.com/por-que-o-transplante-de-celulas-tornco-nao-e-a-cura-para-o-diabetes-tipo-1/">transplante</a> de células produtoras de insulina para seres humanos, visando uma <strong>cura para o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a></strong>.</p>
<p>“Essa é a primeira vez que um transplante entre diferentes espécies de células produtoras de insulina foi realizado com sucesso sem o uso de drogas imunossupressoras e que permitiu às células transplantadas viverem por tempo indeterminado”, diz Stephen Miller, um dos pesquisadores envolvidos no estudo.</p>
<p>O grupo de células transplantadas, chamado de <strong>Ilhotas de Langerhans</strong>, contém as células produtoras de <a href="http://www.diabeticool.com/quais-sao-os-tipos-de-insulina-que-existem/">insulina</a>, tanto para nós como para ratos e camundongos. Elas foram acompanhadas por mais de 300 dias após o transplante e produziram insulina normalmente, sem a necessidade de tratamentos com drogas para evitar a rejeição.</p>
 Esquema da localização das ilhotas de Langerhans no corpo humano.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO EVITAR A REJEIÇÃO?</strong></p>
<p>Evitar a rejeição era o grande desafio do estudo. Para isso, o método dos cientistas consistiu em dois processos. O primeiro deles envolveu esplenócitos, um tipo de célula de defesa do organismo. Uma amostra de esplenócitos dos ratos, os animais doadores, foi retirada, tratada com produtos químicos para causar a morte das células e injetada nos camundongos, os receptores. O processo fez com que o sistema imunológico dos camundongos reconhecesse as células dos ratos. Desse modo, o organismo dos camundongos não atacou as células dos ratos quando o transplante das <a href="http://www.diabeticool.com/diabetes-como-voce-nunca-viu-antes/">Ilhotas de Langerhans</a> foi feito.</p>
<p>O segundo processo se concentrou em outra célula de defesa, chamada de linfócito B, responsável pela produção de anticorpos. Quando os cientistas tentaram o transplante pela primeira vez, os linfócitos B dos camundongos produziram anticorpos contra as</p>
<p>células transplantadas dos ratos, levando à rejeição. Por isso, para realizar o procedimento com sucesso, foram utilizados anticorpos contra os linfócitos B para evitar o ataque às células transplantadas &#8211; método já utilizado em transplantes humanos. Quando os linfócitos voltaram a ser produzidos naturalmente após o transplante, eles não atacaram as células dos ratos. “Com esse método, 100% das células transplantadas sobreviveram indefinidamente”, diz Xunrong Luo, pesquisadora também envolvida no estudo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PERSPECTIVAS NO TRATAMENTO DO DIABETES TIPO 1</strong></p>
 A pesquisadora Xunrong Luo, envolvida na pesquisa sobre xenotransplantes.
<p>Para pessoas com diabetes tipo 1, que não conseguem produzir insulina, o transplante de Ilhotas de Langerhans é uma alternativa de tratamento que ainda está em processo de aprimoramento. As taxas de sucesso vêm aumentando, porém ainda é um procedimento complexo e que requer de 2 a 3 doadores falecidos. O transplante a partir de animais de outras espécies, objetivo dos cientistas desse estudo, poderia facilitar o acesso ao procedimento. Apesar do sucesso nos experimentos, a pesquisa ainda está em estágio inicial e terá de superar as barreiras da rejeição em humanos, além de ser discutida em debates éticos.</p>
<p>“Sabemos que Ilhotas de Langerhans de porcos conseguem produzir insulina e controlar a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> de humanos”, diz Luo. “Nosso objetivo é conseguir transplantar as células dos porcos para seres humanos, mas temos que dar um passo de cada vez”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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