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	<title>mâes e filhos | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Sat, 03 Oct 2015 19:26:21 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Diabetes tipo 1: um desafio a ser superado pelas crianças e pelos pais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2015 21:27:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[contagem de carboidratos]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
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		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
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		<category><![CDATA[NPH]]></category>
		<category><![CDATA[Ronaldo Wieselber]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um texto emocionante, Ronaldo Wieselberg relembra sua história com o diabetes tipo 1, conta as dificuldades enfrentadas ao longo dos anos e dá dicas de como superar os desafios. Texto por Ronaldo Wieselberg ​Muita gente me pergunta se eu gosto de ter diabetes, devido ao meu envolvimento com o tema. A resposta é não, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em um texto emocionante, Ronaldo Wieselberg relembra sua história com o diabetes tipo 1, conta as dificuldades enfrentadas ao longo dos anos e dá dicas de como superar os desafios.</em><br />
<span id="more-9008"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9027" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/a-crianca-esta-com-diabetes-tipo11.jpg" alt="a-crianca-esta-com-diabetes-tipo1" width="939" height="550" /></p>
<p><span style="color: #003366;"><strong>Texto por Ronaldo Wieselberg</strong></span></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >​M</span>uita gente me pergunta se eu gosto de ter diabetes, devido ao meu envolvimento com o tema. A resposta é não, porque, oras, não é algo divertido ter que aplicar insulina, fazer testes várias vezes por dia&#8230; mas é algo com o que consigo conviver sem problemas. <strong>Hoje, quando me perguntam qual a melhor coisa que me aconteceu na vida, respondo que &#8220;depois de nascer, acho que foi ter diabetes&#8221;</strong>.</p>
<p>​Mas, claro, isso não aconteceu do nada. Vou contar a história de como isso aconteceu&#8230; Pegue a Coca-Cola Zero, o balde de pipocas e prepare a contagem de carboidratos!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #008ec8;"><strong>NO INÍCIO&#8230;O DIABETES</strong></span></h3>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >​E</span>u nasci em 1991, na época em que se amarrava cachorro com linguiça. Os mais velhos &#8211; errr&#8230; deixa pra lá! &#8211; devem se lembrar dessa época. Fernando Collor de Melo era o presidente, a inflação era maior do que a enfrentada hoje, a moeda era o Cruzeiro Novo (será?), e a situação do país era tenebrosa para quem&#8230; bom, na verdade era ruim pra todo o mundo!</p>
<p>​Na época, devido ao congelamento súbito das poupanças &#8211; e outros entraves da economia brasileira -, <strong>minha mãe perdeu o plano de saúde que tinha</strong>. E aí, onde seria possível fazer um pré-natal? Pois é. Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (guarde este nome!). Eu nasci ali mesmo.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9010" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-crianca.jpg" alt="ronaldo wieselberg crianca" width="675" height="392" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-crianca.jpg 675w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-crianca-413x240.jpg 413w" sizes="(max-width: 675px) 100vw, 675px" /></p>
<p>​Dois anos depois, minha mãe conta que eu tive uma otite (infecção na orelha) e, depois de algum tempo, comecei com um quadro de muita sede, muito xixi, e comecei a perder peso. Os pediatras diziam que era um quadro infeccioso simples, e que melhoraria com o tempo. <strong>Você já viu alguma história assim</strong>?</p>
<p>​Um belo dia &#8211; na verdade, 19 de setembro de 1993 -, <strong>eu simplesmente não acordei</strong>. Em pânico, minha mãe correu comigo para o hospital &#8211; já mencionado neste texto&#8230; &#8211; e o chefe do pronto-socorro da pediatria, naquele dia, era um endocrinologista pediátrico. Vendo o quadro, imediatamente solicitou um teste de glicemia&#8230; e, bingo!, <strong>o monitor não conseguia medir, de tão alta a glicemia</strong>. <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">Diabetes mellitus tipo 1</a>.</p>
<p>​<strong>Foram onze dias em coma</strong>. Onze dias durante os quais minha mãe dormiu com a cabeça apoiada nas grades do berço. Onze dias de incerteza. E, então, no décimo-segundo dia, minha mãe conta que acordou com uma mãozinha acariciando os cabelos dela. Eu tinha acordado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #008ec8;"><strong>COMO ERA CUIDAR DO DIABETES NA MINHA INFÂNCIA</strong></span></h3>
<p><strong><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-9026" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-diabetes-tipo-1-crianca-foto.jpg" alt="ronaldo-wieselberg-diabetes-tipo-1-crianca-foto" width="350" height="350" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-diabetes-tipo-1-crianca-foto.jpg 549w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-diabetes-tipo-1-crianca-foto-150x150.jpg 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-diabetes-tipo-1-crianca-foto-240x240.jpg 240w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><span class="bdaia-shory-dropcap" >​<strong>D</strong></span>ali pra frente, a vida teve que mudar radicalmente</strong>. Eu adorava comer bisnaguinhas com manteiga e geleia no lanche da tarde, por exemplo, e tive que mudar para chá com adoçante e bolachas água-e-sal. <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-contagem-de-carboidratos/">Contagem de carboidratos</a>? Apesar de existir desde 1935 na Europa, só começou a ganhar força como terapia para o diabetes em 1994, depois de um grande trabalho sobre diabetes &#8211; o <em>Diabetes Control and Complications Trial</em>, o DCCT &#8211; e começou a ser usado de maneira isolada no Brasil em 1997. O que se aceitava em 1993 era a restrição e a proibição alimentar &#8211; que hoje sabemos não ser o mais efetivo!</p>
<p>​Aplicar insulina &#8211; na época, <a href="http://www.diabeticool.com/como-funcionam-os-medicamentos-para-o-diabetes/">NPH</a>, apenas, no esquema convencional de insulinização (ou seja, sem contar carboidratos, etc&#8230;) &#8211; era um tormento. <strong>Minha mãe tinha um medo terrível de me machucar</strong> &#8211; aliás, ia doer de qualquer forma, as agulhas não eram tão confortáveis assim&#8230;! &#8211; e sofria muito, apesar de entender que aquela era a minha necessidade número zero. Teste de glicemia? Desculpe, não. Só na urina, com as famigeradas <strong>Glicofitas</strong> &#8211; e usando uma comparação de cores que variava do &#8220;negativo&#8221; para o &#8220;4+&#8221;, nada prático, considerando que os resultados do teste correspondiam à glicemia de algumas horas antes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #008ec8;"><strong>TEMPOS DE MUDANÇAS</strong></span></h3>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >​O</span> tempo foi passando. Confesso não saber como era a vida sem diabetes, mas a minha memória mais remota em relação a isso vem de uns catorze ou quinze anos atrás &#8211; a memória falha quanto à data exata.</p>
<p>​No meio da madrugada, depois de um dia em que tinha passado mal depois de comer alguma coisa &#8211; que com toda a certeza não me lembro o que era &#8211; eu acordei com uma tremenda vontade de ir ao banheiro. Com certeza, minha glicemia estava nas alturas. Fui ao banheiro e, no caminho, ouvi uns sons esquisitos&#8230; nunca tive medo de &#8220;coisas&#8221; em casa, então, nem liguei &#8211; além do mais, minha bexiga ia explodir!</p>
<p>​Fiz o que tinha que fazer no banheiro e, criança curiosa que era, fui descobrir o que era aquele barulho. Não parecia televisão &#8211; mesmo porque estava tudo às escuras. Parecia&#8230; como se alguém estivesse gripado e fungando constantemente. No quarto da minha mãe, inclusive.</p>
<p>​Fui silenciosamente até lá, mas, antes mesmo de chegar à porta, entendi o que estava acontecendo. <strong>Minha mãe estava chorando</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>​Um arrepio passou pela minha espinha, e eu senti que não deveria ficar ali. Engoli em seco e voltei rápido para a cama e fiquei pensando no que tinha acontecido.</p>
<p>​A princípio, me senti culpado. Afinal, eu é que tinha comido aquilo que me fez passar mal, e portanto, feito minha mãe chorar. Mas, conforme a noite ia passando &#8211; e, claro, não conseguia voltar a dormir &#8211; eu cheguei a uma conclusão: não era minha culpa, tampouco culpa dela.</p>
<p><strong>​</strong><strong>A culpa era do diabetes.</strong></p>
<p>​<strong>Naquela noite eu prometi a mim mesmo que minha mãe nunca mais choraria por culpa do diabetes</strong>. E verdade seja dita, acho que quebrei a promessa algumas vezes&#8230;</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9011" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-congresso-internacional-de-diabetes-IDF-2013.jpg" alt="ronaldo wieselberg congresso internacional de diabetes IDF 2013" width="720" height="451" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-congresso-internacional-de-diabetes-IDF-2013.jpg 720w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-congresso-internacional-de-diabetes-IDF-2013-383x240.jpg 383w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-congresso-internacional-de-diabetes-IDF-2013-343x215.jpg 343w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-congresso-internacional-de-diabetes-IDF-2013-326x205.jpg 326w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></p>
<p>​&#8230;mas foram lágrimas de alegria. Lágrimas com o primeiro trabalho que fiz na área, em 2011; lágrimas pelo primeiro congresso internacional em 2013; tantas outras que poderia ficar aqui por um bom tempo &#8211; mas não gastarei o precioso tempo do leitor.</p>
<figure id="attachment_9017" aria-describedby="caption-attachment-9017" style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-9017" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-campanha-diabetes.jpg" alt="ronaldo wieselberg campanha diabetes" width="720" height="500" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-campanha-diabetes.jpg 720w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-campanha-diabetes-346x240.jpg 346w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption id="caption-attachment-9017" class="wp-caption-text">Participar de campanhas educativas e de conscientização também ajuda a lidar melhor com o diabetes.</figcaption></figure>
<p><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-9015" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-namorada-240x240.jpg" alt="ronaldo wieselberg namorada" width="301" height="301" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-namorada-240x240.jpg 240w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-namorada-150x150.jpg 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/ronaldo-wieselberg-namorada.jpg 699w" sizes="(max-width: 301px) 100vw, 301px" />​Deixei de ver o diabetes como problema e passei a vê-lo como oportunidade. <strong>Nossos problemas em geral são do tamanho que damos a eles</strong>. Ao considerar o diabetes como uma oportunidade, tirei o peso de cima das minhas costas e das costas da minha mãe, claro.</p>
<p>​Hoje minha vida com diabetes é completamente normal. <a href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-facilita-controlar-a-glicemia-mesmo-que-voce-nao-perca-peso/">Pratico esportes</a>, saio com meus amigos e minha namorada, como o que tenho vontade &#8211; claro que com moderação! -, participo de cirurgias &#8211; coisa que muita gente dizia ser impossível&#8230;! &#8211; e converso com muita gente que tem diabetes sabendo o que é estar dos dois lados da mesa do consultório médico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #008ec8;"><strong>DICAS PARA UMA BOA CONVIVÊNCIA COM O DIABETES</strong></span></h3>
<p><strong><span class="bdaia-shory-dropcap" >​<strong>M</strong></span>uitas mães e pais de crianças com diabetes ficam com medo por seus filhos</strong>. Isso é normal, assusta mesmo! Muitos filhos com diabetes também sentem culpa por deixarem seus pais em sofrimento por terem diabetes. E isso também é normal, por mais que mães e pais tentem esconder o sofrimento &#8211; sim, nós, filhos, sabemos o que acontece.</p>
<p>​O porém é que isso não pode se tornar um ciclo vicioso &#8211; a mãe ou o pai sofre, o filho vê e sofre, a mãe vê o filho sofrendo e sofre mais&#8230; -, uma vez que isso prejudica o controle do diabetes, prejudica o ambiente familiar, e predispõe a outras doenças &#8211; como, por exemplo, <a href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-depressao-2/">depressão</a>, uma doença tão subestimada quanto o diabetes na sociedade atual.</p>
<figure id="attachment_9012" aria-describedby="caption-attachment-9012" style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-9012 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/campanha-ronaldo-wieselberg-young-leader.jpg" alt="campanha ronaldo wieselberg young leader" width="720" height="472" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/campanha-ronaldo-wieselberg-young-leader.jpg 720w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/campanha-ronaldo-wieselberg-young-leader-366x240.jpg 366w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/campanha-ronaldo-wieselberg-young-leader-214x140.jpg 214w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption id="caption-attachment-9012" class="wp-caption-text">Ronaldo participa de campanha mundial da IDF. Na mensagem: &#8220;O governo brasileiro fornece insulina gratuitamente, mas precisa resolver problemas de distribuição e de falta de programas educativos&#8221;.</figcaption></figure>
<p>Cabe a cada um refletir, com sua própria consciência, sobre como vai lidar com diabetes e como vai quebrar o ciclo vicioso em potencial. Terapia ajuda? Ajuda, lógico que ajuda! Escrever num blog ajuda? Claro que ajuda!</p>
<p>​<strong>Mas, sabe o que ajuda mais? Aprender sobre diabetes</strong>. Entender exatamente o que acontece e como se portar perante cada situação diminui o medo e diminui o sofrimento por antecipação, o sofrimento diante do desconhecido.</p>
<p>​Não é necessário levar o diabetes como missão de vida. Mas entendê-lo vai permitir que você lide melhor com a sua rotina &#8211; e, por que não?, permitirá que você crie conexões com o que quer que faça na sua vida, seja em relacionamentos, seja no trabalho, seja no que for.</p>
<p>​Forte abraço, e até a próxima!</p>
<div style="border: 2px solid #6e7f88; padding: 10px; background-color: #b8d4e2;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong><span class="bdaia-shory-dropcap" >R</span>onaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
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<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-1-um-desafio-a-ser-superado-pelas-criancas-e-pelos-pais/">Diabetes tipo 1: um desafio a ser superado pelas crianças e pelos pais</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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