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	<title>Portugal | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Nova caneta de insulina reutilizável para pessoas com diabetes tipo 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2014 13:11:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sanofi lança em Portugal a JuniorSTAR, com visor grande e que permite reutilizar a insulina. A Sanofi acaba de lançar em Portugal a JuniorSTAR, uma nova caneta de insulina reutilizável que marca de meia em meia unidade e que pode ser utilizada com Lantus (glargina de insulina), Apidra (insulina glulisina) ou Insuman (insulina humana recombinante). &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sanofi lança em Portugal a JuniorSTAR, com visor grande e que permite reutilizar a insulina.</em><span id="more-7526"></span></p>
<p>A Sanofi acaba de lançar em Portugal a JuniorSTAR, uma nova <a title="“Fiquei livre das injeções diárias de insulina”, diz jovem escritor com diabetes" href="http://www.diabeticool.com/fiquei-livre-das-injecoes-diarias-de-insulina-diz-jovem-escritor-com-diabetes/">caneta de insulina </a>reutilizável que marca de meia em meia unidade e que pode ser utilizada com <a title="Qual é o melhor horario para se aplicar a LANTUS?" href="http://www.diabeticool.com/qual-e-o-melhor-horario-para-se-aplicar-a-lantus/">Lantus</a> (glargina de insulina), Apidra (insulina glulisina) ou Insuman (insulina humana recombinante).</p>
<p>Permitindo a marcação de 1 a 30 unidades por injecção, com incrementos de meia em meia unidade, a JuniorSTAR é uma caneta leve e de fácil utilização com um visor de dosagem grande e com sistema de remarcação de dose simples que evita o desperdício de insulina. A JuniorSTAR foi desenvolvida e é fabricada pelo parceiro da Sanofi, Haselmeier GmbH, em Estugarda (<em>Stuttgart</em>), na Alemanha.</p>
<p>Guida Rebelo, product manager da área da Diabetes na Sanofi Portugal, afirma que «é com grande satisfação que lançamos em Portugal a JuniorSTAR, uma caneta concebida para todas as pessoas com diabetes tipo 1, em particular os mais <a title="Diabetes tipo 1 aumenta entre os jovens" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-1-aumenta-entre-os-jovens/">jovens</a>, pois sabemos que incidência da doença está a aumentar neste grupo, o seu aparecimento é cada vez mais precoce e esta população pelas suas características (idade, peso e fase da puberdade em que se encontram) podem ser muito sensíveis a pequenas variações de insulina».</p>
<p>«A caneta de meia unidade pode proporcionar uma maior flexibilidade no atingimento das doses ideais de insulina em crianças com DMT1, proporcionando a individualização do tratamento neste grupo de doentes. Esta nova caneta é fácil de utilizar e permite a administração de pequenas doses de insulina, adaptadas às crianças com pouco peso, evitando assim o desperdício», acrescenta.</p>
<p>As canetas com marcação de meia em meia unidade proporcionam uma flexibilidade na obtenção de doses de insulina apropriadas, especialmente nos jovens doentes com diabetes tipo 1.</p>
<p>A JuniorSTAR foi testada por pessoas com diabetes tipo 1 (com idades entre os 6 e os 18 anos), pais e enfermeiros num survey não comparativo com 167 utilizadores de canetas de insulina, de cinco países europeus:<br />
&#8211; 81% dos doentes/pais e 86% dos enfermeiros concordaram que é fácil de transportar no dia-a-dia, devido ao seu peso reduzido (aproximadamente 34 gramas).<br />
&#8211; 98% dos doentes/pais e 94% dos enfermeiros concordaram que é de fácil leitura, devido ao seu visor de dosagem grande e com números legíveis.<br />
&#8211; Além disso, 91% dos pais/doentes e 89% dos enfermeiros concordaram que a marcação era fácil devido ao seu carregador simples que permite remarcações, uma característica que evita o desperdício de insulina.<br />
&#8211; De um modo geral, 93% dos participantes no inquérito concordaram com a sua facilidade de utilização.</p>
<p>Um número crescente de pessoas com diabetes tipo 1 é diagnosticado em todo o mundo, com idades cada vez menores.</p>
<p>A JuniorSTAR cumpre a nova norma ISO 11608-1 2012, passou em todos os requisitos de robustez e precisão de dose, e vai estar disponível em Portugal em duas cores diferentes (azul, e prateado) para flexibilidade e diferenciação do tipo de insulina.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=700110">Diário Digital</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/nova-caneta-de-insulina-reutilizavel-para-pessoas-com-diabetes-tipo-1/">Nova caneta de insulina reutilizável para pessoas com diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes: a prevenção é possível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 11:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal posiciona-se entre os países europeus que registam uma das mais elevadas taxas de prevalência da diabetes. Em 10 anos, o número de casos aumentou 80%. Atualmente, 12,7% dos portugueses entre os 20 e os 79 anos são diabéticos. &#8220;A diabetes é um dos mais preocupantes problemas de saúde pública em Portugal e no mundo. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[Um bom controlo da diabetes pode, em larga medida, evitar ou atenuar complicações. Foto: photoeditorvision/Flickr
<p>Portugal posiciona-se entre os países europeus que registam uma das mais elevadas taxas de prevalência da diabetes. Em 10 anos, o número de casos aumentou 80%. Atualmente, 12,7% dos portugueses entre os 20 e os 79 anos são diabéticos.</p>
<p>&#8220;A diabetes é um dos mais preocupantes problemas de saúde pública em Portugal e no mundo. Boa parte da preocupação é dirigida ao seu potencial de prevenção, pois sabemos que com algumas medidas simples, embora nem sempre fáceis, será possível evitar muitos dos casos de diabetes e, uma vez esta presente, muitas das suas temidas consequências&#8221;, explica Pedro Melo, médico endocrinologista.</p>
<p>Sabe-se, por exemplo, que perto de 90% da população com diabetes apresenta <a title="Ganho de gordura abdominal pode aumentar o risco de diabetes" href="http://www.diabeticool.com/ganho-de-gordura-abdominal-pode-aumentar-o-risco-de-diabetes/">excesso de peso</a> ou obesidade (estudo PREVADIAB). Verifica-se, ainda, que uma pessoa obesa apresenta um risco três vezes superior de desenvolver diabetes do que uma pessoa com peso normal. Mas desengane-se quem pensa que esta doença é sinónimo de excesso de peso.</p>
<p>Esta doença deve-se a &#8220;um conjunto complexo de alterações metabólicas que envolvem défice de produção da insulina, ou produção insuficiente de insulina face às necessidades do organismo, ou desregulação de outras hormonas que contrariam a ação da insulina. Se os níveis de insulina não são suficientes para as necessidades, existe um aumento dos níveis de glicemia no sangue&#8221;.</p>
<p>O que provoca o aumento da glicose no sangue é uma discrepância entre a insulina segregada pelas células beta dos <a title="Você receberia transplante de um animal para curar seu diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/voce-receberia-transplante-de-um-animal-para-curar-seu-diabetes/">ilhéus de Langerhans</a> do pâncreas e as necessidades do organismo, em função da glicose no sangue, proveniente dos alimentos que ingerimos.</p>
<p>O problema é que &#8220;ninguém vive sem insulina. Sem insulina, a glicose não entra nas células. A glicose é fonte de energia das células. Se não houver insulina, as células não funcionam e morrem&#8221;.</p>
<p>Muitas vezes, porém, a diabetes, sobretudo a de tipo 2, não atinge níveis de glicemia que deem sintomas, o que contribui para o seu diagnóstico tardio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As complicações</strong></p>
<p>Como explica o especialista, a diabetes é diagnosticada &#8220;através de alterações nos níveis de glicemia, designadamente uma glicemia em jejum, numa prova designada por prova de tolerância à glicose oral ou por um parâmetro analítico que é a hemoglobina glicada (A1c). Um valor único, a menos que haja sintomas, não serve para diagnosticar&#8221;.</p>
<p>Sendo a diabetes caracterizada por níveis glicémicos elevados, diz o endocrinologista, &#8220;os órgãos e tecidos são expostos a este excesso de glicose, desenvolvendo um conjunto de alterações que se enquadram no que designamos por complicações crónicas. Muitas vezes esta é, infelizmente, a face visível da diabetes, que se manifesta em situações como: <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">doença cardiovascular</a> (como, por exemplo, o enfarte do miocárdio), doença cerebrovascular (como os acidentes vasculares cerebrais, comummente chamadas &#8216;tromboses&#8217;), doença vascular periférica (levando a problemas de irrigação sanguínea nos membros inferiores que podem levar a lesões graves), nefropatia (doença renal da diabetes), neuropatia (doença que geralmente afeta os nervos periféricos e que pode provocar perda de sensibilidade, entre outras alterações), ou retinopatia (doença ocular que, se não controlada, pode causar perda de visão)&#8221;.</p>
<p>Mas o que é mais relevante nestas complicações é que um bom controlo da diabetes pode, em larga medida, evitar ou atenuar estas complicações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diabetes 1 ou 2</strong></p>
<p>Embora existam múltiplas formas de diabetes, as mais comuns podem ser classificadas em duas categorias principais: tipo 1 e tipo 2. &#8220;A <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> (que anteriormente foi designada por insulinodependente) caracteriza-se por uma destruição, habitualmente de tipo autoimune, mas que poderá ser idiopática (sem causa conhecida), das células produtoras de insulina. Quando isto acontece, o organismo é incapaz de produzir insulina ou produz muito menos do que seria necessário&#8221;, esclarece Pedro Melo.</p>
<p>Já na <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>, &#8220;em fases iniciais da doença, a produção de insulina até pode ser superior ao normal, mas as necessidades estão muito aumentadas. Os estudos apontam para que a própria célula beta se encontre disfuncional pelo que, com a progressão da doença, a mesma entra em falência&#8221;.</p>
<p>Em fases iniciais, &#8220;a dieta e atividade física regular podem ser suficientes para controlar a doença, embora seja pertinente iniciar simultaneamente um fármaco. Nunca é de mais sublinhar a importância do estilo de vida adequado, e da sua correção, pois o mesmo pode fazer &#8211; e faz muitas vezes &#8211; a diferença entre ter ou não ter diabetes, e entre ter uma diabetes que é apenas um diagnóstico sem outras consequências ou ter uma doença grave, incapacitante e potencialmente fatal&#8221;.</p>
<p>Num segundo passo na abordagem terapêutica, &#8220;quando se verifica que o controlo continua insuficiente ou se agravou, pode ser preciso recorrer a mais medicação específica e, em certos casos, ao uso da insulina&#8221;.</p>
<p>A este propósito &#8220;torna-se fundamental gerir as expectativas, dos médicos e dos doentes, com alguma tranquilidade, pois sabemos que muitos tratamentos só fazem sentido num número restrito de pessoas, outros são claramente experimentais e podem nunca ser disponibilizados, outros ainda vão demorar bastante tempo a estarem prontos para uma utilização mais alargada&#8221;.</p>
<p>Assim sendo, e enquanto se espera pelos novos desenvolvimentos, &#8220;é fundamental adotar uma perspetiva realista, ainda que com justificado otimismo, mas, sobretudo, mantendo a diabetes o mais controlada possível de forma a evitar o aparecimento ou o agravamento das suas complicações&#8221;.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://jpn.c2com.up.pt/2013/12/03/diabetes_a_prevencao_e_possivel_.html">JPN</span></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-a-prevencao-e-possivel/">Diabetes: a prevenção é possível</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Portugal: mortes por diabetes bateram o recorde em 2012</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/portugal-mortes-por-diabetes-bateram-o-recorde-em-2012/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2013 11:00:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O número de pessoas que morreram com diabetes em Portugal atingiu o maior valor de sempre em 2012, com um registo de 13 óbitos diários, segundo o relatório do Observatório Nacional da Diabetes. No mesmo ano aumentou também o número de amputações associadas à doença, invertendo a tendência de redução que se verificava nos últimos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><em>O número de pessoas que morreram com diabetes em Portugal atingiu o maior valor de sempre em 2012, com um registo de 13 óbitos diários, segundo o relatório do Observatório Nacional da Diabetes.<span id="more-5946"></span></em><br />
<img loading="lazy" class="aligncenter" alt="" src="http://www.acorianooriental.pt/image_cache/images/view/_video/3560.jpg" width="540" height="360" /></div>
<div>
<p>No mesmo ano aumentou também o número de <a title="Aprovado projeto para tratamento grátis de amputações por diabetes" href="http://www.diabeticool.com/aprovado-projeto-para-tratamento-gratis-de-amputacoes-por-diabetes/">amputações</a> associadas à doença, invertendo a tendência de redução que se verificava nos últimos anos, de reinternamentos e de novos casos entre crianças e jovens com menos de 14 anos.</p>
<p>Segundo o documento, em 2012 morreram 4.867 pessoas devido à diabetes, um recorde absoluto de mortes por esta doença, que tinham diminuído entre 2010 (4.744) e 2011 (4.536).</p>
<p>No que respeita à mortalidade hospitalar, o observatório sublinha que um em cada quatro óbitos nas unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) foi de uma pessoa com diabetes.</p>
<p>O relatório aponta para uma perda de sete anos de vida por cada óbito na população com idade inferior a 70 anos.</p>
<p>O número de amputações major (do <a title="Alimentação correta e exercícios são fundamentais para prevenir a diabetes" href="http://www.diabeticool.com/alimentacao-correta-e-exercicios-sao-fundamentais-para-prevenir-a-diabetes/">pé</a> ou do membro inferior) também aumentou, contrariando a tendência de diminuição verificada nos últimos anos, com enfoque em 2011, ano em que se registou a maior redução de amputações da última década (-11%).</p>
<p>Relativamente ao número de novos casos de diabetes, continua a aumentar, tal como se vem verificando nos últimos dez anos, com uma taxa de crescimento médio anual de 3,8%, de 377 por cada 100 mil indivíduos (em 2000) para entre 500 e 900 (em 2012).</p>
<p>Quanto à prevalência da doença em 2012, foi de 12,9% (um ligeiro aumento face aos 12,7% do ano anterior) da população com idades entre os 19 e os 79 anos, o que corresponde a mais de um milhão de pessoas.</p>
<p>O documento revela ainda “um aumento significativo” na taxa de reinternamentos, tendo quase duplicado nos últimos três anos (14,1% em 2009 contra 27,4% em 2012).</p>
<p>Outro dado apontado pelo relatório é a incidência da diabetes tipo 1 nas crianças e jovens até aos 19 anos, que tem aumentado nos últimos dez anos (3.200 casos em 2012).</p>
<p>O observatório realça contudo que foi na faixa mais jovem (até aos 14 anos) que se detetou o maior número de novos casos de diabetes tipo 1 (19,7 novos casos por 100 mil crianças da mesma idade), valor que ultrapassa os 16,3 novos casos registados em 2011 e bastante superior ao registado em 2003.</p>
<p>Ainda segundo os dados do observatório, mais de uma em cada dez pessoas em Portugal tem diabetes, mas quase metade (44%) ainda não estão diagnosticadas.</p>
<p>A <a title="Cresce incidência de hipertensão e pré-diabetes entre indígenas do Xingu" href="http://www.diabeticool.com/cresce-incidencia-de-hipertensao-e-pre-diabetes-entre-indigenas-do-xingu/">prevalência</a> é bastante maior entre os homens (15,4%) do que entre as mulheres (10,6%), e perto de metade da população portuguesa (39,6%) já tem diabetes ou está em risco de a desenvolver.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.acorianooriental.pt/noticia/mortes-por-diabetes-bateram-o-recorde-em-2012-1">Açoriano Oriental</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Atleta portuguesa com diabetes representa Portugal em maratona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2013 11:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[atleta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez uma atleta portuguesa portadora de um dispositivo médico vai participar na Maratona Medtronic Twin Cities, em Minneapolis, nos EUA, no percurso dos 42 quilómetros, amanhã, domingo, 6. Ana Luísa Vaz, natural de Évora, diabética há 15 anos e portadora de uma bomba de insulina, é uma das 25 pessoas selecionadas mundialmente para &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez uma atleta portuguesa portadora de um dispositivo médico vai participar na Maratona Medtronic Twin Cities, em Minneapolis, nos EUA, no percurso dos 42 quilómetros, amanhã, domingo, 6.</p>
<p>Ana Luísa Vaz, natural de Évora, diabética há 15 anos e portadora de uma bomba de insulina, é uma das 25 pessoas selecionadas mundialmente para participar no programa «Global Heroes», uma iniciativa que pretende reconhecer os atletas portadores de dispositivos médicos.</p>
<p>Este ano, a equipa dos 25 heróis conta com atletas de 12 países diferentes, incluindo Austrália, China, Irlanda, Israel, Alemanha, Macedónia, Nova Zelândia, Suécia, Trinidad e Tobago, Uruguai e EUA. Pela primeira vez Portugal será representado nesta iniciativa.</p>
<p>Cada atleta tem um dispositivo médico para tratar condições como doenças cardíacas, diabetes, problemas de coluna, dor crónica ou distúrbios neurológicos. O programa «Global Heroes» foi lançado em 2006 e pretende reconhecer pessoas que vivem com uma condição crónica de saúde, mas que não deixam de ser uma inspiração para todos.</p>
<p>Os participantes do Global Heroes são selecionados pela Twin Cities in Motion, uma organização sem fins lucrativos que dirige a Maratona Medtronic Twin Cities.</p>
<p>Além de proporcionar a participação na corrida e as despesas de viagem, a Medtronic vai doar mil dólares em honra de cada atleta a uma associação sem fins lucrativos de apoio a doentes que precisam deste tipo de dispositivos médicos para sobreviver.</p>
<p>Para mais informação, pode visitar o sítio http://www.medtronic.com/globalheroes.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=140102">Diário Online</span> (Portugal)</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/atleta-portuguesa-com-diabetes-representa-portugal-em-maratona/">Atleta portuguesa com diabetes representa Portugal em maratona</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O Diabetes pelo Mundo: Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 18:57:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento revela que nossos amigos lusitanos têm um problemão nas mãos: cuidar da maior taxa de diabetes em toda a União Européia! A OCDE, a Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento, divulgou um relatório com os números do diabetes na Europa em 2011. No topo da lista dos países mais &#8220;doces&#8221; ficou Portugal, que tem &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Levantamento revela que nossos amigos lusitanos têm um problemão nas mãos: cuidar da maior taxa de diabetes em toda a União Européia!</em></p>
<p><span id="more-2025"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-2026" title="bandeira portugal diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/bandeira-portugal-diabetes.jpg" alt="" width="451" height="299" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/bandeira-portugal-diabetes.jpg 451w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/bandeira-portugal-diabetes-362x240.jpg 362w" sizes="(max-width: 451px) 100vw, 451px" /></p>
<p>A <strong>OCDE</strong>, a Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento, divulgou um relatório com os números do diabetes na Europa em 2011. No topo da lista dos países mais &#8220;doces&#8221; ficou <a title="Receita: Bacalhau de Natal" href="http://www.diabeticool.com/bacalhau-de-natal/">Portugal</a>, que tem quase 10% da população com algum tipo de diabetes. A média de prevalência da condição nos países da União Européia foi de 6.4% da população.</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p>Chipre e Polônia completam o top 3 de países com mais diabéticos. Do lado de baixo do ranking, Suécia, Luxemburgo e Bélgica possuem menos de 5% de diabéticos dentre seus habitantes.</p>
<p>De acordo com a OCDE, no geral, os índices de diabetes vêm crescendo ao longo de todo o continente, seguindo a mesma tendência das taxas de <a title="Irlandeses também se preparam para epidemia de diabetes" href="http://www.diabeticool.com/irlandeses-tambem-se-preparam-para-epidemia-de-diabetes/">obesidade</a> (um dos grandes fatores de risco para o diabetes tipo 2). Em alguns países, o número de diabéticos dobrou em relação aos dados de 1990. A Organização afirma que mais de 100.000 mortes ano passado foram devidas à doença.</p>
<p>A boa notícia para os portugueses é que o número de <a title="A doce baforada alheia" href="http://www.diabeticool.com/a-doce-baforada-alheia/">fumantes</a> e o consumo de álcool per capita caíram na última década. É sabido que o tabagismo aumenta as chances de uma pessoas contrair o diabetes (veja em nosso texto &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/a-doce-baforada-alheia/">A Doce Baforada Alheia</a>&#8220;), além de outras doenças cardiovasculares, e que o álcool favorece episódios de hipoglicemia em diabéticos. Em vista destes bons índices de saúde da população, talvez o crescente número de diabéticos no país seja culpa, portanto, dos famosos e deliciosos pasteizinhos de Belém, ou de outras calóricas iguarias da culinária lusitana&#8230;!</p>
<p>O levantamento da OCDE complementa as informações do <strong>PREVADIAB</strong> &#8211; o primeiro e mais completo estudo da prevalência de diabetes em Portugal, realizado em 2010. Nele, estimou-se em 11.7% o número de portugueses que têm diabetes. Um dado interessante deste trabalho é que a taxa era maior entre homens (14.2% dos portugueses teriam diabetes, em contraste a 9.5% das portuguesas). Porém, a grande surpresa foi constatar que quase metade da população (43.6%) têm diabetes, mas não sabe, e que, contando-se os casos de pré-diabetes, o número de diabéticos em Portugal pode chegar a 35% dos cidadãos! É bom nossos bons amigos da terrinha manterem os olhos abertos para este perigo em ascenção!</p>
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