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	<title>doença coronária | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>1% menos HbA1c, 50% a mais de vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2012 21:22:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[American Diabetes Association]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Gotemburgo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo sueco mostra que diminuições mínimas nas taxas de hemoglobina glicada (HbA1c) resultam em enormes melhoras à saude. Hemoglobinas são as proteínas que carregam oxigênio dos pulmões para o restante do organismo, viajando pelo sangue. Em diabéticos, é muito comum a presença de quantidades elevadas de hemoglobina glicada, ou HbA1c. A hemoglobina glicada é formada &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo sueco mostra que diminuições mínimas nas taxas de hemoglobina glicada (HbA1c) resultam em enormes melhoras à saude.</em></p>
<p><span id="more-1891"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/casal-velhinho-diabetes/"></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Hemoglobinas</strong> </span>são as proteínas que carregam oxigênio dos pulmões para o restante do organismo, viajando pelo sangue. Em diabéticos, é muito comum a presença de quantidades elevadas de <a title="Qual a primeira coisa a se fazer em caso de pré-diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-primeira-coisa-a-se-fazer-em-caso-de-pre-diabetes/"><strong>hemoglobina glicada</strong></a>, ou <strong>HbA1c</strong>. A hemoglobina glicada é formada quando uma hemoglobina entra em contato com a <a title="Glicose" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose</a> no sangue. Como diabéticos costumam ter mais glicose no sangue do que o normal, suas taxas de HbA1c são maiores. Através de medições da quantidade de HbA1c na corrente sangüínea, é possível inferir como a <a title="Glicemia" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> de uma pessoa se comportou ao longo do tempo. Por isso, é muito comum o acompanhamento de HbA1c em diabéticos, a fim de se determinar os melhores passos para o tratamento.</p>
<p>Uma recente e abrangente pesquisa sueca estudou idosos diabéticos tipo 2 e a evolução das suas taxas de hemoglobina glicada. No total, participaram mais de 12 mil e trezentas pessoas. Todas elas não cuidavam direito do diabetes e estavam acima do peso, porém não tinham problemas cardiovasculares. O trabalho foi realizado pela Universidade de Gotemburgo e abrangeu um período de 5 anos.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Como o experimento funcionou</strong></span></p>
<p>Os pacientes foram divididos em dois grupos. Um deles, aos longos dos cinco anos, incluía pessoas que <span style="color: #3366ff;">diminuíram as taxas de hemoglobina glicada</span> em pelo menos 0,1%, devido a melhoras nos cuidados do diabetes. O outro grupo continha aqueles nos quais <span style="color: #ff0000;">as taxas aumentaram</span> em pelo menos 0,1%. No início do estudo, a taxa média de hemoglobina glicada nos dois grupos era de 7,8%. Ao final, a média do <span style="color: #3366ff;">primeiro grupo foi de 7%</span>, e <span style="color: #ff0000;">do segundo 8,4%</span>.</p>
<p>Após os cinco anos, as taxas de mortalidade dos dois grupos mostraram uma considerável diferença. <span style="color: #3366ff;">Do grupo que diminuiu as taxas de hemoglobina glicada, 10% dos pacientes faleceram.</span> <span style="color: #ff0000;">Do grupo que aumentou as taxas, o número pulou para 15%</span>, um aumento de 50%. E não foi só isso: a incidência de doenças coronárias foi de <span style="color: #3366ff;">12% no primeiro</span> e <span style="color: #ff0000;">20% no segundo grupo</span>. Doenças cardiovasculares surgiram em apenas <span style="color: #3366ff;">17% dos integrantes do primeiro grupo</span> e em <span style="color: #ff0000;">30% dos do segundo</span>.</p>
<p>A conclusão é clara: uma diminuição pequena nos níveis de hemoglobina glicada (de menos de 1%!) aumenta a expectativa e a qualidade de vida de diabéticos, evitando <a title="Por que diabéticos não estão tratando o colesterol?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-diabeticos-nao-estao-tratando-o-colesterol/">doenças cardiovasculares</a>. Interessante notar que o valor alcançado pelo melhor grupo (7% de HbA1c no sangue) está 100% de acordo com o padrão sugerido pela <a title="Mistério na América" href="http://www.diabeticool.com/misterio-na-america/">American Diabetes Association</a> para pessoas idosas.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/">1% menos HbA1c, 50% a mais de vida</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Como era gostoso babar na poltrona, na frente da TV, comendo batata frita&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2012 00:56:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[doença coronária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisas apontam que sedentarismo causa 10% das mortes no planeta, gera doenças como o diabetes e deve ser encarado como uma nova pandemia. A conclusão é de uma série de estudos publicada esta semana no respeitadíssimo periódico médico The Lancet. Cientistas de Harvard, por exemplo, descobriram que a inatividade crônica aumenta em muito as chances &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisas apontam que sedentarismo causa 10% das mortes no planeta, gera doenças como o diabetes e deve ser encarado como uma nova pandemia.</em></p>
<p><span id="more-1121"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/07/sedentarismo-diabetes.jpg"></span> crédito da imagem: cnn.com
<p>A conclusão é de uma série de estudos publicada esta semana no respeitadíssimo periódico médico <a title="Biochip examina níveis de glicose na saliva e não no sangue" href="http://www.diabeticool.com/biochip-examina-niveis-de-glicose-na-saliva-e-nao-no-sangue/">The Lancet</a>. Cientistas de <a title="Fomos feitos para dormir bem" href="http://www.diabeticool.com/fomos-feitos-para-dormir-bem/">Harvard</a>, por exemplo, descobriram que a inatividade crônica aumenta em muito as chances de desenvolvimento de <a title="Sul asiáticos se empanturram e quem explode é o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/sul-asiaticos-se-empanturram-e-quem-explode-e-o-diabetes/">doenças coronárias</a>, diabetes tipo 2 e cânceres de cólon e de mama. Estes problemas de saúde teriam matado mais de 5.3 milhões de pessoas no mundo em 2008 apenas.</p>
<p>Um dos pontos que mais gerou controvérsia no estudo é o de que 10% da população do planeta morre devido à falta de exercícios físicos e de seus problemas decorrentes. Com números nessa cifra, o sedentarismo se equipara ao fumo e à obesidade em quantidade de falecimentos. Ou seja, deveria ser, ele também, tratado como uma pandemia.</p>
<p>Caso as taxas de inatividade ao redor do globo caíssem apenas 10 ou 20%, cerca de 500 mil ou até 1,3 milhão de vidas seriam salvas por ano. Além disso, a expectativa de vida global aumentaria em um ano.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://edition.cnn.com/2012/07/18/health/physical-inactivity-deaths/index.html?iref=allsearch" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A prática de exercícios físicos, mesmo os mais levinhos e moderados, sempre ajudou diabéticos a melhorarem sua qualidade de vida. Além de ajudar a queimar calorias e fortalecer os músculos, auxilia no controle glicêmico e na sensação de bem estar geral. E, claro, não apenas diabéticos podem se aproveitar desta prática: esporte faz bem para todos! Especialmente os mais jovens, vidrados nas tecnologias passivas de hoje em dia, têm de aprender esta importante lição. A pesquisa do post foi comentada em reportagem do Jornal Nacional do dia 17.7.12. O link para o vídeo está logo abaixo!</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/Q9FvoBDLxhI" frameborder="0" width="640" height="480"></iframe></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-era-gostoso-babar-na-poltrona-na-frente-da-tv-comendo-batata-frita/">Como era gostoso babar na poltrona, na frente da TV, comendo batata frita…</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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