<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog | Diabeticool</title>
	<atom:link href="https://www.diabeticool.com/noticias/blog/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.diabeticool.com</link>
	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 11 Aug 2021 01:58:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Atletas com diabetes tipo 1 vão escalar as Montanhas Brancas da Grécia</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/atletas-com-diabetes-tipo-1-vao-escalar-as-montanhas-brancas-da-grecia/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/atletas-com-diabetes-tipo-1-vao-escalar-as-montanhas-brancas-da-grecia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2015 19:06:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[atletas]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[escalada]]></category>
		<category><![CDATA[Sanofi]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=8926</guid>

					<description><![CDATA[<p>Expedição de atletas (incluindo dois brasileiros) é realizada pela World Diabetes Tour e pela SWEET Pediatric Diabetes e conta com apoio da Sanofi Diabetes. Dois brasileiros vão participar de uma escalada para estimular outras pessoas com diabetes a superar seus desafios e mostrar que é possível ter qualidade de vida. Eles integram uma equipe internacional composta &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/atletas-com-diabetes-tipo-1-vao-escalar-as-montanhas-brancas-da-grecia/">Atletas com diabetes tipo 1 vão escalar as Montanhas Brancas da Grécia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Expedição de atletas (incluindo dois brasileiros) é realizada pela World Diabetes Tour e pela SWEET Pediatric Diabetes e conta com apoio da Sanofi Diabetes.</em><span id="more-8926"></span></p>
<div>
<figure id="attachment_8927" aria-describedby="caption-attachment-8927" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8927" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/escalada-em-prol-do-diabetes-tipo-1.jpg" alt="escalada em prol do diabetes tipo 1" width="800" height="479" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/escalada-em-prol-do-diabetes-tipo-1.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/escalada-em-prol-do-diabetes-tipo-1-768x460.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/escalada-em-prol-do-diabetes-tipo-1-401x240.jpg 401w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-8927" class="wp-caption-text">Uma mega-aventura em prol da conscientização sobre o diabetes.</figcaption></figure>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >D</span>ois brasileiros vão participar de uma escalada para estimular outras pessoas com diabetes a superar seus desafios e mostrar que é possível ter qualidade de vida. Eles integram uma equipe internacional composta por 11 jovens atletas com diabetes tipo 1 e quatro médicos, que irá enfrentar o desafio de escalar as Montanhas Brancas com quase 2,5 mil metros de altitude, localizadas na Grécia, entre os dias 23 e 28 de agosto.</p>
<p>O grupo é formado por jovens de 15 a 20 anos de diversas nacionalidades: França, Alemanha, Canadá, Estados Unidos e Brasil. Eles não são alpinistas profissionais e vão participar de uma escalada pela primeira vez. A expedição, realizada pela associação francesa World Diabetes Tour (WDT) e pela SWEET Pediatric Diabetes, conta com o apoio da plataforma Sanofi Diabetes, comprometida com o controle da doença, que aposta em iniciativas com foco no paciente. <strong>A iniciativa tem por objetivo mostrar que pessoas com diabetes têm condições de superar desafios e ter qualidade de vida</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter" src="http://www.contigo.gr/descubrecreta/wp-content/uploads/sites/3/2015/06/otramon-680x275.jpg" alt="" width="680" height="275" /></p>
<p><strong>Dois brasileiros</strong> participarão desta escalada às Montanhas Brancas: Pedro Zaniol, de 18 anos, paciente com diabetes tipo 1, e Mauro Scharf, endocrinologista, diretor médico do Laboratório Frischmann Aisengart e fundador do centro de diabetes em Curitiba, que integra a equipe de profissionais da saúde da expedição. Zaniol pratica corrida e <a href="http://www.diabeticool.com/estudo-musculacao-reduz-risco-de-diabetes-em-mulheres/">musculação</a> e já conquistou várias medalhas na natação. Já Scharf pratica esportes radicais, como corrida de montanhas.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-8929" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/escalada-Montanhas-Brancas-diabetes-tipo-1-2.jpg" alt="escalada Montanhas Brancas diabetes tipo 1-2" width="400" height="452" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/escalada-Montanhas-Brancas-diabetes-tipo-1-2.jpg 400w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/escalada-Montanhas-Brancas-diabetes-tipo-1-2-212x240.jpg 212w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" />Ambos se prepararam com antecedência para o desafio <a href="http://www.diabeticool.com/os-relogios-internos-a-alimentacao-e-o-diabetes/">controlando a alimentação</a>, e realizando uma preparação física e mental. Zaniol contou com a orientação de seu pai, que é maratonista, além do próprio Scharf que é seu endocrinologista.  O jovem conta que pratica corrida quatro vezes na semana, de olho no condicionamento físico para superar o desafio. “<strong>É a minha oportunidade de ser um exemplo para outros jovens</strong>. Sei que muitos não têm a oportunidade que eu tenho de se consultarem com bons médicos e terem acesso a medicamentos. Quero mostrar que podem levar uma vida normal, mesmo com o diabetes”, afirma o atleta.</p>
<p>Scharf se prepara para a escalada com exercícios diários. A seu favor está experiência da participação na última escalada ao Machu Picchu promovida pela mesma iniciativa em 2014. Para o médico, a expedição é importante para os pacientes perceberem que o diabetes não deve ser um empecilho. “Espero que essa experiência seja marcante para esses jovens, porque eles podem ser exemplos para outras crianças e adolescentes, mostrando que é possível superar seus desafios”, afirma o endocrinologista.</p>
<p>O endocrinologista ressalta que o <a href="http://www.diabeticool.com/aprovado-saiba-glicemia-o-tempo-todo-no-celular-e-com-menos-picadas/">controle adequado da glicemia</a> é fundamental para que pessoas com diabetes encarem desafios como esse. Por esse motivo, a equipe de alpinistas será acompanhada por profissionais médicos. Isso não significa, no entanto, que a prática do montanhismo apresente dificuldades extras para quem tem diabetes.</p>
<p>O dia a dia da escalada da equipe de alpinistas será reproduzido em tempo real na <strong><a href="https://www.facebook.com/T1DYouthChallenge">fan page da expedição</a></strong> por meio de vídeos e fotos da equipe, desde a preparação até o fim da jornada.</p>
<figure id="attachment_8928" aria-describedby="caption-attachment-8928" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-8928 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/escalada-Montanhas-Brancas-diabetes-tipo-1.jpg" alt="escalada Montanhas Brancas diabetes tipo 1" width="800" height="378" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/escalada-Montanhas-Brancas-diabetes-tipo-1.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/escalada-Montanhas-Brancas-diabetes-tipo-1-415x196.jpg 415w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-8928" class="wp-caption-text">&#8220;Lute por controle, atreva-se a sonhar&#8221; diz a faixa dos jovens.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Sobre a Sanofi Diabetes</strong></h4>
<p>A Sanofi se dedica a ajudar os pacientes a administrar o complexo desafio do diabetes oferecendo soluções inovadoras, integradas e personalizadas. Orientados por informações relevantes resultantes da atenção e do compromisso voltado aos pacientes com diabetes, a empresa faz diversas parcerias com o objetivo de oferecer meios para diagnósticos, tratamentos, serviços e dispositivos, inclusive sistemas de monitoramento de glicemia. A Sanofi comercializa medicamentos injetáveis, inaláveis e orais para portadores de diabetes tipo 1 e tipo 2.</p>
<div class="video_relacionado"></div>
</div>
<p class="ntcfonte"><strong>Fonte: <a href="http://www.jornaldebrasilia.com.br/noticias/brasil/634426/atletas-internacionais-com-diabetes-tipo-1-vao-escalar-as-montanhas-brancas-da-grecia/">Jornal de Brasília</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/atletas-com-diabetes-tipo-1-vao-escalar-as-montanhas-brancas-da-grecia/">Atletas com diabetes tipo 1 vão escalar as Montanhas Brancas da Grécia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/atletas-com-diabetes-tipo-1-vao-escalar-as-montanhas-brancas-da-grecia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cuidado: Diabetes não tira férias!</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/cuidado-diabetes-nao-tira-ferias/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/cuidado-diabetes-nao-tira-ferias/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2015 16:49:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[controle glicëmico]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=8796</guid>

					<description><![CDATA[<p>Especialista dá dicas de como cuidar da diabetes durante o período de descanso e férias. De acordo com publicações recentes, três em cada quatro portadores de Diabetes Tipo 2 no Brasil estão fora de controle e a maioria está acima do peso. Manter o controle glicêmico não é uma tarefa fácil para pacientes com Diabetes Tipo &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/cuidado-diabetes-nao-tira-ferias/">Cuidado: Diabetes não tira férias!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Especialista dá dicas de como cuidar da diabetes durante o período de descanso e férias.</em><span id="more-8796"></span></p>
<p>De acordo com publicações recentes, três em cada quatro portadores de Diabetes Tipo 2 no Brasil estão fora de controle e a maioria está acima do peso. Manter o <a href="http://www.diabeticool.com/aplicativo-brasileiro-diabattle-torna-o-controle-do-diabetes-mais-divertido/">controle glicêmico</a> não é uma tarefa fácil para pacientes com Diabetes Tipo 2, e pode se tornar um grande desafio no período de férias.</p>
<p>“Apesar do aumento das tentações nos cardápios e da mudança na rotina, é possível manter o diabetes controlado com pequenos cuidados diários”, afirma a médica Maithê Pimentel, endocrinologista, membro assistente da equipe de endocrinologia e metabologia do Hospital Beneficência Portuguesa e também do setor de síndrome metabólica do Hospital das Clínicas.</p>
<p>A especialista deu algumas dicas para que os pacientes com Diabetes Tipo 2 consigam manter as taxas de glicose equilibradas durante as férias:</p>
<ul>
<li>Para compensar a falta de <a href="http://www.diabeticool.com/a-quantidade-certa-de-exercicios-para-proteger-seu-coracao/">exercício regular</a>, procure utilizar escadas, ao invés de escadas rolantes e elevadores. Além disso, opte por fazer os trajetos sempre a pé ou de bicicleta. Vale a pena também pegar o caminho mais longo e aproveitar para conhecer melhor o lugar, a paisagem e a vizinhança.</li>
<li>Tente fazer boas escolhas na hora da refeição. As novidades nos cardápios são grandes, mas se esforce para pedir alimentos saudáveis, balanceado a quantidade de proteínas, carboidratos e gorduras.</li>
<li>Tire o foco da comida. Se estiver na cidade, aproveite para curtir a agenda cultural, museus e parques. Se a viagem for para a praia ou para o campo, aproveite o contato com a natureza para praticar atividades físicas como a caminhada.</li>
<li>Tomar os medicamentos logo ao acordar ou antes de dormir são ótimas opções para evitar o esquecimento quando se está fora da rotina.</li>
<li>Evite fumar e consumir bebidas alcoólicas, pois essas atitudes também contribuem muito para manter o controle glicêmico.</li>
</ul>
<p>Atualmente há medicamentos orais que auxiliam no controle diário da glicemia, como é o caso do inibidor do SGLT2, uma proteína transportadora que atua na reabsorção da glicose filtrada pelos rins, permitindo assim a eliminação do açúcar em excesso pela urina. Ao impedir essa reabsorção, os medicamentos dessa classe, como a empagliflozina, eliminam o excesso de açúcar que seria reabsorvido pelo rim, permitindo que, diariamente, haja a eliminação de 78 gramas de glicose, em média, o que equivale a cerca de seis colheres de sopa de açúcar e a 312 calorias.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.acritica.net/noticias/cuidado-diabetes-nao-tira-ferias/151336/">A Crítica</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cuidado-diabetes-nao-tira-ferias/">Cuidado: Diabetes não tira férias!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/cuidado-diabetes-nao-tira-ferias/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você saberia se seu filho fosse diabético?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/voce-saberia-se-seu-filho-fosse-diabetico/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/voce-saberia-se-seu-filho-fosse-diabetico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2015 20:17:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=8783</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pais e mães devem ficar atentos a sinais em seus filhos que podem indicar a presença do diabetes. Aprenda quais são eles e o que fazer neste texto. Várias teorias tentam explicar o recente aumento do diabetes entre os jovens, incluindo a deficiência de vitamina D, a falta de aleitamento materno e o excesso de &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/voce-saberia-se-seu-filho-fosse-diabetico/">Você saberia se seu filho fosse diabético?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pais e mães devem ficar atentos a sinais em seus filhos que podem indicar a presença do diabetes. Aprenda quais são eles e o que fazer neste texto.</em><br />
<span id="more-8783"></span></p>
<p>Várias teorias tentam explicar o <a href="http://www.diabeticool.com/incriveis-fotos-mostram-como-e-para-um-jovem-viver-com-o-diabetes-tipo-1/">recente aumento do diabetes entre os jovens</a>, incluindo a deficiência de vitamina D, a falta de aleitamento materno e o excesso de medidas de higiene, que podem causar o colapso do sistema imunológico</p>
<p>Todo pai/mãe diz coisas como essas:</p>
<ul>
<li>&#8220;Eu não quero ouvir desculpas. Você não está cansado. Vá colocar o lixo para fora”;</li>
<li>&#8220;Você já foi ao banheiro, pode muito bem segurar até o fim do filme&#8221;;</li>
<li>&#8220;Você não precisa de outro copo de água. Volte para a cama!&#8221;.</li>
</ul>
<p>“Todas essas frases são ditas em um momento ou outro, em todas as casas, mas precisam de um contexto. Se você as está repetindo o todo o tempo, há uma chance de que seu filho não seja simplesmente preguiçoso, guloso ou mal educado. Em vez disso, ele pode estar exibindo os primeiros sintomas de diabetes”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski (CRM-SP 36.349).</p>
<p>Estamos todos cientes de que há uma <a href="http://www.diabeticool.com/como-mudar-a-mentalidade-de-um-grupo/">epidemia de obesidade</a> e de diabetes em adultos. Mas as taxas de diabetes não estão subindo apenas em adultos; elas estão aumentando em crianças, também. Um estudo recente, publicado no JAMA, descobriu que a incidência de diabetes tipo 1 em crianças de até 9 anos de idade aumentou em 21% entre 2001 e 2009. Durante o mesmo período, a incidência de diabetes tipo 2 entre jovens de 10-19 anos aumentou em 30,5%. Atualmente, mais de 200.000 crianças americanas têm diabetes. E se as tendências continuarem, esses números continuarão subindo. Então, se você é um pai/mãe, o diabetes definitivamente precisa estar no seu radar. Aqui está uma olhada no que esta doença é e como detectá-la:</p>
<h3><strong>Entendimento do diabetes</strong></h3>
<p>Existem dois tipos de diabetes que crianças ou adultos podem desenvolver. Aqui está uma breve explicação sobre cada um deles:</p>
<p>· <strong>Diabetes tipo 1</strong> &#8211; também conhecido como diabetes insulinodependente, diabetes infanto-juvenil e diabetes imunomediado. Neste tipo de diabetes, a produção de insulina do pâncreas é insuficiente, pois suas células sofrem o que chamamos de destruição autoimune. Os portadores de diabetes tipo 1 necessitam de injeções diárias de insulina para manter a glicose no sangue em valores normais. Há risco de vida se as doses de insulina não são dadas diariamente. O diabetes tipo 1, embora ocorra em qualquer idade, é mais comum em crianças, adolescentes ou adultos jovens;</p>
<p>· <strong>Diabetes tipo 2</strong> &#8211; também chamado de diabetes não insulinodependente ou diabetes do adulto e corresponde a 90% dos casos de diabetes. Ocorre geralmente em pessoas obesas com mais de 40 anos de idade, embora, na atualidade, seja diagnosticado com maior frequência em jovens, em virtude de maus hábitos alimentares, sedentarismo e estresse da vida urbana. Neste tipo de diabetes, a insulina está presente, porém sua ação é dificultada pela obesidade, o que é conhecido como resistência insulínica, uma das causas de hiperglicemia. Por ser pouco sintomático, o diabetes, na maioria das vezes, pode permanecer por muitos anos sem diagnóstico e sem tratamento.</p>
<p>“O diabetes tipo 1 age rapidamente, muitas vezes, tornando as crianças gravemente doentes dentro de semanas. O tipo 2 é furtivo e os seus sintomas se desenvolvem ao longo de meses ou anos. Sem tratamento adequado, ou outro tipo de atendimento médico, pode conduzir a danos nos nervos, doença do coração ou cegueira”, afirma o médico, membro do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<h3><strong>Distinguir as bandeiras vermelhas</strong></h3>
<p>A boa notícia sobre diabetes é que ambos os tipos são tratáveis. “As crianças com diabetes tipo 1 podem viver vidas longas e saudáveis, com a ajuda da insulina, boa dieta e exercícios físicos. As crianças com diabetes tipo 2 podem, muitas vezes, controlar sua doença apenas com a dieta, ou até mesmo ficarem livre do diabetes quando mudam seu estilo de vida. Mas nós não podemos ajudar essas crianças até diagnosticá-las. E, infelizmente, a maioria dos pais não consegue reconhecer os sintomas do diabetes em crianças. Uma pesquisa britânica, por exemplo, constatou que apenas 14% dos pais conhecem os principais sinais de alerta do diabetes tipo 1”, informa Chencinski.</p>
<p>Como resultado, as crianças podem sofrer por semanas ou meses com o diabetes tipo 1, e durante anos com o tipo 2 não diagnosticados. E em todo esse tempo, a doença estará devastando o organismo. Então, como você pode proteger o seu filho? Conheça os sintomas do diabetes em crianças e mantenha os olhos abertos, porque no início eles podem ser sutis. Confira uma lista deles:</p>
<ul>
<li>Excesso de sede e fome;</li>
<li>Perda de peso;</li>
<li>Constante necessidade de &#8220;fazer xixi&#8221;;</li>
<li>Fadiga;</li>
<li>Boca seca;</li>
<li>Visão embaçada;</li>
<li>Problemas respiratórios;</li>
<li>Comichão na pele;</li>
<li>Dormência nas mãos ou nos pés;</li>
<li>Feridas que se curam muito lentamente.</li>
</ul>
<p>Crianças com diabetes tipo 2 também podem desenvolver uma doença de pele chamada acantose nigricans, caracterizada por hiperqueratose (excesso de queratina) e hiperpigmentação (lesões de cor cinza e engrossadas, que dão um aspecto verrugoso). Embora possa ocorrer em qualquer local da superfície corpórea, a área mais atingida é a região posterior do pescoço, seguida pelas axilas, face lateral do pescoço, superfícies flexoras dos membros, região periumbilical, inframamária, mucosa oral ou mesmo, em casos raros, planta dos pés e palma das mãos.</p>
<p>“Se há um histórico de diabetes na família, é preciso ser especialmente vigilante. Além disso, manter um olhar atento sobre o filho, se ele está acima do peso. Se você notar qualquer sintoma que o preocupe, não hesite em marcar uma consulta imediata com o pediatra. Pode ser assustadora a ideia de que seu filho tenha diabetes. Mas, como pai, é preciso encarar os fatos. E o fato é que, com diabetes, cada dia de diagnóstico tardio conta. Portanto, se o seu filho está constantemente cansado, com fome, com sede, irritado&#8230; Não se arrisque. Em vez disso, tome providências”, aconselha o pediatra.</p>
[button link=&#8221;http://www.defatoonline.com.br/noticias/ultimas/18-06-2015/se-o-seu-filho-fosse-diabetico-voce-saberia&#8221; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;default&#8221;]Fonte: DeFato Online [/button]The post <a href="https://www.diabeticool.com/voce-saberia-se-seu-filho-fosse-diabetico/">Você saberia se seu filho fosse diabético?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/voce-saberia-se-seu-filho-fosse-diabetico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conectando o gadget a um sensor de glicose, é possível que pais fiquem de olho na diabetes dos filhos</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/conectando-o-gadget-a-um-sensor-de-glicose-e-possivel-que-pais-fiquem-de-olho-na-diabetes-dos-filhos/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/conectando-o-gadget-a-um-sensor-de-glicose-e-possivel-que-pais-fiquem-de-olho-na-diabetes-dos-filhos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 01:28:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento contínuo de glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[smartwatch]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=8760</guid>

					<description><![CDATA[<p>Veja como a tecnologia ajudou a melhorar a qualidade de vida de uma criança que convive com o diabetes tipo 1! Meu filho, Evan, foi diagnosticado com diabetes tipo 1 em agosto de 2012. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune que ataca o pâncreas e impede a produção de insulina. O corpo precisa &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/conectando-o-gadget-a-um-sensor-de-glicose-e-possivel-que-pais-fiquem-de-olho-na-diabetes-dos-filhos/">Conectando o gadget a um sensor de glicose, é possível que pais fiquem de olho na diabetes dos filhos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Veja como a tecnologia ajudou a melhorar a qualidade de vida de uma criança que convive com o diabetes tipo 1!</em><span id="more-8760"></span></p>
<p>Meu filho, Evan, foi diagnosticado com diabetes tipo 1 em agosto de 2012. O diabetes tipo 1 é uma <a href="http://www.diabeticool.com/por-que-uma-pessoa-desenvolve-o-diabetes-tipo-1/">doença autoimune</a> que ataca o pâncreas e impede a produção de insulina. O corpo precisa desse hormônio para transportar a glicose do sangue para as células <strong><span style="color: #ff6600;">[nota do Diabeticool: não é bem isso. <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">Leia aqui</a> qual é o papel real da insulina no corpo!]</span></strong></p>
<p>A insulina sintética é usada para regular o diabetes tipo 1, mas ela não age tão rapidamente quanto à insulina humana. Determinar a dose exata de insulina para uma certa quantidade de carboidratos em uma refeição se torna, portanto, um ato de equilíbrio por consumo. Pouca insulina e o nível de açúcar no sangue decola, causando complicações potencialmente fatais. Muita insulina, e o açúcar no sangue despenca a um nível perigoso.</p>
<p>O choque após o diagnóstico permaneceu durante os meses seguintes, a medida em que minha esposa, Laura, e eu tentávamos encontrar uma maneira de manter um garoto de 4 anos de idade vivo e feliz. Nossos dias e noites se resumiam a de 8 a 12 espetadinhas no dedo para medir a glicemia, além de 4 a 8 doses de insulina por dia.</p>
<p>Esse foi o período mais doloroso e obscuro da minha vida, e nós precisávamos encontrar uma solução melhor. Então, iniciou-se uma jornada tecnológica que nos permitiria melhorar a qualidade de vida de Evan &#8211; e, por consequencia, a vida de muitos outros.</p>
<p>Logo eu fui atraído por sistemas de <a href="http://www.diabeticool.com/aprovado-saiba-glicemia-o-tempo-todo-no-celular-e-com-menos-picadas/">monitoramento continuo de glicemia</a> (CGMs, na sigla em inglês). Eles relatavam o nível de glicose no sangue a cada 5 minutos, graças a um transmissor de rádio conectado a um fio fino do sensor que fica por baixo da pele (o cabo é trocado a cada semana e o transmissor a cada seis meses).</p>
<p>A picadinha no dedo não consegue te das as informações que um CGM consegue, como por exemplo a taxa de variação dos níveis de glicose. Esses dados pode ser vitais, não apenas para o cuidado imediato do Evan, mas também para a sua saúde a longo prazo.</p>
<p>Nós adquirimos um CGM DexCom G4 em fevereiro de 2013 e imediatamente nos apaixonamos (o receptor custa 400 dólares e são outros 400 para o transmissor. Os fios dos sensores custam 99 dólares). Nós já não ficávamos mais às cegas entre uma picada no dedo e outra. Nós poderíamos fundir os dados do G4 com o montante de dados sobre nutrição que tínhamos coletado e, assim, ajustar a dose de insulina de Evan.</p>
<p>Mas ter que deixar o Evan todos os dias na creche desencadeou uma onda de pânico: estávamos novamente no escuro. Eu queria que nós &#8211; Laura, a enfermeira da escola e eu &#8211; fossemos capaz de verificar o nível de glicose dele a qualquer momento e receber alertas quando fora do alcance.</p>
<p>Na época, o Dexcom não oferecia acesso remoto, mais eu sabia que o receptor podia fornecer dados por meio da sua porta USB. O Dexcom tinha um software Windows próprio que puxada os dados e, felizmente, ele era equipado com uma biblioteca API como parte da instalação. Demorei cerca de três horas para escrever um programa em C# que pesquisasse no receptor e fizesse o upload dos dados para uma planilha do Google.</p>
<p>Enviamos Evan para a creche com um pequeno laptop equipado com o receptor. Enquanto ele estava na sala de aula, poderíamos ver o nível de glicose no sangue tanto por um site simples quanto por meio de um aplicativo iOS que eu juntei. Foi uma mudança de vida, porque deu a Evan alguma liberdade do seu tradicional regime de diabetes tipo 1 na creche.</p>
<p>Ainda assim, quando Evan saia para o recreio ou para longas caminhadas, o que o colocava longe do receptor do notebook, estávamos às cegas de novo. Foi assim que comecei meu trabalho em uma solução verdadeiramente ambulatorial com base em um smartphone &#8211; em vez de um notebook.</p>
<p>Minha família majoritariamente utiliza dispositivos iOS, mas as limitações de energia e frameworks fechados fez com que a conexão do receptor via iPhone fosse mais difícil que Android.</p>
<p>Eu peguei um Droid Razr M, da Motorola, e, uma vez que eu consegui esconder a numeração básica do USB &#8211; muitos celulares podiam &#8220;ver&#8221; o receptor quando estava plugado &#8211; eu comecei a decodificar o protocolo de comunicação do G4. Utilizando o mesmo programa C# de antes, eu rodei comandos e capturei o tráfego do USB enquanto ele se transferia do meu PC para o receptor.</p>
<p>Com esses dados, eu escrevi um aplicativo Android que extraia os dados de glicose e os enviava para a nossa planilha no Google via rede do celular. Na minha empolgação, eu tuitei a minha descoberta e o que aconteceu em seguida foi inacreditável.</p>
<p>Outro &#8220;pai diabético&#8221;, Lane Desborough, entrou em contato comigo. Ele queria construir um sistema similar para o seu filho. Eu compartilhei o meu programa C# com ele e continuei a reginar o meu app Android durante as férias de verão, para preparar para quando Evan voltasse às aula.</p>
<p>Lane criou o Nightscout, um aplicativo com alertas preditivos, os quais são baseados nos níveis de glicose enviados para a base de dados construída com uma plataforma MongoDB open-source. Lane transformou o meu sistema em uma ferramenta que qualquer um podería usar.</p>
<p>A DexCom posteriormente liberou o Share, um sistema de monitoramento remoto proprietário que funcionava apenas com dispositivos iOS. Ao realizar uma engenharia reversa no protocolo de comunicação do G4 e criar um sistema de base de dados online e aberto, nós podemos acessar os dados em uma ampla gama de equipamentos. Por exemplo, eu comprei um smartwatch Pebble no primeiro dia em que foi disponibilizado e, dentro de algumas horas, eu tinha escrito um software que me permitia ver o nível de glicose de Evan em um piscar de olhos.</p>
<p>Lane e eu (juntamente com Ross Naylor) continuamos a colaborar, e em 2014, construimos um uploader C#, um aplicativo Android, um Pebble watch e um código Nightscout open source.</p>
<p>Posteriormente, engenheiros de software muito melhores do que eu, implementaram o código e o tornou ainda mais práticode usar. um grupo no Facebook do Nightscout, aberto por Jason Adams, e agora com quase 12 mil membros, e nosso código chegaram a semifinal do Hackaday Prize de 2014.</p>
<p>Enquanto o monitoramento remoto pode parecer algo invasivo, ele na verdade é libertador. Evan agora pode brincar mais, aprender mais, e simplesmente fazer mais, porque a vida dele está bem menos interrompida pelas exigências do diabetes.</p>
<p>Nós podemos atenuar a maioria dos eventos hiper e hipoglicêmicos que acontecem sem que o seu dia seja interrompido. Estou orgulhoso de conseguir recuperar algo que perdemos naquele dia de agosto de 2012 e me sinto abençoado por saber que a doença do meu pequeno tem ajudado tantos outros.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://itforum365.com.br/noticias/detalhe/115940/e-possivel-monitorar-diabetes-com-um-smartwatch-">IT FORUM 365</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/conectando-o-gadget-a-um-sensor-de-glicose-e-possivel-que-pais-fiquem-de-olho-na-diabetes-dos-filhos/">Conectando o gadget a um sensor de glicose, é possível que pais fiquem de olho na diabetes dos filhos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/conectando-o-gadget-a-um-sensor-de-glicose-e-possivel-que-pais-fiquem-de-olho-na-diabetes-dos-filhos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Depois de desmaiar dirigindo,  Gustavo corre contra o diabetes tipo 1</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/depois-de-desmaiar-dirigindo-gustavo-corre-contra-o-diabetes-tipo-1/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/depois-de-desmaiar-dirigindo-gustavo-corre-contra-o-diabetes-tipo-1/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2015 18:23:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[corrida]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=8733</guid>

					<description><![CDATA[<p>Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 11 anos, o administrador controla doença com alimentação e corrida. Estreante na Corrida Eu Atleta BH, fez os 10km em 44min. Na infância do Gustavo Dias a aula de educação física era um perigo. Diagnosticado com diabetes tipo 1, em que o corpo não produz insulina, sofria com as &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/depois-de-desmaiar-dirigindo-gustavo-corre-contra-o-diabetes-tipo-1/">Depois de desmaiar dirigindo,  Gustavo corre contra o diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 11 anos, o administrador controla doença com alimentação e corrida. Estreante na Corrida Eu Atleta BH, fez os 10km em 44min.</em><span id="more-8733"></span></p>
<p>Na infância do Gustavo Dias a aula de educação física era um perigo. Diagnosticado com <a href="http://www.diabeticool.com/atencao-a-saude-cardiovascular-no-diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a>, em que o corpo não produz insulina, sofria com as oscilações de glicemia no sangue.</p>
<p>&#8211; Eu desmaiava na escola e ficava com medo de fazer esportes. E não tínhamos informações completas sobre a doença em Nova Lima, onde cresci.</p>
<p>Aplicava insulina várias vezes por dia e, ainda assim, não podia descuidar da alimentação. Aos 22 anos um desmaio quase causa um acidente grave.</p>
<p>&#8211; Apaguei dirigindo e caí em uma valeta. Foi um grande susto que me mostrou como precisava ser disciplinado com minha doença.</p>
<p>Além de cuidar melhor da alimentação, o administrador passou a correr por influência do pai e percebeu como a necessidade de insulina caía consideravelmente. Hoje, usando uma bomba interna que ministra o remédio automaticamente, comemora a paz com o diabetes na pista.</p>
<p>&#8211; Quando corro a máquina injeta metade da insulina normal, e isso garante minha saúde no longo prazo. Além disso, a <a href="http://www.diabeticool.com/masturbacao-ajuda-a-prevenir-diabetes-cistite-e-ate-cancer-dizem-cientistas/">endorfina</a> do esporte me faz lidar melhor com minha doença, na pista nem me lembro que sou diabético.</p>
<p>Nos últimos nove anos, já disputou várias edições da Volta da Pampulha e uma Meia Maratona do Rio de Janeiro. A estreia na Corrida Eu Atleta BH foi com 44 minutos nos 10km. Nada mal para quem mal podia correr na infância.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/corridas-e-eventos/corrida-eu-atleta/noticia/2015/05/depois-de-desmaiar-dirigindo-gustavo-corre-contra-o-diabetes.html">Eu Atleta BH</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/depois-de-desmaiar-dirigindo-gustavo-corre-contra-o-diabetes-tipo-1/">Depois de desmaiar dirigindo,  Gustavo corre contra o diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/depois-de-desmaiar-dirigindo-gustavo-corre-contra-o-diabetes-tipo-1/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os benefícios do exercício físico para portadores de Diabetes Tipo II</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/os-beneficios-do-exercicio-fisico-para-portadores-de-diabetes-tipo-ii/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/os-beneficios-do-exercicio-fisico-para-portadores-de-diabetes-tipo-ii/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2015 18:03:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=8726</guid>

					<description><![CDATA[<p>Praticar exercício físico é uma ótima maneira de ajudar o corpo a lidar melhor com o diabetes. Aprenda neste texto rápido algumas dicas. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que cerca de 5% da população mundial entre 20-79 anos sofra de diabetes tipo II e projeções da Federação Internacional de Diabetes &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/os-beneficios-do-exercicio-fisico-para-portadores-de-diabetes-tipo-ii/">Os benefícios do exercício físico para portadores de Diabetes Tipo II</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Praticar exercício físico é uma ótima maneira de ajudar o corpo a lidar melhor com o diabetes. Aprenda neste texto rápido algumas dicas.</em><span id="more-8726"></span></p>
<p>De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que cerca de 5% da população mundial entre 20-79 anos sofra de diabetes tipo II e projeções da Federação Internacional de Diabetes prevê que os números de casos dobrem até o ano de 2025. No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, estima-se que cerca de 14 milhões de pessoas sofra da doença. Os dados preocupam já que grande parcela dos pacientes não sabe que possuem a doença, uma vez que o diagnóstico pode demorar até sete anos.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS</span>: <a href="http://www.diabeticool.com/numeros-do-diabetes/">Número atualizados do Diabetes no Brasil e no Mundo</a></strong></p>
<p>O Diabetes Tipo II é caracterizado, principalmente, por uma dificuldade de o organismo responder a ação do hormônio insulina. Tal fato tem como consequência o aumento dos níveis de glicose na corrente sanguínea. “Ao contrário dos portadores de diabetes tipo I, as pessoas com o tipo II produzem insulina, porém o corpo cria resistência a o hormônio”, explica o fisiologista do exercício do Instituto Pulmonare, Alexandre Gonçalves.</p>
<p>Quando uma pessoa é diagnosticada com diabetes tipo I, provavelmente terá que conviver com a doença por toda a vida. O que não acontece com os portadores do tipo II que desenvolvem a doença devido a uma série de fatores de riscos como idade acima de 45 anos; evidência de tolerância à glicose comprometida; falta de atividade física; a obesidade e principalmente, a concentração de gordura na região abdominal do corpo humano.</p>
<p>Para prevenir a doença é importante optar por hábitos alimentares saudáveis e evitar o sedentarismo. “Assim, o exercício físico se apresenta como uma das formas bastante eficaz para melhoria da resposta do organismo a ação deste hormônio e consequentemente controle da glicose sanguínea”, afirma dr. Alexandre.</p>
<p>Segundo pesquisa realizada em 2010 pelo Colégio Americano de Medicina Esportiva, a maioria dos benefícios da atividade física no tratamento do diabetes tipo II estão relacionados às respostas agudas e crônicas sobre a ação da insulina, tanto nos exercícios aeróbios quanto nos exercícios resistidos (musculação). “Apesar de a atividade física ser o elemento chave na prevenção e tratamento do diabetes tipo II muitas pessoas com esta doença crônica não se tornam ativas ou praticam atividades físicas de forma irregular”, alerta.</p>
<p>É fundamental atuar em várias frentes: dieta, exercício e medicação, ou seja, o portador de diabetes tipo II precisa fazer uma mudança de estilo de vida. “Qualquer atividade física pode ser benéfica para diabéticos desde que bem orientadas por profissionais da área”, aconselha Alexandre Gonçalves.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://noticias.r7.com/dino/saude/os-beneficios-do-exercicio-fisico-para-portadores-de-diabetes-tipo-ii-26052015">R7</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/os-beneficios-do-exercicio-fisico-para-portadores-de-diabetes-tipo-ii/">Os benefícios do exercício físico para portadores de Diabetes Tipo II</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/os-beneficios-do-exercicio-fisico-para-portadores-de-diabetes-tipo-ii/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo: vinho tinto faz bem para o coração de diabéticos</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/estudo-vinho-tinto-faz-bem-para-o-coracao-de-diabeticos/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/estudo-vinho-tinto-faz-bem-para-o-coracao-de-diabeticos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2015 01:22:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol bom]]></category>
		<category><![CDATA[vinho tinto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=8711</guid>

					<description><![CDATA[<p>Bebida deve ser ingerida com moderação; pesquisa com vinho tinto foi conduzida por professores de três países. Terminar uma refeição com um copo de vinho tinto para poder ser uma boa ideia para as pessoas com diabetes, afirmam pesquisadores israelenses. A bebida pode aumentar os níveis de &#8220;colesterol bom&#8221;, contribuindo assim para conter a doença. O &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/estudo-vinho-tinto-faz-bem-para-o-coracao-de-diabeticos/">Estudo: vinho tinto faz bem para o coração de diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><em>Bebida deve ser ingerida com moderação; pesquisa com vinho tinto foi conduzida por professores de três países.</em></div>
<p><span id="more-8711"></span></p>
<div>Terminar uma refeição com um copo de <a href="http://www.diabeticool.com/vinho-tinto-tambem-e-remedio-pesquisa-aponta-beneficios-para-diabeticos/">vinho tinto</a> para poder ser uma boa ideia para as pessoas com diabetes, afirmam pesquisadores israelenses. A bebida pode aumentar os níveis de &#8220;colesterol bom&#8221;, contribuindo assim para conter a doença.</div>
<div>
<p>O benefício de beber vinho tinto foi descoberto como resultado de um experimento de dois anos de duração envolvendo 220 pessoas com diabetes tipo 2. Essas pessoas se mantiveram em uma dieta sem restrição de calorias e foram distribuídas aleatoriamente em três grupos &#8211; aqueles que beberam 150 ml de água mineral,  vinho branco ou vinho tinto após o jantar.</p>
<p>As pessoas do grupo dos que beberam vinho tinto tiveram altos níveis do chamado <em><a href="http://www.diabeticool.com/mais-uma-vantagem-do-colesterol-bom/">colesterol bom</a>,</em> ou <strong>HDL</strong>, que ajuda a combater o <em>colesterol ruim</em>, ou<strong> LDL</strong>, e também atua contra ataques cardíacos e derrames. Normalmente, as pessoas com diabetes estão mais predispostos a doenças do coração do que a população em geral.</p>
<p>O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade Ben-Gurion do Negev, em Israel, especialistas da Harvard School of Public Health, nos EUA, e Universidade de Leipzig, na Alemanha. Eles estão preparados para apresentar suas conclusões no Congresso Europeu sobre Obesidade, que está acontecendo em Praga, República Tcheca, até este sábado.</p>
<p>&#8220;Este primeiro ensaio a longo prazo e em larga escala com álcool sugere que começar a ingestão moderada de vinho, especialmente o tinto, em pacientes diabéticos bem controlados do tipo 2, e como parte de uma dieta saudável, é aparentemente seguro e diminui o risco cardiometabólico&#8221;, escreveram os autores, liderados por Iris Shai, professora da Universidade de Ben-Gurion. &#8220;Enquanto a interação genética suporta funções causais específicas para o álcool, a superioridade do vinho tinto sugere que componentes não-alcoólicos do vinho tinto podem estar tendo um impacto positivo&#8221;, afirmaram os pesquisadores.</p>
<p>Esse estudo não é o primeiro a sugerir que o consumo moderado de vinho é bom para a saúde.</p>
<p>Uma grande pesquisa norte-americana deste ano, que envolveu mais de 14.500 pessoas revelou que o consumo de até sete drinques alcoólicos por semana reduz significativamente o risco de desenvolver insuficiência cardíaca em cerca de 20%. No entanto, o consumo de mais de 21 drinques por semana aproxima uma pessoa de um resultado letal &#8211; e de uma forma muito mais considerável, de 47% para os homens e 89% das mulheres.</p>
</div>
<div>Em fevereiro, outra equipe de pesquisadores norte-americanos descobriram <em>[sic]</em> que as uvas vermelhas e o vinho tinto contêm quatro produtos químicos, como ácido elágico, que poderiam ajudar as pessoas com sobrepeso a queimar gordura e aumentar o metabolismo de ácidos graxos em células do fígado.</div>
<div></div>
<div>Mas o que é mais importante é a diferença de gênero, os cientistas advertem. As mulheres estão particularmente expostas aos efeitos do consumo excessivo de álcool, que aumenta os níveis de toxinas no sangue. De acordo com cientistas dinamarqueses, as mulheres grávidas que bebem apenas um único copo de vinho por semana estão se colocando em risco de aborto.</div>
<div></div>
<div>[button link=&#8221;http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2015/05/08/internas_cienciaesaude,575530/vinho-tinto-faz-bem-para-o-coracao-de-diabeticos-afirma-estudo.shtml&#8221; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;blue&#8221;]Fonte: Diário de Pernambuco[/button]</div>
<div></div>The post <a href="https://www.diabeticool.com/estudo-vinho-tinto-faz-bem-para-o-coracao-de-diabeticos/">Estudo: vinho tinto faz bem para o coração de diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/estudo-vinho-tinto-faz-bem-para-o-coracao-de-diabeticos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Stress na infância triplica risco de diabetes tipo 1</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/stress-na-infancia-triplica-risco-de-diabetes-tipo-1/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/stress-na-infancia-triplica-risco-de-diabetes-tipo-1/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2015 13:18:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=8653</guid>

					<description><![CDATA[<p>Segundo pesquisa sueca, divórcios, brigas e stress familiar podem ser gatilhos para a doença. Uma pesquisa sueca publicada no jornal Diabetologia mostrou que crianças que presenciam eventos traumáticos na infância têm o risco três vezes maior de desenvolver diabetes do tipo 1. O número de crianças com a enfermidade tem crescido em todo o mundo. Por essa &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/stress-na-infancia-triplica-risco-de-diabetes-tipo-1/">Stress na infância triplica risco de diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo pesquisa sueca, divórcios, brigas e stress familiar podem ser gatilhos para a doença.</em><span id="more-8653"></span></p>
<p>Uma pesquisa sueca publicada no jornal Diabetologia mostrou que crianças que presenciam eventos traumáticos na infância têm o risco <strong>três vezes maior</strong> de desenvolver diabetes do tipo 1.</p>
<p>O número de crianças com a enfermidade tem crescido em todo o mundo. Por essa razão, pesquisadores da Universidade Linköping decidiram estudar os fatores ambientais que podem influenciar seu desenvolvimento. O estudo examinou se eventos potencialmente traumáticos na infância &#8211; como divórcio e morte e/ou doença na família, por exemplo &#8211; somados à falta de suporte dos pais nos primeiros catorze anos de uma pessoa pode ser um fator de risco para a doença.</p>
<p>Foram analisados dados de mais de 10.000 famílias suecas com filhos de dois a catorze anos. No estudo, 58 crianças foram <a title="Diabetes tipo 2 em crianças e a sobrecarga das células" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-2-em-criancas-e-a-sobrecarga-das-celulas/">diagnosticadas com a diabetes tipo 1</a>. Os pesquisadores observaram que aquelas que vivenciaram um evento traumático na infância tiveram três vezes mais risco de desenvolver a doença do que as que não vivenciaram. Eles chegaram a essa conclusão depois de ajustar outros fatores de risco para a enfermidade, como predisposição genética para diabetes e escolaridade dos pais.</p>
<p>&#8220;O stress psicológico deveria ser tratado como um risco em potencial [para a doença], e examinado mais profundamente em estudos epidemiológicos futuros&#8221;, afirmam os autores no estudo.</p>
<p>O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, causada pelo próprio organismo, que destrói as células que produzem insulina. A vasta maioria da população possui diabetes tipo 2, causada pela dificuldade do organismo de absorver a insulina produzida <span style="color: #ff6600;">[nota do <strong>Diabeticool</strong>: informação incorreta. O funcionamento da insulina não depende do hormônio ser &#8220;absorvido&#8221; pelo corpo. <a style="color: #ff6600;" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">Clique aqui</a> para entender corretamente!]</span>. Ela é mais frequente em pessoas acima do peso e após os 30 anos, embora seu diagnóstico tenha aumentado entre jovens. Predisposição genética, hábitos alimentares, sobrepeso e stress podem ser gatilhos para os dois tipos de diabetes.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/stress-na-infancia-triplica-risco-de-diabetes-tipo-1-diz-estudo/">Veja.com</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/stress-na-infancia-triplica-risco-de-diabetes-tipo-1/">Stress na infância triplica risco de diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/stress-na-infancia-triplica-risco-de-diabetes-tipo-1/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Existe uma relação entre estresse e diabetes?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/existe-uma-relacao-entre-estresse-e-diabetes/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/existe-uma-relacao-entre-estresse-e-diabetes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2015 00:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=8388</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda como o estresse mexe com nosso corpo e aumenta a propensão ao diabetes tipo 2. A ideia de que o estado emocional leva ao desenvolvimento do diabetes existe desde o século 17. Foi o médico inglês Thomas Willis que viveu entre 1621 e 1675 o primeiro relatar que algumas pessoas quando passavam por estados &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/existe-uma-relacao-entre-estresse-e-diabetes/">Existe uma relação entre estresse e diabetes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda como o estresse mexe com nosso corpo e aumenta a propensão ao diabetes tipo 2.</em><span id="more-8388"></span></p>
<p>A ideia de que o estado emocional leva ao desenvolvimento do diabetes existe desde o século 17. Foi o médico inglês Thomas Willis que viveu entre 1621 e 1675 o primeiro relatar que algumas pessoas quando passavam por estados de tristeza ou estresse profundos desenvolviam diabetes. Nos dias de hoje, com os avanços na Medicina, vários estudos tem tentado responder esta pergunta: o estresse emocional influencia no desenvolvimento do diabetes?</p>
<p>Antes, precisamos entender <a title="Estresse permanente pode causar diabetes tipo 2 em homens" href="http://www.diabeticool.com/estresse-permanente-pode-causar-diabetes-tipo-2-em-homens/">o que é o estresse</a>. Hoje esta palavra tem sido usada de forma geral para descrever qualquer tipo de sobrecarga emocional ou física, desde mais leve até mais intensa. Por exemplo, um dia em que houve excesso de trabalho na maioria das vezes é definido como estressante. Mas o estresse “real” na verdade é uma resposta do nosso organismo quando somos submetidos a ameaças, que é o conjunto de fatores chamados “agentes estressores”. Para ficar mais fácil de entender, é preciso voltar para a idade das cavernas, quando nossos ancestrais diante dos perigos (como predadores – tigres, leões…) aprenderam a se defender: a resposta de lutar ou fugir.</p>
<p>Em pleno século XXI, não temos predadores, mas ainda temos os agentes estressores, que incluem por exemplo, a perda de uma pessoa querida, traumas psicológicos, problemas de saúde, enfim, situações desagradáveis que acontecem durante a vida das pessoas.</p>
<p>O nosso corpo, quando submetido ao estresse, responde passando por várias fases diferentes. A primeira fase consiste de uma resposta de alarme (resposta de lutar ou fugir), na segunda fase há a resistência ao estresse e a última fase é a de exaustão. Existe também a situação de antecipação ao estresse, que acontece quando o corpo responde antes a uma determinada situação, sem que necessariamente ela tenha acontecido, mas que igualmente causa os sintomas do estresse.</p>
<p>O que predomina no estresse são os sintomas de alarme que vão levar às alterações comportamentais e físicas. As alterações comportamentais podem ser de humor: baixa alta estima, ansiedade, depressão, sensação de irritabilidade ou isolamento. Os sintomas físicos incluem tremores, dores musculares, diarreia ou constipação, náuseas e taquicardia. O estresse também pode alterar os hábitos da pessoa: como comer mais ou comer menos e dormir mais ou menos. Já na fase de exaustão, o corpo começa a não responder mais ao estresse e a depressão pode surgir ou se agravar.</p>
<p>Vários estudos tem procurado relacionar o estresse ao início do diabetes. Em um deles, publicado na revista médica Journal of Internal Medicine em 2009, pesquisadores dinamarqueses avaliaram 7066 homens e mulheres por períodos de 2 anos em média. Os dados mostraram que homens que se definiam como mais estressados apresentaram 2 vezes mais diabetes que os menos estressados. Já nas mulheres, ter ou não estresse não aumentou o risco de diabetes. Outro dado importante é que no grupo dos estressados, havia mais tabagistas, sedentários e usuários de bebidas alcoólicas.</p>
<p>O estresse emocional aumenta o risco de desenvolver diabetes por várias razões. A primeira razão tem causa hormonal: o estresse crônico aumenta o nível do hormônio cortisol, que ocasiona dentre outras coisas o aumento da gordura abdominal e que por sua vez aumenta o risco de diabetes.</p>
<p>A segunda razão é justamente através do comportamento da pessoa. Existe uma clara relação entre o estresse emocional e <a title="Frio exige cuidados extra com os olhos" href="http://www.diabeticool.com/frio-exige-cuidados-extra-com-os-olhos/">hábitos de vida ruins</a>, como alimentação errada (mais comida ou comida de qualidade ruim), sedentarismo, cigarro e alcoolismo. Os estudos indicam um caminho em comum: aquelas pessoas com altos níveis de estresse também desenvolvem hábitos comportamentais danosos que somados aumentam o risco de uma pessoa desenvolver diabetes.</p>
<p>A conclusão que chegamos até o presente momento é que o estresse crônico, aquele mantido por longos períodos, pode estar relacionado ao desenvolvimento de diabetes. Já o efeito do estresse mais agudo, como a perda de um ente querido, ou um evento traumático não tem ainda associação claramente estabelecida.</p>
<p>O recado importante é que o diabetes apresenta várias causas, e o conjunto destas causas é que vai determinar se uma pessoa irá desenvolver a doença ou não. Sedentarismo, obesidade, aumento de gordura abdominal, erros alimentares e estresse por longos períodos podem levar ao diabetes. Como combater? Melhorando qualidade de vida e tendo acompanhamento profissional adequado para identificar e tratar o estresse, seja com seu clínico geral, psicólogo ou terapeuta. A prevenção é de longe o melhor remédio!</p>
<p><em>Por Dra. Andressa Heimbecher Soares, endocrinologista, especialista pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, médica colaboradora do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), membro titular da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e Membro Ativo da Endocrine Society.</em></p>
[button link=&#8221;http://www.atribunamt.com.br/2015/01/estresse-e-diabetes/&#8221; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;blue&#8221;]Fonte: A Tribuna / MT[/button]
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/existe-uma-relacao-entre-estresse-e-diabetes/">Existe uma relação entre estresse e diabetes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/existe-uma-relacao-entre-estresse-e-diabetes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Remédios para diabetes têm venda suspensa pela ANVISA</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/remedios-para-diabetes-tem-venda-suspensa-pela-anvisa/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/remedios-para-diabetes-tem-venda-suspensa-pela-anvisa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2015 00:41:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Wosulin]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=8383</guid>

					<description><![CDATA[<p>Medicamentos da série Wosulin sofrem restrição de importação pela Agência Regulatória nacional. Uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União, suspende a distribuição, comercialização e o uso do lote 312785 (com validade até dezembro de 2015) do medicamento antidepressivo Cloridrato de Nortriptilina, 25mg, cápsulas, fabricado pela &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/remedios-para-diabetes-tem-venda-suspensa-pela-anvisa/">Remédios para diabetes têm venda suspensa pela ANVISA</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Medicamentos da série Wosulin sofrem restrição de importação pela Agência Regulatória nacional.</em><span id="more-8383"></span></p>
<p>Uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União, suspende a distribuição, comercialização e o uso do lote 312785 (com validade até dezembro de 2015) do medicamento antidepressivo Cloridrato de Nortriptilina, 25mg, cápsulas, fabricado pela Eurofarma.</p>
<p>De acordo com o laudo emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública Profº Gonçalo Muniz, o resultado no ensaio de aspecto foi insatisfatório, em razão de ter sido encontrado &#8220;corpo estranho em blíster inviolado&#8221;.</p>
<p>A Anvisa determinou, ainda, que a empresa promova o recolhimento do estoque existente no mercado.</p>
<p>Outra resolução da agência determina a interdição cautelar, pelo prazo de 90 dias, do lote B13L0640 (com validade até novembro de 2016) do medicamento vermicida Mebendazol, 100 mg/5mL, suspensão oral, cuja detentora do registro é a empresa Brainfarma.</p>
<p>No laudo, novamente emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública Prof° Gonçalo Moniz, o resultado mostrou que a medicação não estaria igual, com a formação de grumos e sedimentos de difícil separação após agitação dos frascos.</p>
<p>A Anvisa determinou, ainda, a suspensão da importação dos <a title="180 novos medicamentos para diabetes estão sendo testados" href="http://www.diabeticool.com/180-novos-medicamentos-para-diabetes-estao-sendo-testados/">medicamentos para diabetes</a> Wosulin N (insulina isofana), Wosulin R(insulina humana) e Wosulin 70/30 (insulina bifásica), 100 UI/ml, em todas as apresentações comerciais, fabricados a partir de 17/11/2014, pela empresa Wockhardt.</p>
<p>A normativa da Anvisa indica que foram detectadas irregularidades durante inspeção realizada entre os dias 17/11/2014 e 21/11/2014, para verificação de boas práticas de fabricação na empresa dos fármacos de diabetes.</p>
<p>O resultado foi considerado insatisfatório.</p>
[button link=&#8221;http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=Anvisa_suspende_venda_antidepressivo_e_remedio_para_diabetes&amp;edt=22&amp;id=388083&#8243; size=&#8221;small&#8221; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;blue&#8221;]Fonte: Olhar Direto[/button]The post <a href="https://www.diabeticool.com/remedios-para-diabetes-tem-venda-suspensa-pela-anvisa/">Remédios para diabetes têm venda suspensa pela ANVISA</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/remedios-para-diabetes-tem-venda-suspensa-pela-anvisa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
