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	<title>abdômen | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>As mulheres-fruta e o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2013 10:58:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você é uma mulher-maçã ou uma mulher-pêra? Entenda como o formato do corpo pode influenciar a saúde e os riscos de ter diabetes, com informações baseadas nas mais recentes pesquisas científicas. Até pouco tempo atrás, acreditava-se que as chamadas &#8220;mulheres-pêra&#8221; seriam mais saudáveis do que as &#8220;mulheres-maçã&#8221;. Um novo trabalho científico, realizado pelo UC Davis &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você é uma mulher-maçã ou uma mulher-pêra? Entenda como o formato do corpo pode influenciar a saúde e os riscos de ter diabetes, com informações baseadas nas mais recentes pesquisas científicas.</em></p>
<p><span id="more-2734"></span></p>
<figure id="attachment_2736" aria-describedby="caption-attachment-2736" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-2736" alt="Como seu corpo acumula gordura? No estilo &quot;maçã&quot; ou no estilo &quot;pêra&quot;?" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/mulheres-pera-maca-diabetes.jpg" width="600" height="286" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/mulheres-pera-maca-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/mulheres-pera-maca-diabetes-415x198.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2736" class="wp-caption-text">Como seu corpo acumula gordura? No estilo &#8220;maçã&#8221; ou no estilo &#8220;pêra&#8221;?</figcaption></figure>
<p>Até pouco tempo atrás, acreditava-se que as chamadas &#8220;mulheres-pêra&#8221; seriam mais saudáveis do que as &#8220;mulheres-maçã&#8221;. Um novo trabalho científico, realizado pelo UC Davis Health System e que será publicado em março no periódico <em>The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism</em><em>, </em>põe esta teoria abaixo e mostra que as &#8220;pêras&#8221; correm muito mais riscos de desenvolver a <a title="Os relógios internos, a alimentação e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-relogios-internos-a-alimentacao-e-o-diabetes/"><strong>síndrome metabólica</strong></a> e doenças como o diabetes. Para entender o quê este salada de frutas e doenças significa, vamos analisar em partes esta grande descoberta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dando nomes ao pomar</strong></p>
<figure id="attachment_2737" aria-describedby="caption-attachment-2737" style="width: 450px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2737 " alt="Celebridades com a silhueta de pêra." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-pera-diabetes.jpg" width="450" height="317" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-pera-diabetes.jpg 450w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-pera-diabetes-341x240.jpg 341w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><figcaption id="caption-attachment-2737" class="wp-caption-text">Celebridades com a silhueta de pêra&#8230;</figcaption></figure>
<p>Em primeiro lugar, vamos definir nossas frutas. As &#8220;<strong>mulheres-pêra</strong>&#8221; são aquelas que acumulam gordura predominantemente na região dos glúteos, quadris e coxas. Já as &#8220;<strong>mulheres-maçã</strong>&#8221; carregam mais peso na região abdominal. Algumas pesquisas conduzidas no começo da década apontaram que as mulheres &#8220;barrigudas&#8221; (as &#8220;maçãs&#8221;) seriam mais propensas a desenvolver problemas cardíacos e o diabetes quando comparadas às mulheres-pêra. De maneira misteriosa, as pesquisas ainda indicavam que a gordura acumulada nos quadris &#8220;protegeria&#8221; as mulheres, de alguma forma, de problemas de saúde no futuro. O novo trabalho dos cientistas da UC Davis vem mostrar que as coisas não são bem assim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_2738" aria-describedby="caption-attachment-2738" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2738" alt="... e outras famosas com o corpo de &quot;maçã&quot;." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-maca-diabetes.jpg" width="500" height="317" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-maca-diabetes.jpg 500w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-maca-diabetes-379x240.jpg 379w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-2738" class="wp-caption-text">&#8230; e outras famosas com o corpo de &#8220;maçã&#8221;.</figcaption></figure>
<p>&#8220;A gordura no abdômen foi por muito tempo considerada a mais prejudicial à saúde, e acreditava-se que a gordura nos glúteos protegia do diabetes, de doenças cardíacas e da síndrome metabólica&#8221;, conta Ishwarlal Jialal, principal autor do estudo e professor de patologia e medicina laboratorial no UC Davis. &#8220;Mas a nossa pesquisa ajuda a dispersar o mito de que a gordura nos glúteos é &#8216;inocente&#8217;.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entendendo a perigosa síndrome metabólica</strong></p>
<p>Uma das principais descobertas da pesquisa do professor Jialal é a de que as &#8220;pêras&#8221; correm maiores riscos de desenvolver a síndrome metabólica. E o que seria isto?</p>
<p>A <a title="Os 6 mil passos da mulher de meia-idade" href="http://www.diabeticool.com/os-6-mil-passos-da-mulher-de-meia-idade/">síndrome metabólica</a> é o nome dado a um conjunto de fatores de risco que, quando aparecem juntos, aumentam em muitas vezes as chances do paciente ter doenças cardiovasculares e diabetes. Na verdade, não é exagero dizer que uma pessoa que possua estes fatores de risco terá, de fato, algum destes problemas de saúde. Estatísticas mostram que a síndrome metabólica <strong>dobra os riscos de doenças cardiovasculares</strong> <strong>e</strong> <strong>multiplica por cinco as chances do desenvolvimento do diabetes</strong>. Alguns destes fatores de risco são: ter cintura larga, baixos níveis de lipoproteínas de alta densidade (HDL, ou o &#8220;colesterol bom&#8221;) no sangue, pressão alta, altas taxas de triglicérides e glicemia de jejum elevada (o que caracteriza a <a title="Como convencer seu filho a praticar exercícios" href="http://www.diabeticool.com/como-convencer-seu-filho-a-praticar-exercicios/">resistência à insulina</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os segredos deletérios da gordura das &#8220;pêras&#8221;</strong></p>
<p>A gordura acumulada próxima às nádegas libera quantidades anormais de duas proteínas, chamadas de <strong>quemerina </strong>e <strong>omentina</strong>, de acordo com a nova pesquisa. Este tipo de gordura libera mais quemerina do que o normal, o que está relacionado com pressão alta, taxas elevadas de proteína C-reativa (um sinal de inflamação) e de triglicérides, resistência à insulina e níveis baixos do colesterol bom &#8211; todos estes fatores, como vimos, são extremamente prejudiciais à saúde. Já a omentina é liberada em menor quantidade, o que, por sua vez, está relacionado a altas taxas de triglicérides, glicemia nas alturas e baixo teor de HDL no sangue &#8211; características também nada positivas.</p>
<p>Em suma, os efeitos no corpo humano da gordura das &#8220;mulheres-pêra&#8221; é piorar &#8211; e muito! &#8211; os fatores de risco para a síndrome metabólica. Como conseqüência, estas mulheres correm riscos muito maiores de ter diabetes e doenças cardiovasculares.</p>
<p>Jialal explica: &#8220;Altos níveis de quemerina foram correlacionados com quatro das cinco características da síndrome metabólica e podem ser um biomarcador promissor para esta síndrome. Como [a quemerina] é também uma indicadora de inflamação e de resistência à insulina, ela pode acabar vir a sendo parte de um painel de biomarcadores para definir casos de obesidade de alto risco.&#8221; O cientista explica as implicações médicas de suas descobertas para o futuro: &#8220;Grandes estudos epidemiológicos futuros deverão focar na avaliação do papel da quemerina como biomarcador para o desenvolvimento do diabetes e de doenças cardiovasculares na síndrome metabólica.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tudo está perdido para as mulheres-pêra?</strong></p>
<figure id="attachment_2740" aria-describedby="caption-attachment-2740" style="width: 251px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class=" wp-image-2740    " alt="Pouco importa qual seja o seu tipo de fruta - o importante é manter-se saudável sempre!" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/mulher-rodeada-de-frutas-diabetes.jpg" width="251" height="169" /><figcaption id="caption-attachment-2740" class="wp-caption-text">Pouco importa qual é o seu tipo de fruta &#8211; o importante é manter-se sempre com a saúde em dia!</figcaption></figure>
<p>Apesar das novidades da pesquisa não trazerem boas notícias para quem acumula gordura na região inferior do corpo, elas são um importante alerta. Assim como em casos de pré-diabetes, nos quais um paciente consciencioso e que cuide bem da glicemia pode se curar sem problemas, as mulheres-pêra devem encarar as descobertas como um incentivo para cuidarem da saúde com todo o carinho e atenção. &#8220;A boa notícia do nosso trabalho é que, através da perda de peso, as pessoas podem reduzir os níveis de quemerina, além de diminuir os riscos de síndrome metabólica severa&#8221;, conta o professor Jialal. Portanto, é hora das frutas colocarem as mangas de fora e amadurecerem seu lado saudável!</p>
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		<title>Como é que é?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2012 19:02:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa garante que alimentos grelhados e assados &#8211; muitas vezes vistos como mais saudáveis &#8211; podem aumentar os riscos de diabetes e de gordura corporal. &#160; Que jogue a primeira pedra quem nunca comeu o famoso franguinho grelhado quando estava de regime! Comidas grelhadas, assim como as assadas, são consideradas boas para a saúde, particularmente &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa garante que alimentos grelhados e assados &#8211; muitas vezes vistos como mais saudáveis &#8211; podem aumentar os riscos de diabetes e de gordura corporal.</em></p>
<p><span id="more-1515"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/frango-grelhado-diabetes.jpg"></span> Houve um tempo em que o franguinho acima era sinônimo de saúde.
<p>&nbsp;</p>
<p>Que jogue a primeira pedra quem nunca comeu o famoso franguinho grelhado quando estava de regime! Comidas grelhadas, assim como as assadas, são consideradas boas para a saúde, particularmente porque não são besuntadas de óleo como as frituras. Mas uma nova pesquisa promete pôr em dúvida nossos conhecimentos alimentares. Segunda cientistas da <a title="A saudabilíssima dieta nojenta" href="http://www.diabeticool.com/a-saudabilissima-dieta-nojenta/">Escola de Medicina do Hospital Mount Sinai</a>, em Nova York, EUA, alimentos preparados em &#8220;calor seco&#8221;, como grelhados e assados, contêm uma substância que, além de promover o acúmulo de gordura no abdômen (pobre dieta&#8230;!), ainda aumenta os riscos de se desenvolver diabetes.</p>
<p>A substância em questão se chama <em><strong>metilglioxal</strong></em>. Cientistas alimentaram camundongos com ela e os resultados foram, inequivocamente, obesidade e diabetes. Os animaizinhos que não ingeriram o metilglioxal se saíram melhor nos testes, mantendo-se saudáveis.</p>
<h6>Explicação</h6>
<p>De acordo com os pesquisadores, substâncias como o metilglioxal diminuem a efetividade dos mecanismos de proteção do corpo humano que controlam as <strong>inflamações</strong>. Como se sabe, <a title="A cura pela drupa" href="http://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/">inflamações </a>têm íntima relação com a resistência à insulina, diabetes e demais doenças crônicas, como câncer, <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">artrite </a>e doenças cardíacas. Ou seja, ingerir alimentos ricos nestas substâncias aumentaria as chances de se ter diabetes.</p>
<p>A doutora Helen Vlassara, diretora da Divisão de Diabetes Experimental e Envelhecimento no Mount Sinai, explica: &#8220;O estudo demonstra como a ingestão prolongada de substâncias comuns nas comidas humanas e aparentemente inócuas, como o metilglioxal, podem reduzir defesas e comprometer a resistência natural contra doenças metabólicas. [&#8230;] As descobertas com camundongos são também bastante empolgantes porque nos forcem novas ferramentas, não apenas para estudo, mas também para que iniciemos a adoção de medidas preventivas ao diabetes, seja pela supressão de sua formação ou pelo bloqueio a absorção das substâncias com a nossa comida&#8221;.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><span class="removed_link" title="https://www.prbuzz.com/health-a-fitness/71069-mount-sinai.html"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></span></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sabe aquelas pesquisas científicas que ninguém acredita ou dá muita bola? Esta é uma delas. Em relação à comida, parece que cientistas nunca estão contentes em falar o que pode e o que não se pode comer. Ontem o ovo matava instantaneamente, amanhã o omelete será a panacéia humana. Chega uma hora que é difícil engolir asserções contraditórias. As pessoas pensam, e com certa razão: &#8220;Ora, se comer grelhado e assado desse diabetes, todos seríamos diabéticos!&#8221;. Pois é. É claro que a pesquisa acima exagera um pouco os efeitos do metilglioxal, administrado nos camundongos em dosagens impraticáveis na vida real. É bem sabido que algumas substâncias muito comuns, que todos nós comemos, podem resultar em doenças terríveis quando abusadas (quem come 50 pãezinhos franceses todos os dias, por exemplo, certamente terá sérios problemas de saúde devido ao exagero na ingestão de um de seus ingredientes &#8211; e disso ninguém duvida!)</strong>. <strong>No final das contas, vale a velha máxima da vovó: coma de tudo, mas com moderação.</strong></p>
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