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	<title>meia idade | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Os 6 mil passos da mulher de meia-idade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2012 17:51:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa brasileira descobre que caminhar, seja em exercícios ou mesmo em casa, melhora a saúde de mulheres que já passaram dos 45. Um estudo realizado aqui no Brasil, com mulheres da cidade de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, será em breve publicado no periódico Menopause. Nele, as cientistas Veronica Colpani, Karen Oppermann e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa brasileira descobre que caminhar, seja em exercícios ou mesmo em casa, melhora a saúde de mulheres que já passaram dos 45.</em></p>
<p><span id="more-1986"></span></p>
<p>Um estudo realizado aqui no Brasil, com mulheres da cidade de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, será em breve publicado no periódico <em>Menopause</em>. Nele, as cientistas Veronica Colpani, Karen Oppermann e Poli Mara Spritzer mostram que andar seis mil passos todos os dias &#8211; não importa como! &#8211; são prenúncio de uma vida mais saudável para mulheres que passaram dos 45 anos, com riscos menores de <a title="Tratamento Natural para Diabetes: Quiabo!" href="http://www.diabeticool.com/tratamento-natural-para-diabetes-quiabo/">doenças cardiovasculares</a> e diabetes.</p>
 Moça utilizando um pedômetro, similar àquele aplicado no estudo.
<p>A pesquisa acompanhou a rotina de cerca de 300 mulheres, com idades entre 45 e 72<br />
anos. Cada uma delas recebeu um pedômetro, um aparelho que mede, através da detecção do movimento dos quadris, a quantidade de passos que uma pessoa deu. Aquelas que caminharam 6000 passos por dia foram consideradas ativas, as que andaram menos, inativas. Todas as mulheres passaram por exames de saúde completos, incluindo medições de pressão e glicemia, além de terem a circunferência abdominal medida (a fim de avaliar a <em>obesidade abdominal</em>, que é um grande risco para o diabetes e doenças cardiovasculares).</p>
<p>De acordo com as cientistas, <strong>as mulheres ativas</strong> mostraram-se <strong>muito menos propensas</strong> a serem <a title="O Diabetes pelo Mundo: Zimbabwe" href="http://www.diabeticool.com/o-diabetes-pelo-mundo-zimbabwe/">obesas</a>, terem <a title="Fomos feitos para dormir bem" href="http://www.diabeticool.com/fomos-feitos-para-dormir-bem/">síndrome metabólica</a> e diabetes, independente se haviam passado ou não pela menopausa (quando o risco para estas doenças aumenta) ou se estavam utilizando terapia hormonal. Apesar de outros estudos já terem comprovado que atividades físicas diminuem as chances de diabetes, pressão alta e doenças cardíacas, esta foi a primeira vez que um trabalho científico revelou que manter-se constantemente ativo, mesmo que seja em casa!, pode ajudar a manter a saúde por muito mais tempo.</p>
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		<title>O ciclo testosterona-obesidade-diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2012 19:15:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Bayer HealthCare Pharmaceuticals]]></category>
		<category><![CDATA[disfunção erétil]]></category>
		<category><![CDATA[Farid Saad]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
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		<category><![CDATA[reposição hormonal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novas pesquisas ajudam a entender como a testosterona, a obesidade e o diabetes estão relacionados, além de sugerir soluções para os efeitos negativos desta união molecular. &#160; A partir dos 45 anos de idade, os homens passam a produzir menos testosterona, o hormônio masculino. Este é um dos principais motivos pelos quais eles, nessa idade, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novas pesquisas ajudam a entender como a testosterona, a obesidade e o diabetes estão relacionados, além de sugerir soluções para os efeitos negativos desta união molecular.</em></p>
<p><span id="more-1526"></span></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/schwarzenegger-ontem-hoje-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1528" title="schwarzenegger ontem hoje diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/schwarzenegger-ontem-hoje-diabetes.jpg" alt="" width="500" height="374" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/schwarzenegger-ontem-hoje-diabetes.jpg 500w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/schwarzenegger-ontem-hoje-diabetes-321x240.jpg 321w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir dos 45 anos de idade, os homens passam a produzir menos <strong>testosterona</strong>, o <a title="Lições sobre o Descobrimento da Insulina e do Hospital Geral de Toronto" href="http://www.diabeticool.com/licoes-sobre-o-descobrimento-da-insulina-e-do-hospital-geral-de-toronto-canada/">hormônio </a>masculino. Este é um dos principais motivos pelos quais eles, nessa idade, passam a ter menor apetite sexual, a <a title="Os efeitos sexuais do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-efeitos-sexuais-do-diabetes/" target="_blank">disfunção erétil</a> começa a dar as caras e sua massa muscular atrofia, dentre outros fatores. Como se a chegada da velhice não fosse lamentável o suficiente, <em>caso o homem seja obeso</em>, os efeitos da queda de produção da testosterona <em>aumentam</em>. Em especial se o acúmulo de gordura se concentrar na barriga. O problema se complica quando descobrimos que a diminuição de testosterona leva à piora da obesidade, assim como a obesidade também pode levar à diminuição da testosterona. Vamos colocar o diabetes no meio dessa história? Bem sabemos que a <a title="O pneuzinho diabético" href="http://www.diabeticool.com/o-pneuzinho-diabetico/" target="_blank">obesidade</a> é um dos principais fatores de risco para o diabetes. Recentemente, cientistas descobriram que pouca testosterona leva à resistência à insulina, o que pode resultar em diabetes. Portanto, considerando todos estes fatores, a equação da saúde do homem de meia idade que não se cuida fica mais ou menos assim: <em>menos testosterona = mais obesidade = mais diabetes</em>!</p>
<p>Este ciclo vicioso é exemplificado pelas grandes quantidades de gordinhos que, além da obesidade, produzem quantidades ainda menores do que o normal de testosterona. Para eles, é quase impossível perder peso. A não ser que passem por um tratamento de <strong>reposição hormonal</strong>, reabastecendo o corpo com testosterona. Foi o que anunciou o endocrinologista alemão Farid Saad, do laboratório Bayer HealthCare Pharmaceuticals. Em duas pesquisas correlatas, o cientista descobriu que a reposição hormonal &#8220;melhora o humor [e] reduz a fadiga, o que pode motivar o homem a aderir à dieta e exercícios para o combate à obesidade”; além disso, após acompanhar 115 homens em dieta e com pouca testosterona durante 5 anos, concluiu que, com reposição hormonal seguida de dieta e exercícios, eles conseguiram perder peso. A perda média foi de 16 quilos e a circunferência abdominal baixou de 107 para 98 centímetros.</p>
<p>De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, &#8220;<em>“A testosterona não é medicamento antiobesidade e a reposição só deve ser feita por quem tem baixa produção desse hormônio. O que a pesquisa mostra é que a reposição hormonal otimiza a melhora de peso, se estiver aliada à dieta e atividade física”, ressalta o endocrinologista João Eduardo Salles, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia</em>&#8220;.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,reposicao-hormonal-vira-arma-para-obesos,931924,0.htm" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
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