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	<title>idoso | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Glicemia alta pode encolher o cérebro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2012 21:17:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[amídala]]></category>
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		<category><![CDATA[Australian National University]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa associa altas taxas de açúcar no sangue à diminuição de regiões cerebrais, à demência e ao Alzheimer. Que não é lá muito inteligente manter os níveis de açúcar no sangue &#8211; ou glicemia &#8211; em valores elevados todos nós sabemos! Mas o tipo de correlação entre glicemia e inteligência que uma recente pesquisa australiana &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa associa altas taxas de açúcar no sangue à diminuição de regiões cerebrais, à demência e ao Alzheimer. </em></p>
<p><span id="more-1910"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/encolhimento-cerebral-diabetes/"></span></p>
<p>Que não é lá muito inteligente manter os níveis de açúcar no sangue &#8211; ou <strong>glicemia</strong> &#8211; em valores elevados todos nós sabemos! Mas o tipo de correlação entre glicemia e inteligência que uma recente pesquisa australiana encontrou é <em>surpreendente</em>. Em artigo publicado na última edição de um dos mais prestigiados periódico científicos, o <em>Neurology</em>, cientistas da Australian National University em Canberra demonstraram que até mesmo valores de glicemia considerados um pouco acima do normal são um gravíssimo perigo para a saúde do nosso <a title="Como o diabetes tipo 2 mexe com a sua cabeça" href="http://www.diabeticool.com/como-o-diabetes-tipo-2-mexe-com-a-sua-cabeca/">cérebro</a>.</p>
<p>A pesquisa acompanhou o que acontecia no cérebro de um grupo de 266 idosos, de idades entre 60 e 64 anos, durante um período de quatro anos. Todos eles mantiveram a glicemia de jejum abaixo de 110 mg/dL &#8211; vale lembrar: uma glicemia de jejum igual ou acima de 180 mg/dL significa que a pessoa tem diabetes; se o valor for de 110 mg/dL, considera-se que ela tem pré-diabetes.</p>
<p>O que os cientistas puderam perceber é que, ao longo destes quatro anos de estudos, <strong>os idosos que tinham os valores de glicemia mais altos &#8211; ou seja, bem próximos de 110 mg/dL &#8211; apresentaram maior perda de volume cerebral &#8211;</strong> <strong>uma diminuição de 6 a 10%</strong>! Estas perdas se concentraram no hipocampo e na amídala, duas regiões importantíssimas por estarem envolvidas com a memória e habilidades cognitivas, como o controle emocional. A perda de funções cerebrais está associada a doenças como demência e <a title="Conversas com Amigos – Tim Fisher" href="http://www.diabeticool.com/conversas-com-amigos-tim-fisher/">Alzheimer.</a></p>
<p>Em um comunicado à imprensa, o autor do estudo, Dr. Nicolas Cherbuin, disse que &#8220;numerosos estudos têm identificado uma ligação entre o diabetes tipo 2 e encolhimento cerebral e demência, mas nós não sabíamos se pessoas com taxas de açúcar no sangue no limite da normalidade apresentavam estes mesmos efeitos&#8221;. E completou: &#8220;Estas descobertas sugerem que até mesmo em pessoas que não têm diabetes as taxas de açúcar do sangue podem ter um impacto em sua saúde cerebral. Mais pesquisas são necessárias, mas as descobertas podem nos levar a reavaliar o conceito de &#8220;glicemia normal&#8221; e a definição de diabetes.&#8221;</p>
<p><strong>E, afinal de contas, qual seria a razão que leva altos valores de glicemia a encolher o cérebro? A resposta é que ninguém, ainda, faz idéia! Há duas teorias sendo estudadas no momento: a primeira diz que os níveis de açúcar sangüíneo ajudam a controlar o processo inflamatório no nosso corpo, e que a inflamação é uma das causas da diminuição cerebral &#8211; daí a ligação entre os fatores. A outra idéia afirma que muito açúcar no sangue o torna mais &#8220;grosso&#8221; ou &#8220;pegajoso&#8221;, o que facilita a formação de coágulos, os quais impedem a nutrição das células do cérebro, que acabam, assim, morrendo.</strong></p>
<p><strong>Seja o que for, aí esta mais um <span style="text-decoration: underline;">ótimo</span> motivo para manter a glicemia sob controle &#8211; inclusive para quem não é diabético!!</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/">Glicemia alta pode encolher o cérebro</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>1% menos HbA1c, 50% a mais de vida</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2012 21:22:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[American Diabetes Association]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[doença coronária]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[HbA1c]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[idoso]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Gotemburgo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo sueco mostra que diminuições mínimas nas taxas de hemoglobina glicada (HbA1c) resultam em enormes melhoras à saude. Hemoglobinas são as proteínas que carregam oxigênio dos pulmões para o restante do organismo, viajando pelo sangue. Em diabéticos, é muito comum a presença de quantidades elevadas de hemoglobina glicada, ou HbA1c. A hemoglobina glicada é formada &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo sueco mostra que diminuições mínimas nas taxas de hemoglobina glicada (HbA1c) resultam em enormes melhoras à saude.</em></p>
<p><span id="more-1891"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/casal-velhinho-diabetes/"></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Hemoglobinas</strong> </span>são as proteínas que carregam oxigênio dos pulmões para o restante do organismo, viajando pelo sangue. Em diabéticos, é muito comum a presença de quantidades elevadas de <a title="Qual a primeira coisa a se fazer em caso de pré-diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-primeira-coisa-a-se-fazer-em-caso-de-pre-diabetes/"><strong>hemoglobina glicada</strong></a>, ou <strong>HbA1c</strong>. A hemoglobina glicada é formada quando uma hemoglobina entra em contato com a <a title="Glicose" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose</a> no sangue. Como diabéticos costumam ter mais glicose no sangue do que o normal, suas taxas de HbA1c são maiores. Através de medições da quantidade de HbA1c na corrente sangüínea, é possível inferir como a <a title="Glicemia" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> de uma pessoa se comportou ao longo do tempo. Por isso, é muito comum o acompanhamento de HbA1c em diabéticos, a fim de se determinar os melhores passos para o tratamento.</p>
<p>Uma recente e abrangente pesquisa sueca estudou idosos diabéticos tipo 2 e a evolução das suas taxas de hemoglobina glicada. No total, participaram mais de 12 mil e trezentas pessoas. Todas elas não cuidavam direito do diabetes e estavam acima do peso, porém não tinham problemas cardiovasculares. O trabalho foi realizado pela Universidade de Gotemburgo e abrangeu um período de 5 anos.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Como o experimento funcionou</strong></span></p>
<p>Os pacientes foram divididos em dois grupos. Um deles, aos longos dos cinco anos, incluía pessoas que <span style="color: #3366ff;">diminuíram as taxas de hemoglobina glicada</span> em pelo menos 0,1%, devido a melhoras nos cuidados do diabetes. O outro grupo continha aqueles nos quais <span style="color: #ff0000;">as taxas aumentaram</span> em pelo menos 0,1%. No início do estudo, a taxa média de hemoglobina glicada nos dois grupos era de 7,8%. Ao final, a média do <span style="color: #3366ff;">primeiro grupo foi de 7%</span>, e <span style="color: #ff0000;">do segundo 8,4%</span>.</p>
<p>Após os cinco anos, as taxas de mortalidade dos dois grupos mostraram uma considerável diferença. <span style="color: #3366ff;">Do grupo que diminuiu as taxas de hemoglobina glicada, 10% dos pacientes faleceram.</span> <span style="color: #ff0000;">Do grupo que aumentou as taxas, o número pulou para 15%</span>, um aumento de 50%. E não foi só isso: a incidência de doenças coronárias foi de <span style="color: #3366ff;">12% no primeiro</span> e <span style="color: #ff0000;">20% no segundo grupo</span>. Doenças cardiovasculares surgiram em apenas <span style="color: #3366ff;">17% dos integrantes do primeiro grupo</span> e em <span style="color: #ff0000;">30% dos do segundo</span>.</p>
<p>A conclusão é clara: uma diminuição pequena nos níveis de hemoglobina glicada (de menos de 1%!) aumenta a expectativa e a qualidade de vida de diabéticos, evitando <a title="Por que diabéticos não estão tratando o colesterol?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-diabeticos-nao-estao-tratando-o-colesterol/">doenças cardiovasculares</a>. Interessante notar que o valor alcançado pelo melhor grupo (7% de HbA1c no sangue) está 100% de acordo com o padrão sugerido pela <a title="Mistério na América" href="http://www.diabeticool.com/misterio-na-america/">American Diabetes Association</a> para pessoas idosas.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/">1% menos HbA1c, 50% a mais de vida</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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