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	<title>excesso de peso | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Diabetes tipo 2 em crianças e a sobrecarga das células</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 21:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma reportagem interessante que revela a realidade do diabetes tipo 1 infantil no Brasil. No Brasil, quando uma criança é diagnosticada com diabetes, geralmente é do tipo 1, ou seja, autoimune. Acontece quando o organismo produz anticorpos que, em vez de proteger o corpo, atacam as células do pâncreas responsáveis pela produção da insulina, hormônio &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;"><em>Uma reportagem interessante que revela a realidade do diabetes tipo 1 infantil no Brasil.</em><span id="more-7699"></span></p>
<p style="color: #000000;">No Brasil, quando uma criança é diagnosticada com diabetes, geralmente é do tipo 1, ou seja, autoimune. Acontece quando o organismo produz anticorpos que, em vez de proteger o corpo, atacam <a title="Células-Beta" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">as células do pâncreas responsáveis pela produção da insulina</a>, hormônio que coloca a glicose (açúcar) dentro das células para que sirva como fonte de energia. Embora não exista cura, há formas de controle.</p>
<p style="color: #000000;">O problema é que paralelamente ao aumento da obesidade, as crianças começaram a ser diagnosticadas com uma espécie de diabetes que só aparecia em adultos: o tipo 2, em que o <a title="Seis em dez paulistanos que comem fora têm sobrepeso, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/seis-em-dez-paulistanos-que-comem-fora-tem-sobrepeso-diz-estudo/">excesso de peso</a> e de gordura no corpo cria uma resistência à insulina e prejudica sua ação no organismo. Há 20 anos, esse tipo de doença em crianças era raríssimo. Hoje, dados da American Diabetes Association mostram que a cada 100 casos de diabetes em crianças e adolescentes norte-americanos, 30 já são do tipo 2.</p>
<p style="color: #000000;">A professora Angela Maria Spinola, chefe do setor de endocrinologia pediátrica da Unifesp, explica que, no Brasil, ainda há poucos casos que evoluem para esse distúrbio, mas os quadros de resistência à insulina são frequentes. Ou seja: o hormônio não dá conta de cumprir sua função de promover o aproveitamento da glicose – e isso acontece, principalmente, devido ao exagero na ingestão de doces e carboidratos. Consequentemente, o pâncreas passa a trabalhar redobrado para produzir <a title="Por que meu pâncreas não produz insulina?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-meu-pancreas-nao-produz-insulina/">insulina </a>em maior quantidade. Como tempo, ele não dá conta da sobrecarga e as taxas de açúcar começam a subir, a caminho do diabetes.</p>
<p style="color: #000000;">Antes que isso aconteça, a saída é adotar, novamente, hábitos saudáveis, como atividade física regular e uma dieta inteligente. Isso significa, claro, diminuir as guloseimas açucaradas e gordurosas e procurar, sempre que possível, substituir os carboidratos simples, como o pão branco, pelos integrais, que são absorvidos mais lentamente pelo organismo, promovendo saciedade e mantendo as taxas de insulina mais estáveis.</p>
<div class="componente_materia">
<div class="intertitulo" style="color: #0c0c0c;"><strong>Exercício físico, sim!</strong></div>
</div>
<p style="color: #000000;">Há quem diga que o maior culpado do aumento da obesidade infantil é o sedentarismo. O Brasil é hoje o país com maior índice de inatividade física da América Latina. “A cada cinco crianças, quatro são sedentárias. O nosso corpo foi feito para funcionar bem com movimento e isso vem da evolução das espécies, na qual sobrevivia aquele que se movimentava e corria mais para não se tornar presa. Hoje em dia, estamos perdendo essa característica e quem sofre é o organismo”, lamenta o professor de educação física e nutrição Marcio Atalla, de São Paulo.</p>
<p style="color: #000000;">Os benefícios da atividade física são incontáveis: ela melhora a capacidade cardiorrespiratória, derruba a taxa de LDL ao mesmo tempo em que aumenta a de HDL, eleva a sensibilidade à insulina e, claro, queima calorias, afastando a ameaça da obesidade.</p>
<p style="color: #000000;">A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de que crianças devem praticar atividade física pelo menos cinco vezes por semana, variando entre brincadeiras que exigem movimento, como pega-pega, até a prática de esportes, como natação. “O que a gente aconselha é que a criança tenha gosto pelo exercício. Por isso, pai e filho precisam chegar a um consenso sobre a melhor modalidade. Também não adianta só mandar a criança se exercitar, os pais precisam dar o exemplo, sempre”, explica Atalla. Comece levando seu filho para brincar no parque no próximo fim de semana. A saúde dele e a sua agradecem!</p>
<p style="color: #000000;"><strong>Fonte: <a href="http://revistacrescer.globo.com/Por-Uma-Infancia-Mais-Saudavel/noticia/2014/06/diabetes-tipo-2-e-sobrecarga-das-celulas.html" target="_blank" rel="nofollow">Revista Crescer</a></strong></p>
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		<title>Após descobrir diabetes, natalense muda estilo de vida e perde 21 kg</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2014 19:25:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[excesso de peso]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Karla Lidyane Rocha da Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Karla se revoltou com o diagnóstico e não seguiu orientações médicas. Depois de passar mal e ir ao hospital, ela percebeu que teria que mudar. NOTA DA REDAÇÃO: Clique no link ao final do texto para ver as fotos do &#8220;antes &#38; depois&#8221; da Karla! Aos 28 anos de idade, a natalense Karla Lidyane Rocha &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Karla se revoltou com o diagnóstico e não seguiu orientações médicas. Depois de passar mal e ir ao hospital, ela percebeu que teria que mudar.</em><span id="more-6807"></span></p>
<p><em><strong>NOTA DA REDAÇÃO</strong>: Clique no link ao final do texto para ver as fotos do &#8220;antes &amp; depois&#8221; da Karla!</em></p>
<p>Aos 28 anos de idade, a natalense Karla Lidyane Rocha da Silva descobriu que tinha diabetes após passar mal em uma viagem de Natal a Guamaré, cidade onde mora, no Rio Grande do Norte. “Quando desci do ônibus, desmaiei. Fui para a enfermaria e minha <a title="Dica para baixar a glicemia: coma abacate durante as refeições" href="http://www.diabeticool.com/dica-para-baixar-a-glicemia-coma-abacate-durante-as-refeicoes/">glicemia</a> estava alta, então a médica pediu que eu fizesse exames para ver se tinha algo errado”, lembra a bibliotecária, hoje com 30 anos.</p>
<p>Assustada, ela procurou um endocrinologista e, depois de fazer vários exames, acabou recebendo o diagnóstico da doença. “Meu pai e avô são diabéticos, mas eu não nasci assim. Desenvolvi por causa dos maus hábitos que levava”, conta. O médico orientou Karla a se cuidar e a melhorar a alimentação, mas o alerta não pareceu funcionar no começo. “Quando soube que estava doente, eu não quis fazer o que ele me pediu e me revoltei. Comecei a comer tudo o que via pela frente”, diz.</p>
<p>Não demorou para a revolta de Karla logo trazer consequências – ela voltou a passar mal e foi parar no hospital. “Depois do diagnóstico, engordei ainda mais. Tenho 1,65 m e estava com 79 kg na época”, lembra. A iniciativa de mudar e seguir as orientações médicas veio só depois de um apelo de sua mãe, bastante preocupada com a situação da filha. “Eu sou filha única, então ela disse que só tinha a mim no mundo e que precisava de mim para viver. Então, ou eu me salvava ou seria ruim para todo mundo”, conta a natalense.</p>
<p>Por causa do <a title="Seis em dez paulistanos que comem fora têm sobrepeso, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/seis-em-dez-paulistanos-que-comem-fora-tem-sobrepeso-diz-estudo/">excesso de peso</a>, Karla chegou também a perder o namorado – o rapaz, que era esportista, terminou o relacionamento e enfatizou que estava fazendo aquilo “porque ela estava gorda e saía feia nas fotos”. “Ele disse que não conseguiria se relacionar com uma pessoa que não se cuidasse. Não acho que ele estava com razão, mas não fiquei tão mal na época porque o fato de eu estar acima do peso era normal na minha cabeça”, lembra.</p>
<p>Após todos esses sinais de que precisava tomar uma atitude, Karla começou aos poucos a fazer pequenas mudanças em seu dia a dia. “Tem uma nutricionista no meu trabalho que sentou comigo, me orientou e colocou a mudança na minha cabeça, aí comecei a fazer uma dieta”, lembra.</p>
<p>A bibliotecária, que estava acostumada a comer bolos, salgados, massas e a tomar muito refrigerante, teve que se conscientizar de que sua alimentação era ruim, principalmente por causa da diabetes. “Eu tinha uma conta em um restaurante perto de casa, que eu pagava no fim do mês. Não me dava ao trabalho de sair para comer, então pedia sempre panqueca, pizza ou algo desse tipo”, diz.</p>
<p>Uma das principais mudanças que Karla fez foi cortar o <a title="Refrigerante diet pode causar ganho de peso e envelhecimento precoce" href="http://www.diabeticool.com/refrigerante-diet-pode-causar-ganho-de-peso-e-envelhecimento-precoce/">refrigerante</a>. “Fora isso, comecei a substituir pão normal por integral, queijo amarelo por queijo branco e diminuí quase totalmente as massas. Hoje eu convivo muito bem sem açúcar e sou fã de saladas”, conta satisfeita.</p>
<p>Para a tristeza do dono do restaurante, Karla fechou a conta que tinha e passou a fazer sua própria comida. “Não como mais do jeito que eu comia antigamente. Faço minhas refeições a cada três horas e me alimento sempre bem”, diz.</p>
<p>Junto com a alimentação, a natalense resolveu se arriscar também na atividade física e começou fazendo pequenas caminhadas na rua. “Em Guamaré, as pessoas não têm o hábito de fazer esporte, então me viam caminhando na rua e achavam que eu era doida”, lembra, aos risos. Mesmo com os olhares, ela continuou se exercitando e, quando percebeu, já estava correndo. “Hoje corro 6 km por dia e até participo de corridas de rua. Comecei também a fazer natação e agora estou fazendo treinos funcionais”, conta.</p>
<p>Os novos hábitos logo refletiram na balança e Karla saiu dos 79 kg para os 58 kg. “Perdi 21 kg. A meta era que eu chegasse aos 60 kg, peso que me ajudaria a controlar a diabetes, mas eu perdi mais 2 kg para ficar mais à vontade”, diz. Atualmente, com o novo peso e com a doença controlada, ela acredita que é possível criar um novo caminho na vida e ser saudável. “Não precisa ser metódico o tempo todo, mas dá para viver melhor e dá para conviver com a diabetes. Tudo melhorou, é um milagre. Hoje sou muito mais saudável e, para mim, isso tudo é uma vitória”, finaliza.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/bemestar/VC-no-Bem-Estar/noticia/2014/02/apos-descobrir-diabetes-natalense-muda-estilo-de-vida-e-perde-21-kg.html" target="_blank" rel="nofollow">Bem-estar</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/apos-descobrir-diabetes-natalense-muda-estilo-de-vida-e-perde-21-kg/">Após descobrir diabetes, natalense muda estilo de vida e perde 21 kg</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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