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	<title>testosterona | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Prevenindo o diabetes com hormônio masculino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2013 12:17:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Wittert]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Adelaide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Australianos se preparam para lançar projeto de pesquisa multimilionário para determinar se a testosterona pode prevenir o diabetes tipo 2. Em um estudo que está sendo divulgado pela mídia da Austrália como &#8220;inédito no mundo&#8221;, pesquisadores daquele país tentarão determinar se o diabetes tipo 2 pode ser efetivamente prevenido em homens obesos &#8211; os quais &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Australianos se preparam para lançar projeto de pesquisa multimilionário para determinar se a testosterona pode prevenir o diabetes tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-2925"></span></p>
<p>Em um estudo que está sendo divulgado pela mídia da Austrália como &#8220;inédito no mundo&#8221;, pesquisadores daquele país tentarão determinar se o diabetes tipo 2 pode ser efetivamente <strong>prevenido</strong> em homens obesos &#8211; os quais correm enormes riscos de se tornarem diabéticos &#8211; através de um tratamento com <a title="Como evitar a “Doença da Cadeira”" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-doenca-da-cadeira/"><strong>testosterona</strong></a>. O trabalho, avaliado em dezenas de milhões de reais, envolve mais de mil e quinhentos homens e durará dois anos.</p>
<p>Até agora, os cientistas sabem que quando homens ganham muito peso na meia-idade, a produção de testosterona &#8211; o hormônio masculino &#8211; sofre uma queda drástica. Além disso, a obesidade aumenta os riscos do desenvolvimento do diabetes tipo 2. O que os pesquisadores pretendem determinar é se há alguma relação entre a menor produção de testosterona e o diabetes. Dependendo dos resultados, terapias de reposição hormonal poderão ser um novo tratamento contra ambas as condições.</p>
<p>&#8220;Acredita-se que taxas baixas de testosterona causam diabetes &#8211; e isso pode muito bem ser o caso. O que nós achamos que acontece é que, quando uma pessoa se torna <a title="Redução de estômago ajuda, mas não cura diabetes" href="http://www.diabeticool.com/reducao-de-estomago-ajuda-mas-nao-cura-diabetes/">obesa</a>, é isto que causa o risco de diabetes, mas os níveis pequenos de testosterona criam um efeito potencializador&#8221;, afirmou Gary Wittert, professor da Escola de Medicina da Universidade de Adelaide e líder do projeto. &#8220;Agora, se o melhor tratamento [para o diabetes] é a perda de peso, o que faria aumentar a testosterona, ou a administração da testosterona é a questão que nós vamos responder.&#8221;</p>
<p>Para tanto, a equipe de pesquisadores selecionou mais de 1500 homens obesos ou acima do peso, de idades entre cinqüenta e setenta e quatro anos. Nenhum deles têm diabetes, porém todos apresentam taxas de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia </a>maiores que o recomendado. Todos os voluntários passarão por programas de perda de peso e, a cada três meses, receberão uma dose de testosterona ou de um placebo. Eles terão sua saúde monitorada durante dois anos, a fim de determinar a incidência do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>.</p>
<p>&#8220;Nós sabemos que a testosterona está envolvida com a motivação e o desejo, então pode ser que o hormônio ajude no aumento da motivação e do desejo de participar corretamente do programa de perda de peso. Pode ser que funcione por aumentar a massa corporal magra e diminuir as gorduras. Ou, então, pode ter efeitos mais específicos na maneira pela qual os músculos utilizam o açúcar&#8221;, explicou Garry.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Motivações por trás do experimento</strong></p>
<p>Em tempos de crises globais, os efeitos econômicos na saúde pública que os resultados desta pesquisa podem trazer são também considerados pela equipe de cientistas. ONGs australianas estimam que, dos cerca de 23 milhões de habitantes do país, pelo menos 1 milhão já foi diagnosticados com o diabetes. Estes 4% do povo geram custos de mais de um bilhão de dólares aos cofres estatais todos os anos.</p>
<p>A preocupação com o aumento no número de casos de diabetes e obesidade no país preocupa as autoridades. De acordo com um recente levantamento, os maus hábitos alimentares e o sedentarismo seriam os vilões por trás destas tendências. Por exemplo, desde a década de 1970 até os dias atuais, o consumo médio de refrigerantes por pessoa no país subiu de 47 para 113 litros anuais. Neste mesmo período, aumentou em 70% o número de carros usados para ir ao trabalho nas principais capitais australianas.</p>
<p>&#8220;Dados os custos da doença para o sistema de saúde, dado o fato de que perder peso e ter um estilo mais saudável têm múltiplos benefícios e dado o fato de que a testosterona existe há muito tempo e é relativamente barata, este [tratamento] tem tudo para ser aplicado de maneira mais ampla&#8221;, disse o professor Wittert. &#8220;Além do mais, ter sistema através dos quais seja possível analisar a saúde das pessoas de maneira fácil pode também ser uma maneira de controlar mais eficientemente o diabetes no futuro&#8221;, completou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alemães chegaram primeiro</strong></p>
<p>Apesar dos australianos estarem empolgados com os futuros resultados do projeto e divulgarem-no como sendo sem precedentes na história científica, o <strong>Diabeticool</strong> já publicou uma matéria que relata um trabalho bastante similar (apesar de menor em escopo). Em setembro do ano passado, a matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/o-ciclo-testosterona-obesidade-diabetes/">O Ciclo Testosterona-Obesidade-Diabetes</a>&#8221; informava sobre os trabalhos do endocrinologista alemão Farid Saad, do laboratório Bayer HealthCare Pharmaceuticals. De acordo com a matéria, &#8220;em duas pesquisas correlatas, o cientista descobriu que a reposição hormonal “melhora o humor [e] reduz a fadiga, o que pode motivar o homem a aderir à dieta e exercícios para o combate à obesidade”; além disso, após acompanhar 115 homens em dieta e com pouca testosterona durante 5 anos, concluiu que, com reposição hormonal seguida de dieta e exercícios, eles conseguiram perder peso. A perda média foi de 16 quilos e a circunferência abdominal baixou de 107 para 98 centímetros.&#8221; A conclusão do alemão foi a de que o hormônio masculino poderia ser utilizado como tratamento para a obesidade e, como conseqüência, para o diabetes. Esperemos para ver se as conclusões dos australianos serão as mesmas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O ciclo testosterona-obesidade-diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2012 19:15:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Bayer HealthCare Pharmaceuticals]]></category>
		<category><![CDATA[disfunção erétil]]></category>
		<category><![CDATA[Farid Saad]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
		<category><![CDATA[meia idade]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[reposição hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[testosterona]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novas pesquisas ajudam a entender como a testosterona, a obesidade e o diabetes estão relacionados, além de sugerir soluções para os efeitos negativos desta união molecular. &#160; A partir dos 45 anos de idade, os homens passam a produzir menos testosterona, o hormônio masculino. Este é um dos principais motivos pelos quais eles, nessa idade, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novas pesquisas ajudam a entender como a testosterona, a obesidade e o diabetes estão relacionados, além de sugerir soluções para os efeitos negativos desta união molecular.</em></p>
<p><span id="more-1526"></span></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/schwarzenegger-ontem-hoje-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1528" title="schwarzenegger ontem hoje diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/schwarzenegger-ontem-hoje-diabetes.jpg" alt="" width="500" height="374" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/schwarzenegger-ontem-hoje-diabetes.jpg 500w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/schwarzenegger-ontem-hoje-diabetes-321x240.jpg 321w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir dos 45 anos de idade, os homens passam a produzir menos <strong>testosterona</strong>, o <a title="Lições sobre o Descobrimento da Insulina e do Hospital Geral de Toronto" href="http://www.diabeticool.com/licoes-sobre-o-descobrimento-da-insulina-e-do-hospital-geral-de-toronto-canada/">hormônio </a>masculino. Este é um dos principais motivos pelos quais eles, nessa idade, passam a ter menor apetite sexual, a <a title="Os efeitos sexuais do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-efeitos-sexuais-do-diabetes/" target="_blank">disfunção erétil</a> começa a dar as caras e sua massa muscular atrofia, dentre outros fatores. Como se a chegada da velhice não fosse lamentável o suficiente, <em>caso o homem seja obeso</em>, os efeitos da queda de produção da testosterona <em>aumentam</em>. Em especial se o acúmulo de gordura se concentrar na barriga. O problema se complica quando descobrimos que a diminuição de testosterona leva à piora da obesidade, assim como a obesidade também pode levar à diminuição da testosterona. Vamos colocar o diabetes no meio dessa história? Bem sabemos que a <a title="O pneuzinho diabético" href="http://www.diabeticool.com/o-pneuzinho-diabetico/" target="_blank">obesidade</a> é um dos principais fatores de risco para o diabetes. Recentemente, cientistas descobriram que pouca testosterona leva à resistência à insulina, o que pode resultar em diabetes. Portanto, considerando todos estes fatores, a equação da saúde do homem de meia idade que não se cuida fica mais ou menos assim: <em>menos testosterona = mais obesidade = mais diabetes</em>!</p>
<p>Este ciclo vicioso é exemplificado pelas grandes quantidades de gordinhos que, além da obesidade, produzem quantidades ainda menores do que o normal de testosterona. Para eles, é quase impossível perder peso. A não ser que passem por um tratamento de <strong>reposição hormonal</strong>, reabastecendo o corpo com testosterona. Foi o que anunciou o endocrinologista alemão Farid Saad, do laboratório Bayer HealthCare Pharmaceuticals. Em duas pesquisas correlatas, o cientista descobriu que a reposição hormonal &#8220;melhora o humor [e] reduz a fadiga, o que pode motivar o homem a aderir à dieta e exercícios para o combate à obesidade”; além disso, após acompanhar 115 homens em dieta e com pouca testosterona durante 5 anos, concluiu que, com reposição hormonal seguida de dieta e exercícios, eles conseguiram perder peso. A perda média foi de 16 quilos e a circunferência abdominal baixou de 107 para 98 centímetros.</p>
<p>De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, &#8220;<em>“A testosterona não é medicamento antiobesidade e a reposição só deve ser feita por quem tem baixa produção desse hormônio. O que a pesquisa mostra é que a reposição hormonal otimiza a melhora de peso, se estiver aliada à dieta e atividade física”, ressalta o endocrinologista João Eduardo Salles, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia</em>&#8220;.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,reposicao-hormonal-vira-arma-para-obesos,931924,0.htm" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
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