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	<title>American Diabetes Association | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 25 Oct 2021 17:26:01 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Remissão do diabetes tipo 2 é uma realidade cada vez mais frequente, afirmam entidades médicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 17:26:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[American Diabetes Association]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes UK]]></category>
		<category><![CDATA[Endocrine Society]]></category>
		<category><![CDATA[European Association for the Study of Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[HbA1c]]></category>
		<category><![CDATA[remissão]]></category>
		<category><![CDATA[remissão do diabetes tipo 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos termos mais procurados junto com &#8220;diabetes&#8221; é &#8220;cura&#8220;. Afinal, apesar dos inúmeros avanços médicos e tecnológicos no tratamento do diabetes tipo 1 e tipo 2, a doença ainda é considerada &#8220;crônica&#8221;, isto é, persistente e sem uma cura definida. Mas isso não significa que uma pessoa não possa estar &#8220;livre&#8221; do diabetes, uma &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<span class="bdaia-shory-dropcap bdaia-shory-dropcap1" >U</span>m dos termos mais procurados junto com &#8220;<strong>diabetes</strong>&#8221; é &#8220;<strong>cura</strong>&#8220;. Afinal, apesar dos inúmeros avanços médicos e tecnológicos no tratamento do diabetes tipo 1 e tipo 2, a doença ainda é considerada &#8220;crônica&#8221;, isto é, persistente e sem uma cura definida. <strong>Mas isso não significa que uma pessoa não possa estar &#8220;livre&#8221; do diabetes, uma vez diagnosticada.</strong></p>
<p>O fenômeno da <strong>remissão do diabetes tipo 2</strong> já é documentado há bastante tempo na literatura médica. O que seria esta &#8220;remissão&#8221;? Trata-se de um retorno à glicemia normal após o diagnóstico do diabetes tipo 2. Isto é: a pessoa estava com a glicemia alta e, devido a algum fator (<em>que já discutiremos em detalhes adiante</em>), eventualmente essa glicemia alta baixou para patamares mais saudáveis, patamares que são mantidos ao longo do tempo sem necessidade de uso de medicamentos, fazendo com que o status de &#8220;diabético&#8221; possa ser anulado.</p>
<p>No último mês, quatro importantes grupos médicos de estudo e promoção de políticas públicas sobre diabetes publicaram um <strong>consenso</strong> no qual padronizam a terminologia, a definição e a avaliação da remissão do diabetes tipo 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>REMISSÃO: A IMPORTÂNCIA DO NOME CORRETO</strong></h2>
<p>Os grupos envolvidos no documento são a <em>American Diabetes Association</em>, a <em>Endocrine Society</em>, a <em>European Association for the Study of Diabetes</em> e a <em>Diabetes UK</em>. São alguns dos mais importantes e relevantes grupos médicos do mundo quando o assunto é diabetes.</p>
<blockquote class="bdaia-blockquotes bdaia-bqpo-right">Segundo os autores, a maior razão para o aumento no número de casos de remissão é que <strong>os medicamentos atuais são muito bons e eficientes</strong>.</blockquote>
<p>O documento publicado, de certa forma, é mera formalidade médica, mas que abre espaço para discussões interessantes. Há muitos termos e expressões diferentes sendo utilizadas para se referir a um mesmo evento: o &#8216;retorno&#8217; à glicemia normal em pessoa anteriormente diagnosticadas com diabetes tipo 2. Às vezes isso é chamado de &#8220;remissão&#8221;, outras de &#8220;cura&#8221; ou &#8220;reversão&#8221;. Alguns médicos preferem usar a palavra &#8220;resolução&#8221;, ou termos compostos e ambíguos como &#8220;remissão parcial&#8221;, &#8220;remissão prolongada&#8221; e similares. Como na Ciência nunca é interessante chamar uma coisa por vários nomes, o consenso busca padronizar o uso do termo &#8220;remissão do diabetes&#8221; para esses casos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O QUE PROVOCA A REMISSÃO DO DIABETES TIPO 2?</strong></h2>
<p>De acordo com os autores do documento (médicos com vasta experiência no tratamento de pessoas com diabetes), existem três maneiras principais de se alcançar a remissão do diabetes tipo 2:</p>
<ul>
<li>mudanças no <a href="https://www.diabeticool.com/apos-descobrir-diabetes-natalense-muda-estilo-de-vida-e-perde-21-kg/"><strong>estilo de vida</strong></a></li>
<li><a href="https://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-e-a-solucao-para-perder-peso-e-curar-o-diabetes/"><strong>cirurgia bariátrica</strong></a></li>
<li>uso correto de <strong>medicamentos hipoglicemiantes</strong>, isto é, que ajudam a reduzir a quantidade de açúcar no sangue.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda segundo os autores, possivelmente a maior razão para o aumento no número de casos de remissão é que <strong>os medicamentos atuais são muito bons e eficientes</strong>. Usados da maneira correta, eles podem gerar um controle de longo prazo na glicemia, que independe de novas doses desses medicamentos. Ou seja, a &#8220;remissão&#8221; é alcançada e a pessoa pode parar de tomar remédios (obviamente, após ampla análise e avaliação médica) e, ainda assim, manter a glicemia em níveis adequados.</p>
<div style="padding: 5%; margin: 5% 0; background: #f6f6f6; width: 90%; border: 2px dotted #e1e1e1; border-radius: 20px; box-shadow: 6px 5px 17px rgb(0 0 0 / 31%);">
<h3><em style="background-color: #f6f6f6;"><strong>DEFINIÇÃO DA REMISSÃO DO DIABETES TIPO 2</strong></em></h3>
<p>O consenso define a remissão do diabetes como <strong>exame de <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> resultando em &lt;6,5%</strong>, realizado pelo menos <strong>03 meses após a suspensão</strong> da terapia hipoglicemiante.</p>
<p>Em outras palavras: se, após orientação médica, a pessoa que estava com DM2 deixar de tomar os medicamentos para baixar a glicemia e mesmo assim, três meses depois dessa parada, a glicemia estiver em níveis bons, pode-se considerar que <strong>houve remissão do diabetes tipo 2</strong>.</p>
<p>Para casos em que o exame de HbA1c (hemoglobina glicada) não for confiável, pode-se considerar os seguintes parâmetros como condizentes com a remissão:</p>
<ul>
<li>Glicemia de jejum &lt;126mg/dL;</li>
<li>Hemoglobina glicada estimada &lt;6,5%, baseada em cálculos a partir do monitoramento contínuo da glicemia.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>POR QUE NÃO FALAR EM &#8220;CURA&#8221;?</strong></h2>
<p>Médicos e cientistas são cautelosos com as palavras que usam &#8211; e por bons motivos. Os termos devem ser precisos e informativos, sem abrir margens a interpretações. A escolha pelo termo &#8220;<strong>remissão</strong>&#8221; e não por algo mais impactante, como &#8220;<strong>cura</strong>&#8220;, segue esta tendência.</p>
<p>Pode-se pensar que, afinal de contas, se a glicemia &#8220;voltou ao normal&#8221; nos casos descritos acima, então consequentemente o diabetes foi &#8220;curado&#8221;. <strong><span style="text-decoration: underline;">Mas isso não é verdade</span>.</strong> Os autores do artigo reforçam uma mensagem importante: <strong>por enquanto</strong>, diabetes não tem cura. Mesmo nos casos em que a glicemia ficou estabilizada em valores normais após a suspensão do uso de medicamentos, ainda pode haver <strong>problemas internos indicadores do diabetes</strong>. Por exemplo, mesmo nos casos de remissão, pode haver considerável <a href="https://www.diabeticool.com/relacao-entre-as-bacterias-do-seu-corpo-e-o-diabetes-tipo-1-e-tipo-2/"><strong>resistência à insulina</strong></a>, ou então as <a href="https://www.diabeticool.com/transplante-de-celulas-saudaveis-e-realizado-com-sucesso/"><strong>células beta do pâncreas</strong></a> podem não estar funcionando em total normalidade. Isso exige cuidado e acompanhamento constante.</p>
<p>Conforme o documento sugere, dados os avanços da Medicina e dos medicamentos, cada vez mais veremos casos de pessoas que tiveram o diabetes tipo 2 controlado e que não necessitam mais de medicamentos para acertar a glicemia. Esses casos, contudo, precisam claramente ser classificados como &#8220;remissão&#8221;, evitando, assim, o uso de termos que podem abrir margens a interpretações errôneas (como &#8220;cura&#8221;).</p>
<span class="bdaia-shory-highlight" style="background:#eeee22;color:#000000;"><strong>Os casos de remissão de diabetes são exclusivos para <span style="text-decoration: underline;">diabetes tipo 2</span>. Entenda o porquê lendo nosso <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">resumo sobre diabetes tipo 1 aqui</a>.</strong></span>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>A REMISSÃO SE MANTÉM?</strong></h2>
<p>Uma das dúvidas que os médicos pretendem resolver é se os casos de remissão &#8220;duram bastante tempo&#8221;. Ainda há poucas informações na literatura médica para se tirar conclusões.</p>
<p>Por isso, a partir das novas definições do que é remissão do diabetes tipo 2, os autores do consenso sugerem pesquisas e acompanhamento dos pacientes, a fim de se compreender melhor como funciona o fenômeno da remissão no médio e longo prazo.</p>
<p>Acompanhamento anual de hemoglobina glicada e de fatores de risco relacionados ao diabetes &#8211; como exames de retina, de função renal, de complicações cardiovasculares e do pé diabético &#8211; deve ser realizado, sem falta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="bdaia-toggle open"><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-open"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-up"></span><span class="txt">CONCLUSÃO</span></h4><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-close"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-down"></span><span class="txt">CONCLUSÃO</span></h4><div class="toggle-content"><p>Será que é possível &#8220;vencer&#8221; o diabetes tipo 2 via medicamentos e orientações médicas e manter a glicemia equilibrada por vários anos? Ou será que o efeito da remissão é passageiro para algumas pessoas, e a glicemia volta subir depois de algum tempo? Tendo, agora, os parâmetros definidos sobre o que exatamente é a remissão do diabetes tipo 2, estudos em busca de respostas a estas importantes perguntas poderão começar a ser feitos.</p></div></div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/remissao-do-diabetes-tipo-2-e-uma-realidade-cada-vez-mais-frequente-afirmam-entidades-medicas/">Remissão do diabetes tipo 2 é uma realidade cada vez mais frequente, afirmam entidades médicas</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>1% menos HbA1c, 50% a mais de vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2012 21:22:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[American Diabetes Association]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[doença coronária]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
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		<category><![CDATA[hemoglobina]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[idoso]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Gotemburgo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo sueco mostra que diminuições mínimas nas taxas de hemoglobina glicada (HbA1c) resultam em enormes melhoras à saude. Hemoglobinas são as proteínas que carregam oxigênio dos pulmões para o restante do organismo, viajando pelo sangue. Em diabéticos, é muito comum a presença de quantidades elevadas de hemoglobina glicada, ou HbA1c. A hemoglobina glicada é formada &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo sueco mostra que diminuições mínimas nas taxas de hemoglobina glicada (HbA1c) resultam em enormes melhoras à saude.</em></p>
<p><span id="more-1891"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/casal-velhinho-diabetes/"></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Hemoglobinas</strong> </span>são as proteínas que carregam oxigênio dos pulmões para o restante do organismo, viajando pelo sangue. Em diabéticos, é muito comum a presença de quantidades elevadas de <a title="Qual a primeira coisa a se fazer em caso de pré-diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-primeira-coisa-a-se-fazer-em-caso-de-pre-diabetes/"><strong>hemoglobina glicada</strong></a>, ou <strong>HbA1c</strong>. A hemoglobina glicada é formada quando uma hemoglobina entra em contato com a <a title="Glicose" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose</a> no sangue. Como diabéticos costumam ter mais glicose no sangue do que o normal, suas taxas de HbA1c são maiores. Através de medições da quantidade de HbA1c na corrente sangüínea, é possível inferir como a <a title="Glicemia" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> de uma pessoa se comportou ao longo do tempo. Por isso, é muito comum o acompanhamento de HbA1c em diabéticos, a fim de se determinar os melhores passos para o tratamento.</p>
<p>Uma recente e abrangente pesquisa sueca estudou idosos diabéticos tipo 2 e a evolução das suas taxas de hemoglobina glicada. No total, participaram mais de 12 mil e trezentas pessoas. Todas elas não cuidavam direito do diabetes e estavam acima do peso, porém não tinham problemas cardiovasculares. O trabalho foi realizado pela Universidade de Gotemburgo e abrangeu um período de 5 anos.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Como o experimento funcionou</strong></span></p>
<p>Os pacientes foram divididos em dois grupos. Um deles, aos longos dos cinco anos, incluía pessoas que <span style="color: #3366ff;">diminuíram as taxas de hemoglobina glicada</span> em pelo menos 0,1%, devido a melhoras nos cuidados do diabetes. O outro grupo continha aqueles nos quais <span style="color: #ff0000;">as taxas aumentaram</span> em pelo menos 0,1%. No início do estudo, a taxa média de hemoglobina glicada nos dois grupos era de 7,8%. Ao final, a média do <span style="color: #3366ff;">primeiro grupo foi de 7%</span>, e <span style="color: #ff0000;">do segundo 8,4%</span>.</p>
<p>Após os cinco anos, as taxas de mortalidade dos dois grupos mostraram uma considerável diferença. <span style="color: #3366ff;">Do grupo que diminuiu as taxas de hemoglobina glicada, 10% dos pacientes faleceram.</span> <span style="color: #ff0000;">Do grupo que aumentou as taxas, o número pulou para 15%</span>, um aumento de 50%. E não foi só isso: a incidência de doenças coronárias foi de <span style="color: #3366ff;">12% no primeiro</span> e <span style="color: #ff0000;">20% no segundo grupo</span>. Doenças cardiovasculares surgiram em apenas <span style="color: #3366ff;">17% dos integrantes do primeiro grupo</span> e em <span style="color: #ff0000;">30% dos do segundo</span>.</p>
<p>A conclusão é clara: uma diminuição pequena nos níveis de hemoglobina glicada (de menos de 1%!) aumenta a expectativa e a qualidade de vida de diabéticos, evitando <a title="Por que diabéticos não estão tratando o colesterol?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-diabeticos-nao-estao-tratando-o-colesterol/">doenças cardiovasculares</a>. Interessante notar que o valor alcançado pelo melhor grupo (7% de HbA1c no sangue) está 100% de acordo com o padrão sugerido pela <a title="Mistério na América" href="http://www.diabeticool.com/misterio-na-america/">American Diabetes Association</a> para pessoas idosas.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/">1% menos HbA1c, 50% a mais de vida</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Tratamento radical abranda o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2012 19:02:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[American Diabetes Association]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[Center for Disease Control and Prevention]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Filadélfia]]></category>
		<category><![CDATA[pré-diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[The Lancet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tratar de maneira agressiva o pré-diabetes traz enormes vantagens aos pacientes, mesmo quando eles acabam se tornando 100% diabéticos. A 72a. reunião da American Diabetes Association termina hoje, na Filadélfia. Após um novo estudo ter deixado os pesquisadores lá presentes de cabelos em pé, boas notícias vieram. O Center for Disease Control and Prevention (CDC) &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tratar de maneira agressiva o pré-diabetes traz enormes vantagens aos pacientes, mesmo quando eles acabam se tornando 100% diabéticos.</em></p>
<p><span id="more-750"></span></p>
<p>A 72a. reunião da <em>American Diabetes Association</em> termina hoje, na Filadélfia. Após um novo estudo ter deixado os pesquisadores lá presentes <a title="Mistério na América" href="http://www.diabeticool.com/misterio-na-america/" target="_blank" rel="noopener">de cabelos em pé</a>, boas notícias vieram. O <em>Center for Disease Control and Prevention</em> (CDC) americano revelou que  tratar pré-diabéticos com mudanças bruscas e agressivas em seu estilo de vida e na medicação reduz drasticamente as chances destes pacientes se tornarem 100% diabéticos no futuro.</p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/cdc-pesquisa-diabetes.jpg"></span><br />
O que, de certa forma, pode soar óbvio: a pessoa tem pré-diabetes, porém se cuida e não desenvolve o diabetes. Vários outros estudos apontam que esta lógica é verdadeira. Todavia, a diferença do anúncio do CDC, publicado no periódico médico <em>The Lancet</em>, é que a análise que o centro fez de seus dados foi um pouco mais profunda (e sutil, então leia com calma!): ao invés de apenas fazer uma porcentagem do número de pré-diabéticos que, com o tratamento correto, não desenvolveram a doença, o CDC calculou o número de pessoas que acabaram se tornando diabéticas, mesmo que sua glicemia tenha sido regularizada pelo tratamento radical. A conclusão é que mesmo estas pessoas faziam parte de uma estatística animadora: elas apresentavam uma redução de 56% na progressão normal do diabetes nos 6 anos subseqüentes ao início da doença. Ou seja, pré-diabéticos que realizaram tratamento intensivo de normalização da glicemia, mesmo que adquirissem a doença, tinham-na de maneira mais &#8220;branda&#8221;.</p>
<p>Os autores do estudo concluem: &#8221; (&#8230;) <a title="Cientistas defendem o fim do termo “pré-diabetes”" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-defendem-o-fim-do-termo-pre-diabetes/" target="_blank" rel="noopener">pré-diabetes</a> significa altos riscos de se desenvolver o diabetes, especialmente em pacientes que se mantêm pré-diabéticos apesar de intervenções intensivas em seu estilo de vida. A reversão para regulação normal de glicose, mesmo que transiente, está associada a uma redução significante do risco de diabetes no futuro (&#8230;)&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/tratamento-radical-abranda-o-diabetes/">Tratamento radical abranda o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Mistério na América</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/misterio-na-america/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jun 2012 16:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[American Diabetes Association]]></category>
		<category><![CDATA[autoimune]]></category>
		<category><![CDATA[Center for Disease Control and Prevention]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes juvenil]]></category>
		<category><![CDATA[epidemiologista]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guiseppina Imperatora]]></category>
		<category><![CDATA[International Diabetes Center]]></category>
		<category><![CDATA[jovem]]></category>
		<category><![CDATA[National Institute of Health]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Bergenstal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de jovens americanos com diabetes tipo 1 ou tipo 2 só cresce. Pesquisadores quebram a cabeça tentando entender o porquê. A última reunião da American Diabetes Association terminou em tom preocupante. Dados recém divulgados indicam um aumento considerável nos casos de diabetes na juventude dos EUA. E, mesmo que mais casos de diabetes &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/misterio-na-america/">Mistério na América</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O número de jovens americanos com diabetes tipo 1 ou tipo 2 só cresce. Pesquisadores quebram a cabeça tentando entender o porquê.</em> <span id="more-742"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/crianca-diabetes.jpg"></span></p>
<p>A última reunião da <em>American Diabetes Association</em> terminou em tom preocupante. Dados recém divulgados indicam um aumento considerável nos casos de diabetes na juventude dos EUA. E, mesmo que mais casos de diabetes tipo 2 sejam esperados, uma vez que a população americana torna-se progressivamente mais obesa, nenhum dos cientistas e pesquisadores presentes soube explicar os motivos do crescimento do número de casos do diabetes tipo 1.</p>
<p>Os dados em questão referem-se a um estudo realizado pelos respeitados <em>Center for Disease Control and Prevention</em> (CDC) e <em>National Institute of Health</em>, os quais acompanharam vinte mil crianças e jovens com menos de vinte anos durante um período de 8 anos, findo em 2009. Foram constatados alarmantes aumentos de 23% nos diagnósticos de diabetes tipo 1 e de 21% no de diabetes tipo 2.</p>
<p>&#8220;Isto gera muita preocupação, porque estes jovens vão viver a maior parte de suas vidas com diabetes e podem desenvolver complicações relacionadas à doença&#8221;, afirmou Guiseppina Imperatora, epidemiologista médica do CDC. &#8220;Dados preliminares sugerem que complicações podem estar se desenvolvendo já nesta geração&#8221;. Confirmando o prognóstico da pesquisadora, este mesmo estudo apontou que muitas crianças com diabetes já apresentavam sinais de danos cardiovasculares, o que pode se traduzir em doenças cardíacas no futuro.</p>
<h3>Diferença de Tipos</h3>
<p>O diabetes tipo 1, antigamente chamado de diabetes juvenil, é uma doença autoimune na qual o organismo perde a habilidade de produzir insulina. Já o diabetes tipo 2 é caracterizado pela resistência à insulina ou falta de capacidade de produção do hormônio em quantidades adequadas. Os portadores do diabetes tipo 1 são dependentes de insulina, enquanto que os diabéticos do tipo 2, em muitos casos, podem administrar a doença através de mudanças de hábitos e de dieta e da prática de exercícios.</p>
<p>O aumento no número de diabéticos tipo 1 impressiona os pesquisadores, ainda não capazes de identificar o que gera esta resposta autoimune. Cerca de 80% dos diabéticos do tipo 1 não possuem parentes próximos com a doença.</p>
<p>&#8220;Ainda não temos certeza do que desencadeia a doença, se são fatores genéticos ou ambientais.&#8221;, disse Richard Bergenstal, diretor-executivo do <em>International Diabetes Center</em>. Felizmente, cientistas de todo o mundo trabalham a todo vapor tentando resolver mais este mistério médico.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/misterio-na-america/">Mistério na América</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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