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	<title>The Lancet | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Causa do diabetes é o contrário do que pensamos, diz Nobel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2014 00:58:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[antioxidantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>James Watson, ganhador do Nobel pela descoberta da dupla-hélice no DNA, lança polêmica nova teoria sobre as causas do diabetes tipo 2. James D. Watson é um dos cientistas mais famosos e controversos do nosso tempo. Ganhador do prêmio Nobel em 1962 por ter desvendado, junto ao colega Francis Crick, a estrutura tridimensional do DNA, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>James Watson, ganhador do Nobel pela descoberta da dupla-hélice no DNA, lança polêmica nova teoria sobre as causas do diabetes tipo 2.</em><span id="more-7218"></span></p>
 O cientista segura um modelo do que lhe deu fama: a estrutura do DNA.
<p><strong>James D. Watson</strong> é um dos cientistas mais famosos e controversos do nosso tempo. Ganhador do prêmio Nobel em 1962 por ter desvendado, junto ao colega Francis Crick, a estrutura tridimensional do DNA, Watson continuou trabalhando em projetos científicos de alta relevância desde a premiação. Além disso, sempre gostou de dar pitacos nos mais diversos assuntos relacionados à Ciência, não raro gerando enorme polêmica. Agora, aos 85 anos, o notório cientista lança um desafio à comunidade de pesquisadores médicos. <strong>Watson tem uma nova teoria sobre o que causa o <a title="Café reduz o risco de diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/cafe-reduz-o-risco-de-diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a></strong>. E ela é literalmente <strong>o contrário</strong> do que acredita-se até então.</p>
<p>Que o diabetes é uma doença relacionada ao <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas</a>, isso todo mundo sabe. Atualmente, há um enorme consenso dentre os pesquisadores de que <strong>inflamações</strong> no pâncreas causam danos às células produtoras de insulina, eventualmente matando-as. Com isto, há menos insulina no corpo e a glicemia dispara, caracterizando o diabetes.</p>
<p>Outra idéia que também é um consenso atual é a de que estas inflamações pancreáticas são causadas por moléculas conhecidas como <strong>oxidantes</strong>. A teoria é assim: muitos oxidantes dentro das células levam às inflamações, estas matam as células produtoras de insulina e isto, por sua vez, gera o diabetes tipo 2. Uma maneira de prevenir o diabetes, portanto, seria administrar ao paciente antioxidantes, moléculas capazes de conter a ação destrutiva dos oxidantes.</p>
<p><strong>Mas Watson discorda</strong>. Segundo o nobélico cientista, não é um <strong>excesso</strong> de oxidantes que causa o diabetes tipo 2. É a <em><strong>falta</strong> </em>de oxidantes que leva à doença.</p>
<p>A nova teoria foi publicada na edição deste mês do prestigiado periódico médico <em>The Lancet</em>, em uma carta escrita pelo cientista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA ROUPAGEM NOVA ÀS VELHAS TEORIAS DO DIABETES</strong></p>
<p>Watson conta que a idéia veio à mente quando ele se perguntou: &#8220;O que é que o <a title="Qual é o melhor exercício físico para diabéticos tipo 1?" href="http://www.diabeticool.com/qual-e-o-melhor-exercicio-fisico-para-diabeticos-tipo-1/">exercício físico</a> tem que traz tantos benefícios às pessoas que estão com a glicemia alta?&#8221;. Há muitos anos se sabe que praticar exercícios físicos é uma das maneiras mais eficazes de prevenir e tratar o diabetes tipo 2.</p>
<p>A resposta, para Watson, é que o exercício físico gera justamente as moléculas oxidantes, hoje em dia tão malquistas por quem estuda diabetes.</p>
<p>Watson argumenta que os oxidantes são necessários à <strong>formação correta das proteínas</strong>, ingredientes essenciais ao bom funcionamento do organismo. É por isso que fazer exercício físico faz bem. Gera-se mais oxidantes e, com isso, o funcionamento protéico melhora. Quando há poucos oxidantes (ou excesso de antioxidantes), as proteínas não se mantêm na forma adequada, não funcionam direito e isso é que provoca as inflamações precursoras do diabetes tipo 2.</p>
<p>Resta saber se a comunidade científica aceitará a nova teoria do prêmio Nobel. No artigo em que formula a hipótese, James Watson avisa: &#8220;Eu não sou médico e não posso dar conselhos sobre como as pessoas devem tratar o diabetes; eu estou [apenas] divulgando uma idéia nova sobre como o diabetes tipo 2 pode ocorrer. Também alerto para o fato de que praticamente todo médico que eu já conheci diz para os pacientes que se exercitem, se forem capazes. Eu acredito que exercícios físicos nos ajudam a produzir proteínas saudáveis e funcionais. Mas nós realmente temos que ter pesquisas de qualidade para provar isto&#8221;.</p>
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		<title>Como era gostoso babar na poltrona, na frente da TV, comendo batata frita&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2012 00:56:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisas apontam que sedentarismo causa 10% das mortes no planeta, gera doenças como o diabetes e deve ser encarado como uma nova pandemia. A conclusão é de uma série de estudos publicada esta semana no respeitadíssimo periódico médico The Lancet. Cientistas de Harvard, por exemplo, descobriram que a inatividade crônica aumenta em muito as chances &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisas apontam que sedentarismo causa 10% das mortes no planeta, gera doenças como o diabetes e deve ser encarado como uma nova pandemia.</em></p>
<p><span id="more-1121"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/07/sedentarismo-diabetes.jpg"></span> crédito da imagem: cnn.com
<p>A conclusão é de uma série de estudos publicada esta semana no respeitadíssimo periódico médico <a title="Biochip examina níveis de glicose na saliva e não no sangue" href="http://www.diabeticool.com/biochip-examina-niveis-de-glicose-na-saliva-e-nao-no-sangue/">The Lancet</a>. Cientistas de <a title="Fomos feitos para dormir bem" href="http://www.diabeticool.com/fomos-feitos-para-dormir-bem/">Harvard</a>, por exemplo, descobriram que a inatividade crônica aumenta em muito as chances de desenvolvimento de <a title="Sul asiáticos se empanturram e quem explode é o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/sul-asiaticos-se-empanturram-e-quem-explode-e-o-diabetes/">doenças coronárias</a>, diabetes tipo 2 e cânceres de cólon e de mama. Estes problemas de saúde teriam matado mais de 5.3 milhões de pessoas no mundo em 2008 apenas.</p>
<p>Um dos pontos que mais gerou controvérsia no estudo é o de que 10% da população do planeta morre devido à falta de exercícios físicos e de seus problemas decorrentes. Com números nessa cifra, o sedentarismo se equipara ao fumo e à obesidade em quantidade de falecimentos. Ou seja, deveria ser, ele também, tratado como uma pandemia.</p>
<p>Caso as taxas de inatividade ao redor do globo caíssem apenas 10 ou 20%, cerca de 500 mil ou até 1,3 milhão de vidas seriam salvas por ano. Além disso, a expectativa de vida global aumentaria em um ano.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://edition.cnn.com/2012/07/18/health/physical-inactivity-deaths/index.html?iref=allsearch" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A prática de exercícios físicos, mesmo os mais levinhos e moderados, sempre ajudou diabéticos a melhorarem sua qualidade de vida. Além de ajudar a queimar calorias e fortalecer os músculos, auxilia no controle glicêmico e na sensação de bem estar geral. E, claro, não apenas diabéticos podem se aproveitar desta prática: esporte faz bem para todos! Especialmente os mais jovens, vidrados nas tecnologias passivas de hoje em dia, têm de aprender esta importante lição. A pesquisa do post foi comentada em reportagem do Jornal Nacional do dia 17.7.12. O link para o vídeo está logo abaixo!</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/Q9FvoBDLxhI" frameborder="0" width="640" height="480"></iframe></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-era-gostoso-babar-na-poltrona-na-frente-da-tv-comendo-batata-frita/">Como era gostoso babar na poltrona, na frente da TV, comendo batata frita…</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Tratamento radical abranda o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2012 19:02:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[American Diabetes Association]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[Center for Disease Control and Prevention]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tratar de maneira agressiva o pré-diabetes traz enormes vantagens aos pacientes, mesmo quando eles acabam se tornando 100% diabéticos. A 72a. reunião da American Diabetes Association termina hoje, na Filadélfia. Após um novo estudo ter deixado os pesquisadores lá presentes de cabelos em pé, boas notícias vieram. O Center for Disease Control and Prevention (CDC) &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tratar de maneira agressiva o pré-diabetes traz enormes vantagens aos pacientes, mesmo quando eles acabam se tornando 100% diabéticos.</em></p>
<p><span id="more-750"></span></p>
<p>A 72a. reunião da <em>American Diabetes Association</em> termina hoje, na Filadélfia. Após um novo estudo ter deixado os pesquisadores lá presentes <a title="Mistério na América" href="http://www.diabeticool.com/misterio-na-america/" target="_blank" rel="noopener">de cabelos em pé</a>, boas notícias vieram. O <em>Center for Disease Control and Prevention</em> (CDC) americano revelou que  tratar pré-diabéticos com mudanças bruscas e agressivas em seu estilo de vida e na medicação reduz drasticamente as chances destes pacientes se tornarem 100% diabéticos no futuro.</p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/cdc-pesquisa-diabetes.jpg"></span><br />
O que, de certa forma, pode soar óbvio: a pessoa tem pré-diabetes, porém se cuida e não desenvolve o diabetes. Vários outros estudos apontam que esta lógica é verdadeira. Todavia, a diferença do anúncio do CDC, publicado no periódico médico <em>The Lancet</em>, é que a análise que o centro fez de seus dados foi um pouco mais profunda (e sutil, então leia com calma!): ao invés de apenas fazer uma porcentagem do número de pré-diabéticos que, com o tratamento correto, não desenvolveram a doença, o CDC calculou o número de pessoas que acabaram se tornando diabéticas, mesmo que sua glicemia tenha sido regularizada pelo tratamento radical. A conclusão é que mesmo estas pessoas faziam parte de uma estatística animadora: elas apresentavam uma redução de 56% na progressão normal do diabetes nos 6 anos subseqüentes ao início da doença. Ou seja, pré-diabéticos que realizaram tratamento intensivo de normalização da glicemia, mesmo que adquirissem a doença, tinham-na de maneira mais &#8220;branda&#8221;.</p>
<p>Os autores do estudo concluem: &#8221; (&#8230;) <a title="Cientistas defendem o fim do termo “pré-diabetes”" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-defendem-o-fim-do-termo-pre-diabetes/" target="_blank" rel="noopener">pré-diabetes</a> significa altos riscos de se desenvolver o diabetes, especialmente em pacientes que se mantêm pré-diabéticos apesar de intervenções intensivas em seu estilo de vida. A reversão para regulação normal de glicose, mesmo que transiente, está associada a uma redução significante do risco de diabetes no futuro (&#8230;)&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/tratamento-radical-abranda-o-diabetes/">Tratamento radical abranda o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Insulina de ultra-longa duração é um ultra sucesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 15:32:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Garber]]></category>
		<category><![CDATA[Baylor College of Medicine]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Houston]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avaliações avançadas de novíssima insulina mostram redução nos episódios de hipoglicemia. &#8220;Insulina degludec&#8221; é o nome do novo análogo de insulina basal sendo desenvolvido pela farmacêutica Novo Nordisk. A característica mais marcante do produto é sua &#8220;ultra-longa&#8221; duração: aplicada três vezes por semana, subcutâneamente, sua ação se faz sentir até 40 horas posteriores à injeção, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Avaliações avançadas de novíssima insulina mostram redução nos episódios de hipoglicemia.</em></p>
<p><span id="more-572"></span></p>
<p><span style="color: #334c80;">&#8220;<em><strong>Insulina degludec</strong></em>&#8221; é o nome do novo análogo de insulina basal sendo desenvolvido pela farmacêutica <em>Novo Nordisk</em>. A característica mais marcante do produto é sua &#8220;ultra-longa&#8221; duração</span>: aplicada três vezes por semana, subcutâneamente, sua ação se faz sentir até 40 horas posteriores à injeção, um grande aumento em relação às 18-26h dos outros tipos de insulina no mercado.</p>
<p><span style="color: #334c80;">Estudos avançados publicados no periódico <em>The</em> <em>Lancet</em> revelaram que o uso da insulina degludec diminuiu em 25% as taxas de hipoglicemia noturna em diabéticos tipo 1 e tipo 2. Além disso, diabéticos tipo 2 tiveram menos eventos gerais de hipoglicemia (ou seja, não apenas eventos noturnos) do que demais pacientes que injetaram uma outra versão de insulina.</span></p>
<p>&#8220;Hipoglicemia é uma grande preocupação tanto para pessoas com diabetes quanto para seus médicos e pode freqüentemente resultar em tratamentos menos eficientes. Particularmente preocupantes são eventos de hipoglicemia que ocorrem durante a noite, na hora do sono, quando pacientes estão inconscientes e, portanto, incapazes de mudar tal quadro. Novas insulinas como a insulina degludec podem ajudar a mitigar esse problema.&#8221;, afirma Alan Garber, professor do Departamento de Medicina do <em>Baylor College of Medicine</em>, em Houston, Texas, e principal autor dos estudos.</p>
<p>A Novo Nordisk, claro, também pareceu satisfeita com os resultados; Mads Tomsen, vice-presidente executiva e líder da área científica da empresa, disse que a farmacêutica &#8220;está orgulhosa que <em>The Lancet</em> reconheceu o potencial clínico da insulina degludec ao publicar estes estudos pivotais. <em>Novo Nordisk</em> está muito contente com o potencial da insulina degludec na diminuição das taxas de hipoglicemia em pessoas com diabetes que utilizam análogos de insulina basal.&#8221;</p>
<p>Continuaremos a acompanhar o que há de acontecer com esta nova e promissora insulina!!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.medicalnewstoday.com/articles/244455.php" target="_blank" rel="noopener">Medical News Today </a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/insulina-de-ultra-longa-duracao-e-um-ultra-sucesso/">Insulina de ultra-longa duração é um ultra sucesso</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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