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	<title>genoma | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Gene do diabetes pode ter origem em Neandertal, diz pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2013 14:59:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[gene]]></category>
		<category><![CDATA[genoma]]></category>
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		<category><![CDATA[risco do diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[SLC16A11]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas descobrem em populações da América Latina gene que eleva risco da doença herdado de homem das cavernas. Um gene que parece aumentar o risco do diabetes em populações da América Latina pode ter sido herdado dos Neandertais, de acordo com um estudo americano. Sabe-se hoje que humanos modernos se miscigenaram com populações de Neandertais &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas descobrem em populações da América Latina gene que eleva risco da doença herdado de homem das cavernas.</em><span id="more-6236"></span></p>
<figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img alt="" src="http://s2.glbimg.com/qQ-kGEaNY3rcBy6V0zNhABVzGAw=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/12/26/neandertal.jpg" width="620" height="349" /><figcaption class="wp-caption-text">Gene encontrado em populações da América Latina herdado de Neandertais eleva risco de diabetes. (Foto: BBC)</figcaption></figure>
<p>Um gene que parece aumentar o <a title="Refrigerante diet pode causar ganho de peso e envelhecimento precoce" href="http://www.diabeticool.com/refrigerante-diet-pode-causar-ganho-de-peso-e-envelhecimento-precoce/">risco do diabetes</a> em populações da América Latina pode ter sido herdado dos Neandertais, de acordo com um estudo americano.</p>
<p>Sabe-se hoje que humanos modernos se miscigenaram com populações de Neandertais logo após deixarem a África, em um período entre 60 mil e 70 mil anos atrás. Isso significa que genes do Neandertal estão agora dispersos pelo genoma de todos os não-africanos.</p>
<p>Os detalhes do estudo foram publicados na revista &#8220;Nature&#8221;. A variação do gene foi detectada em um vasto estudo de associação sobre o genoma de mais de oito mil mexicanos e outros latino-americanos.</p>
<p>O estudo analisa genes de indivíduos diferentes para tentar descobrir se eles estão ligados por alguma particularidade.</p>
<p>As pessoas que carregam a versão de maior risco do gene têm 25% mais chances de desenvolver diabetes do que aqueles que não a tem. Além disso, aqueles que herdam esses genes de pai e mãe têm 50% mais de chances de ter diabetes.</p>
<p>A forma mais perigosa do gene &#8211; chamada SLC16A11 &#8211; foi encontrada em mais da metade das pessoas que possuem ancestrais nativos da América, incluindo a América Latina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Remédio</strong></p>
<p>Essa variação do gene é encontrada em cerca de 20% das populações do Leste da Ásia e muito rara em habitantes da Europa e da África.</p>
<p>Uma frequência elevada dessa variação na América Latina pode ser a responsável por até 20% do aumento da prevalência da diabete tipo 2 nessas populações &#8211; cujas origens são complexas e pouco entendidas.</p>
<p>&#8220;Até agora, estudos genéticos usaram amplamente amostras de pessoas com ancestrais europeus ou asiáticos, o que torna possível a perda de genes que são alterados em frequências diferentes em outras populações&#8221;, disse um dos coautores da pesquisa, José Florez, professor associado de medicina na Harvard Medical School, de Massachusetts.</p>
<p>&#8220;Ao expandir nossa pesquisa para incluir amostras do México e da América Latina, nós descobrimos um dos mais fortes riscos genéticos já achados até agora, o que pode iluminar novos caminhos para atingir a doença com remédios e melhor entendimento dela.&#8221;</p>
<p>A equipe que descobriu a variante realizou análises adicionais, em colaboração com Svante Paabo, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva.</p>
<p>Eles descobriram que a sequência do SLC16A11 associada com o risco de <a title="Farejando o diabetes – cães salvam a vida de donos com hipoglicemia!" href="http://www.diabeticool.com/farejando-o-diabetes-caes-salvam-a-vida-de-donos-com-hipoglicemia/">diabetes tipo 2</a> é encontrada em uma sequência de genoma de Neandertal recentemente descoberta na caverna Denisova, na Sibéria.</p>
<p>Análises indicam que a versão SLC16A11 foi introduzida em humanos modernos por meio de miscigenação entre os primeiros humanos modernos e Neandertais.</p>
<p>Achar genes de Neandertal não é algo incomum. Cerca de 2% dos genomas da atualidade de não-africanos foram herdadas deste grupo humano, que viveu pela Europa e Ásia ocidental entre 400 mil-300 mil anos e 30 mil anos atrás.</p>
<p>Mas os cientistas só estão começando a entender as implicações funcionais dessa herança Neandertal.</p>
<p>&#8220;Um dos aspectos mais excitantes desse trabalho é que revelamos uma nova pista sobre a biologia do diabetes&#8221;, disse outro coautor da pesquisa, David Altshuler, baseado no Broad Institute de Massachusetts.</p>
<p>O SLC16A11 é parte de uma família de genes que codificam proteínas responsáveis por várias reações químicas no corpo. Alterar os níveis de proteína SLC16A11 pode mudar a quantidade de um tipo de gordura que está relacionada ao risco de diabetes.</p>
<p>Essas descobertas sugerem que ela poderia estar envolvida no transporte de um metabólito desconhecido que afeta os <a title="Alimentação é fator-chave para cuidar e prevenir o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/alimentacao-e-fator-chave-para-cuidar-e-prevenir-o-diabetes/">níveis de gordura</a> nas células aumentando assim o risco para o diabetes tipo 2.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/12/gene-do-diabetes-pode-ter-origem-em-neandertal-diz-pesquisa.html" target="_blank" rel="nofollow">G1</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/gene-do-diabetes-pode-ter-origem-em-neandertal-diz-pesquisa/">Gene do diabetes pode ter origem em Neandertal, diz pesquisa</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Por que alguns bebês nascem sem o pâncreas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2013 16:33:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[agenesia pancreática]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Hattersley]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes MODY]]></category>
		<category><![CDATA[diabético tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[diabéticos tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[genoma]]></category>
		<category><![CDATA[Mike Weedon]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[seqüênciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Exeter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já pensou nascer sem o pâncreas? Cientistas descobriram a causa desta rara e perigosa doença. Se controlar a glicemia tendo um pâncreas funcional (como no caso de boa parte dos diabéticos tipo 2) ou semi-funcional (diabéticos tipo 1) já é um enorme desafio, imagine para quem não tem pâncreas nenhum! Esta é a sina de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Já pensou nascer sem o pâncreas? Cientistas descobriram a causa desta rara e perigosa doença.</em><span id="more-5659"></span></p>
 O genoma humano &#8211; o código de informações que controlam o funcionamento do corpo &#8211; ainda é repleto de segredos a serem desvendados.
<p>Se controlar a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> tendo um pâncreas funcional (como no caso de boa parte dos diabéticos tipo 2) ou semi-funcional (diabéticos tipo 1) já é um enorme desafio, imagine para quem não tem pâncreas nenhum! Esta é a sina de quem sofre de <strong>agenesia pancreática</strong>, um termo rebuscado que define uma doença genética na qual um bebê nasce com um pâncreas subdesenvolvido &#8211; ou até mesmo sem pâncreas algum. Uma equipe de cientistas europeus anunciou na última semana que a causa deste raro fenômeno foi descoberta.</p>
<figure id="attachment_5660" aria-describedby="caption-attachment-5660" style="width: 218px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5660" alt="Mike Weedon Exeter diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/mike-weedon-exeter-diabetes.jpg" width="218" height="241" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/mike-weedon-exeter-diabetes.jpg 218w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/mike-weedon-exeter-diabetes-217x240.jpg 217w" sizes="(max-width: 218px) 100vw, 218px" /><figcaption id="caption-attachment-5660" class="wp-caption-text">O cientista Mike Weedon, da Universidade de Exeter, foi um dos responsáveis pela descoberta.</figcaption></figure>
<p>Os cientistas, liderados pelo dr. Mike Weedon, da Escola de Medicina da Universidade de Exeter, no Reino Unido, sequenciaram o genoma completo de 11 indivíduos que sofrem de agenesia pancreática. Isto significa que os pesquisadores &#8220;leram&#8221; todo o código de informações contido nas células destes voluntários, buscando encontrar diferenças em relação ao padrão normal e que explicassem a doença. Para isto, utilizaram técnicas super modernas, as quais permitiram lançar luz sobre regiões ainda misteriosas do genoma &#8211; tão misteriosas que foram apelidadas de &#8220;matéria escura&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta importante descoberta aprofunda-se na &#8220;matéria escura&#8221; do genoma, que até recentemente era muito difícil de ser estudada sistematicamente&#8221;, explica o dr. Weedon. &#8220;Agora, avanços na tecnologia de seqüenciamento do DNA nos dão ferramentas para explorar estas regiões não-codificadoras com muito mais detalhes, e nós temos revelado que elas têm um impacto significativo no desenvolvimento e em doenças&#8221;.</p>
<div style="background-color: #efefec; border: 2px solid black; padding: 10px;"><strong>Para quem gosta, um pouquinho de ciência: </strong>A pesquisa de Weedon e demais colegas descobriu que a agenesia pancreática é causada por mutações em uma região regulatória do gene PTF1A. Esta mutação impede que o gene codifique um fator de transcrição essencial ao desenvolvimento normal do pâncreas.</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E O QUE ISTO TUDO SIGNIFICA PARA NÓS?</strong></p>
<p>O professor Andrew Hattersley, pesquisador que liderou a equipe da Universidade de Exeter, explica o que esta novidade significa para quem tem diabetes &#8211; em especial a agenesia pancreática: &#8220;Esta descoberta permite uma compreensão mais profunda para famílias afetadas por esta doença, e também nos conta mais sobre como o pâncreas se desenvolve. <strong>No longo prazo, a descoberta poderá ter influência em tratamentos regenerativos com células-tronco para o</strong> <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/o-que-e-diabetes/">diabetes tipo 1</a>&#8220;.</p>
<p>A agenesia pancreática é um condição séria. Estima-se que apenas 30% dos bebês que nascem com o distúrbio sobrevivem mais de seis semanas. Mesmo assim, eles terão de tomar remédios contendo as enzimas normalmente produzidas pelo pâncreas durante toda a vida. Estas pessoas terão uma forma de diabetes conhecida como <strong>diabetes MODY</strong> (<a href="http://www.diabeticool.com/diabetes-mody/">leia mais sobre o assunto aqui!</a>).</p>
<p>A pesquisa pode ser lida, em detalhes, no site da publicação científica <a href="http://www.nature.com/ng/journal/vaop/ncurrent/full/ng.2826.html"><em>Nature Genetics</em></a>.</p>
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		<title>ENCODE &#8211; um marco histórico para a Ciência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2012 03:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cambridge]]></category>
		<category><![CDATA[DNA]]></category>
		<category><![CDATA[ENCODE]]></category>
		<category><![CDATA[Eric D. Green]]></category>
		<category><![CDATA[Ewan Birney]]></category>
		<category><![CDATA[função biológica]]></category>
		<category><![CDATA[genoma]]></category>
		<category><![CDATA[National Human Genome Research Institute]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Genoma Humano]]></category>
		<category><![CDATA[RNA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto global de mapeamento do genoma humano resulta em novidades revolucionárias e abre possibilidades importantes para o tratamento futuro de doenças, inclusive o diabetes. O Projeto Genoma Humano ordenou quase por completo os 3 bilhões de pares de letras químicas do DNA. Estas letrinhas são a chave para se entender como um ser humano é &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Projeto global de mapeamento do genoma humano resulta em novidades revolucionárias e abre possibilidades importantes para o tratamento futuro de doenças, inclusive o diabetes.</em></p>
<p><span id="more-1444"></span></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/encode-um-marco-historico-para-a-ciencia/encode-genoma-diabetes/" rel="attachment wp-att-1445"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1445" title="encode genoma diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/encode-genoma-diabetes.jpg" alt="" width="640" height="360" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/encode-genoma-diabetes.jpg 640w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/encode-genoma-diabetes-415x233.jpg 415w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p>O <strong>Projeto Genoma Humano</strong> ordenou quase por completo os 3 bilhões de pares de letras químicas do DNA. Estas letrinhas são a chave para se entender como um ser humano é gerado e mantido vivo. Todavia, o Projeto progrediu pouco quanto à compreensão da maneira como estes pares de letras <em>funcionam</em>. Agora, após um esforço concentrado abrangendo muitos anos e 440 pesquisadores em 32 laboratórios ao redor do mundo, um jeito muito mais dinâmico de se entender o funcionamento do DNA foi obtido, fornecendo a primeira visão holística de como o genoma humano realmente faz o seu trabalho. O nome deste novo projeto é <strong>ENCODE</strong>.</p>
<p>Ao longo do estudo, pesquisadores ligaram mais de 80% das sequências do genoma humano a uma função biológica específica. Além disso, mapearam mais de 4 milhões de regiões regulatórias, onde proteínas interagem com o DNA. Estas descobertas representam um avanço significativo no entendimento de como a expressão da informação genética é controlado dentro das células. De acordo com este novo trabalho, a imagem que se tem do genoma é de intensa atividade: proteínas rotineiramente ativam e desativam genes, utilizando para isto, muitas vezes, regiões do DNA bem longe do gene em questão. Os cientistas também identificaram onde modificações químicas do DNA influenciam a expressão gênica e onde várias formas funcionais de RNA (um parente próximo do DNA) ajudam a regular o sistema.</p>
<p><strong>Talvez uma das mais impressionantes descobertas é a de que o genoma humano é muito mais ativo do que se pensava.</strong> <strong>Até então, acreditava-se que mais ou menos 80% do nosso genoma era composto por letrinhas com pouca ou nenhuma atividade e importância para nossa sobrevivência. Agora as coisas mudaram.</strong> “Durante as primeiras discussões sobre o Projeto Genoma Humano, pesquisadores predisseram que apenas um pequena porcentagem das seqüências dos genoma humano codificavam proteínas [isto é, tinham alguma utilidade] e que o resto era lixo. Agora nós sabemos que esta conclusão estava errada”, afirma Eric D. Green, diretor do <em>National Human Genome Research Institute</em>. “Este projeto revelou que a maior parte do genoma humano está envolvido na complexa coreografia molecular necessária para converter a informação genética em células e organismos vivos”.</p>
<h6>Diabetes</h6>
<p>A descoberta de como e onde os nossos genes são ativados ou desativados por &#8220;interruptores&#8221; protéicos abre possibilidades interessantes para a medicina do futuro. De acordo com o doutor Ewan Birney, do Instituto de Bioinformática em Cambridge, um dos líderes do mapeamento, &#8220;(esta descoberta) vai nos ajudar na compreensão da biologia humana. Muitos desses interruptores que identificamos estão ligados a mudanças genéticas que podem causar desde doenças cardíacas até diabetes ou distúrbios mentais&#8221;. &#8220;Esta descoberta abre aos pesquisadores um novo mundo a ser explorado e, em última instância, vai levar a novos tratamentos&#8221;, complementa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><span style="color: #34465a;"><strong><span class="removed_link" title="http://www.genome.gov/27549810"><span style="color: #34465a;">Adaptado do Press Release do National Institutes of Health &#8211; Continue lendo a matéria aqui!</span></span></strong></span></h5>
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			</item>
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		<title>&#8220;Albiglutide&#8221;, novo remédio contra diabetes, a caminho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2012 19:23:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Albiglutide]]></category>
		<category><![CDATA[Craig Venter]]></category>
		<category><![CDATA[farmacêutica]]></category>
		<category><![CDATA[genoma]]></category>
		<category><![CDATA[GlaxonSmithKline]]></category>
		<category><![CDATA[GSK]]></category>
		<category><![CDATA[Human Genome Sciences]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Januvia]]></category>
		<category><![CDATA[Merck & Co's]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>GSK tentará já no inicio do ano que vem homologar a nova droga, após últimos testes e comparações serem positivos. &#160; A farmacêutica inglesa GlaxonSmithKline (GSK) se prepara para requisitar a aprovação de sua nova droga contra o diabetes, &#8220;albiglutide&#8220;, no começo do ano que vem. Caso aprovado pelos órgãos reguladores ingleses, o remédio poderá &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>GSK tentará já no inicio do ano que vem homologar a nova droga, após últimos testes e comparações serem positivos.</em></p>
<p><span id="more-1027"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A farmacêutica inglesa GlaxonSmithKline (GSK) se prepara para requisitar a aprovação de sua nova droga contra o diabetes, &#8220;<em>albiglutide</em>&#8220;, no começo do ano que vem. Caso aprovado pelos órgãos reguladores ingleses, o remédio poderá entrar no mercado já em 2014. Até lá, analistas acreditam que o <em>albiglutide</em> enfrentará uma batalha acirrada pelo saturado mercado de medicamentos para o diabetes tipo 2.</p>
<p>Os últimos testes clínicos mostraram maior eficiência do novo remédio em comparação com as pílulas Januvia, da Merck &amp; Co&#8217;s, além de notarem que ele não produziu sinais de riscos cardiovasculares elevados.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><span class="removed_link" title="http://www.reuters.com/article/2012/07/11/us-glaxosmithkline-diabetes-idUSBRE86A0UZ20120711"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></span></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Novos remédios são sempre novas esperanças. De menores preços, maior qualidade, menos efeitos colaterais. Esperemos para ver o que vai acontecer. O mais interessante desta notícia, porém, é saber que a GSK desenvolveu a droga em parceria com o Human Genome Sciences, a empresa fundada pelo geneticista Craig Venter para estudar o genoma humano. A empreitada deu tão certo que, esta semana, a farmacêutica inglesa anunciou a compra da parceira, por cerca de 4 bilhões de dólares.</strong></p>
<p><strong>Isso significa que, finalmente, o interesse das farmacêuticas pelo genoma humano e os segredos nele contidos cresceu. E que, assim, os prometidos remédios do futuro, baseados em informações do DNA, estão cada vez mais perto.</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/albiglutide-novo-remedio-contra-diabetes-a-caminho/">“Albiglutide”, novo remédio contra diabetes, a caminho</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Os seis genes do diabetes tipo 2</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/os-seis-genes-do-diabetes-tipo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 22:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[genoma]]></category>
		<category><![CDATA[Imperial College]]></category>
		<category><![CDATA[John Chambers]]></category>
		<category><![CDATA[sul-asiáticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Populações sul-asiáticas são muito mais propensas a ter diabetes tipo 2 do que o normal. Cientistas descobriram em seus genomas o porquê Mesmo excluindo-se os efeitos notórios que a má alimentação e pouco exercício físico trazem no aumento do risco de se contrair diabetes, os indianos, paquistaneses, cingaleses (Sri Lanka) e bangladeshianos ainda assim possuem &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Populações sul-asiáticas são muito mais propensas a ter diabetes tipo 2 do que o normal. Cientistas descobriram em seus genomas o porquê</em></p>
<p><span id="more-19"></span></p>
<p>Mesmo excluindo-se os efeitos notórios que a má alimentação e pouco exercício físico trazem no aumento do risco de se contrair diabetes, os indianos, paquistaneses, cingaleses (Sri Lanka) e bangladeshianos ainda assim possuem uma tendência anormal a adquirir a doença, quatro vezes maior do que aquela dos europeus. Estudo dirigido pelo Imperial College de Londres analisou os genomas de indivíduos destas população sul-asiáticas e encontrou seis genes com alta probabilidade de desencadearem o diabetes tipo 2. Explica o doutor John Chambers, principal autor do trabalho:</p>
<p>“Nossas descobertas fornecem um novo e importante<em> insight </em>sobre os genes que favorecem o diabetes nessas populações, o que no longo prazo pode levar a novos tratamentos a fim de se prevenir a doença”.</p>
<p>Para maiores informações, <span class="removed_link" title="http://www.telegraph.co.uk/health/healthnews/8818178/Diabetes-genes-in-South-Asians-found.html">siga este link</span> (em inglês).</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/os-seis-genes-do-diabetes-tipo-2/">Os seis genes do diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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