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	<title>American Journal of Preventive Medicine | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Quanto custa ser diabético?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2013 18:22:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[American Journal of Preventive Medicine]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela quanto um diabético tipo 2 gasta ao longo da vida no tratamento da doença. Está preparado para descobrir o tamanho da fortuna? Um estudo publicado no respeitado American Journal of Preventive Medicine (AJPM) analisou os custos econômicos que o diabetes tipo 2 carrega consigo. Os resultados são de arregalar os olhos e fazer &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revela quanto um diabético tipo 2 gasta ao longo da vida no tratamento da doença. Está preparado para descobrir o tamanho da fortuna?</em></p>
<p><span id="more-5095"></span></p>
<p>Um estudo publicado no respeitado <em>American Journal of Preventive Medicine</em> (AJPM) analisou os custos econômicos que o diabetes tipo 2 carrega consigo. Os resultados são de arregalar os olhos e fazer doer o bolso.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, se um homem for diagnosticado com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> quando tiver entre 25 e 44 anos de idade, <strong>terá de investir cerca de 290 mil reais ao longo da vida</strong> no controle da doença. Se for uma mulher, os custos são um pouco maiores, ultrapassando a marca de <strong>300 mil reais</strong>.</p>
<p>Isto significa que, se este diabético viver mais trinta anos, desembolsará no mínimo R$800 por mês com seu diabetes.</p>
<p>Vale considerar que estes valores foram calculados tendo como base a expectativa de vida média da população dos EUA &#8211; que é bem similar àquela dos estados mais desenvolvidos do Brasil &#8211; e consideram os custos relacionados ao <strong>bom controle</strong> do diabetes tipo 2, incluindo visitas ao médico, medicação e equipamentos de medição de glicemia, além de levarem em conta os custos de possíveis complicações do diabetes, como <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">neuropatias</a>, problemas oculares, <a href="http://www.diabeticool.com/vereador-propoe-assistencia-a-vitimas-de-amputacao-por-diabetes/">amputações</a> e doenças cardiovasculares.</p>
<p>A inclusão, nos valores acima, dos custos com o tratamento de complicações do diabetes não foi à toa. Segundo os pesquisadores, <strong>mais da metade (53%) dos gastos de um diabético é em decorrência justamente das complicações</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AS COMPLICAÇÕES DO DIABETES E SEU BOLSO</strong></p>
<p>A pesquisa publicada indica que a incidência de complicações causadas pelo diabetes tipo 2 tem diminuído nos últimos anos. Todavia, o número de novos diabéticos sobe no mundo todo, portanto os gastos totais com as complicações não param de crescer.</p>
<p>&#8220;Nos últimos 12 anos, houve uma redução de 50% na necessidade de amputações e uma queda de 35% em doenças renais que necessitam de diálise ou transplante&#8221;, disse Robert Ratner, executivo da Associação Americana de Diabetes, comentando o artigo. &#8220;Quando você olha para os custos anuais [do tratamento do diabetes], porém, você vê claramente que a taxa de crescimento é insustentável&#8221;.</p>
<p>A conclusão do trabalho é inequívoca: <strong>vale muito mais a pena investir tempo e dinheiro na prevenção do diabetes</strong> &#8211; atividade que inclui educação alimentar e incentivo à prática de atividades físicas &#8211; do que remediar a (cara) situação.</p>
<p>A pesquisa foi publicada na mais recente edição do AJPM e foi feita por cientistas do <a title="Expectativa de vida de jovens com diabetes é 80% maior do que há 40 anos" href="http://www.diabeticool.com/expectativa-de-vida-de-jovens-com-diabetes-e-80-maior-do-que-ha-40-anos/">Centers for Disease Control </a>e do Research Triangle International, ambas instituições norte-americanas.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/quanto-custa-ser-diabetico/">Quanto custa ser diabético?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Como mudar a mentalidade de um grupo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Feb 2013 17:17:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Amelie Ramirez]]></category>
		<category><![CDATA[American Journal of Preventive Medicine]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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		<category><![CDATA[latinos]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Salud America!]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de San Diego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A população latina dos EUA tem, no geral, uma saúde muito, muito ruim. Os números de diabetes entre latinos é o maior do país. Um grupo de cientistas luta para mudar este quadro. O diabetes tipo 2, diferente do tipo 1, é uma doença &#8220;ambiental&#8221;. Isto é, muito mais do que fatores genéticos, é a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A população latina dos EUA tem, no geral, uma saúde muito, muito ruim. Os números de diabetes entre latinos é o maior do país. Um grupo de cientistas luta para mudar este quadro.</em></p>
<p><span id="more-3518"></span></p>
<p>O <a title="Por que ficar bêbado aumenta os riscos de diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-ficar-bebado-aumenta-os-riscos-de-diabetes/">diabetes tipo 2</a>, diferente do tipo 1, é uma doença &#8220;ambiental&#8221;. Isto é, muito mais do que fatores genéticos, é a maneira como uma pessoa leva a sua vida que determina as chances do aparecimento da doença. O exemplo clássico: quem se exercita pouco e come demais corre maiores riscos de ficar diabético, e daí ter de conviver com a condição para o resto da vida. Estes fatores do ambiente, tão arraigados ao modo de vida, influenciam de maneira variada, mudando de pessoa para pessoa, e também de grupo étnico para grupo étnico.</p>
<p>O que você faria se fosse um profissional da saúde e percebesse que, dentro um certo conjunto de pessoas, os números de diabetes estavam explodindo? Se descobrisse que as <a title="Médicos emitem recomendações especiais para o tratamento de  diabetes tipo 2 em crianças" href="http://www.diabeticool.com/medicos-emitem-recomendacoes-especiais-para-o-tratamento-de-diabetes-tipo-2-em-criancas/">crianças</a> daquele grupo estavam ficando cada vez mais e mais gordinhas e sedentárias &#8211; potenciais diabéticas no futuro? <strong>Como mudar a mentalidade de um grupo?</strong></p>
<p>Esta é uma questão muito presente nos EUA, onde a população latina é a chamada &#8220;minoria&#8221; que mais cresce &#8211; e cresce doente. O aumento populacional está longe de ser saudável.<strong> Cerca de 44% dos garotos latinos e 38% das garotas latinas são ou obesos ou estão acima do peso; a média nacional é de 31%</strong>. Estes números ajudam a tornar os adultos latinos muito mais propensos a ter <a title="O estímulo que faltava para mudar de vida" href="http://www.diabeticool.com/o-estimulo-que-faltava-para-mudar-de-vida/">pressão alta</a>, diabetes tipo 2 e algumas formas de câncer.</p>
<p>Em 2007, um conjunto de cientistas e políticos de todos os cantos dos EUA fundou uma rede de pesquisas, a qual deram o nome de <strong><em>Salud America!</em></strong>. A meta era promover maneiras de acabar com a obesidade na população latina norte-americana, que já é considerada epidêmica. Na edição do próximo mês da revista científica <em>American Journal of Preventive Medicine</em>, o grupo anuncia as conclusões de um longo estudo, no qual o modo de vida da comunidade latina foi analisado a fundo para que as mais efetivas soluções de saúde pudessem ser encontradas. Foram levados em consideração o contexto da cultura latina, as condições de saúde e as políticas adotadas pela comunidade em seus locais de trabalho, lazer, aprendizado e oração.</p>
<p>&#8220;Este [estudo] é o ápice de vários anos de diligência, paixão e trabalho duro na identificação e exame das estratégias mais relevantes a fim de reduzir e prevenir a obesidade entre crianças latinas&#8221;, afirmaram Amelie Ramirez, diretora do Salud America!, e Guadalupe Ayala, da Universidade de San Diego. &#8220;Além de promover novas descobertas científicas, o <em>Salud America!</em> ajudou a aumentar as habilidades e experiências dos pesquisadores trabalhando na área, e também a expandir a rede nacional de pesquisas do projeto. O número de pessoas trabalhando com a meta de reverter a epidemia de obesidade no país cresce a cada dia&#8221;, completaram.</p>
<p>Vários trabalhos prévios já haviam apontado que a comunidade latina dos EUA é que pior cuida da saúde. Este é o grupo étnico que menos exercícios físicos pratica e que menos monitora o que come. Há diversas associações de latinos ao redor do país que lutam para mudar estas tendências (acompanhe abaixo uma destas campanhas):</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/QnsryDQ6nGQ" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais foram as conclusões do estudo?</strong></p>
<p>Algumas das melhores maneiras de prevenir a obesidade na população latina &#8211; e que, sem dúvidas, poderiam ser empregadas em qualquer grupo cultural -, de acordo com a análise do <em>Salud America!</em>, são as seguintes:</p>
<ul>
<li>Estimular crianças a participar de hortas comunitárias e aulas de culinária (aquelas que fizeram estas atividades mostraram melhor controle do peso e comeram mais frutas e vegetais em casa);</li>
<li>Donos de restaurantes pequenos devem divulgar os valores calóricos e nutricionais dos pratos que servem;</li>
<li>Sendo os latinos muito religiosos, é importante que as comunidades religiosas ofereçam oportunidades para aulas sobre culinária, saúde e educação física para seus membros;</li>
<li>Crianças que participam de <a title="Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho" href="http://www.diabeticool.com/como-ficar-saudavel-exercitando-se-so-um-pouquinho/">atividades físicas</a> fora do horário de aula tendem a se manter mais saudáveis ao longo dos anos;</li>
<li>Programas do governo de educação dos pais, ensinando o que comprar nos supermercados e sobre a importância de manter uma dieta equilibrada e ser fisicamente ativo, melhoram, em muito, a saúde da população;</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>No fundo, não há enormes ou revolucionárias novidades nos achados do <em>Salud America!</em>. Todos nós já havíamos ouvido sugestões semelhantes. Comer bem e praticar atividades físicas são dicas válidas para que qualquer pessoa viva mais e melhor. <strong>A importância do estudo, porém, provém de suas questões políticas</strong>. As conclusões apresentadas dão, agora, aval científico para que parlamentares norte-americanos promovam políticas públicas adequadas à saúde dos seus constituintes. Dependendo de como se derem as coisas, não serão apenas os latinos a serem beneficiados pelos programas do governo.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-mudar-a-mentalidade-de-um-grupo/">Como mudar a mentalidade de um grupo?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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