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	<title>fator de risco | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Obesidade não é o principal fator de risco para diabetes tipo 2?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2014 18:12:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa realizada na Dinamarca indica que não é o número de calorias, mas o que e quando comemos, que faz a diferença para a saúde. Se você acha que a perda de peso é suficiente para prevenir a diabetes tipo 2, não tenha muitas esperanças. Uma nova pesquisa divulgada na edição de setembro da revista FASEB &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa realizada na Dinamarca indica que não é o número de calorias, mas o que e quando comemos, que faz a diferença para a saúde.</em><span id="more-7861"></span></p>
<p style="color: #393939;">Se você acha que a perda de peso é suficiente para prevenir a diabetes tipo 2, não tenha muitas esperanças. Uma nova pesquisa divulgada na edição de setembro da revista <em>FASEB Journal</em>, da Federação Americana de Biologia Experimental, sugere que uma pessoa não precisa estar <a title="Quase todo mundo está acima do peso – de quem é a culpa?" href="http://www.diabeticool.com/quase-todo-mundo-esta-acima-do-peso-de-quem-e-a-culpa/">acima do peso</a> para desenvolver a doença.</p>
<p style="color: #393939;">O estudo comparou gêmeos geneticamente idênticos — um mais gordo que o outro — e descobriu que, depois de comerem uma refeição ao estilo fast-food, as moléculas circulantes, incluindo aqueles relacionados à diabetes tipo 2, apareciam em ambos os indivíduos nos mesmos níveis. Esta descoberta sugere que o aparecimento deste tipo de diabetes é fortemente influenciado por fatores genéticos e/ou pela composição da<a title="Evitar glúten na gravidez pode prevenir diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/evitar-gluten-na-gravidez-pode-prevenir-diabetes-tipo-1/"> flora intestinal</a>.<strong><br />
</strong><br />
— Nosso estudo contribui para uma melhor compreensão dos componentes genéticos e ambientais que influenciam diversos fatores de risco associados à obesidade e doenças metabólicas (por exemplo, diabetes tipo 2) — afirmou Matej Oresic, autor do estudo realizado no Centro Steno Diabetes, na Dinamarca.</p>
<p style="color: #393939;">O perfil dos voluntários escolhidos para a investigação foram gêmeos jovens e saudáveis, que diferiam em peso. Após comer a refeição, amostras de sangue foram recolhidas ao longo de várias horas. Os investigadores analisaram diversas moléculas pequenas presentes no sangue, incluindo aminoácidos, <a title="Efeito dos ácidos graxos sobre o requerimento de insulina no diabetes melito tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/efeito-dos-acidos-graxos-sobre-o-requerimento-de-insulina-no-diabetes-melito-tipo-1/">ácidos graxos</a> e ácidos biliares.</p>
<p style="color: #393939;">Os resultados mostraram que as semelhança genéticas entre os irmãos são um fator dominante na resposta metabólica após as refeições, independente do peso. Entretanto, quando em jejum, alguns fatores de risco aumentados foram identificados nos voluntários mais pesados.</p>
<p style="color: #393939;">— Quando alguém está acima do peso e com risco de diabetes, é comum dizer para a pessoa perder peso, e em determinado grau isso é válido. Este relatório, no entanto, mostra que uma caloria não é apenas uma caloria como alguns afirmam. Exatamente o que comemos e bebemos, e não somente o número de calorias, pode ser o fator mais importante para a saúde — complementa Gerald Weissmann, editor-chefe do The FASEB Journal</p>
<p style="color: #393939;"><strong>Fonte: <a href="http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2014/09/obesidade-nao-e-o-principal-fator-de-risco-para-diabetes-tipo-2-afirma-estudo-4591791.html" target="_blank" rel="nofollow">ZeroHora</a></strong></p>
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		<title>A relação entre respirar mal à noite e o diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2014 18:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[apnéia]]></category>
		<category><![CDATA[apnéia obstrutiva do sono]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[dormir]]></category>
		<category><![CDATA[fator de risco]]></category>
		<category><![CDATA[Tetyana Kendzerska]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa mostra que quem sofre da apnéia do sono &#8211; muito comum em todo o mundo &#8211; corre riscos maiores de ter diabetes tipo 2. Sabia que dormir mal também é um fator de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2? Diversas pesquisas médicas já apontaram que um dos distúrbios do sono mais comuns, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa mostra que quem sofre da apnéia do sono &#8211; muito comum em todo o mundo &#8211; corre riscos maiores de ter diabetes tipo 2.<br />
</em></p>
<p><span id="more-7627"></span></p>
<p>Sabia que<strong> dormir mal</strong> também é um <a title="Fator de risco para o diabetes: namorar um(a) diabético(a)!" href="http://www.diabeticool.com/fator-de-risco-para-o-diabetes-namorar-uma-diabeticoa/">fator de risco</a> para o desenvolvimento do diabetes tipo 2?</p>
<p>Diversas pesquisas médicas já apontaram que um dos distúrbios do sono mais comuns, a <strong>apnéia obstrutiva</strong>, está intimamente correlacionada ao<strong> aumento das chances de diabetes</strong>.</p>
<div style="background-color: #ffa366; border: 2px solid black; padding: 10px;"><strong>O QUE É APNEIA DO SONO?<br />
</strong></p>
<figure id="attachment_7027" aria-describedby="caption-attachment-7027" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-7027" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/esquema-apneia-do-sono-diabetes.jpg" alt="esquema apneia do sono diabetes" width="600" height="319" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/esquema-apneia-do-sono-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/esquema-apneia-do-sono-diabetes-415x221.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7027" class="wp-caption-text">Na apneia do sono, o ar encontra dificuldade para chegar aos pulmões, causando desconforto e falta de oxigenação adequada.</figcaption></figure>
<p>Enquanto dormimos, ocorre um relaxamento natural dos músculos da garganta. Esse relaxamento pode fazer com que a garganta se feche por alguns segundos e interrompa a passagem de oxigênio. Apneia do sono é quando esses fechamentos duram mais de 10 segundos e acontecem com frequencia durante a noite. A falta de oxigênio faz a pessoa acordar, prejudicando seu sono e sua qualidade de vida também durante o dia.</p>
</div>
<p>Um dos principais motivos para isto, como mostra <strong><a href="http://www.diabeticool.com/apneia-do-sono-saiba-o-que-e-e-como-tratar/">esta reportagem exclusiva</a> de Ricardo Aguiar, repórter do Diabeticool</strong>, é que a apnéia causa falta de oxigênio no nosso corpo enquanto dormimos. A má oxigenação é prejudicial às nossas células beta, as produtoras de insulina, causando desgaste e morte celular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NOVA PESQUISA</strong></p>
<p>Um estudo recém-publicado aumenta a gama de evidências de que ter apnéia obstrutiva do sono pode, de fato, levar ao diabetes. Uma equipe de cientistas, liderada pela dra. Tetyana Kendzerska, da Universidade de Toronto, analisou a progressão da saúde de mais de 8600 pessoas, durante os anos de 1994 a 2010. Todas elas sofriam da apnéia do sono.</p>
<p>Ao longo deste tempo de estudo, cerca de 12% do grupo desenvolveu diabetes tipo 2. A partir deste dado, os pesquisadores descobriram que quem tinha apnéia severa durante a noite (as vias aéreas superiores ficavam praticamente inteiras fechadas) teve chances 30% maiores do que o normal de desenvolver diabetes do tipo 2.</p>
 Tratar a apnéia ainda não é a coisa mais bonita ou confortável do mundo, mas pelo menos melhora muito a qualidade do sono e garante uma noite bem dormida.
<p>Outros fatores foram levados em consideração para se chegar a este número, como idade, sexo, peso, ser ou não fumante, etc.</p>
<p>&#8220;Após ajustarmos os dados para outras causas potenciais, pudemos demonstrar que há uma associação significativa entre apnéia obstrutiva do sono severa e o risco de desenvolver diabetes&#8221;, disse Tetyana em um comunicado à imprensa.</p>
<p>&#8220;Nossas descobertas de que a falta de oxigênio prolongada, o tempo menor de sono e a taxa maior cardíaca estão associadas ao diabetes são consistentes com os mecanismos fisiopatológicos que medeiam a relação entre a apnéia do sono e a doença pancreática&#8221;, revelou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO TRATAR A APNÉIA DO SONO?</strong></p>
<p>Se você acredita estar com apnéia obstrutiva (ou tem certeza disto!), não deixe de <a href="http://www.diabeticool.com/apneia-do-sono-saiba-o-que-e-e-como-tratar/">clicar aqui</a> e ver dicas de como tratá-la!</p>
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		<title>Stress provoca reações em vários órgãos</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/stress-provoca-reacoes-em-varios-orgaos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2014 19:59:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[estresse]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que o estresse é um fator de risco para o diabetes? Aprenda mais nesta matéria. O estresse provoca reações e respostas diferenciadas em vários órgãos do corpo. São reações com componentes psicológicos, físicos, mentais e hormonais. Agora imagine se estressar todos os dias, seja no trânsito, em casa, no trabalho&#8230; No sistema cardiovascular, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você sabia que o estresse é um fator de risco para o diabetes? Aprenda mais nesta matéria.</em><span id="more-6965"></span></p>
<p>O <a title="Estresse permanente pode causar diabetes tipo 2 em homens" href="http://www.diabeticool.com/estresse-permanente-pode-causar-diabetes-tipo-2-em-homens/">estresse</a> provoca reações e respostas diferenciadas em vários órgãos do corpo. São reações com componentes psicológicos, físicos, mentais e hormonais. Agora imagine se estressar todos os dias, seja no trânsito, em casa, no trabalho&#8230;</p>
<p>No sistema cardiovascular, o estresse, além de poder causar infartos, provoca o aumento da frequência cardíaca, das contrações do coração e da pressão arterial. Eleva também os níveis de gordura no sangue — <a title="O que são triglicerídeos?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-sao-triglicerideos/">triglicerídeos</a> e colesterol.</p>
<p>Nas situações estressantes, uma boa dose de adrenalina é liberada pelo organismo, causando taquicardia e suor excessivo. Trata-se do hormônio responsável por acelerar o nosso ritmo corporal.</p>
<p>Ao atingir o sistema neurológico, o hormônio ACTH gera sensações como ansiedade e fracasso iminente. Já os derivados do hormônio cortisol têm ação sedativa e causam uma sensação constante de depressão. Já o excesso dele é capaz de causar distúrbios do sono, perda da libido e do apetite.</p>
<p>Já o sistema imunológico reage ao estresse com uma superatividade, o que pode resultar no desencadeamento de doenças autoimunes — lúpus, psoríase, diabetes tipo 1, esclerose múltipla, artrite reumatóide, entre outras — ou agravamento delas.</p>
<p>De acordo com a Associação Internacional do Controle do Estresse (Isma), estudos científicos comprovam que o nível de estresse e o estilo de vida determinam 60% das doenças. Mas as principais associadas ao mal são diabetes, depressão, enxaqueca e dislipidemias.</p>
<p>Muitos dos nossos órgãos mudam seu estado fisiológico ao perceber os primeiros sinais de estresse; coração, rins, estômago, sistema reprodutivo, além dos músculos.</p>
<p>O estômago e o intestino também apresentam reações em situações estressantes. É aquele velho “frio na barriga”. Afinal, quem nunca ouviu alguém falar “meu estômago deu um nó” diante de momentos tensos? Isso acontece porque o trato gastrointestinal possui um sistema nervoso próprio. Trata-se do Sistema Entérico, formado por células nervosas e neurônios ligados diretamente ao sistema nervoso central e ao cérebro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Terapias complementares</strong></p>
<p>O médico e professor universitário Jorge Boucinhas comenta fazerem parte da abordagem terapêutica contra o estresse a psicoterapia, medicamentos ansiolíticos e antidepressivos. Porém, de acordo com ele, a chamada Medicina Complementar tem ganhado cada vez mais espaço. A procura por algumas técnicas tem crescido bastante. Segundo ele, a acupuntura chinesa, a constitucional e a auriculoterapia oferecem resultados excelentes para equilibrar o indivíduo psiquicamente, sem apresentar efeitos colaterais, como a redução dos reflexos. “O que é algo bem importante quando se trata de dirigir em trânsito pesado, que exige muito reações rápidas.”</p>
<p>Boucinhas ressalta também os bons resultados obtidos no uso de homeopatia e florais. “Lastimavelmente na Fitoterapia o uso de plantas medicinais tranquilizantes pode ajudar a reduzir as tensões emocionais, mas pode reduzir os reflexos quase tanto quanto os remédios alopáticos.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Marcando território</strong></p>
<p>Jorge Boucinhas faz uma análise entre a tensão no trânsito e a noção de “espaço corporal”, traçando um paralelo entre as reações nos engarrafamento e o demarcamento territorial, característico de muitos animais.</p>
<p>“Os indivíduos que vivem em aglomerações urbanas têm que aprender a se acomodar, de forma relativa, a isto. Não obstante, no trânsito, em que já existe, inerente, um certo grau de risco gerador de estresse, as reações anti-sociais tornam-se mais difíceis de controlar e os impulsos agressivos vêm à tona mais facilmente”, comenta o médico, especializado em terapias complementares.</p>
<p>Em sua análise, algumas pessoas, por questões de educação mesmo, se alteram com mais facilidade que outras quando estão ao volante.</p>
<p>E o responsável por as reações mais agressivas é o hormônio cortisol. Jorge Boucinhas afirma ser fundamental para a manutenção da vida, na regulação geral do metabolismo, na tensão arterial e nas respostas imunológicas. “Mas, se produzido em excesso, leva ao aumento do nível de hostilidade interpessoal e ao desgaste acelerado das funções corporais.”</p>
<p>Ele observa que praticamente todos os motoristas consideram o automóvel uma extensão de seu próprio corpo, e se sentem ameaçados pela proximidade de outros carros, tal qual animais protegendo seu território. “<a title="Mulher é presa por levar, de carro, pai diabético ao médico" href="http://www.diabeticool.com/mulher-e-presa-por-levar-de-carro-pai-diabetico-ao-medico/">Dirigir</a> transforma-se em estado quase permanente de tensão.”</p>
<p>A prática de meditação e ioga, por trabalharem a respiração e o alongamento corporal, também costumam apresentar resultados positivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DEPOIMENTOS</strong></p>
<p>“Estressa muito. Sinto isso diariamente, principalmente aqui neste setor (Hermes da Fonseca, próximo ao Hotel Tirol), neste percusso; porque ele fica engarrafado desde lá da AABB até a Igreja Universal, todos os dias.”</p>
<p><em>Nerival F. De Araújo, advogado</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Cara, isso tá comparado a Recife ou pior. Aqui era mais tranquilo. Venho todo mês a Natal, trabalhar; mas tinha uma facilidade de mobilidade muito grande em Natal, principalmente por serem as avenidas muito grandes. Agora, de um tempo para cá, está muito complicado. E para uma cidade sede da Copa, eu quero ver como é que vai ficar isso. Gera estresse demais, ansiedade, você fica mais nervoso e você descarrega isso justamente no seu trabalho. Só para ter um exemplo, eu estava aqui no hotel, na segunda quadra, e estou há vinte e cinco minutos para chegar no Midway; um trajeto de duzentos metros.”</p>
<p><em>Manoel Antônio, representante comercial</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Por enquanto está tudo fluindo bem. Por enquanto a gente não recebeu nenhum estresse não. Mas tem dias bem piores. Gera bastante estresse para a nossa profissão, bastante.”</p>
<p><em>Nalmir, agente de trânsito da Semob</em></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://tribunadonorte.com.br/noticia/estresse-provoca-reacoes-em-varios-orgaos/275106" target="_blank" rel="nofollow">Tribuna do Norte</a></strong></p>
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		<title>Fator de risco para o diabetes: namorar um(a) diabético(a)!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2014 14:11:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[BMC Medicine]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[fator de risco]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Kaberi Dasgupta]]></category>
		<category><![CDATA[parceiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa surpreende ao constatar que parceiros de diabéticos tipo 2 têm chances maiores de desenvolver a doença. Entenda os motivos. Por esta ninguém esperava. Estar em um relacionamento amoroso com um diabético tipo 2 aumenta em 26% os riscos do companheiro desenvolver, ele também, diabetes. A constatação veio de uma pesquisa científica publicada na última &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa surpreende ao constatar que parceiros de diabéticos tipo 2 têm chances maiores de desenvolver a doença. Entenda os motivos.</em><span id="more-6690"></span></p>
<p>Por esta ninguém esperava. Estar em um relacionamento amoroso com um diabético tipo 2 <strong>aumenta em 26%</strong> os riscos do companheiro desenvolver, ele também, diabetes. A constatação veio de uma pesquisa científica publicada na última sexta-feira na revista <em>BMC Medicine</em>.</p>
<p>É a primeira vez que &#8220;relacionar-se com um diabético&#8221; entra na lista de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">fatores de risco </a>para o diabetes. Até então, apenas ações como fumar, ser sedentário e estar acima do peso &#8211; ou seja, hábitos que envolvem somente a própria pessoa &#8211; eram consideradas de risco para o desenvolvimento da doença metabólica.</p>
<p>Os pesquisadores do Centro Médico da Universidade McGill, no Canadá, realizaram uma revisão de seis artigos científicos publicados anteriormente e que possuíam informações sobre a saúde dos participantes e de seus parceiros. No total, foram analisados os dados de mais de 75 mil casais.</p>
<p>&#8220;Quando nós falamos sobre o histórico familiar de diabetes tipo 2, nós geralmente entendemos que os riscos maiores dentro de uma família resultam de fatores genéticos. Mas o que a nossa análise demonstrou é que o risco é compartilhado com os cônjuges&#8221;, disse a doutora Kaberi Dasgupta, uma das autoras do trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EXPLICAÇÕES</strong></p>
<p>Qual seria o motivo de cônjuges de diabéticos tipo 2 correrem riscos maiores de desenvolver a doença? Apesar de não darem certezas, os cientistas propõe uma hipótese.</p>
<p>Segundo eles, parceiros amorosos costumam compartilhar os mesmos ambientes e hábitos de vida. Isto significa que o casal, no geral, compartilha do mesmo tipo de <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">alimentação</a>, das mesmas atividades físicas (ou falta delas) e, até mesmo, de um estilo de vida mais agitado (que pode levar à pressão alta e ao colesterol alto, também precursores do diabetes).</p>
<p>&#8220;[Os resultados] ressaltam os efeitos de se partilhar ambiente, atitudes e comportamentos, os quais presumivelmente são o motivo do risco compartilhado. Nossos dados não vem de apenas um estudo, mas sim da síntese dos trabalhos existentes&#8221;, frisou a dra. Dasgupta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O LADO BOM DA HISTÓRIA</strong></p>
<p>A cientista explicou que vê um lado positivo nas suas descobertas. Segundo Dasgupta, saber que namorar uma diabética tipo 2 eleva os riscos de desenvolver a doença pode ser um <strong>ótimo sinal de alerta</strong> para homens cuidarem melhor da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>. Isto porque homens tendem a realizar menos exames médicos ao longo da vida, incluindo testes de açúcar no sangue.</p>
<p>Estar apaixonado por alguém que monitora continuamente a glicemia pode ser, assim, um lembrete de que a doçura do relacionamento deve ficar bem longe dos vasos sangüíneos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para ler o artigo científico: &#8220;<em><a href="http://www.biomedcentral.com/1741-7015/12/12/abstract">Spousal diabetes as a diabetes risk factor: A systematic review and meta-analysis</a></em>&#8220;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/fator-de-risco-para-o-diabetes-namorar-uma-diabeticoa/">Fator de risco para o diabetes: namorar um(a) diabético(a)!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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