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	<title>doença renal | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Como o diabetes pode causar doenças nos rins?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 22:01:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resposta a esta pergunta você encontra neste artigo do Diabetes Sem Medo! Quando o nosso corpo digere as proteínas que comemos, este processo cria resíduos. Nos rins, existem milhares de pequenos vasos sanguíneos (capilares) com minúsculos “furos” que atuam como filtro. Como o sangue flui nos vasos sanguíneos, as pequenas moléculas como os resíduos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A resposta a esta pergunta você encontra neste artigo do Diabetes Sem Medo!</em></p>
<p><span id="more-4553"></span></p>
<p>Quando o nosso corpo digere as proteínas que comemos, este processo cria resíduos. Nos rins, existem milhares de pequenos vasos sanguíneos (capilares) com minúsculos “furos” que atuam como filtro. Como o sangue flui nos vasos sanguíneos, as pequenas moléculas como os resíduos da digestão passam pelos furos, se tornando parte da urina. Substâncias úteis como as proteínas e células do sangue, são muito grandes para passar por estes furos nos capilares sanguíneos e permanecem no sangue.</p>
<p>O diabetes pode danificar este sistema de filtragem dos rins. Altos níveis de glicose no sangue, exige que os rins realizem uma maior filtragem do sangue, e todo este trabalho extra vai danificando o sistema de filtragem nos capilares sanguíneos. Após muitos anos de sobrecarga neste sistema de filtragem, os furos nos capilares se tornam maiores, o que possibilita a passagens de proteínas. Pequenas quantidades de proteína na urina são chamadas microalbuminúria.</p>
<p>Quando a doença renal é diagnosticada precocemente, durante a fase de microalbuminúria, existem vários tratamentos para que a doença não se agrave. Grandes quantidades de proteína na urina são chamadas macroalbuminúria. Quando a doença renal é diagnosticada na fase de macroalbuminúria, indica que os rins ficaram muitos anos sem tratamento e o avanço da doença renal. Geralmente em seguida é diagnosticado a fase de doença renal terminal.</p>
<p>Com o passar dos anos, como consequência desse trabalho excessivo os rins perdem a capacidade de filtrar o sangue e os resíduos que deveriam ser eliminados na urina permanecem no sangue. Esta é a fase de doença renal terminal, o que é muito grave. Uma pessoa com doença renal terminal precisa de transplante de rim ou de ter o sangue filtrado por uma máquina – Hemodiálise.</p>
<figure id="attachment_4554" aria-describedby="caption-attachment-4554" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-doencas-nos-rins.jpg"><img class="size-full wp-image-4554" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-doencas-nos-rins.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-doencas-nos-rins.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-doencas-nos-rins-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-doencas-nos-rins-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4554" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
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		<title>A complicação mais grave do diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2013 11:22:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
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		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of the American Society of Nephrology]]></category>
		<category><![CDATA[Maryam Afkarian]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Pyridorin]]></category>
		<category><![CDATA[rim]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Washington]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina B6]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe qual é a complicação do diabetes que mais riscos traz à vida? Cientistas se surpreendem ao descobrir a resposta. A importância de cuidar da glicemia com enorme atenção e carinho ganhou um argumento favorável a mais esta semana. Cientistas da Universidade de Washington publicaram um trabalho que pode mudar radicalmente a maneira como &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você sabe qual é a complicação do diabetes que mais riscos traz à vida? Cientistas se surpreendem ao descobrir a resposta.</em></p>
<p><span id="more-3057"></span></p>
<p>A importância de cuidar da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/"><strong>glicemia</strong> </a>com enorme atenção e carinho ganhou um argumento favorável a mais esta semana. Cientistas da Universidade de Washington publicaram um trabalho que pode mudar radicalmente a maneira como o tratamento a longo prazo do diabetes é feito. Os pesquisadores estimaram a influência direta de problemas renais, comuns a quem tem diabetes, na mortalidade dos pacientes. <strong>Os números impressionam</strong> &#8211; e os cientistas querem persuadir a comunidade médica de que é fundamental rever a maneira como a prevenção de doenças nos rins é conduzida.</p>
<p>A pesquisa, publicada no periódico <i>Journal of the American Society of Nephrology</i>, estuda os índices de mortalidade de mais de 15 mil adultos dos EUA, ao longo dos últimos dez anos. Os pesquisadores, liderados pela doutora <strong>Maryam Afkarian</strong>, cruzaram os dados de prevalência de diabetes e<a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/"> problemas renais</a> neste grupo. A idéia era responder a uma questão: <strong>o quanto as doenças nos rins influenciam o falecimento dos pacientes</strong>?</p>
<p>Já se sabia, devido a evidências do dia-a-dia de profissionais da saúde de todo o mundo, que, no geral, quem tem diabetes possui uma expectativa de vida um pouquinho menor do que a população não-diabética, e que a tendência a desenvolver problemas renais é maior. Haveria algum <em>link</em> entre os dois fatores?</p>
<p>Os cientistas descobriram que sim. Os resultados finais da pesquisa indicam que, ao longo deste período estudado de 10 anos,</p>
<ul>
<li>a taxa de mortalidade em pacientes <strong>não</strong>-diabéticos e <strong>sem</strong> doenças renais foi de 7.7%;</li>
<li>a taxa entre pessoas <strong>com</strong> diabetes, mas <strong>sem</strong> doenças renais foi de 11.5%;</li>
<li>e a mortalidade de diabéticos <strong>com</strong> problemas renais chegou a 31.1%.</li>
</ul>
<p>Notícias alarmantes? Nem tanto. Vale lembrar que, infelizmente, boa parte de quem tem diabetes não cuida adequadamente da saúde. Nestes casos, todos os <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-sintomas-de-diabetes/">perigosos efeitos nocivos</a> da doença aparecem com força total. É bem possível que boa parte dos pacientes que foram listados no terceiro dos grupos acima se adequasse a esta descrição. Todavia, a doutora Afkarian pede cautela.</p>
<figure id="attachment_3059" aria-describedby="caption-attachment-3059" style="width: 120px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-3059" alt="Maryam Afkarian diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/Maryam-Afkarian-diabetes.jpg" width="120" height="240" /><figcaption id="caption-attachment-3059" class="wp-caption-text">A drta. Maryam Afkarian.</figcaption></figure>
<p>&#8220;Pessoas com diabetes tipo 2 têm vários outros fatores de risco para <a title="As mulheres-fruta e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/as-mulheres-fruta-e-o-diabetes/">doenças cardiovasculares</a> e mortalidade, então nós esperávamos que as doenças renais explicassem apenas parte, e não a maioria, das taxas elevadas de mortalidade associadas ao diabetes tipo 2. Para a nossa surpresa, nós descobrimos que mesmo nos pacientes medicamente complexos com diabetes tipo 2, doenças renais são indicadores muito fortes de morte prematura&#8221;, afirmou a cientista.</p>
<p>Já que os problemas nos rins parecem ser o principal motivo da morte prematura de quem tem diabetes, o que fazer para evitar as altas taxas de mortalidade, prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida dos diabéticos?</p>
<p>Explica Maryam: &#8220;&#8221;Em primeiro lugar, dentre as pessoas com<a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/"> diabetes tipo 2</a>, o subgrupo que possui também doenças renais apresentam os maiores riscos de mortalidade; portanto, focar modificações intensivas nos fatores de risco neste subgrupo provavelmente resultará no maior impacto na mortalidade geral de pessoas com diabetes. Em segundo lugar, prevenir doenças renais pode ser uma maneira poderosa de reduzir a mortalidade entre os diabéticos&#8221;.</p>
<p>Como boa notícia, a própria revista <i>Journal of the American Society of Nephrology</i> publicou, ano retrasado, um artigo no qual relatava que  o remédio <strong>Pyridorin</strong>, um derivado da vitamina B6, pode ser utilizado na prevenção de doenças renais em estágios iniciais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como evitar a &#8220;Doença da Cadeira&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2012 09:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passar muito tempo sentado todos os dias dispara as chances de desenvolver diversas condições, inclusive diabetes tipo 2. Um assento inteligente pode ajudar a evitar a chamada &#8220;doença da cadeira&#8221;. Passar o dia sentado é um convite a ficar doente. Além dos óbvios problemas na coluna, no pescoço e nos ombros, todos devidos à má &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Passar muito tempo sentado todos os dias dispara as chances de desenvolver diversas condições, inclusive diabetes tipo 2. Um assento inteligente pode ajudar a evitar a chamada &#8220;doença da cadeira&#8221;.</em></p>
<p><span id="more-2303"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p>Passar o dia sentado é um convite a ficar doente. Além dos óbvios problemas na coluna, no pescoço e nos ombros, todos devidos à má postura, várias pesquisas médicas já demonstraram que ficar sentado durante muitas horas todos os dias aumenta os riscos de <a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">doenças renais</a> e <a title="Os 6 mil passos da mulher de meia-idade" href="http://www.diabeticool.com/os-6-mil-passos-da-mulher-de-meia-idade/">cardíacas</a>, <a title="O ciclo testosterona-obesidade-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-ciclo-testosterona-obesidade-diabetes/">obesidade </a>e diabetes tipo 2. Estes efeitos nocivos aparecem inclusive em pessoas que praticam atividades físicas regularmente &#8211; e que, portanto, podem ser consideradas &#8220;ativas&#8221; -, porém não conseguem escapar de trabalhar sentadas. O que fazer se, por um lado, é necessário ficar sentado durante horas, mas, por outro, isso faz tão mal à saúde?</p>
<p style="text-align: left;">Pesquisadores da Universidade de Queensland, na <a title="Direto da terra do kiwi: Estratégias nacionais de guerra contra o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/direto-da-terra-do-kiwi-estrategias-nacionais-de-guerra-contra-o-diabetes/">Austrália</a>, desenvolveram um método inusitado para curar a &#8220;<strong>doença da cadeira</strong>&#8221; &#8211; a síndrome decorrente de ficar muitas horas sentado diariamente. <strong>Eles inventaram um assento que apita quando alguém fica sentado sobre ele durante muito tempo</strong>. Assim que o indivíduo se levanta, o alarme pára. Além disso, o aparelho é realmente inteligente: caso o alarme soe, a pessoa se levante e volte a sentar pouco tempo depois, o barulho recomeça.</p>
 Eis o assento que &#8220;apita&#8221; quando alguém fica sentado durante muito tempo sobre ele, estimulando, assim, a movimentação. Gemma Ryde, University of Queensland.
<p>Os primeiros testes realizados em escritórios mostraram que os funcionários costumam passar 2/3 de seu tempo sentados. Ou seja, de uma jornada de trabalho de 8 horas, passam-se cerca de 5 horas e meia sentado. Além de ser ruim para a saúde dos funcionários, os pesquisadores argumentam que os patrões ficarão interessados em adquirir a nova tecnologia em seus ambientes de trabalho, garantindo maior qualidade de vida para quem passa o dia sem se mexer o suficiente.</p>
<p>&#8220;Nossos estudos mostraram que o assento inteligente é uma ferramente de medição altamente acurada, a qual pode objetivamente medir o tempo que se permanece sentado à mesa e o número de vezes que um funcionário se levanta&#8221;, garantiu Gemma Ryde, uma aluna da universidade envolvida no projeto. Ela complementa, citando os benefícios para empregadores: &#8220;Intervenções focadas em reduzir o tempo que se passa sentado frente à mesa devem ser voltadas a cada empregado individual, em tempo real, conforme o período de permanência na cadeira ocorre.&#8221;</p>
<p><strong>Será mesmo necessário utilizar uma tecnologia como o &#8220;assento inteligente&#8221; para estimular as pessoas a levantar os glúteos da cadeira e se mexer um pouco?</strong> Já que é a nossa saúde que está em jogo, é necessário um alarme sonoro no assento para que nos decidamos a não passar tanto tempo sentado? Pelo visto, infelizmente, os pesquisadores australianos acreditam que sim.</p>
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		<title>Seja feliz! &#8211; ou pelo menos tente com afinco!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 00:49:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[cegueira]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes Care]]></category>
		<category><![CDATA[doença renal]]></category>
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		<category><![CDATA[hemoglobina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A panóplia assustadora de malefícios resultante da união entre diabetes e depressão é um ótimo motivo para se manter sempre o bom humor A definição de feedback negativo poderia ser dada pela sinistra relação entre diabetes e depressão: vários estudos apontam que pessoas depressivas tendem mais que o normal a serem diabéticas, e que diabéticos, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A panóplia assustadora de malefícios resultante da união entre diabetes e depressão é um ótimo motivo para se manter sempre o bom humor </em></p>
<p><span id="more-353"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/02/depressao-diabetes.jpg"></span>A definição de <em>feedback negativo</em> poderia ser dada pela sinistra relação entre diabetes e depressão: vários estudos apontam que pessoas depressivas tendem mais que o normal a serem diabéticas, e que diabéticos, por sua vez, são mais propensos que a média da população a terem depressão. Este último dado é fácil de compreender: danos causados pelo mau tratamento do diabetes podem ser bastante severos e prementes na vida de um paciente – tome como exemplo a cegueira ou danos implacáveis nos rins, os quais exigem diálises constantes. Todavia, aprender o máximo possível sobre a doença e seguir direitinho o tratamento, diminuindo os efeitos nocivos do diabetes, além de buscar manter tanto o bom humor quanto a qualidade de vida em alta são essenciais a fim de evitar quadros depressivos e, em especial, toda a gama de fatores negativos que vêm com esta condição psiquiátrica. Se conviver com os sintomas do diabetes já é complicado, ter de lidar ainda mais com os da depressão é demasiadamente penoso.</p>
<p>Pesquisa publicada no jornal <em>Diabetes Care</em> acompanhou cerca de quatro mil diabéticos durante três anos. Neste período, coletou dados que demonstram indubitavelmente que pacientes que possuíam diabetes tipo 2 <em>e</em> quadros graves de depressão eram 36% mais propensos a desenvolverem complicações microvasculares avançadas, como doenças renais em estágio final ou cegueira, e tinham chances 25% maiores de desenvolverem complicações macrovasculares avançadas, como derrames e infarto do miocárdio, do que os diabéticos felizes e de bem com sua psiquê. Além disso, os diabéticos depressivos tendiam consideravelmente a estarem acima do peso, possuírem outras condições médicas e a utilizarem mais insulina que os não-depressivos &#8211; sem contar que encorpavam maiores níveis de uma substância no sangue formada quando a glicose se liga à hemoglobina, molécula carregadora de oxigênio pelo corpo.</p>
<p>Mais pesquisas são necessárias a fim de elucidar os mecanismos que permeiam tais efeitos. Até que eles sejam descobertos, e medicamentos e tratamentos criados a fim de combatê-los, buscar equilíbrio físico e mental parece tarefa obrigatória a todo diabético!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.physorg.com/news183835159.html" target="_blank" rel="noopener">Physorg</a> (em inglês)</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=1962" target="_blank" rel="noopener">Master isolated images/FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/seja-feliz-ou-pelo-menos-tente-com-afinco/">Seja feliz! – ou pelo menos tente com afinco!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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