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	<title>Diabetologia | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Chances de desenvolver diabetes podem ser definidas já no útero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2014 01:12:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo estudo mostra como o tipo de alimentação das gestantes influencia diretamente a saúde futura dos bebês. Descubra aqui! Uma equipe de pesquisadores alemães mostrou evidências de como a alimentação das gestantes influencia diretamente o funcionamento do corpo de seus bebês. Segundo eles, o experimento traz uma possível nova explicação do porquê filhos de grávidas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo estudo mostra como o tipo de alimentação das gestantes influencia diretamente a saúde futura dos bebês. Descubra aqui!</em><span id="more-7678"></span></p>
<p>Uma equipe de pesquisadores alemães mostrou evidências de como a <strong>alimentação das gestantes influencia diretamente o funcionamento do corpo de seus bebês</strong>. Segundo eles, o experimento traz uma possível nova explicação do porquê filhos de grávidas diabéticas ou obesas têm chances muito maiores de desenvolver diabetes no futuro.</p>
<p>Ninguém sabe ainda o motivo pelo qual estas crianças correm riscos maiores de ter diabetes. Será que filhos de mães obesas – e que portanto se alimentam de maneira inadequada – serão mal alimentados, ficarão acima do peso recomendável e, por isto, desenvolverão <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>? Será que a obesidade e/ou diabetes da mãe são genéticos – e serão passados “de herança” para as crianças? Todas estas são hipóteses que os cientistas atualmente investigam. A equipe alemã, porém, tem uma idéia diferente&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA NOVA HIPÓTESE</strong></p>
<p>O novo trabalho científico, publicado no periódico especializado <em>Diabetologia</em>, afirma que doenças como o diabetes, a obesidade e a <a title="Dormir mal pode levar à hipertensão e ao diabetes" href="http://www.diabeticool.com/dormir-mal-pode-levar-a-hipertensao-e-ao-diabetes/">hipertensão</a> podem ser causadas pela <strong>maneira errada com que o cérebro utiliza a insulina</strong>. Se existe uma <strong>resistência à insulina</strong> no órgão, as chances destas doenças ocorrerem é maior.</p>
<p>Assim, os cientistas resolveram medir a atividade cerebral de bebês ainda no útero (através de sons e um moderno encefalograma), de acordo com a dieta da mãe.</p>
<p>As gestantes que participaram do trabalho fizeram uma espécie de teste de tolerância à glicose, tomando uma solução cheia de açúcares. A <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia </a>delas foi medida logo após tomarem a bebida e também uma e duas horas depois. Ao mesmo tempo, a atividade do cérebro de seus filhos foi medida.</p>
<p>A conclusão das medições foi clara: os bebês de mães que eram mais propensas ao diabetes (tinham maior resistência à insulina) tiveram tempo de resposta cerebral consideravelmente menor do que o padrão.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, esta é a primeira vez que uma correlação direta entre o funcionamento do cérebro dos bebês e a alimentação materna é feita.</p>
<p><strong>Eles explicam que aí pode estar uma possível nova explicação do porquê filhos de mães diabéticas têm maiores chances de desenvolver a doença</strong>: talvez o metabolismo da mãe “molde” de maneira errada a resposta do cérebro dos filhos à ação da insulina. Isto, por sua vez, aumentaria as chances de condições como o sobrepeso e o diabetes surgirem mais para a frente na vida.</p>
<p>“Esta descoberta é evidência de um efeito direto do metabolismo da mãe na atividade cerebral dos fetos e sugere que a resistência à insulina no sistema nervoso central pode ser programada durante o desenvolvimento fetal”, escreveram os autores.</p>
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		<title>Dieta rica em proteínas animais aumentaria riscos de diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2013 11:11:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetologia]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Fagherazzi]]></category>
		<category><![CDATA[Inserm]]></category>
		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
		<category><![CDATA[risco de diabetes tipo 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alimentar-se com comidas acidificantes é mais perigoso em termos de diabetes do que os alimentos alcalinizantes. Entenda. Alimentos ricos em proteínas animais e, portanto, acidificantes, aumentariam sensivelmente o risco de diabetes tipo 2, a mais comum, revelou um estudo publicado esta terça-feira por cientistas do Inserm. &#8220;Este é o primeiro estudo a estabelecer um vínculo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Alimentar-se com comidas acidificantes é mais perigoso em termos de diabetes do que os alimentos alcalinizantes. Entenda.</em><span id="more-6102"></span></p>
<p>Alimentos ricos em proteínas animais e, portanto, acidificantes, aumentariam sensivelmente o <a title="Diabetes: a prevenção é possível" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-a-prevencao-e-possivel/">risco de diabetes tipo 2</a>, a mais comum, revelou um estudo publicado esta terça-feira por cientistas do Inserm.</p>
<p>&#8220;Este é o primeiro estudo a estabelecer um vínculo entre a carga ácida da alimentação e um aumento significativo do risco de diabetes tipo 2&#8221;, comentou o doutor Guy Fagherazzi, um dos autores do estudo publicado na revista <a title="Tudo causa diabetes, até a poluição do ar?" href="http://www.diabeticool.com/tudo-causa-diabetes-ate-a-poluicao-do-ar/">Diabetologia</a>, da Associação Europeia de Estudo do Diabetes.</p>
<p>A acidez do nosso organismo depende diretamente daquilo que comemos e alguns alimentos teriam um efeito acidificante, enquanto outros teriam um efeito basificante ou alcalinizante uma vez absorvidos pelo nosso organismo.</p>
<p>Ela é medida pela escala PRAL (sigla em inglês para carga ácida renal potencial), que permite classificar os alimentos em função de sua carga ácida ou básica.</p>
<p>Segundo o doutor Fagherazzi, as carnes, sobretudo aquelas processadas industrialmente, assim como os queijos e os produtos derivados de leite fazem parte dos alimentos mais acidificantes, enquanto as frutas e os legumes, ao contrário, são alcalinizantes.</p>
<p>Os cientistas do Inserm (Instituto Nacional da Saúde e da Pesquisa Médica francês) estudaram a alimentação de umas 66.000 mulheres filiadas ao plano de saúde dos professores franceses MGEN (Mutuelle Générale de l&#8217;Education nationale) durante um período de 14 anos, durante o qual 1.372 das estudadas desenvolveram diabetes tipo 2.</p>
<p>Ao comparar a composição de sua <a title="Alimentação é fator-chave para cuidar e prevenir o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/alimentacao-e-fator-chave-para-cuidar-e-prevenir-o-diabetes/">alimentação</a> e ao ajustar os resultados para eliminar outros fatores de risco (especialmente obesidade, sedentarismo e tabagismo), eles descobriram que 25% que seguiam a dieta mais acidificante apresentavam um risco 56% maior de desenvolver diabetes tipo 2 em comparação com as 25% de mulheres que seguiam uma alimentação mais alcalinizante.</p>
<p>O risco aumentou 96% em mulheres de constituição física normal e que ingeriam alimentos com carga ácida maior, enquanto a alta foi claramente menor (28%) nas obesas ou com sobrepeso, o que leva a crer que &#8220;nas mulheres que já apresentam riscos, o efeito da alimentação seria menor&#8221;, revelou o doutor Fagherazzi.</p>
<p>Para explicar o fenômeno, o cientista levantou a hipótese de que uma dieta acidificante &#8220;ocasionaria um aumento do risco de resistência à insulina, ou seja, a incapacidade do corpo de secretar insulina quando precisa para regular a glicemia&#8221;.</p>
<p>Ele admitiu, contudo, que outros trabalhos serão necessários para confirmar os resultados deste primeiro estudo sobre o tema. Uma pesquisa anterior, publicada em 2011, já tinha evocado a existência de um vínculo entre a resistência à insulina e a carga ácida da alimentação.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2013/11/dieta-rica-em-proteinas-animais-aumentaria-risco-de-diabetes.shtml" target="_blank" rel="nofollow">Info</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/dieta-rica-em-proteinas-animais-aumentaria-riscos-de-diabetes-tipo-2/">Dieta rica em proteínas animais aumentaria riscos de diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Qual o foco dos cientistas quando estudam o diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 12:53:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[cientista]]></category>
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		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo descobre que há muito mais pesquisas sobre efeitos de remédios em diabéticos do que sobre a prevenção da doença. São tantos os estudos sobre o diabetes publicados todos os meses que às vezes é necessário dar um passo para trás e observar, de longe e de maneira geral, do que eles exatamente tratam. Uma &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo descobre que há muito mais pesquisas sobre efeitos de remédios em diabéticos do que sobre a prevenção da doença.</em></p>
<p><span id="more-4311"></span></p>
<p>São tantos os estudos sobre o diabetes publicados todos os meses que às vezes é necessário dar um passo para trás e observar, de longe e de maneira geral, do que eles exatamente tratam. Uma equipe da Escola de Medicina da Universidade Duke, nos EUA, resolveu fazer justamente isto e publicou suas descobertas na última edição do periódico <em>Diabetologia</em>. Os pesquisadores conseguiram traçar um panorama interessantíssimo de como a Ciência estuda esta doença tão complexa chamada de diabetes.</p>
<p>O trabalho analisou dados de cerca de 2500 testes clínicos sobre o <a title="Inédito tratamento antidiabético mais perto do mercado" href="http://www.diabeticool.com/inedito-tratamento-antidiabetico-mais-perto-do-mercado/">diabetes tipo 2</a>, registrados no governo norte-americano entre 2007 e 2010. <strong>90% dos estudos eram focados nos efeitos de medicamentos nos pacientes &#8211; ou seja, apenas 10% das pesquisas estavam interessadas em descobrir métodos de <a title="Quantas pessoas estão com pré-diabetes e não sabem?" href="http://www.diabeticool.com/quantas-pessoas-estao-com-pre-diabetes-e-nao-sabem/">prevenção</a> da doença.</strong></p>
<p>Além disso, a nova pesquisa indica que menos de 1% dos testes clínicos era focado em pessoas acima dos 65 anos &#8211; uma faixa etária bastante propensa a desenvolver o diabetes. Similarmente, 31% dos estudos excluíam adultos mais velhos de maneira geral. Para quem achou que estes dados indicam que o foco dos testes eram as pessoas mais jovens, vale notar que apenas 4% dos estudos eram voltados a pessoas com menos de 18 anos &#8211; mesmo sabendo-se, hoje, das taxas crescentes de obesidade e <a title="EUA publicam sua primeira diretriz para tratamento do diabetes infantil" href="http://www.diabeticool.com/eua-publicam-sua-primeira-diretriz-para-tratamento-do-diabetes-infantil/">diabetes infantil</a>.</p>
<p>Para &#8216;coroar&#8217; as descobertas da nova pesquisa, os cientistas de Duke mostraram que 91% dos testes clínicos acerca do diabetes tipo 2 foram de curta duração e envolveram um número pequeno de participantes, o que limita o escopo de suas descobertas.</p>
<p>&#8220;A maioria dos testes clínicos para o diabetes tipo 2 em vigor é problemática por diversas razões, incluindo os fatos de que eles envolvem um número pequeno de participantes, excluem quem tem idade avançada, são de curta duração e envolvem terapia medicamentosa ao invés de intervenções preventivas e sem o uso de drogas&#8221;, comentou Jennifer Green, uma das autoras do estudo e professora de medicina na Universidade Duke.</p>
<p>&#8220;Se pudermos prevenir o desenvolvimento do diabetes em um número significativo de indivíduos, isto deve, em teoria, reduzir os custos de saúde e minimizar a probabilidade de que estas pessoas desenvolvam complicações relacionadas ao diabetes no futuro&#8221;, acrescentou a pesquisadora.</p>
<p>Como diz o velho ditado, prevenir é melhor que remediar. No caso do diabetes, eis aí uma lição que muitos pesquisadores bem que poderiam aprender!</p>
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