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	<title>choque hipoglicêmico | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Crianças salvam mãe de coma diabético fatal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Dec 2012 16:56:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[ambulância]]></category>
		<category><![CDATA[Becky Dews]]></category>
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		<category><![CDATA[choque hipoglicêmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exibindo calma mesmo em uma situação de desespero, filhas conseguem manter a mãe viva até a chegada dos médicos. Duas menininhas inglesas estão sendo louvadas como heroínas esta semana. Isto porque mantiveram a calma e a lucidez enquanto mantinham sua mãe viva e esperavam a chegada dos médicos. A mamãe das garotinhas havia entrado em &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Exibindo calma mesmo em uma situação de desespero, filhas conseguem manter a mãe viva até a chegada dos médicos.</em></p>
<p><span id="more-2382"></span></p>
 Becky, Claire e Beth Dews &#8211; susto causado pela hipoglicemia acabou em final feliz.
<p>Duas menininhas inglesas estão sendo louvadas como heroínas esta semana. Isto porque mantiveram a calma e a lucidez enquanto mantinham sua mãe viva e esperavam a chegada dos médicos. <strong>A mamãe das garotinhas havia entrado em <a title="Conhece o termo “Diabulimia”??" href="http://www.diabeticool.com/conhece-o-termo-diabulimia/">coma diabético</a> por hipoglicemia e tinha poucos minutos de vida</strong>. As ações das meninas foram fundamentais para que esta história terminasse com um final feliz.</p>
<p>No último final de semana, cerca de 4 horas da manhã, Becky e Beth ouviram sons de choro vindos do quarto de sua mãe. As meninas, de 11 e 9 anos, correram para lá e encontraram Claire Dews, a mãe, já praticamente inconsciente. Tentaram de tudo para acordá-la, sem sucesso. Sabendo que a mamãe era diabética, ligaram para o serviço de saúde da cidade de Leeds, na <a title="Uma simples medida para excelentes resultados" href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/">Inglaterra</a>. Como a ambulância demoraria para chegar e os médicos ao telefone perceberam que a situação era gravíssima, pediram calma às meninas e as orientaram a manter a mãe, por mais difícil que fosse, acordada. Caso Claire ficasse inconsciente, era muito provável que nunca mais voltasse.</p>
<p>Apesar da situação desesperadora, Becky e Beth agiram como verdadeiras heroínas. &#8220;Elas realizaram as ações corretas para ajudar sua mãe, não entraram em pânico e continuaram a tranqüilizá-la, conforme orientado pelo nosso conselheiro ao telefone&#8221;, afirmou David William, vice-diretor de operação do serviço de ambulâncias de Yorkshire.</p>
 A cidade de Leeds, em West Yorkshire, Inglaterra.
<p>Os esforços das garotas foram recompensados. Quando os paramédicos finalmente chegaram à casa, eles não precisaram se preocupar com mais nada a não ser controlar a glicemia da mãe, injetando glicose. Ela foi encaminhada ao hospital local e liberada, consciente e com saúde, poucas horas depois.</p>
<p>A mãe das pequenas heroínas derrete-se em elogios: &#8220;Estou extremamente orgulhosa das minhas meninas &#8211; e muito grata, também. Teria sido muito fácil para elas terem entrado em pânico, mas, fortuitamente, elas se mantiveram calmas &#8211; pelo menos foi isso que me contaram; só soube o que estava acontecendo quando acordei depois que a ambulância chegou!&#8221;.</p>
<p><strong>O que aconteceu com a mãe para que entrasse em coma diabético?</strong></p>
<p>Claire Dews sofreu uma queda acentuada nas taxas de açúcar do sangue quando foi dormir. Portanto, tratou-se de um episódio severo de <strong>hipoglicemia</strong>, ou <strong>coma diabético hipoglicêmico</strong>. Este tipo de problema pode ocorrer com qualquer diabético, mas é muito mais comum em diabéticos do tipo 1. Isto acontece porque diabéticos tipo 1 controlam continuamente sua glicemia com a ajuda de medicamentos, e erros de dosagem acontecessem com freqüência. Por isso, é fundamental medir a glicemia antes de dormir, já que se passarão várias horas sem o consumo de alimentos para eventual correção das taxas de açúcar no sangue.</p>
<div style="background-color: #dadad1; border: 2px solid black; padding: 10px;">O <strong>Diabeticool</strong> possui uma página especial sobre a <strong>Hipoglicemia</strong>, com informações sobre o que é, como reconhecer e como tratá-la. <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">Você já conhece a página?</a></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ação das meninas de manter a mãe consciente foi fundamental. <strong>Choques hipoglicêmicos são potencialmente fatais &#8211; e tem efeito rápido</strong>. Eles ocorrem quando a glicemia atinge níveis baixíssimos, entre 20 &#8211; 30mg/dL. Os sintomas iniciais são tremores, sudorese, sensação de fraqueza e fome, palpitação e tontura. A pessoa rapidamente perde a consciência e por isso precisa de ajuda externa para subir as taxas de açúcar no sangue. Caso ela se mantenha por muito tempo com a glicemia menor que 20mg/dL, começam a surgir lesões no cérebro, muitas vezes permanentes. Isto porque a glicose é a fonte número um de energia do órgão &#8211; e é ele o que mais consome este açúcar.</p>
<p>Felizmente, tanto para Claire quanto para as meninas, os médicos chegaram bem antes que estas seqüelas aparecessem. As três já deixaram aquela noite assustadora para trás, lembrando-se, porém, das importantes lições ali aprendidas.</p>
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		<title>O Conto da Rua Muir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 19:47:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[choque hipoglicêmico]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Glasgow]]></category>
		<category><![CDATA[motorista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tudo estava calmo na rua Muir naquela manhã de segunda-feira. Até que um motorista invadiu a rua na contramão e provocou o caos. Entenda qual a relação deste caso policial com o diabetes! Esta é uma história com contornos trágicos. O lado bom de ser contada é que é possível aprender bastante com as lições &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tudo estava calmo na rua Muir naquela manhã de segunda-feira. Até que um motorista invadiu a rua na contramão e provocou o caos. Entenda qual a relação deste caso policial com o diabetes!</em></p>
<p><span id="more-2211"></span></p>
 A pacata rua Muir, em Glasgow.                                                                                   © Google 2012
<p>Esta é uma história com contornos trágicos. O lado bom de ser contada é que é possível aprender bastante com as lições do ocorrido, evitando-se, desta forma, novas tragédias no futuro.</p>
<p>Tudo estava calmo na rua Muir, em Glasgow, no Reino Unido. Era uma pacífica segunda-feira de manhã como qualquer outra. A missa na Catedral de Nossa Senhora da Boa Ajuda havia terminado havia pouco tempo e os membros da paróquia caminhavam de volta para suas casas. De repente, algo de curioso aconteceu. Um carro invadiu a rua na contramão. Atravessou parte da Muir em baixa velocidade. Algumas cabeças se viraram para o motorista, com aquele olhar de “presta atenção!” impresso nos olhos. Estes mesmos olhos, logo em seguida, arregalaram-se, assustados com o que viam. O motorista acelerou. Bastante. Em uma rua tranqüila como a Muir, isto, por si só, já seria estranho. Mais estranho ainda foi que, ao acelerar, o carro pareceu desgovernado, colidindo com vários veículos estacionados ao longo do meio-fio. Os transeuntes pararam, preocupados. O que estava acontecendo com este louco motorista? Antes do fim da rua, o carro na contramão realizou seu último ato de infração, uma ação que machucaria profundamente a comunidade: após bater nos carros, invadiu a calçada e atropelou duas amigas, senhoras na casa dos 60 anos, que faziam compras após a missa. Uma delas voou longe e passou três meses no hospital. A outra, Elizabeth McGuinness, ficou presa sob o veículo por horas e acabou falecendo, deixando em choque seus muitos amigos na cidade. O motorista, Brian Docherty, de 44 anos, havia tido uma convulsão, causada por um episódio de hipoglicemia.</p>
 Elizabeth McGuinness, enfermeira e envolvida no caso.
<p>Brian sofreu apenas ferimentos leves. O caso foi parar nos tribunais bretões. Durante o julgamento, afirmou um dos promotores: “Parece que o acusado sofreu um <a title="Já ouviu falar nos cachorros que farejam a glicemia?" href="http://www.diabeticool.com/ja-ouviu-falar-nos-cachorros-que-farejam-a-glicemia/">ataque hipoglicêmico</a> enquanto dirigia. Suas baixas taxas de açúcar no sangue teriam severamente afetado sua habilidade de dirigir e ele teria estado próximo de desmaiar quando aconteceu o incidente.” O promotor descobriu, através dos registros médicos do motorista, que ele não cuidava bem de seu diabetes e, por isso, já havia sido repreendido por seus médicos. Além disso, escondeu dos órgãos responsáveis que possuía a condição, o que facilitou que mantivesse a carteira de motorista. Brian se considerou culpado pela morte e pelos ferimentos causados e deve ser sentenciado no próximo mês.</p>
<p>Não é a primeira vez que o <strong>Diabeticool</strong> publica uma matéria sobre histórias curiosas de motoristas diabéticos. <a href="http://www.diabeticool.com/?p=443">Neste artigo</a><a href="http://www.diabeticool.com/?p=443"> (link)</a>, por exemplo, contamos o que aconteceu nos EUA quando policiais pensaram que um homem, o qual passava por um choque hipoglicêmico, estava dirigindo bêbado.</p>
<p>Estes casos vêm ilustrar a importância crucial de se cuidar com muita atenção das taxas de glicemia e do diabetes no geral. Felizmente, a grande maioria das pessoas que têm diabetes sabe o quão fundamental é se informar e tratar bem a doença, tanto que comentários em sites internacionais sobre a notícia de Glasgow não são nem um pouco simpáticos ao motorista. “Eu sou um diabético tipo 2 e não sinto a mínima pena por este homem, já que o que aconteceu foi inteira culpa dele. Eu tomo meus remédios regularmente e tenho pouquíssimos casos de hipoglicemia”, comentou um senhor, expressando a indignação geral da comunidade diabética.</p>
<p>O <strong>Diabeticool</strong> possui <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">uma página especial sobre a Hipoglicemia</a>, com informações sobre fatores de risco, sintomas e tratamentos, além de uma coluna do Dr. Carlos Couri. Certifique-se de lê-la também!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-conto-da-rua-muir/">O Conto da Rua Muir</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Um &#8220;D&#8221; de diabetes nos céus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Sep 2012 00:37:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pilotos de avião, todos com diabetes, fazem criativa homenagem a colegas que têm a doença e batem recorde nacional de aviação! Seis pilotos de avião ingleses, todos eles com diabetes, subiram em suas máquinas no sábado, 1 de setembro, e, lá no alto, formaram um &#8220;D&#8221; de &#8220;diabetes&#8221; nos céus da Inglaterra. Mantendo esta formação, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pilotos de avião, todos com diabetes, fazem criativa homenagem a colegas que têm a doença e batem recorde nacional de aviação!</em></p>
<p><span id="more-1495"></span></p>
<figure id="attachment_1496" aria-describedby="caption-attachment-1496" style="width: 227px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/um-d-de-diabetes-nos-ceus/pilotos-aviao-recorde-diabetes/" rel="attachment wp-att-1496"><img class="size-full wp-image-1496" title="Pilotos aviao recorde diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Pilotos-aviao-recorde-diabetes.jpg" alt="" width="227" height="174" /></a><figcaption id="caption-attachment-1496" class="wp-caption-text">Os heróis do recorde nacional.</figcaption></figure>
<p>Seis pilotos de avião ingleses, todos eles com diabetes, subiram em suas máquinas no sábado, 1 de setembro, e, lá no alto, formaram um &#8220;D&#8221; de &#8220;diabetes&#8221; nos céus da Inglaterra. Mantendo esta formação, saíram de Derby e passaram pelas seguintes cidades, nesta ordem: Ibstock, Ashton Flameville, Buckingham, Emmington, Twyford e Earley, terminando o percurso no aeroporto de Southampton. O trajeto foi completado em 1 hora, 22 minutos e 38 segundos, batendo o recorde nacional de velocidade de vôos em formação do país.</p>
<p><strong>Não por coincidência, a formação em &#8220;D&#8221; dos aviões bateu o recorde completando um percurso que, considerando apenas a primeira letra das cidades pelas quais passou, forma a palavra &#8220;diabetes&#8221;.</strong></p>
<p>O vôo especial foi marcado a fim de comemorar a decisão da Autoridade Civil de Aviação do Reino Unido de liberar diabéticos tipo 1 qualificados a pilotarem aviões, desde que sigam à risca o tratamento com insulina. Até então, quando se descobria que um piloto tinha diabetes, seu brevê era imediatamente revogado pelo governo bretão. A medida considerava imprudente deixar um avião nas mãos de pilotos que poderiam sofrer <a title="Miseráveis encontros entre motoristas diabéticos e a polícia" href="http://www.diabeticool.com/miseraveis-encontros-entre-motoristas-diabeticos-e-a-policia/">choques hipoglicêmicos</a>, por exemplo, e não levava em conta os cuidados pessoais dos diabéticos no controle da doença.</p>
<p>Todos os seis pilotos que bateram o recorde nacional são habilitados e sofreram restrições de vôo quando anunciaram que tinham diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/um-d-de-diabetes-nos-ceus/">Um “D” de diabetes nos céus</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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