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	<title>alpinistas | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Tecnologia, garra e insulina para vencer o Everest!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2013 16:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[alpinistas]]></category>
		<category><![CDATA[diabéticos tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Everest]]></category>
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		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra como um grupo de diabéticos gaúchos está se preparando para encarar o desafio de escalar a montanha mais alta do mundo. Chegar ao pico da montanha mais alta do planeta está longe de ser fácil. Com quase 9000 metros de altura, subir o Everest é um desafio imenso ao corpo humano, já que as &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descubra como um grupo de diabéticos gaúchos está se preparando para encarar o desafio de escalar a montanha mais alta do mundo.</em></p>
<p><span id="more-5476"></span></p>
<figure id="attachment_5480" aria-describedby="caption-attachment-5480" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-5480" alt="Rodrigo Ferreira, Tomás Boeira, Leticia Socoloski e Viviane Alano são maratonistasFoto: Diego Vara / Agencia RBS" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/10/time-diabeticos-brasileiros-everest.png" width="620" height="412" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/10/time-diabeticos-brasileiros-everest.png 620w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/10/time-diabeticos-brasileiros-everest-361x240.png 361w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /><figcaption id="caption-attachment-5480" class="wp-caption-text">Rodrigo Ferreira, Tomás Boeira, Leticia Socoloski e Viviane Alano são maratonistas<br />Foto: Diego Vara / Agencia RBS</figcaption></figure>
<p>Chegar ao pico da montanha mais alta do planeta está longe de ser fácil. Com quase 9000 metros de altura, subir o Everest é um desafio imenso ao corpo humano, já que as temperaturas facilmente beiram o negativo e o oxigênio fica cada vez mais escasso conforme se escala a montanha. Tudo isto ajuda a modificar a maneira como o corpo humano funciona internamente, causando sérios desconfortos, cansaço e dores. Além disso, avalanches e ventos fortes rotineiramente açoitam os aventureiros que decidem encarar o desafio. Mesmo assim, um grupo de brasileiros está disposto a tentar a sorte no Everest. E mais:<strong> todos eles são <a title="No final das contas, diabéticos tipo 1 produzem, sim, insulina!" href="http://www.diabeticool.com/no-final-das-contas-diabeticos-tipo-1-produzem-sim-insulina/">diabéticos tipo 1</a></strong>.</p>
<p>&#8220;Não estamos indo somente por nós, mas por todos os outros diabéticos. <strong>Queremos mudar aquele pensamento que existe de que, porque a pessoa foi diagnosticada com a doença, ela terá de ficar trancada em casa</strong>&#8220;, disse Rodrigo Ferreira, um dos integrantes do grupo, em entrevista ao jornal Zero Hora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TECNOLOGIA&#8230;</strong></p>
<p>Os alpinistas brasileiros contarão com uma ajuda toda especial durante sua jornada. Ao longo dos 25 dias de expedição, eles utilizarão <a title="Glicosímetro que se comunica com telefones é aprovado" href="http://www.diabeticool.com/glicosimetro-que-se-comunica-com-telefones-e-aprovado/"><strong>glicosímetros</strong></a> especiais que transferem os dados de glicemia para <em>tablets</em>. Além da glicemia, dados adicionais sobre a saúde dos participantes também ficarão armazenados no aparelho. Estas informações médicas serão enviadas, via satélite, a uma equipe médica aqui no Brasil. Caso os profissionais da saúde percebam alguma alteração séria na saúde dos aventureiros, instruções sobre como corrigi-las poderão ser passadas por telefone.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>&#8230; E MUITA GARRA!</strong></p>
<p>A equipe brasileira pretende provar que ser diabético não é impedimento para que se leve uma vida normal (ou, se preferir, para que se tenha uma vida repleta de grandes aventuras!). Prova disso é que, além de escalar o Everest, todos os integrantes do time são muito bem treinados fisicamente, levando uma vida ativa de fazer inveja a muitos não-diabéticos.</p>
<p>De acordo com matéria do Zero Hora,</p>
<p>&#8220;<em>Liderados pelo espanhol Josu Feijoo, primeiro diabético a atingir o ponto mais alto da Terra, a aventura começa ainda em outubro e acaba na primeira semana de novembro. A oportunidade de participar da expedição veio pelo contato de Feijoo com o educador físico do Instituto da Criança com Diabetes (ICD) Winston Boff. Segundo o preparador, ele pediu que fossem indicados atletas com diabetes tipo 1 e acostumados a um nível mais intenso de atividade física — o que era o caso do quarteto. Acostumados a disputar maratonas, eles se conheceram no grupo de corrida do ICD.</em></p>
<p><em>Posteriormente, iniciou-se um processo de seleção. Levando em conta fatores como experiência com o exercício físico, idade e disponibilidade de tempo, Boff concluiu que o grupo seria o mais adequado para subir o Everest. Eles passaram, assim, por uma sequência de exames e treinamentos de alta intensidade, que incluíram subir e descer várias vezes a Avenida Coronel Lucas de Oliveira.</em>&#8221;</p>
<p><strong>Leia mais em: <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/vida/noticia/2013/10/grupo-de-diabeticos-ira-fazer-trekking-ate-acampamento-base-do-everest-4305624.html" target="_blank" rel="nofollow">Zero Hora</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_5479" aria-describedby="caption-attachment-5479" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5479" alt="A equipe de ciclistas diabéticos tipo 1 do time Novo Nordisk é exemplo de sucesso e superação." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/10/diabetes-ciclistas.jpg" width="600" height="399" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/10/diabetes-ciclistas.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/10/diabetes-ciclistas-361x240.jpg 361w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-5479" class="wp-caption-text">A equipe de ciclistas diabéticos tipo 1 do time Novo Nordisk é exemplo de sucesso e superação.</figcaption></figure>
<p><strong>NOVA ROTINA PARA QUEM ESTÁ COM DIABETES?</strong></p>
<p>Não é a primeira vez que diabéticos conquistam grandes feitos no esporte. No final do mês passado, dois brasileiros com diabetes tipo 1 conquistaram o Kilimanjaro, a montanha mais alta da África e uma das maiores do mundo (<a href="http://www.diabeticool.com/grupo-de-alpinistas-com-diabetes-sobe-a-montanha-mais-alta-da-africa/">leia a matéria aqui!</a>).</p>
<p>Quando o assunto é o ciclismo, já são clássicas as vitórias dos diabéticos em circuitos internacionais. <a href="http://www.diabeticool.com/pedalando-contra-o-diabetes-tipo-1/">Reveja aqui o perfil de um dos mais famosos diabéticos no mundo das duas rodas</a>, Phil Southerland, e inspire-se com mais este belo exemplo de superação!</p>
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		<title>Alpinistas diabéticos vencem desafio na África</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2013 19:46:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Alexei Caio]]></category>
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		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Kilimanjaro]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Bellon]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diabéticos provam de uma vez por todas que doença não é motivo para ficar parado! Um dos mitos mais persistentes em relação ao diabetes é que ele impede que as pessoas levem uma vida normal. O diabético estaria incapacitado de se alimentar adequadamente, divertir-se como os outros, praticar atividades físicas&#8230; É claro que tudo isto &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Diabéticos provam de uma vez por todas que doença não é motivo para ficar parado!</em></p>
<p><span id="more-5316"></span></p>
<p>Um dos <strong><a href="http://www.diabeticool.com/verdades-mitos/">mitos</a> </strong>mais persistentes em relação ao diabetes é que ele impede que as pessoas levem uma vida normal. O diabético estaria incapacitado de se alimentar adequadamente, divertir-se como os outros, praticar atividades físicas&#8230;</p>
<p>É claro que tudo isto é uma grande bobagem. Alguns cuidados maiores com a saúde são, sem dúvida, fundamentais para quem está com a doença, porém o mais importante a se lembrar é que <strong>quem cuida direitinho da saúde (e da <a title="Diabetes e gravidez: controle de glicemia no pré-natal" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-gravidez-controle-de-glicemia-no-pre-natal/">glicemia</a>!) pode levar uma vida absolutamente normal!</strong></p>
<p>Quer prova maior disto do que este grupo de 16 <a title="O perigo da soneca" href="http://www.diabeticool.com/o-perigo-da-soneca/">diabéticos tipo 1</a> que, ao longo de uma semana, consegui <strong>conquistar o Kilimanjaro</strong>, a montanha mais alta de todo o continente africano? Esta jornada representa um esforço enorme, mas todos os diabéticos conseguiram superá-lo &#8211; de fato, as únicas pessoas que desistiram no meio do caminho nem tinham diabetes!</p>
<p>Acompanha esta jornada na matéria publicada no portal G1.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Matéria do G1 a seguir:</strong></p>
<div style="border: 2px solid black; border-color: #xxxxxx; padding: 10px;">Dois brasileiros participaram da expedição internacional ao Kilimanjaro. Objetivo era mostrar que portadores da doença podem praticar exercícios.</p>
<figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" alt="" src="http://s2.glbimg.com/t19l35nfy_Tvg805Ddpkfd4KXnU=/620x465/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/09/25/brasileiros_marcelo_e_alexei.jpg" width="620" height="465" /><figcaption class="wp-caption-text">Brasileiros subiram um dos picos mais altos do mundo, na Tanzânia (Foto: Marcelo Bellon/Arquivo Pessoal)</figcaption></figure>
<p>Um grupo de 11 alpinistas, de várias nacionalidades, participou de uma expedição de seis dias para chegar ao topo da mais alta montanha da África, o monte Kilimanjaro, na Tanzânia. Na bagagem, além dos equipamentos básicos de alpinismo, eles levavam um kit para o controle de uma doença que acomete a todos, o diabetes. O objetivo deles era mostrar que qualquer pessoa com a doença pode e deve praticar exercícios físicos.</p>
<figure style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" alt="" src="http://s2.glbimg.com/2P20su5xdclIxSL0oKxByWuEufw=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/09/25/dsc00082.jpg" width="300" height="400" /><figcaption class="wp-caption-text">Bellon diz que pratica vários outros esportes, como triatlo e ultramaratonas (Foto: Marcelo Bellon/Arquivo Pessoal)</figcaption></figure>
<p>No grupo, havia dois brasileiros, Alexei Caio e Marcelo Belon, que vive em Curitiba. Ao G1, Bellon contou como foi a aventura, que ocorreu entre os dias 30 de agosto e 6 de setembro. “É a montanha mais alta da África. A experiência foi fantástica. Conseguimos reunir uma equipe muito bacana”, lembra.</p>
<p>A aventura, embora pareça arriscada, não foi problema para nenhum dos diabéticos que a encarou. Segundo Bellon, o grupo todo era composto por 16 pessoas e as únicas que não chegaram ao fim, sequer possuíam a doença. “Dois não conseguiram”, afirma.</p>
<p>O diabetes é dividido em dois tipos, chamadas pelos números, 1 e 2. Os alpinistas que participaram da expedição possuem o tipo 1, que é quando o pâncreas tem falência total das funções e eles precisam fazer controle de glicemia e aplicações de insulina por toda a vida. Já o tipo 2, normalmente ocorre em pessoas com excesso de peso.</p>
<p>De acordo com a endocrinologista do Hospital de Clínicas de Curitiba, Rosângela Roginski Rea, a prática de exercícios é uma das melhores formas de se controlar a doença, embora esportes extremos exijam mais cuidados, pois pode haver uma queda brusca de glicose no sangue. “A pessoa quando tem diabetes deve se preparar muito bem e tomar os cuidados adequados”, explica.</p>
<p>Bellon diz que, no caso dele, a prática de exercícios físicos sempre foi constante e isso não foi um problema na preparação. Entre os esportes que pratica, ele diz já ter participado de maratonas, provas de triatlo e até de ultramaratonas.</p>
<figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" alt="" src="http://s2.glbimg.com/rwd3od0o-QoxqTcbcFV5ZUE4Bws=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/09/25/sem_titulo_2.jpg" width="620" height="233" /><figcaption class="wp-caption-text">Alpinista explica que dieta de diabéticos pode ser bastante flexível (Foto: Marcelo Bellon/Arquivo Pessoal)</figcaption></figure>
<p>Porém, quando a doença se manifestou, há 27 anos, ele chegou a se assustar. Se apresentou em mim quando eu tinha 14 anos. (&#8230;) Naquela época, as coisas eram bem limitadas. Não existia nem refrigerante diet no Brasil. Eu e meu pai íamos até o Paraguai para comprar refrigerantes. Foi um processo de aprendizado”, conta.</p>
<p>Desde a infância, Bellon sempre participou de atividades ao ar livre, muitas delas ligadas ao escotismo. Assim que se acostumou com o diabetes, voltou a praticar os esportes. Sobre a dieta, ele diz que há muitas lendas em relação a isso. “A pessoa que tem diabetes, tem uma dieta muito flexível. Eventualmente, você pode até comer alguma coisa com carboidratos”, diz.</p>
<p>Com o sucesso na conquista do Kilimanjaro, o grupo já pensa em se planejar para novas aventuras. O Monte Aconcágua, na Cordilheira dos Andes, é uma das metas que devem ser buscadas. A montanha já foi conquistada tanto por Bellon, quanto por Alexei, que promove idas constantes ao cume da montanha, de 6,9 mil metros de altitude, mas não pelo restante do grupo internacional.</p>
<figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" alt="" src="http://s2.glbimg.com/_L1i2LN1Gz52WUG_z7_m2eqEaUk=/620x465/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/09/25/cume.jpg" width="620" height="465" /><figcaption class="wp-caption-text">Aventura foi realizada entre os dias 30 de agosto e 6 de setembro (Foto: Marcelo Bellon/Arquivo Pessoal)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2013/09/grupo-de-alpinistas-com-diabetes-sobe-montanha-mais-alta-da-africa.html">Portal G1</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/grupo-de-alpinistas-com-diabetes-sobe-a-montanha-mais-alta-da-africa/">Alpinistas diabéticos vencem desafio na África</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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