<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>quiz | Diabeticool</title>
	<atom:link href="https://www.diabeticool.com/tag/quiz/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.diabeticool.com</link>
	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Jan 2015 20:33:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Você sabe tanto sobre Diabetes quanto pensa?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/voce-sabe-tanto-sobre-diabetes-quanto-pensa/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/voce-sabe-tanto-sobre-diabetes-quanto-pensa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2014 11:26:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[quiz]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=8200</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ronaldo Wieselberg traz um Quiz para quem sabe tudo sobre diabetes! Muitos dos nossos leitores consideram que seu conhecimento em termos de diabetes é muito bom. Conhecimento esse que veio da leitura de artigos em sites confiáveis – tais como o Diabeticool! –, além do próprio conhecimento de causa – por terem diabetes ou terem &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/voce-sabe-tanto-sobre-diabetes-quanto-pensa/">Você sabe tanto sobre Diabetes quanto pensa?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ronaldo Wieselberg traz um Quiz para quem sabe tudo sobre diabetes!</em><span id="more-8200"></span></p>
<p><strong><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8208" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes.jpg" alt="quiz diabetes" width="600" height="308" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-415x213.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></strong></p>
<p>Muitos dos nossos leitores consideram que seu conhecimento em termos de diabetes é muito bom. Conhecimento esse que veio da leitura de artigos em sites confiáveis – tais como o <strong>Diabeticool</strong>! –, além do próprio conhecimento de causa – por terem diabetes ou terem alguém na família com diabetes.</p>
<p>Porém&#8230; será que sabemos o suficiente?</p>
<p>Convidamos, então, você leitor, para fazer o nosso teste! Serão 10 perguntas, a seguir, que você deve tentar responder da melhor maneira possível, e em seguida, verificar se respondeu corretamente. Cada resposta correta vale 1 ponto!</p>
<p>Vamos lá!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8202" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-facilimo.jpg" alt="quiz diabetes facilimo" width="600" height="100" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-facilimo.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-facilimo-415x69.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<ol>
<li><span style="color: #003366;"><strong>O que é diabetes?</strong></span></li>
</ol>
<p>De acordo com a IDF (Federação Internacional de Diabetes) e OMS (Organização Mundial da Saúde), o diabetes é um conjunto de doenças crônicas não transmissíveis, caracterizadas pela presença constante de hiperglicemias, que ocorrem quando não há produção suficiente de insulina, ou quando o corpo não consegue usar a insulina de forma adequada. Como resultado, essa hiperglicemia vai danificando os tecidos ao longo do tempo.<strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><span style="color: #003366;"><strong>Quantos tipos de diabetes existem atualmente?</strong></span></li>
</ol>
<p>Consideramos que existam três grandes grupos principais de diabetes: o <strong>diabetes tipo 1</strong>, que é autoimune, perfazendo cerca de 10% dos casos; o <strong>diabetes tipo 2</strong>, relacionado à obesidade, sedentarismo, estresse – de maneira geral, aos hábitos de vida pouco saudáveis –; e o <strong>diabetes gestacional</strong>, que acomete cerca de 7% das mulheres grávidas, e é causado, principalmente, devido aos hormônios produzidos durante a gravidez, que aumentam a resistência das células do corpo à ação da insulina – e que, inclusive, é fator de risco para o desenvolvimento de diabetes tipo 2 no futuro.</p>
<p>Além disso, temos outros tipos de diabetes: o <strong>diabetes LADA</strong>, cujo nome vem da sigla em inglês para “diabetes autoimune latente no adulto”, também chamado de “diabetes 1,5”, que também é causado por uma resposta autoimune do corpo, mas o desenvolvimento é bem mais lento, demorando bastante tempo para depender definitivamente da aplicação de insulina; o <strong>diabetes MODY</strong>, cujo nome vem da sigla para “<em>maturity-onset diabetes of the young</em>”, ou seja, um diabetes do adulto surgido no jovem, que tem origem genética – existem, até o momento em que esta resposta foi escrita, <em>seis subtipos de diabetes MODY</em>, cada um relacionado com um gene; o <strong>diabetes idiopático</strong>, que, em geral, acontece por alguma causa externa, e não pode ser encaixado em nenhum dos outros tipos, por exemplo, o diabetes surgido após uma pancreatite.</p>
<p>Existe, também, um outro tipo de diabetes que não tem nada a ver com a insulina: o <strong>diabetes insipidus</strong>, que tem a ver com a produção de hormônio antidiurético deficiente no organismo, o que leva a pessoa a beber muita água e urinar muito, porém, sem hiperglicemias.</p>
<p>Por fim, se somarmos, então, todos os tipos e subtipos de diabetes, descontando o insipidus, que não tem relação com a insulina, temos <strong>onze </strong>tipos de diabetes, atualmente. Lembrando que o número pode aumentar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8203" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-facil.jpg" alt="quiz diabetes facil" width="600" height="100" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-facil.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-facil-415x69.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Ufa! Vamos aumentar um pouquinho o nível de dificuldade das perguntas?</p>
<ol>
<li><span style="color: #003366;"><strong>Quais os resultados de uma glicemia controlada?</strong></span></li>
</ol>
<p>É importante ressaltar que depende de cada pessoa. De maneira geral, o resultado depende da idade e do momento do dia em que a glicemia é medida – e que o médico pode, junto com a equipe de saúde e junto com a pessoa com diabetes, definir as metas glicêmicas.</p>
<p>Porém, existem certos limites pré-concebidos para cada faixa etária, para facilitar a definição dessas metas individuais. De acordo com as diretrizes da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), ADA (American Diabetes Association) e ISPAD (International Society for Pediatric and Adolescent Diabetes), juntamente com a IDF, estas metas são as seguintes:</p>
<ul>
<li>Para pessoas até 19 anos, a glicemia em jejum deve estar entre 90mg/dl e 145mg/dl, e a glicemia pós-prandial (duas horas após a refeição) deve estar entre 90mg/dl e 180mg/dl;</li>
<li>Para adultos acima de 19 anos, a glicemia de jejum deve estar entre 70mg/dl e 130mg/dl, e a glicemia pós prandial deve estar abaixo de 160mg/dl;</li>
<li>Para grávidas com diabetes tipo 1, a glicemia em jejum deve estar entre 60mg/dl e 99mg/dl, e a glicemia pós-prandial deve estar entre 100mg/dl a 129mg/dl;</li>
<li>Para grávidas com diabetes gestacional, a glicemia de jejum deve estar abaixo de 95mg/dl e a glicemia pós-prandial deve estar abaixo de 120mg/dl;</li>
<li>Para idosos fragilizados, a glicemia de jejum deve estar abaixo de 150mg/dl e a glicemia pós-prandial deve estar abaixo de 180mg/dl.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><span style="color: #003366;"><strong>Como devemos tratar uma hipoglicemia?</strong></span></li>
</ol>
<p>Ao contrário do que se possa imaginar, não devemos comer doces para tratar hipoglicemias. Bem, hipoglicemias são consideradas quando o valor da glicemia cai abaixo de 70mg/dl, e o tratamento envolve aumentar a glicemia o mais rápido possível para mais de 70mg/dl. É importante, porém, <strong>não aumentar demais a glicemia, de maneira a causar uma hiperglicemia</strong>, que seria tão ruim quanto.</p>
<p>De maneira geral, o tratamento pode ser resumido como “<em>regra dos 15</em>”, ou seja, a ingestão de 15g de carboidratos simples – no caso, quatro bolachas cream-cracker, meio copo de suco de laranja, meio copo de refrigerante não-dietético, um sachê de glicose, cinco sachês de mel, cinco torrões de açúcar ou duas colheres de sopa de açúcar – e a espera de 15 minutos para realizar um novo teste de glicemia, e verificar se a glicemia voltou ao normal.</p>
<p>Quando a glicemia está abaixo de 45mg/dl, muitos profissionais indicam dobrar a quantidade de carboidrato ingerido – no caso, 30g – para evitar uma recaída. A medição depois de 15 minutos, então, é ainda mais importante nestes casos.</p>
<p>No caso de <a title="Diabetes e Direção: leis aumentam perigo no trânsito" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-direcao-leis-aumentam-perigo-no-transito/">hipoglicemias severas</a>, o tratamento envolve a aplicação do Glucagon, o hormônio contrário à insulina, ligar imediatamente para o serviço de emergência (192/193, no Brasil) e para o médico da pessoa. Alternativamente, na falta do Glucacon, é possível colocar, aos poucos, o conteúdo do sachê de glicose entre a parte interna das bochechas e os dentes, <strong>NUNCA</strong> na região da língua ou administrando qualquer coisa por via oral, uma vez que a pessoa pode engasgar. No caso de convulsões, <strong>JAMAIS </strong>colocar nada na boca, principalmente por segurança, uma vez que a pessoa convulsionando pode, involuntariamente, morder quem está tentando ajudar, e o problema pode ficar ainda maior. Depois de cerca de 5 minutos da administração do glucagon, a pessoa em geral retoma a consciência. Medir a glicemia, mesmo antes da aplicação do glucagon, é necessário para confirmar se a pessoa está ou não em hipoglicemia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8204" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-medio.jpg" alt="quiz diabetes medio" width="600" height="100" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-medio.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-medio-415x69.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Não teve problemas até aqui com as perguntas? Vamos, então, dificultar mais um pouquinho&#8230;</p>
<ol>
<li><span style="color: #003366;"><strong>O que é a “hemoglobina glicada” (A1c)?</strong></span></li>
</ol>
<p>O exame de <a title="Hemoglobina Glicada (glicosilada)" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> – chamada de A1c em alguns lugares, ou simplesmente “glicada” – é um exame que se faz a partir de uma amostra de sangue. De acordo com a glicemia da pessoa, existe uma ligação química – chamada “glicação” – entre as moléculas de glicose e as moléculas de hemoglobina, que estão presentes nas hemácias – as células que levam o oxigênio pelo sangue.</p>
<p>Dessa forma, o exame vai verificar a quantidade de glicações existem, e essa quantidade será transformada num percentual, disponível no resultado do exame. Assim, quanto maior a <em>média</em> da glicemia, maior o resultado da hemoglobina glicada – e, sim, caso haja muitas hipoglicemias e muitas hiperglicemias, o resultado da glicada pode ser <em>falsamente alterado</em>, uma vez que ele verifica a glicemia <em>média</em>.</p>
<p>Da mesma maneira que a glicemia, existem faixas esperadas para a hemoglobina glicada se mostrar “controlada”, dependentes da idade da pessoa, e particulares para cada pessoa conforme a orientação da sua equipe de saúde. De acordo com a SBD, ADA, ISPAD e IDF, temos as seguintes metas para a glicada:</p>
<ul>
<li>Para pessoas com menos de 19 anos, a glicada deve estar abaixo de 7,5%;</li>
<li>Para adultos com mais de 19 anos, a glicada deve estar abaixo de 7,0%;</li>
<li>Para grávidas com diabetes tipo 1, a glicada deve estar abaixo de 6,0%;</li>
<li>Para idosos fragilizados, a glicada deve estar entre 7,0% e 8,0%.</li>
</ul>
<p>Até algum tempo atrás, preconizava-se que a glicada de crianças poderia ficar abaixo de 8%, de maneira a evitar hipoglicemias que as crianças não saberiam informar. Porém, de acordo com a ADA, não existem, de maneira geral, indícios de problemas ao estipular o valor de 7,5% para a glicada de crianças, apresentando baixa quantidade de hipoglicemias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><span style="color: #003366;"><strong>Quais as complicações que podem surgir do diabetes mal-controlado?</strong></span></li>
</ol>
<p>As principais complicações que podem surgir são a retinopatia, a nefropatia, as vasculopatias e a neuropatia periférica, que acabam trazendo a maioria dos outros problemas.</p>
<p>A retinopatia é uma complicação que ocorre nos olhos, e ocorre porque os microvasos dos olhos sofrem muito com as alterações da glicemia, da pressão arterial e da quantidade de gordura – colesterol e triglicérides – no sangue. Assim, por vezes estes microvasos não suprem a quantidade de sangue necessária para os olhos, prejudicando imensamente a visão. De maneira geral, se detectadas precocemente, podemos evitar a perda da visão, e por isso, anualmente, devemos fazer o exame de fundo de olho, com a pupila dilatada.</p>
<p>A nefropatia é a complicação que atinge os rins. Além de a glicose elevada, por si só, afetar os vasos sanguíneos do corpo inteiro (inclusive os vasos sanguíneos que irrigam os rins), ela também altera a membrana basal dos glomérulos – que é o “papel de filtro” do nosso organismo, localizado nos rins –, causando uma lesão bastante característica.  Para detectar esse tipo de complicação, em geral são pedidos exames como a excreção urinária de albumina, a razão entre a albumina e a creatina, e a microalbuminúria.</p>
<p>É importante lembrar que, como os rins e os olhos são os órgãos mais sensíveis à variação da glicose, muitas vezes, ao detectarmos uma complicação em um destes órgãos, em geral, o outro também já está com algum grau de complicação.</p>
<p>As vasculopatias podem ser consideradas o começo de todas as complicações, uma vez que elas são as complicações que atingem os vasos sanguíneos. A glicemia alterada pode afetar a eslasticidade e a integridade dos vasos sanguíneos, alguns tão finos quanto fios de cabelo. E aí, podem surgir a maioria das outras complicações. Colesterol e triglicérides elevados e pressão alta também são fatores de risco para que surjam não apenas as vasculopatias, mas também os problemas cardíacos, nos quais o diabetes também tem influência.</p>
<p>As neuropatias são as complicações que afetam os nervos. Como vimos anteriormente, as vasculopatias afetam vários microvasos, muitos deles alimentando nervos. Assim, os nervos, sem oxigênio e glicose chegando de maneira adequada, acabam perdendo sua função, e surgem os sintomas das neuropatias: perda de sensibilidade em mãos e pés, dormências, disfunção erétil em homens, perda da lubrificação em mulheres, incontinência urinária, dificuldade de digestão&#8230;</p>
<p>A combinação dessas complicações pode ser bem ruim. <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">Pé diabético</a> é o exemplo mais conhecido, no caso em que uma neuropatia, que leva à perda de sensibilidade, faz com que um machucado passe despercebido e, devido à vasculopatia, a cicatrização e recuperação do machucado demora muito mais, podendo infeccionar e levar à amputação. Anualmente, todas as pessoas com diabetes devem passar por um exame detalhado dos pés.</p>
<p>Doenças periodontais também são motivo de atenção em quem tem diabetes. A saúde bucal inadequada – deixar de escovar os dentes ao menos depois das refeições e passar o fio dental – pode levar às doenças periodontais – por exemplo, a gengivite – e tanto as pessoas que têm doenças periodontais e diabetes têm maior chance de ter o controle glicêmico alterado, quanto as pessoas que têm o controle glicêmico alterado têm chances de desenvolverem doenças periodontais – aumentando a chance de outras complicações, ou ainda outras doenças!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8205" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-dificil.jpg" alt="quiz diabetes dificil" width="600" height="100" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-dificil.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-dificil-415x69.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Agora, vamos para a parte em que apenas os fortes aguentam&#8230;! Boa sorte!</p>
<ol>
<li><span style="color: #003366;"><strong>O que é <em>acantose nigricans</em>?</strong></span></li>
</ol>
<p>Acantose nigricans, ou acantose nigricante, é um sinal de resistência das células à ação da insulina – rotineiramente chamada de “resistência insulínica”, e desde 1976 é conhecida sua associação com o diabetes tipo 2. Associações muito, mas MUITO mais raras são feitas com alguns tipos de tumores.</p>
<p>Apresenta-se como o escurecimento de determinadas áreas do corpo – principalmente axilas, virilha, nuca, sulco abaixo das mamas nas mulheres e dobras corporais, de maneira geral. Em crianças, esse sinal é frequentemente confundido com “sujeira” ou “falta de banho”, dificultando o diagnóstico de diabetes tipo 2 na infância.</p>
<p>Ela acontece devido ao excesso de insulina produzida para combater a resistência insulínica do corpo inteiro. Essa insulina em excesso acaba estimulando receptores nas células da pele, que levam à proliferação dos queratinócitos (células que produzem a queratina, substância que impermeabiliza a pele) e dos fibroblastos da derme, que são as células que auxiliam na composição da matriz da pele.</p>
<p>De maneira geral, a acantose nigricans não é maligna, e regride com o controle do diabetes e redução da resistência insulínica através de dieta saudável e atividade física.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><span style="color: #003366;"><strong>Como podemos diferenciar o diabetes tipo 1 do tipo 2?</strong></span></li>
</ol>
<p>Agora que sabemos que existem muitos tipos de diabetes, é importante saber diferenciar esses tipos. A diferenciação entre os dois maiores grupos é feita baseando-se em achados clínicos – ou seja, da própria consulta médica – e laboratoriais – portanto, com exame de sangue.</p>
<p>Nos achados clínicos, de maneira geral, o diabetes tipo 1 é mais frequente na infância – porém, existem relatos de casos diagnosticados em pessoas com mais de 90 anos!!! – e sintomático, com rápida perda de peso, muita fome, muita sede, e muita urina produzida. A pessoa pode apresentar <a title="O que é cetoacidose?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-cetoacidose/">cetoacidose diabética</a>, uma complicação aguda bastante comum quando temos a glicemia alterada por longos períodos. Já no diabetes tipo 2, metade dos pacientes não apresentam sintomas, e podem apresentar a <em>acantose nigricans</em>, mencionada anteriormente. A complicação aguda mais comum é o coma hiperosmolar não-cetótico, bem diferente da cetoacidose.</p>
<p>Nos achados laboratoriais, podemos dosar o peptídeo C, os anticorpos anti-GAD (descarboxilase do ácido glutâmico), anti-ilhota (ICA) e anti-insulina (IAA). O peptídeo C, em quem tem diabetes tipo 1, está baixo, e temos a presença dos três anticorpos citados (anti-GAD, ICA e IAA). Já no diabetes tipo 2, o peptídeo C está normal ou elevado, e não temos a presença dos anticorpos.</p>
<p>O peptídeo C é uma “sobra” da produção da insulina, que dura mais na corrente sanguínea, sendo utilizado para verificar se há ou não produção de insulina. Com o passar o tempo, a produção de insulina em uma pessoa com diabetes tipo 2 também cai, e portanto, o valor do resultado do peptídeo C também vai cair. Os anticorpos também aparecem no diabetes LADA, e a diferenciação entre eles é bastante clínica, conforme o tempo de evolução.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8206" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-dificilimo.jpg" alt="quiz diabetes dificilimo" width="600" height="100" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-dificilimo.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/quiz-diabetes-dificilimo-415x69.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Prepare-se! Estas são as perguntas mais difíceis que temos!</p>
<ol>
<li><span style="color: #003366;"><strong>Por que o uso de agonistas incretínicos – como o Byetta e o Victoza – costumam dar náuseas?</strong></span></li>
</ol>
<p>Os medicamentos incretinomiméticos – como também são chamados – “imitam” a ação de uma substância chamada GLP-1, um tipo de incretina produzida pelo trato gastrointestinal. O GLP-1 atua no pâncreas, levando a uma maior produção de insulina, e no cérebro, aumentando a saciedade e diminuindo o estímulo para o esvaziamento do estômago.</p>
<p>Ao diminuir a velocidade com a qual o estômago é esvaziado, temos o acúmulo do bolo alimentar, e uma sensação de empachamento e desconforto gástrico. Essa informação é enviada para o cérebro, e o reflexo decorrente disso é a náusea.</p>
<p>Quando surge esse efeito colateral, em geral, o médico pode suspender o agonista incretínico e substituí-lo por um inibidor da enzima DPP-4, como o Januvia, Galvuz, Onglyza ou o Trayenta, que atuam “parando” a substância que degrada as incretinas produzidas pelo corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><span style="color: #003366;"><strong>Como se dá o transporte de glicose no corpo, com o auxílio da insulina?</strong></span></li>
</ol>
<p>Ao contrário do que possa parecer, a insulina não é um “carregador” de glicose para dentro da célula. Ela é muito mais uma “chave” que pode abrir a porta das células para que a glicose entre.</p>
<p>A insulina na corrente sanguínea se liga aos receptores de insulina nas células – principalmente células musculares, cardíacas e do tecido adiposo (que estoca gordura) – e, por meio de uma sinalização em cascata mediada por quinases, faz com que microvesículas com os transportadores GLUT-4 – “transportadores de glicose tipo 4” – sejam deslocadas do ambiente intracelular para a membrana, permitindo que a glicose passe do meio extracelular para o meio intracelular de maneira facilitada. Sem insulina, não há meio de as vesículas contendo o GLUT-4 se fundirem à membrana das células, e assim, não há maneira de a glicose entrar facilmente na célula.</p>
<p>Em outras células do corpo, temos outros transportadores de glicose, de tipos diferentes, que não usam a insulina. Por exemplo, nas hemácias – células vermelhas do sangue, que transportam o oxigênio na hemoglobina – temos o transportador GLUT-1, que permite a entrada de glicose para parte do metabolismo celular (e é aqui que ocorre a formação da hemoglobina glicada!). No fígado, temos os transportadores GLUT-2, que são utilizados para a síntese de colesterol e triglicérides por parte do fígado e armazenamento de glicose na forma de glicogênio. O cérebro tem o receptor GLUT-3, que capta a glicose da corrente sanguínea sem precisar do auxílio da insulina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Resultado</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>                </strong>Conte a sua pontuação! Como mencionado anteriormente, cada acerto vale um ponto!<strong> </strong></p>
[yop_poll id=&#8221;1&#8243;]
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #003366;">1-3 pontos</span> – </strong>Tudo bem, ninguém nasce sabendo tudo. Fique ligado nas publicações do <strong>Diabeticool</strong> e entenda mais sobre o diabetes!</p>
<p><strong><span style="color: #003366;">4-6 pontos</span> – </strong>Você parece saber bastante sobre o diabetes, mas ainda há muito a saber!</p>
<p><strong><span style="color: #003366;">7-9 pontos</span> – </strong>Muito bom, você sabe mais do que a grande maioria das pessoas. Entenda mais sobre o diabetes e ajude aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de aprender!</p>
<p><strong><span style="color: #003366;">10 pontos</span> – </strong>Parabéns! Não se deixe iludir pelo resultado do nosso teste – ainda existe muita coisa para sabermos sobre o diabetes – o conhecimento cresce a cada dia!</p>
<p>Ficou com dúvidas em alguma das questões? Tem outras dúvidas sobre diabetes? Não perca tempo! Escreva a sua dúvida para a gente em <a href="http://www.diabeticool.com/tire-suas-duvidas-sobre-diabetes/">http://www.diabeticool.com/tire-suas-duvidas-sobre-diabetes/</a> e receba a resposta diretamente no seu email!</p>
<p>Forte abraço, e até a próxima!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="border: 2px solid #6e7f88; padding: 10px; background-color: #b8d4e2;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong>Ronaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
<div style="border: 2px solid #6e7f88; padding: 10px; background-color: #dbe9f0;"><strong>+ <span style="color: #008080;">Quer ler todos os</span> <span style="color: #008080;">textos de Ronaldo Wieselberg</span>? <a href="http://www.diabeticool.com/?p=7247">CLIQUE AQUI</a>!</strong></div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/voce-sabe-tanto-sobre-diabetes-quanto-pensa/">Você sabe tanto sobre Diabetes quanto pensa?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/voce-sabe-tanto-sobre-diabetes-quanto-pensa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
