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	<title>circulação | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Diabetes e a Aventura Gelada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 14:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Expedição inédita ao Polo Sul esbarra em um inesperado problema: o diabetes tipo 2 do líder da aventura. O dia 31 de março marca o início do tenebroso inverno no Polo Sul, um período de frio intenso e clima imprevisível. A data indica ainda o primeiro dia de uma expedição que pretende, pela primeira vez &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Expedição inédita ao Polo Sul esbarra em um inesperado problema: o diabetes tipo 2 do líder da aventura.</em></p>
<p><span id="more-3776"></span></p>
<figure id="attachment_3777" aria-describedby="caption-attachment-3777" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-3777" alt="expedicao antartica diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/expedicao-antartica-diabetes.jpg" width="600" height="351" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/expedicao-antartica-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/expedicao-antartica-diabetes-410x240.jpg 410w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-3777" class="wp-caption-text">A equipe da expedição antártica posa com o príncipe Charles. Sir Fiennes é o homem de vermelho ao lado do herdeiro do trono bretão.</figcaption></figure>
<p>O dia 31 de março marca o início do tenebroso inverno no Polo Sul, um período de frio intenso e clima imprevisível. A data indica ainda o primeiro dia de uma expedição que pretende, pela primeira vez na história, atravessar os 3.000km do continente antártico durante uma época tão perigosa do ano. Um dos mais célebres participantes da jornada não poderá desbravar o continente gelado a pé e terá que dar apoio à equipe a partir do conforto e calor do seu lar. Tudo indica que o motivo desta situação não de todo ruim é o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>.</p>
<p>O <strong>Sir Ranulph Fiennes</strong>, um veterano explorador britânico de 68 anos, é uma das estrelas da expedição antártica. O objetivo da aventura é arrecadar cerca de 30 milhões de reais (£10m) para a ONG <strong><em>Seeing is Believing</em></strong>, que ajuda a prevenir e tratar problemas oculares, em especial a cegueira.</p>
<p>Ranulph estava na Antártida na última semana, treinando a travessia em seus esquis. Tudo corria bem até o aventureiro se deparar com um pedaço do terreno coberto por neve amolecida, o que dificulta a caminhada. Para piorar a situação, uma forte nevasca cobriu de branco o horizonte&#8230;e o equipamento que prendia os esquis aos seus pés ficou frouxo. Em uma situação destas, só há uma coisa a fazer: tentar prender novamente os esquis e sair do lugar o mais rápido possível.</p>
<p>Foi assim que o veterano explorador agiu. Como possui mãos bastante grandes, Ranulph encontrou dificuldades em apertar os equipamentos enquanto usava luvas. Então, retirou-as. <strong>A temperatura ao seu redor chegava a -33 graus</strong>.</p>
 O nobre e aventureiro Sir Fiennes.
<p>Quem acha estranho retirar as luvas em uma temperatura destas não conhece Sir Fiennes. O velhinho já havia feito a mesma coisa em situações bem mais complicadas &#8211; como em uma expedição ao Everest, na qual deixou os dedos à mostra em uma temperatura de -50 graus. Segundo ele, nenhuma conseqüência grave havia ocorrido desde então.</p>
<p>Porém, nos últimos dias, na Antártida, a situação foi diferente. Conta Ranulph: &#8220;Eu não fiquei nem mesmo vinte minutos [sem as luvas], então percebi que uma mão, e não as duas, estava completamente branca, e neste ponto é tarde demais para se fazer qualquer coisa. (&#8230;) Alguma coisa na circulação daquela mão começou a dar errado no passado bem recente.&#8221;</p>
<p>Retirar as luvas em uma temperatura tão baixa causou o <strong>congelamento</strong> dos dedos de Sir Ranulph &#8211; uma situação médica severa que geralmente resulta em amputação. O aventureiro visitou recentemente um cirurgião vascular para tentar entender o porquê deste fato inédito em sua vida ter acontecido.</p>
<p>De acordo com o médico, exames de sangue recentes indicaram que Ranulph estava <a title="Pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pre-diabetes/">pré-diabético</a> &#8211; e é bem possível que os problemas de <a title="As Havaianas da Discórdia" href="http://www.diabeticool.com/as-havaianas-da-discordia/">circulação</a> decorrentes do diabetes tipo 2 tenham prejudicado o fluxo de sangue normal de suas mãos, favorecendo o congelamento. O britânico fará novos testes de saúde assim que chegar em casa, a fim de provar a teoria.</p>
<p><strong>+ Saiba mais!: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?</a>&#8220;</strong></p>
<p>&#8220;Eu comecei a trabalhar nesta expedição há cinco anos. Eu estive trabalhando em tempo integral e sem receber por cinco anos. [A situação] é frustrante, mas incontornável. Eu farei o melhor possível neste caso colocando minhas energias inteiramente no time da expedição.&#8221;, afirmou o abatido explorador.</p>
 Atravessar o Polo Sul é uma tarefa difícil até mesmo para quem está acostumado com a aventura!
<p>O excesso de açúcar no sangue, característica do diabetes, pode causar problemas de circulação ao diminuir o diâmetro dos vasos sangüíneos, impedindo uma passagem eficaz do sangue. Placas de complexos baseados em açúcar podem, também, se formar nos vasos, diminuindo ainda mais o fluxo. Além disso, o diabetes aumenta os riscos de infecção nos vasos, o que também piora a circulação.</p>
<p>Por tudo isto, nunca é demais lembrar: <strong>manter a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> em níveis adequados é fundamental!</strong> Ter sob controle a quantidade do açúcar no sangue é uma ajuda e tanto para a saúde e previne as conseqüências desagradáveis do diabetes. E também evita congelamento de dedos &#8211; vai que você decida fazer uma exploração pelo Polo Sul durante o inverno, não é mesmo?!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tratando o pé diabético com luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 20:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[amputação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tratamento do Pé Diabético]]></category>
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		<category><![CDATA[O Estado de São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As seriíssimas complicações do pé diabético podem ser curadas sem cirurgia. O segredo é a fototerapia, criada com sucesso por um pesquisador brasileiro. Em São Paulo, o Centro de Tratamento do Pé Diabético do Hospital Anchieta começará a utilizar uma técnica inovadora na cura de problemas nos pés de diabéticos. O tratamento, via fototerapia, foi &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>As seriíssimas complicações do pé diabético podem ser curadas sem cirurgia. O segredo é a fototerapia, criada com sucesso por um pesquisador brasileiro.</em></p>
<p><span id="more-1807"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/?attachment_id=1808"></span></p>
<p>Em São Paulo, o Centro de Tratamento do Pé Diabético do Hospital Anchieta começará a utilizar uma técnica inovadora na cura de problemas nos pés de diabéticos. O tratamento, via <strong>fototerapia</strong>, foi defendido pelo pesquisador João Paulo Tardivo, que já havia publicado sobre a técnica no periódico <em>Photomedicine and Laser Surgery</em>, há três anos.</p>
<p>É extremamente comum que diabéticos tenham problemas nos pés. Por serem os nossos órgãos que mais entram em contacto com diversas superfícies (incluindo quinas de camas e mesas!), é muito fácil machucá-los. Some-se a isso os problemas de cicatrização e circulação do sangue decorrentes das altas taxas de glicemia e temos um quadro preocupante para os membros inferiores. Por isso, todos os bons centros de saúde realizam exames rotineiros nos pés dos diabéticos e alertam o paciente para a importância de se manter atento a qualquer machucado neles. A situação é tão comum que há cientistas que até mesmo <a title="As Havaianas da Discórdia" href="http://www.diabeticool.com/as-havaianas-da-discordia/">condenam o uso de sandálias</a>, por não protegerem de maneira adequada os pés!</p>
<p>Em casos graves de complicações do <a href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/"><strong>pé diabético</strong></a>, infelizmente as alternativas usuais de cura são cirurgias e amputações. A nova técnica, baseada na fototerapia, utiliza luz modulada em freqüências especiais, que ajuda na recuperação de tecidos e eliminação de microorganismos do local. A técnica é muito mais barata do que qualquer intervenção cirúrgica, além de preservar a qualidade de vida do paciente. De acordo com profissionais do hospital Anchieta, ela poderá ser utilizada inclusive em casos de osteomielite (quando uma infecção atinge o osso) e outras condições como ferimento ortopédico ou úlcera por pressão.</p>
<p>&#8220;Quando o paciente diabético chega, muitas vezes já tem indicação para ser amputado porque já se investiram vários recursos. Veja a importância de se oferecer uma alternativa&#8221;, afirma Tardivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Histórias de sucesso da técnica de fototerapia</strong></span></p>
<p>De acordo com o jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong>,</p>
<p>&#8220;Sandra Aparecida Martins, de 48 anos, teve sua diabete diagnosticada pelo pé. Quando foi ao médico tratar uma ferida no dedo do pé, que tinha evoluído de uma simples bolha, ele desconfiou que a paciente poderia ser diabética, o que foi confirmado pelo exame de glicemia.</p>
<p>Pela gravidade da ferida, Sandra foi imediatamente internada e a avaliação dos clínicos foi que seria necessário amputar o dedo afetado. &#8220;Comentei que era impossível, com a medicina tão avançada, não ter uma alternativa&#8221;, diz. Quando contaram a ela sobre a possibilidade de um tratamento experimental com fototerapia, ela viu uma nova esperança. &#8220;Depois de quatro meses de tratamento, meu dedo estava perfeito&#8221;, conta.</p>
<p>Ela acrescenta que é um tratamento demorado e exige disciplina, já que as sessões são feitas duas vezes por semana. &#8220;Todo o sacrifício vale a pena para evitara amputação&#8221;, diz. Agora, Sandra está de volta ao Centro porque machucou outro dedo ao esbarrá-lo no sofá. As sessões de fototerapia têm ajudado a prevenir nova ferida.&#8221;</p>
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