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	<title>Proceedings of the National Academy of Sciences | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Dormir pouco muda muito o nosso corpo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Mar 2013 22:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Smith]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[Proceedings of the National Academy of Sciences]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Surrey]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo indica que poucas horas de sono por noite modifica processos importantes do organismo &#8211; podendo até mesmo ter influência no diabetes tipo 2. Já imaginou poder comparar a maneira como o corpo de uma mesma pessoa funciona sob duas situações diferentes: após ela passar uma semana dormindo gostosamente (até 10 horas por noite) e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo indica que poucas horas de sono por noite modifica processos importantes do organismo &#8211; podendo até mesmo ter influência no diabetes tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-3735"></span></p>
 Adolescentes são o grupo que, no geral, dorme menos horas por noite. Como isto afeta sua saúde?
<p>Já imaginou poder comparar a maneira como o corpo de uma mesma pessoa funciona sob duas situações diferentes: após ela passar uma semana dormindo gostosamente (até 10 horas por noite) e depois de uma semana com menos de seis horas de sono? Será que nosso corpo &#8220;sentiria&#8221;, por dentro, esta mudança nos padrões de sono?</p>
<p>Foi exatamente esta questão que uma equipe de cientistas da Universidade de Surrey, na Inglaterra, resolveu investigar, com a ajuda de 26 voluntário, de idades entre 23 e 31 anos. O estudo foi publicado na última edição da revista <a title="Os relógios internos, a alimentação e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-relogios-internos-a-alimentacao-e-o-diabetes/"><em>Proceedings of the National Academy of Sciences</em></a>.</p>
<p>A pesquisa revela que foram encontradas, sim, diferenças no funcionamento interno do organismo de acordo com o número de horas dormidas. E que estas variações são super abrangentes e importantes para a nossa saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A genética do sono</strong></p>
<p>Os cientistas ingleses descobriram que, após a semana na qual os voluntários dormiram pouco (ou seja, por seis horas ou menos), a atividade de 711 genes mostrava grandes diferenças &#8211; 444 deles tiveram ação suprimida e 267 indicaram maior atividade.</p>
<p>Como os <a title="Genes contra a diabetes" href="http://www.diabeticool.com/genes-contra-a-diabetes/">genes</a> são os responsáveis por dar as instruções para a produção de proteínas, e as proteínas são peças fundamentais do funcionamento das nossas células,<strong> a falta de sono alterou de maneira acentuada a bioquímica do organismo</strong>. Os genes analisados são envolvidos com o sistema imune, o metabolismo, a resposta inflamatória e ao stress, e também com o controle do relógio biológico; portanto, é provável que todas estas atividades tenham sido também alteradas de maneira considerável.</p>
<p style="text-align: center;">
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O efeito do dormir pouco no corpo</strong></p>
<p>De acordo com os cientistas, modificações no funcionamento de genes envolvidos com processos tão importantes do corpo humano, como o metabolismo e a inflamação, poderiam dar início a &#8211; ou até mesmo piorar &#8211; patologias como a obesidade e o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/"><strong>diabetes tipo 2</strong></a>.</p>
<p>Disse o professor Colin Smith, um dos autores do trabalho: &#8220;[Os resultados] são de apenas uma semana de restrição de sono, que foi de cinco horas e meia ou seis horas por noite. Muitas pessoas dormem este tanto durante semanas, meses e talvez até anos, então nós não temos idéia do quão pior as coisas podem ser.&#8221; O problema, de acordo com o cientista, é que os processos desencadeados pelas alterações nos genes podem danificar tecidos e células, levando à gradativa piora da saúde.</p>
<p>&#8220;É bastante claro que <a title="Insulina funciona de maneira diferente de dia e à noite" href="http://www.diabeticool.com/insulina-funciona-de-maneira-diferente-de-dia-e-a-noite/">dormir</a> é um fator crítico para a reconstrução do organismo e para a manutenção de um estado funcional. [Sem ele], todos os tipos de danos parecem surgir.&#8221;, completou Collins. &#8220;Se nós não formos capazes de repôr e substituir novas células, isto resultará em doenças degenerativas&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Revelações</strong></p>
<p>Muitos especialistas em saúde entrevistados pela mídia internacional notaram a importância deste estudo, salientando o quão interessante é saber o grande número de genes cuja atividade é modificada pelo sono. Porém, eles notam que, caso uma pessoa esteja <em>acostumada</em> a dormir pouco todas as noites, é possível que os efeitos observados na ativação dos genes seja também modulado, evitando o aparecimento de doenças.</p>
<p>Seja como for, o trabalho da Universidade de Surrey corrobora parte das conclusões de outro estudo comentado pelo <strong>Diabeticool</strong> no ano passado, o qual também relaciona dormir pouco com o desenvolvimento de diabetes tipo 2 (leia em &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/um-bom-motivo-para-colocar-a-molecada-na-cama/"><strong>Um bom motivo para colocar a molecada na cama</strong></a>&#8220;, de 1.10.2012)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Apolipoproteína A-IV &#8211; potencial novo tratamento para o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 May 2012 18:52:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[apoA-IV]]></category>
		<category><![CDATA[Apofore Corporation]]></category>
		<category><![CDATA[apolipoproteína A-IV]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Patologia e Medicina Laboratorial]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
		<category><![CDATA[incretina]]></category>
		<category><![CDATA[intestino]]></category>
		<category><![CDATA[meia-vida]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Tso]]></category>
		<category><![CDATA[Proceedings of the National Academy of Sciences]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Cincinnati]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar do nome difícil, vale a pena manter esta proteína na cabeça: estudos demonstram que ela normaliza e potencializa a ação da insulina, além de possuir características únicas que a tornam uma ótima candidata a novo tratamento contra a doença. Semana passada comentamos o embate entre cirurgia bariátrica e o tratamento com remédios como alternativas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Apesar do nome difícil, vale a pena manter esta proteína na cabeça: estudos demonstram que ela normaliza e potencializa a ação da insulina, além de possuir características únicas que a tornam uma ótima candidata a novo tratamento contra a doença.</em></p>
<p><span id="more-683"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/05/pesquisador-diabetes.jpg"></span></p>
<p>Semana passada comentamos o embate entre cirurgia bariátrica e o tratamento com remédios como alternativas na cura do diabetes. Neste duelo, a cirurgia acabou prevalecendo, <a title="Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/" target="_blank" rel="noopener">na opiniã</a><a title="Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/" target="_blank" rel="noopener">o de cientistas italianos</a>, como o método mais eficaz na remissão da doença. E agora surgem boas novas de que a cirurgia bariátrica revela ainda mais surpresas agradáveis aos diabéticos.</p>
<p>De acordo com estudos prévios, pessoas que passaram pela cirurgia de redução estomacal apresentavam níveis maiores de <span style="color: #334c80;">uma proteína chamada <strong>apolipoproteína A-IV</strong> (apoA-IV). Esta molécula, secretada pelo intestino em resposta à absorção de gordura, naturalmente possui a habilidade de reduzir a glicose sangüínea e melhorar a secreção de insulina. O que significa que o potencial terapêutico dela na cura do diabetes é imenso!</span></p>
<p>É o potencial alto de uso da apoA-IV no combate ao diabetes, descoberto através dos bons resultados das cirurgias bariátricas, que foi revelado na última edição do periódico científico <em>Proceedings</em> <em>of</em> <em>the National Academy</em> <em>of Sciences</em>. Pesquisadores da Universidade de Cincinnati descobriram que tanto camundongos diabéticos quanto animais obesos que desenvolveram diabetes mostraram melhora considerável na resposta da insulina à glicose após serem injetados com a apoA-IV. Além disso, animais com deficiência na produção da proteína produziam muito menos insulina do que o normal.</p>
<h3><strong>Potencial terapêutico</strong></h3>
<p><span style="color: #334c80;">Boas notícias vêm também dos estudos da apoA-IV como remédio para diabéticos. Patrick Tso, professor do Departamento de Patologia e Medicina Laboratorial da Universidade, explica que a apoA-IV possui ação similar à das incretinas, hormônios gastrointestinais que promovem a liberação da insulina após as refeições. As incretinas já são utilizadas em remédios hoje populares contra o diabetes.</span> Porém, há um grande problema em relação a elas. Explica o doutor: &#8220;O problema (&#8230;) é que elas têm vida curta &#8211; durando por poucos minutos &#8211; e são rapidamente inativadas por uma enzima. Elas também foram relacionadas a hipoglicemia, ou pouco açúcar no sangue, quando  administradas quando o corpo está com baixa concentração de glicose. O desafio é encontrar algo mais seguro e com uma meia-vida mais longa.&#8221;</p>
<p>Seria este &#8220;algo&#8221; a apoA-IV? Pode ser que sim, segundo Tso. A meia-vida da molécula é de sete a oito horas. Testes in vitro confirmaram que ela não afeta os níveis de glicose quando administrada em concentrações baixas do açúcar. Ao contrário, até: nestas situações, a proteína estabilizou os níveis de glicose. Depois de tantas boas notícias, a equipe da Universidade licenciou os resultados a uma empresa, <em>Apofore Corporation</em>, que irá realizar estudos mais aprofundados da apoA-IV e buscará transformá-la em nova droga contra o diabetes.</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank" rel="noopener">FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/apolipoproteina-a-iv-potencial-novo-tratamento-para-o-diabetes/">Apolipoproteína A-IV – potencial novo tratamento para o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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