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	<title>intestino | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Bactérias intestinais são associadas a baixos índices de obesidade e diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2014 21:41:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas saudáveis apresentam uma diversidade de espécies maior da microbiota intestinal, que reforça a proteção contra várias doenças. Em um pequeno estudo, que dá suporte a descobertas anteriores que ligam determinado microrganismos do intestino à obesidade e ao diabetes tipo 2, pesquisadores turcos descobriram inconsistências na microbiota das pessoas afetadas pelas condições citadas acima quando &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/bacterias-intestinais-sao-associadas-a-baixos-indices-de-obesidade-e-diabetes/">Bactérias intestinais são associadas a baixos índices de obesidade e diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pessoas saudáveis apresentam uma diversidade de espécies maior da microbiota intestinal, que reforça a proteção contra várias doenças.</em><span id="more-7717"></span></p>
<p style="color: #393939;">Em um pequeno estudo, que dá suporte a descobertas anteriores que ligam determinado <a title="Bactérias ajudam a combater obesidade e diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/bacterias-ajudam-a-combater-obesidade-e-diabetes-diz-estudo/">microrganismos do intestino</a> à obesidade e ao diabetes tipo 2, pesquisadores turcos descobriram inconsistências na microbiota das pessoas afetadas pelas condições citadas acima quando comparadas a indivíduos saudáveis.</p>
<p style="color: #393939;">Microbiota é um termo científico para descrever a comunidade bacteriana digestiva, composta por pelo menos 160 espécies. Ela é considerada parte do <a title="Médico diz que prefere ter HIV a diabetes e causa polêmica" href="http://www.diabeticool.com/medico-diz-que-prefere-ter-hiv-a-diabetes-e-causa-polemica/">sistema imunológico</a>, por sua capacidade de combater uma série de doenças.</p>
<p style="color: #393939;">— A microbiota intestinal pode ser utilizada como um importante indicador para determinar o risco dessas doenças metabólicas ou pode se tornar um alvo terapêutico para tratá-las— diz Yalcin Basaran, endocrinologista da Escola de Medicina da Academia Médica Militar Gulhane, em Ancara.</p>
<p style="color: #393939;">No estudo, os pesquisadores trabalharam com 27 adultos que tinham obesidade grave, 26 participantes recém-diagnosticados com diabetes tipo 2 e um grupo de controle com 28 voluntários saudáveis. Um dos critérios de seleção foi a ausência de medicamentos e antibióticos no sistema, o que poderia alterar a composição da microbiota. A análise fecal apresentou maior diversidade da microbiota nos indivíduos saudáveis e nos grupos de obesos e diabéticos estavam faltando várias espécies importantes.</p>
<p style="color: #393939;">— Novos testes devem ser feitos para esclarecer se as mudanças microbianas intestinais são uma causa ou efeito das doenças metabólicas. A manipulação de bactérias intestinais poderia oferecer uma nova abordagem para gerenciar a obesidade e diabetes tipo 2— afirma Basaran.</p>
<p style="color: #393939;">A investigação obteve sucesso ao conectar diversas condições a uma bactéria específica, já que o <a title="Índice de Massa Corporal (IMC)" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/">índice de massa corporal</a> (IMC) dos pacientes, a circunferência da cintura e o controle de açúcar no sangue, entre outros fatores, corresponderam às suas respectivas contagens de determinadas espécies.</p>
<p style="color: #393939;">Ainda que manter a microbiota diversificada seja uma questão de alimentação para a maioria das pessoas, o transplante por meio de material fecal talvez seja necessário para os casos nos quais a alteração dos hábitos alimentares não traz resultados. Também conhecidos como bacterioterapia fecal, os transplantes fecais têm sido usados com moderação apesar de serem cada vez mais comuns.</p>
<p style="color: #393939;"><strong>Fonte: <a href="http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2014/06/bacterias-intestinais-sao-associadas-a-baixos-indices-de-obesidade-e-diabetes-4537853.html" target="_blank" rel="nofollow">ZH Vida</a></strong></p>
<p style="color: #393939;">The post <a href="https://www.diabeticool.com/bacterias-intestinais-sao-associadas-a-baixos-indices-de-obesidade-e-diabetes/">Bactérias intestinais são associadas a baixos índices de obesidade e diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>As Bactérias do Bem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jan 2013 16:40:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Macpherson]]></category>
		<category><![CDATA[bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[intestino]]></category>
		<category><![CDATA[Jayne Danska]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Bern]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Toronto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novos estudos revelam que bactérias de nosso próprio intestino podem ajudar na prevenção do diabetes. por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool Todos nós temos um enorme número de bactérias e outros micro-organismos vivendo em nossos corpos. Não são bactérias que causam doenças ou infecções, mas bactérias que convivem em harmonia conosco e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novos estudos revelam que bactérias de nosso próprio intestino podem ajudar na prevenção do diabetes</em>.</p>
<p><span id="more-2961"></span></p>
<p><strong>por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></p>
 Na figura, podemos ver células do intestino em azul e, em vermelho, uma densa<br />camada de bactérias (Fonte: Dr. Li Hai, UCVM, Universidade de Bern).
<p>Todos nós temos um enorme número de <a title="Como achar um diabético com um microscópio" href="http://www.diabeticool.com/como-achar-um-diabetico-com-um-microscopio/">bactérias </a>e outros micro-organismos vivendo em nossos corpos. Não são bactérias que causam doenças ou infecções, mas bactérias que convivem em harmonia conosco e que inclusive nos trazem benefícios, como a colaboração na digestão de diversos tipos de alimentos e até mesmo ajuda na prevenção de moléstias como a <em>salmonella</em>. Grupos de pesquisadores liderados por Jayne Danska, da Universidade de Toronto, e Andrew Macpherson, da Universidade de Bern, descobriram um novo e importante papel que essas bactérias podem desempenhar em nossos organismos: a prevenção da diabete.</p>
<p>Em jovens e crianças, <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/o-que-causa-diabetes/">a diabete pode ser causada por</a> danos nas células do pâncreas responsáveis pela produção de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina </a>e que são causados por células do próprio sistema imune. A razão para isso parece ser genética. Estudos já haviam demonstrado que ratos com tendência a ter diabete possuíam um mesmo gene que tornavam humanos também mais suscetíveis à doença. Agora, com a ajuda dos laboratórios da Universidade de Bern, os pesquisadores comprovaram que bactérias intestinais, especialmente em ratos machos, produzem hormônios capazes de impedir o desenvolvimento da diabete, mesmo naqueles que possuem a tendência genética.</p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/a-explosao-do-diabetes-infantil/">O crescimento do número de crianças diabéticas visto nos últimos anos</a> faz alguns médicos falarem em uma possível epidemia de diabetes no futuro. Com essa descoberta, abre-se uma nova possibilidade para diminuir essa alta incidência de diabete, principalmente em pessoas que já nascem com uma predisposição genética para a doença. “Nós esperamos que com uma melhor compreensão sobre como essas bactérias intestinais previnem a diabete, nós poderemos criar novos tratamentos que impeçam o desenvolvimento da doença em jovens e crianças”, afirma Andrew Macpherson.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Matérias relacionadas:</strong><br />
<a href="http://www.diabeticool.com/como-achar-um-diabetico-com-um-microscopio/">Como achar um diabético com um microscópio</a> &#8211; 21.11.2012</p>
<p>Chineses descobrem que diabéticos e não-diabéticos possuem seres vivos bem diferentes morando dentro de seus corpos.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/as-bacterias-do-bem/">As Bactérias do Bem</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Apolipoproteína A-IV &#8211; potencial novo tratamento para o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 May 2012 18:52:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[apoA-IV]]></category>
		<category><![CDATA[Apofore Corporation]]></category>
		<category><![CDATA[apolipoproteína A-IV]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Patologia e Medicina Laboratorial]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
		<category><![CDATA[incretina]]></category>
		<category><![CDATA[intestino]]></category>
		<category><![CDATA[meia-vida]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Tso]]></category>
		<category><![CDATA[Proceedings of the National Academy of Sciences]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Cincinnati]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar do nome difícil, vale a pena manter esta proteína na cabeça: estudos demonstram que ela normaliza e potencializa a ação da insulina, além de possuir características únicas que a tornam uma ótima candidata a novo tratamento contra a doença. Semana passada comentamos o embate entre cirurgia bariátrica e o tratamento com remédios como alternativas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Apesar do nome difícil, vale a pena manter esta proteína na cabeça: estudos demonstram que ela normaliza e potencializa a ação da insulina, além de possuir características únicas que a tornam uma ótima candidata a novo tratamento contra a doença.</em></p>
<p><span id="more-683"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/05/pesquisador-diabetes.jpg"></span></p>
<p>Semana passada comentamos o embate entre cirurgia bariátrica e o tratamento com remédios como alternativas na cura do diabetes. Neste duelo, a cirurgia acabou prevalecendo, <a title="Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/" target="_blank" rel="noopener">na opiniã</a><a title="Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/" target="_blank" rel="noopener">o de cientistas italianos</a>, como o método mais eficaz na remissão da doença. E agora surgem boas novas de que a cirurgia bariátrica revela ainda mais surpresas agradáveis aos diabéticos.</p>
<p>De acordo com estudos prévios, pessoas que passaram pela cirurgia de redução estomacal apresentavam níveis maiores de <span style="color: #334c80;">uma proteína chamada <strong>apolipoproteína A-IV</strong> (apoA-IV). Esta molécula, secretada pelo intestino em resposta à absorção de gordura, naturalmente possui a habilidade de reduzir a glicose sangüínea e melhorar a secreção de insulina. O que significa que o potencial terapêutico dela na cura do diabetes é imenso!</span></p>
<p>É o potencial alto de uso da apoA-IV no combate ao diabetes, descoberto através dos bons resultados das cirurgias bariátricas, que foi revelado na última edição do periódico científico <em>Proceedings</em> <em>of</em> <em>the National Academy</em> <em>of Sciences</em>. Pesquisadores da Universidade de Cincinnati descobriram que tanto camundongos diabéticos quanto animais obesos que desenvolveram diabetes mostraram melhora considerável na resposta da insulina à glicose após serem injetados com a apoA-IV. Além disso, animais com deficiência na produção da proteína produziam muito menos insulina do que o normal.</p>
<h3><strong>Potencial terapêutico</strong></h3>
<p><span style="color: #334c80;">Boas notícias vêm também dos estudos da apoA-IV como remédio para diabéticos. Patrick Tso, professor do Departamento de Patologia e Medicina Laboratorial da Universidade, explica que a apoA-IV possui ação similar à das incretinas, hormônios gastrointestinais que promovem a liberação da insulina após as refeições. As incretinas já são utilizadas em remédios hoje populares contra o diabetes.</span> Porém, há um grande problema em relação a elas. Explica o doutor: &#8220;O problema (&#8230;) é que elas têm vida curta &#8211; durando por poucos minutos &#8211; e são rapidamente inativadas por uma enzima. Elas também foram relacionadas a hipoglicemia, ou pouco açúcar no sangue, quando  administradas quando o corpo está com baixa concentração de glicose. O desafio é encontrar algo mais seguro e com uma meia-vida mais longa.&#8221;</p>
<p>Seria este &#8220;algo&#8221; a apoA-IV? Pode ser que sim, segundo Tso. A meia-vida da molécula é de sete a oito horas. Testes in vitro confirmaram que ela não afeta os níveis de glicose quando administrada em concentrações baixas do açúcar. Ao contrário, até: nestas situações, a proteína estabilizou os níveis de glicose. Depois de tantas boas notícias, a equipe da Universidade licenciou os resultados a uma empresa, <em>Apofore Corporation</em>, que irá realizar estudos mais aprofundados da apoA-IV e buscará transformá-la em nova droga contra o diabetes.</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank" rel="noopener">FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/apolipoproteina-a-iv-potencial-novo-tratamento-para-o-diabetes/">Apolipoproteína A-IV – potencial novo tratamento para o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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