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	<title>IBGE | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Explicamos os dados da nova Pesquisa Nacional de Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2014 17:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[números]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O IBGE divulgou na última semana os resultados da primeira Pesquisa Nacional de Saúde. Dados sobre diabetes impressionam. Divulgados na última semana, os resultados da primeira Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE em todo o país, mostram um panorama abrangente de como o diabetes é cuidado aqui no Brasil. Além disso, fornecem informações valiosas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O IBGE divulgou na última semana os resultados da primeira Pesquisa Nacional de Saúde. Dados sobre diabetes impressionam.</em><br />
<span id="more-8187"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8191" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/pesquisa-nacional-de-saude-ibge-diabetes.jpg" alt="pesquisa nacional de saude ibge diabetes" width="600" height="338" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/pesquisa-nacional-de-saude-ibge-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/pesquisa-nacional-de-saude-ibge-diabetes-415x234.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Divulgados na última semana, os resultados da primeira Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE em todo o país, mostram um panorama abrangente de como o diabetes é cuidado aqui no Brasil. Além disso, fornecem informações valiosas quanto aos principais gargalos no tratamento da doença.</p>
<p>A pesquisa é referente a dados de 2013. Os resultados são baseados nas respostas dos moradores de 1.600 cidades de todos os estados do país. Cerca de 80 mil domicílios foram visitados pela equipe do IBGE. Apenas adultos (18 anos ou mais) responderam ao questionário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUANTAS PESSOAS TÊM DIABETES NO BRASIL?</strong></p>
<p>O primeiro dado que mais chama a atenção é a incidência do diabetes. De acordo com a pesquisa, <strong>a doença afeta 6,2% da população adulta, o que corresponde a cerca de 12,5 milhões de pessoas</strong>. Destes, 5,4% são homens e 7% mulheres. A proporção é idêntica àquela <a title="Números do Diabetes" href="http://www.diabeticool.com/numeros-do-diabetes/">prevista pela Sociedade Brasileira de Diabetes em 2012</a>.</p>
<p>A incidência é um pouco maior nas áreas urbanas, onde 6,5% dos entrevistados disseram estar com diabetes. Na zona rural, foram 4,6%. A pesquisa não discerniu entre diabetes tipo 1 ou tipo 2, nem tentou explicar se a diferença entre campo e cidade, por exemplo, se deve à falta de diagnóstico na zona rural ou aos hábitos de vida urbanos.</p>
<p>Vale notar: no Brasil, <strong>11,5% dos adultos jamais fizeram um simples exame de <a title="Sabia que o magnésio ajuda a controlar a glicemia?" href="http://www.diabeticool.com/sabia-que-o-magnesio-ajuda-a-controlar-a-glicemia/">glicemia</a></strong>. Nas cidades, a taxa é de 9,9%, enquanto que no campo é de 21,5% &#8211; o que pode ajudar a explicar a incidência menor de diagnóstico de diabetes na zona rural.</p>
<figure id="attachment_8188" aria-describedby="caption-attachment-8188" style="width: 881px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8188" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/mapa-de-diabetes-ibge-2013.jpg" alt="mapa de diabetes ibge 2013" width="881" height="911" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/mapa-de-diabetes-ibge-2013.jpg 881w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/mapa-de-diabetes-ibge-2013-232x240.jpg 232w" sizes="(max-width: 881px) 100vw, 881px" /><figcaption id="caption-attachment-8188" class="wp-caption-text">Infográfico: Ricardo Schinaider de Aguiar</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO O DIABÉTICO BRASILEIRO SE CUIDA E É CUIDADO</strong></p>
<p>Uma conclusão interessante que pode ser tirada da pesquisa é que, no país, a distribuição de remédios funciona muito melhor do que o atendimento médico em si.</p>
<p>Mais da metade dos entrevistados, 57,4%, conseguiu pelo menos 1 medicamento antidiabético através do programa Farmácia Popular.</p>
<p>Mas a proporção de quem recebeu atendimento médico de qualidade, incluindo exames preventivos, é assustadoramente baixa.</p>
<p>Apenas 35,6% dos adultos com diabetes fizeram, no último ano, exame de vista &#8211; a taxa é de míseros 17% entre a população rural. Exames nos pés foram realizados em apenas 30% dos diabéticos.</p>
<figure style="width: 440px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/exame-nos-pes-diabetes.gif" alt="exame dos pés em diabéticos" width="440" height="295" /><figcaption class="wp-caption-text">Examinar os pés é fundamental para prevenir problemas graves decorrentes da neuropatia diabética.</figcaption></figure>
<div style="background-color: #ffe0cc; border: 2px solid #ff3300; padding: 15px;">Tanto o exame de vista quanto o exame do <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">pé diabético</a> são fundamentais no tratamento da doença. Através deles, o médico é capaz de perceber, com antecedência, o desenvolvimento de complicações comuns do excesso de açúcar no sangue, como danos nos nervos dos olhos e dos membros. É importante lembrar que o diabetes é a principal causa de amputações no país, e examinar os pés é uma forma efetiva de prevenir esta drástica situação.</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na hora de cuidar da doença, também ajuda se um mesmo profissional da saúde for responsável pelo mesmo paciente ao longo do tempo, acompanhando seus progressos e retrocessos. Isto, pelo menos, parece acontecer com a maior parte dos diabéticos nacionais. <strong>65,2% deles afirmam que se consultam rotineiramente com o mesmo médico</strong>.</p>
<p>Dos mais de 12 milhões de adultos diabéticos no país, cerca de <strong>7% deles relataram grau intenso ou muito intenso de limitações</strong> nas atividades habituais do dia-a-dia devido à doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PARA MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A PESQUISA NACIONAL</strong></p>
<p>Os dados completos da pesquisa do IBGE podem ser acessados gratuitamente (e sem necessidade de cadastros) neste endereço eletrônico: <a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/pns/2013/default_pdf.shtm">http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/pns/2013/default_pdf.shtm</a></p>
<p>As informações sobre diabetes estão no arquivo &#8220;Doenças Crônicas&#8221;, a partir da página 13.</p>
<p>Para maiores detalhes sobre as outras doenças inquiridas na pesquisa, assim como hábitos de vida dos brasileiros, leia a matéria &#8220;<a href="http://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-nacional-da-saude-revela-quadro-preocupante-para-brasil/">Pesquisa Nacional da Saúde revela quadro preocupante para o Brasil</a>&#8220;, do portal SobrePeso.</p>
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		<title>40% dos brasileiros tiveram pelo menos 1 doença crônica em 2013</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2014 00:43:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa do IBGE aponta, ainda, que 6,2% da população nacional está com diabetes. A primeira edição da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), identificou que 39,3% dos brasileiros adultos, com 18 anos ou mais, foram diagnosticados com pelo menos uma das 11 doenças crônicas não &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa do IBGE aponta, ainda, que 6,2% da população nacional está com diabetes.</em><span id="more-8179"></span></p>
<p>A primeira edição da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), identificou que 39,3% dos brasileiros adultos, com 18 anos ou mais, foram diagnosticados com pelo menos uma das 11 doenças crônicas não transmissíveis investigadas (<a title="Estudo relaciona diabetes e câncer de pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/estudo-relaciona-diabetes-e-cancer-de-pancreas/">câncer</a>, depressão, colesterol alto, diabetes, hipertensão, problemas cardiovasculares, acidente vascular cerebral &#8211; AVC, asma, insuficiência renal, problemas de coluna e problemas osteomoleculares). Juntas, essas doenças respondem por  mais de 70% das mortes no país, observou o instituto.</p>
<p>Os pesquisadores visitaram 80 mil casas em 1.600 municípios de todas as regiões, durante o segundo semestre do ano passado e expandiram os resultados obtidos para o universo de 146,3 milhões de pessoas com 18 anos ou mais de idade, em 2013. A PNS estimou que o Brasil tem 31,3 milhões de <a title="Obesos e hipertensos devem vigiar glicose mesmo antes do pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/obesos-e-hipertensos-devem-vigiar-glicose-mesmo-antes-do-pre-diabetes/">hipertensos</a> (21,4% do total), 27 milhões com problemas na coluna (18,5%) e 2,2 milhões de pessoas que já sofreram um AVC. Parte da população (12,5%) foi diagnosticada com colesterol alto, enquanto 6,2% têm diabetes e 4,2% apresentam alguma doença cardiovascular.</p>
<p>A Região Sudeste liderou os diagnósticos de hipertensão, com 23,3%. Entre as mulheres adultas, a prevalência da doença foi maior (24,2%) que entre os homens (18,3%). Em todo o Brasil, 69,7% dos hipertensos disseram receber assistência médica nos 12 meses anteriores à pesquisa. As unidades básicas de Saúde foram responsáveis por 45,9% dos atendimentos aos hipertensos.</p>
<p>No que se refere ao <a title="Mais uma vantagem do “colesterol bom”" href="http://www.diabeticool.com/mais-uma-vantagem-do-colesterol-bom/">colesterol elevado</a>, a proporção maior foi encontrada também nas mulheres adultas (15,1%). Entre os homens, o percentual foi 9,7%, sendo que para ambos os sexos, a  principal recomendação médica para baixar a taxa de  colesterol foi  ter uma alimentação saudável, em 93,7% dos casos.</p>
<p>Em termos de depressão, a doença foi confirmada por um profissional de saúde mental em 11,2 milhões de adultos, o que correspondeu a 7,6% de pessoas com 18 anos ou mais. A pesquisa destaca, entretanto, que desse total somente 46,6% tiveram assistência médica nos 12 meses anteriores à pesquisa. No que se refere ao câncer, o diagnóstico foi positivo para 1,8% da população adulta (2,7 milhões de pessoas), com incidência maior de próstata  (36,9%), entre os homens, e de mama (39,1%) e colo de útero (11,8%), entre as mulheres. Nos dois sexos, o tipo de câncer mais comum é o de pele (16,2%).</p>
<p>A única região  que apresentou proporção de casos de problema crônico de coluna superior à média nacional foi a Sul, com 23,3%. A maior prevalência no Brasil, em 2013, para esse tipo de doença foi encontrada também entre as mulheres (21,1%), enquanto nos homens o índice foi 15,5%.</p>
<p>A PNS identificou que 24% da população adulta costumavam ingerir bebida alcoólica pelo menos uma vez por semana, sendo que esse hábito é mais frequente entre os homens (36,3%) do que entre as mulheres (13%).</p>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, a gerente da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, destacou que “quando se associa  a bebida à direção, verifica-se  que a proporção de homens (27,4%) supera a de mulheres (11,9%)”. Entre os brasileiros acima de 18 anos que dirigem veículos no trânsito, 24,3% admitiram ter dirigido automóvel ou motocicleta após ingerir bebida alcoólica.</p>
<p>Do total de adultos pesquisados no Brasil, 12,7% eram fumantes diários e 17,5%, ex-fumantes, em 2013. Entre os fumantes diários, os homens foram a maior parcela: 16,2%, contra 9,7% de mulheres. O cigarro industrializado foi o produto do tabaco mais consumido por 14,5% dos fumantes.</p>
<p>A PNS mostrou ainda que 46% dos adultos consultados  não costumavam praticar atividades físicas em nível satisfatório  tanto no lazer, quanto no trabalho, em casa  ou nos deslocamentos para o trabalho. No lazer, considerado mais importante pelos técnicos do IBGE, 27,1% dos homens acima de 18 anos praticavam o nível recomendado de atividades físicas em 2013. Entre as mulheres, o índice foi 18,4%.</p>
<p>Entre os adultos, 28,9% admitiram assistir à televisão por um período acima de três horas por dia. Conjugado ao fato de não praticarem atividades físicas suficientes no tempo livre, principalmente, isso  amplia a possibilidade de se tornarem obesas e, em consequência, sujeitas a outras doenças., alerta a pesquisa.</p>
<p>Em 2013, 37,3% da população relataram seguir a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) no que se refere ao consumo de frutas e hortaliças, que envolve a ingestão diária de, pelo menos, 400 gramas desses alimentos. São destaques as regiões Centro-Oeste e Sudeste, onde o consumo de frutas e hortaliças atingiu 43,9% e 42,8%, respectivamente. Maria Lúcia chamou a atenção, em contrapartida, para o fato de  37,2% dos brasileiros adultos terem admitido consumir carne vermelha ou frango com excesso de gordura, principalmente na Região Centro-Oeste (45,7%). O consumo desses alimentos foi maior entre os homens (47,2%) do que entre as mulheres (28,3%).</p>
<p>Maria Lúcia avaliou que embora as mulheres fumem menos e bebam menos do que os homens, elas ficam mais doentes, de forma geral. A diferença, segundo esclareceu a gerente da PNS,  é que a pesquisa abordou as doenças crônicas e não o fato de  as pessoas terem ou não a doença. “A gente sabe que as mulheres frequentam mais os consultórios médicos, elas procuram mais que os homens, por isso têm mais diagnóstico. Além disso, elas atingem idades mais avançadas e essas doenças  crônicas ocorrem em maior proporção conforme  a idade aumenta. Essas seriam as justificativas para as mulheres terem uma prevalência maior dessas doenças”., disse.</p>
<p><strong>Fonte: Agência Brasil, via <a href="http://www.ebc.com.br/noticias/brasil/2014/12/mais-de-39-dos-brasileiros-tiveram-pelo-menos-uma-doenca-cronica-em-2013">Portal EBC</a></strong></p>
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