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	<title>monitoramento contínuo de glicemia | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Conectando o gadget a um sensor de glicose, é possível que pais fiquem de olho na diabetes dos filhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 01:28:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento contínuo de glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[smartwatch]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja como a tecnologia ajudou a melhorar a qualidade de vida de uma criança que convive com o diabetes tipo 1! Meu filho, Evan, foi diagnosticado com diabetes tipo 1 em agosto de 2012. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune que ataca o pâncreas e impede a produção de insulina. O corpo precisa &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/conectando-o-gadget-a-um-sensor-de-glicose-e-possivel-que-pais-fiquem-de-olho-na-diabetes-dos-filhos/">Conectando o gadget a um sensor de glicose, é possível que pais fiquem de olho na diabetes dos filhos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Veja como a tecnologia ajudou a melhorar a qualidade de vida de uma criança que convive com o diabetes tipo 1!</em><span id="more-8760"></span></p>
<p>Meu filho, Evan, foi diagnosticado com diabetes tipo 1 em agosto de 2012. O diabetes tipo 1 é uma <a href="http://www.diabeticool.com/por-que-uma-pessoa-desenvolve-o-diabetes-tipo-1/">doença autoimune</a> que ataca o pâncreas e impede a produção de insulina. O corpo precisa desse hormônio para transportar a glicose do sangue para as células <strong><span style="color: #ff6600;">[nota do Diabeticool: não é bem isso. <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">Leia aqui</a> qual é o papel real da insulina no corpo!]</span></strong></p>
<p>A insulina sintética é usada para regular o diabetes tipo 1, mas ela não age tão rapidamente quanto à insulina humana. Determinar a dose exata de insulina para uma certa quantidade de carboidratos em uma refeição se torna, portanto, um ato de equilíbrio por consumo. Pouca insulina e o nível de açúcar no sangue decola, causando complicações potencialmente fatais. Muita insulina, e o açúcar no sangue despenca a um nível perigoso.</p>
<p>O choque após o diagnóstico permaneceu durante os meses seguintes, a medida em que minha esposa, Laura, e eu tentávamos encontrar uma maneira de manter um garoto de 4 anos de idade vivo e feliz. Nossos dias e noites se resumiam a de 8 a 12 espetadinhas no dedo para medir a glicemia, além de 4 a 8 doses de insulina por dia.</p>
<p>Esse foi o período mais doloroso e obscuro da minha vida, e nós precisávamos encontrar uma solução melhor. Então, iniciou-se uma jornada tecnológica que nos permitiria melhorar a qualidade de vida de Evan &#8211; e, por consequencia, a vida de muitos outros.</p>
<p>Logo eu fui atraído por sistemas de <a href="http://www.diabeticool.com/aprovado-saiba-glicemia-o-tempo-todo-no-celular-e-com-menos-picadas/">monitoramento continuo de glicemia</a> (CGMs, na sigla em inglês). Eles relatavam o nível de glicose no sangue a cada 5 minutos, graças a um transmissor de rádio conectado a um fio fino do sensor que fica por baixo da pele (o cabo é trocado a cada semana e o transmissor a cada seis meses).</p>
<p>A picadinha no dedo não consegue te das as informações que um CGM consegue, como por exemplo a taxa de variação dos níveis de glicose. Esses dados pode ser vitais, não apenas para o cuidado imediato do Evan, mas também para a sua saúde a longo prazo.</p>
<p>Nós adquirimos um CGM DexCom G4 em fevereiro de 2013 e imediatamente nos apaixonamos (o receptor custa 400 dólares e são outros 400 para o transmissor. Os fios dos sensores custam 99 dólares). Nós já não ficávamos mais às cegas entre uma picada no dedo e outra. Nós poderíamos fundir os dados do G4 com o montante de dados sobre nutrição que tínhamos coletado e, assim, ajustar a dose de insulina de Evan.</p>
<p>Mas ter que deixar o Evan todos os dias na creche desencadeou uma onda de pânico: estávamos novamente no escuro. Eu queria que nós &#8211; Laura, a enfermeira da escola e eu &#8211; fossemos capaz de verificar o nível de glicose dele a qualquer momento e receber alertas quando fora do alcance.</p>
<p>Na época, o Dexcom não oferecia acesso remoto, mais eu sabia que o receptor podia fornecer dados por meio da sua porta USB. O Dexcom tinha um software Windows próprio que puxada os dados e, felizmente, ele era equipado com uma biblioteca API como parte da instalação. Demorei cerca de três horas para escrever um programa em C# que pesquisasse no receptor e fizesse o upload dos dados para uma planilha do Google.</p>
<p>Enviamos Evan para a creche com um pequeno laptop equipado com o receptor. Enquanto ele estava na sala de aula, poderíamos ver o nível de glicose no sangue tanto por um site simples quanto por meio de um aplicativo iOS que eu juntei. Foi uma mudança de vida, porque deu a Evan alguma liberdade do seu tradicional regime de diabetes tipo 1 na creche.</p>
<p>Ainda assim, quando Evan saia para o recreio ou para longas caminhadas, o que o colocava longe do receptor do notebook, estávamos às cegas de novo. Foi assim que comecei meu trabalho em uma solução verdadeiramente ambulatorial com base em um smartphone &#8211; em vez de um notebook.</p>
<p>Minha família majoritariamente utiliza dispositivos iOS, mas as limitações de energia e frameworks fechados fez com que a conexão do receptor via iPhone fosse mais difícil que Android.</p>
<p>Eu peguei um Droid Razr M, da Motorola, e, uma vez que eu consegui esconder a numeração básica do USB &#8211; muitos celulares podiam &#8220;ver&#8221; o receptor quando estava plugado &#8211; eu comecei a decodificar o protocolo de comunicação do G4. Utilizando o mesmo programa C# de antes, eu rodei comandos e capturei o tráfego do USB enquanto ele se transferia do meu PC para o receptor.</p>
<p>Com esses dados, eu escrevi um aplicativo Android que extraia os dados de glicose e os enviava para a nossa planilha no Google via rede do celular. Na minha empolgação, eu tuitei a minha descoberta e o que aconteceu em seguida foi inacreditável.</p>
<p>Outro &#8220;pai diabético&#8221;, Lane Desborough, entrou em contato comigo. Ele queria construir um sistema similar para o seu filho. Eu compartilhei o meu programa C# com ele e continuei a reginar o meu app Android durante as férias de verão, para preparar para quando Evan voltasse às aula.</p>
<p>Lane criou o Nightscout, um aplicativo com alertas preditivos, os quais são baseados nos níveis de glicose enviados para a base de dados construída com uma plataforma MongoDB open-source. Lane transformou o meu sistema em uma ferramenta que qualquer um podería usar.</p>
<p>A DexCom posteriormente liberou o Share, um sistema de monitoramento remoto proprietário que funcionava apenas com dispositivos iOS. Ao realizar uma engenharia reversa no protocolo de comunicação do G4 e criar um sistema de base de dados online e aberto, nós podemos acessar os dados em uma ampla gama de equipamentos. Por exemplo, eu comprei um smartwatch Pebble no primeiro dia em que foi disponibilizado e, dentro de algumas horas, eu tinha escrito um software que me permitia ver o nível de glicose de Evan em um piscar de olhos.</p>
<p>Lane e eu (juntamente com Ross Naylor) continuamos a colaborar, e em 2014, construimos um uploader C#, um aplicativo Android, um Pebble watch e um código Nightscout open source.</p>
<p>Posteriormente, engenheiros de software muito melhores do que eu, implementaram o código e o tornou ainda mais práticode usar. um grupo no Facebook do Nightscout, aberto por Jason Adams, e agora com quase 12 mil membros, e nosso código chegaram a semifinal do Hackaday Prize de 2014.</p>
<p>Enquanto o monitoramento remoto pode parecer algo invasivo, ele na verdade é libertador. Evan agora pode brincar mais, aprender mais, e simplesmente fazer mais, porque a vida dele está bem menos interrompida pelas exigências do diabetes.</p>
<p>Nós podemos atenuar a maioria dos eventos hiper e hipoglicêmicos que acontecem sem que o seu dia seja interrompido. Estou orgulhoso de conseguir recuperar algo que perdemos naquele dia de agosto de 2012 e me sinto abençoado por saber que a doença do meu pequeno tem ajudado tantos outros.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://itforum365.com.br/noticias/detalhe/115940/e-possivel-monitorar-diabetes-com-um-smartwatch-">IT FORUM 365</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/conectando-o-gadget-a-um-sensor-de-glicose-e-possivel-que-pais-fiquem-de-olho-na-diabetes-dos-filhos/">Conectando o gadget a um sensor de glicose, é possível que pais fiquem de olho na diabetes dos filhos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Aprovado: saiba a glicemia o tempo todo, no celular (e com menos picadas!)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2015 19:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Dexcom]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento contínuo de glicemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo dos EUA aprova, pela 1ª vez, venda de monitor contínuo de glicemia que envia os resultados direto para o telefone. Veja como funciona. Uma das partes mais “trabalhosas” de tratar o diabetes é medir a glicemia. Saber a quantidade de açúcar no organismo é fundamental para manter a boa saúde, mas requer diversas picadas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Governo dos EUA aprova, pela 1ª vez, venda de monitor contínuo de glicemia que envia os resultados direto para o telefone. Veja como funciona.</em><br />
<span id="more-8371"></span></p>
 Saber a glicemia pelo celular: praticidade e discrição ajudam no bom controle do diabetes.
<p>Uma das partes mais “trabalhosas” de tratar o diabetes é medir a glicemia. Saber a quantidade de açúcar no organismo é fundamental para manter a boa saúde, mas requer diversas picadas para coleta da gotinha de sangue e leitura pelos glicosímetros. A situação não é fácil: além de ser dolorido e incômodo, muita gente não gosta de coletar em público.</p>
<p>2015 começa com uma boa notícia para quem precisa checar constantemente a glicemia. A FDA, agência regulatória norte-americana, aprovou a venda de um <a title="Pâncreas artificial supera bomba de insulina no controle do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/pancreas-artificial-supera-bomba-de-insulina-no-controle-do-diabetes/">sistema de monitoramento contínuo de glicemia</a> que requer um número bem menor de picadas e que transmite os dados diretamente para iPhones.</p>
<p><strong>É a primeira vez que um glicosímetro deste tipo é aprovado nos EUA</strong>. O que existe, hoje, são glicosímetros tradicionais (os das picadas) que enviam os dados para telefones, mas nenhum monitor contínuo havia recebido, até então, aval para utilizar a tecnologia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SISTEMA DEXCOM: MENOS PICADAS POR SEMANA, GLICEMIA A TODA HORA</strong></p>
<p>A nova tecnologia aprovada faz parte do sistema de controle do diabetes da empresa Dexcom. Hoje, a Dexcom já vende monitores contínuos de glicemia, mas nenhum deles se comunica diretamente com o telefone. A vantagem da aprovação da FDA é que o diabético poderá saber a glicemia de maneira muito mais rápida e prática, com uma simples olhada no visor do celular &#8211; um aparelho sempre à mão nos dias de hoje.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS</span>: Tecnologia brasileira funciona de maneira similar à da Dexcom! <a href="http://www.diabeticool.com/saiba-sua-glicemia-o-tempo-inteiro-sem-picar-o-dedo/">Leia na matéria</a>.</strong></p>
<p>Além disso, poderá transmitir os dados para até cinco pessoas – o que promete fazer sucesso com quem gosta de mostrar a glicemia para os médicos e parentes.</p>
<figure id="attachment_8372" aria-describedby="caption-attachment-8372" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8372" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/dexcom-aplicacao-sensor.jpg" alt="dexcom aplicacao sensor" width="700" height="448" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/dexcom-aplicacao-sensor.jpg 700w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/dexcom-aplicacao-sensor-375x240.jpg 375w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-8372" class="wp-caption-text">O sensor de glicemia é aplicado uma vez por semana, com o auxílio de uma prática seringa especial.</figcaption></figure>
<p>O sistema funciona assim: uma vez por semana, cola-se uma base plástica pequena e discreta na pele, geralmente na região abdominal. Com a ajuda de uma espécie de seringa bojuda, aplica-se o <strong>sensor</strong> de glicose sob a pele, logo abaixo da base plástica. O processo é rápido e relativamente fácil. Segundo a empresa fabricante, a injeção do sensor dói tanto quanto uma picadinha no dedo para coletar uma gota de sangue.</p>
<figure id="attachment_8373" aria-describedby="caption-attachment-8373" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-8373 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/dexcom-receptor.jpg" alt="dexcom receptor" width="700" height="425" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/dexcom-receptor.jpg 700w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/dexcom-receptor-395x240.jpg 395w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-8373" class="wp-caption-text">Depois do sensor ter sido injetado, é hora de conectar o transmissor, que envia os dados de glicemia para serem interpretados.</figcaption></figure>
<p>A seguir, basta encaixar o <strong>transmissor </strong>de sinal na base plástica. A partir deste momento, o sensor sob a pele passa a medir a quantidade de açúcar presente no fluido intersticial e a enviar as informações para o transmissor. Este, por sua vez, envia os dados para o <strong>receptor</strong>, aparelho que lembra um pequeno rádio. O receptor interpreta os dados e será capaz de enviá-los para os telefones celulares.</p>
<p>Apesar de dar um pouquinho de trabalho, vale a pena notar que, uma vez instalado o dispositivo, a glicemia poderá ser medida a qualquer momento, com uma simples olhadela no visor do celular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMUNICAÇÃO COM CELULAR APROVADA PELA PRIMEIRA VEZ</strong></p>
<p>O anúncio da aprovação do novo sistema da Dexcom abre caminhos promissores para tratamentos mais tranquilos do diabetes no futuro. Agora, empresas que queiram lançar glicosímetros que se comunicam diretamente com aparelhos celulares não precisarão passar por entraves burocráticos intensos antes de serem vendidos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Dexcom G4 PLATINUM Tutorial: Inserting Your Sensor" width="850" height="478" src="https://www.youtube.com/embed/j8hs0aAlxgk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Outra vantagem da aprovação é que desenvolvedores de aplicativos para telefones já estão de olho na nova tecnologia. Podemos esperar, para o futuro próximo, uma grande quantidade de <a title="Resenha: glicosímetro iBGStar e creme Hidrastar" href="http://www.diabeticool.com/resenha-glicosimetro-ibgstar-e-creme-hidrastar/"><em>apps</em></a> que trabalham a partir das informações coletadas nos glicosímetro internos, ajudando a montar refeições, contar carboidratos ao longo da semana e planejar melhor a rotina do dia-a-dia, garantindo uma glicemia perfeita a todo momento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PONTOS NEGATIVOS: CUSTOS, CALIBRAGEM E ACESSÓRIOS</strong></p>
<p>É bom notar que nem tudo são flores no caso do novo sistema Dexcom de monitoramento da glicemia.</p>
<p>Alguns pontos negativos são óbvios: a instalação do sensor de glicemia é um método invasivo, que pode causar desconforto (e levar a infecções, caso seja aplicado incorretamente ou em locais inadequados).</p>
<p>Além disso, o aparelho é caro. O sistema Dexcom custa por volta de 300 dólares. Incluindo importação e lucro sobre a venda, pode-se esperar um preço mínimo no Brasil de R$1.200. Isto sem contar os sensores de glicemia, que devem ser trocados a cada semana e comprados separadamente.</p>
<figure id="attachment_8374" aria-describedby="caption-attachment-8374" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8374" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/receptor-dexcom-diabetes.jpg" alt="receptor dexcom diabetes" width="700" height="294" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/receptor-dexcom-diabetes.jpg 700w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/receptor-dexcom-diabetes-415x174.jpg 415w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-8374" class="wp-caption-text">O receptor, dispositivo que interpreta os dados do sensor de glicose, deve ser levado junto à pessoa para que a comunicação com o celular funcione.</figcaption></figure>
<p>Outro ponto importante: o produto ainda não é regulamentado no país, nem mesmo as versões mais antigas (que não se comunicam com telefones). Comprar o Dexcom por aqui, portanto, ainda deve levar um bom tempo.</p>
<p>Apesar da praticidade de ler a glicemia no celular, é imprescindível que o usuário continue utilizando o receptor de dados da Dexcom. Este é o aparelho que lembra um radinho e “interpreta” os dados do sensor de glicemia. É este receptor que envia os dados para o celular – então ele tem sempre que estar por perto para a glicemia poder ser lida.</p>
<p>Ademais, é bom lembrar que o sistema precisa ser calibrado periodicamente, e isto é feito através da coleta tradicional de sangue na pontinha do dedo. O receptor avisa quando é hora de calibrar, geralmente a cada 12 horas. Ou seja, pode-se esperar entre 1 e 2 picadas nos dedos ao longo de um dia, mesmo usando o Dexcom – a vantagem é que, fora isto, pode-se acompanhar a glicemia a todo momento sem maiores desconfortos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O novo aparelho deve começar a ser vendido nos Estados Unidos em março deste ano. No mínimo, ele representa mais um passo evolutivo rumo a um controle mais prático, indolor e eficiente da glicemia. De fato, 2015 começa com mais uma boa novidade para quem convive com o diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/aprovado-saiba-glicemia-o-tempo-todo-no-celular-e-com-menos-picadas/">Aprovado: saiba a glicemia o tempo todo, no celular (e com menos picadas!)</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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