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	<title>Brigham and Women's Hospital | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>O que é mais importante: o que você come ou quando você come?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Feb 2013 12:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O horário em que grandes refeições são feitas é o segredo para se perder peso, garantem pesquisadores. Fazer dieta é um pesadelo inescapável para muita gente. Na busca por reduzir o peso e as dimensões corporais vale de tudo. Inclusive seguir algumas das incontáveis dietas milagrosas que surgem a cada ano (como a &#8220;dieta da &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O horário em que grandes refeições são feitas é o segredo para se perder peso, garantem pesquisadores.</em></p>
<p><span id="more-3109"></span></p>
<p>Fazer <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/dietas/">dieta </a>é um pesadelo inescapável para muita gente. Na busca por reduzir o peso e as dimensões corporais vale de tudo. Inclusive seguir algumas das incontáveis dietas milagrosas que surgem a cada ano (como a &#8220;dieta da alcachofra&#8221;, a &#8220;dieta do mamão&#8221; etc &#8230;). A maior parte dos programas de emagrecimento que prometem resultados rápidos e sem esforços costuma ser ótima em marketing, porém peca em um detalhe: dificilmente funcionam. Nestas horas, vale a pena voltar as atenções para o que a Ciência tem descoberto sobre o metabolismo humano e sobre as melhores e mais saudáveis maneiras de se perder peso.</p>
<p>Uma grande equipe de pesquisadores, espalhados por dois continentes, estudou a influência do <strong>horário das refeições</strong> na perda de peso. Isto é, a maior parte dos programas de dieta são centrados no balanceamento entre a quantidade de calorias ingeridas e aquelas queimadas pelo corpo. Mas ninguém havia estudado a fundo, até então, a influência da hora em que as refeições são feitas na perda de peso.</p>
<p>O trabalho foi publicado na edição do dia 29 de janeiro de 2013 do periódico científico <em>International Journal of Obesity</em> e conta com a participação de cientistas da Universidade Tufts, nos EUA, e da Universidade de Murcia, na Espanha, além da equipe médica do hopital <a title="Produtos de beleza podem causar diabetes. Será mesmo?" href="http://www.diabeticool.com/produtos-de-beleza-podem-causar-diabetes-sera-mesmo/">Brigham and Women</a>, em Boston.</p>
<p>A pesquisa acompanhou dois grupos de adultos acima do peso na Espanha, durante 20 semanas. No total, participaram do estudo 420 pessoas. Neste período, todas elas foram matriculadas em um mesmo programa de perda de peso.</p>
<p>Os 420 voluntários foram separados em um grupo que almoçava cedo (antes das 3 horas da tarde) e outro que almoçava tarde (após as 15h). Foram os próprios voluntários que escolheram os horários, nos quais normalmente comiam. Na Espanha, assim como no Brasil, o almoço costuma ser a maior refeição do dia, respondendo por pelo menos 40% das calorias diárias ingeridas.</p>
 As delícias da culinária espanhola são um convite à gula.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O melhor horário para uma farta refeição</strong></p>
<p>O resultado da pesquisa indica que quem comeu mais tarde &#8211; ou seja, almoçou após as 15h &#8211; <strong>emagreceu menos</strong> do que quem almoçou cedo. Além disso, a <strong><a title="Os segredos revelados da metformina" href="http://www.diabeticool.com/os-segredos-revelados-da-metformina/">sensibilidade à insulina</a></strong> mostrou-se menor em quem almoçou tarde, o que é um fator de risco grave para o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/"><strong>diabetes tipo 2</strong></a>.</p>
<p>&#8220;Este é o primeiro estudo prospectivo em larga escala a demonstrar que é possível predizer a eficiência de dietas através do horário das refeições&#8221;, disse Frank Scheer, diretor do Programa Médico de Cronobiologia e neurocientista do hospital Brigham and Women, professor de medicina na Escola Médica de Harvard e principal autor do trabalho. &#8220;Nossos resultados indicam que quem comeu tarde teve uma taxa de perda de peso menor e perdeu menos peso do que quem comeu cedo. Isto sugere que o horário das grandes refeições pode ser um fator importante em programas de perda de peso.&#8221;</p>
<p>Para terem certeza de que era apenas o horário do almoço que influenciava na perda de peso, os cientistas estudaram a relevância de outros fatores, como os horários das demais refeições do dia, os efeitos dos &#8220;hormônios da fome&#8221; (leptina e <a title="Nova maneira de fazer dieta" href="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/">grelina</a>) e duração do sono. Nenhuma correlação entre estes elementos e a dieta foi encontrada.</p>
<p>Marta Garaulet, PhD, professora de fisiologia na Universidade de Murcia e participante dos estudos, acredita que sua descoberta deve ser incorporada imediatamente nos programas de dietas. Ela explica: &#8220;Este estudo reforça a idéia de que o horário de ingestão de alimentos pode ter um papel significante na regulação do peso. Novas estratégias terapêuticas devem abranger não apenas a ingestão de calorias e a distribuição dos macronutrientes, como é classicamente feito, mas também o horário das refeições&#8221;.</p>
<figure id="attachment_3178" aria-describedby="caption-attachment-3178" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-3178 " alt="A cidade de Murcia, na Espanha, onde a pesquisa foi realizada, possui um Cristo semelhante ao do Rio." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/cristo-redentor-murcia-espanha-diabetes.jpg" width="1024" height="682" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/cristo-redentor-murcia-espanha-diabetes.jpg 1024w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/cristo-redentor-murcia-espanha-diabetes-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-3178" class="wp-caption-text">Curiosidade: a cidade de Murcia, na Espanha, onde a pesquisa foi realizada, possui um Cristo bastante semelhante ao do Rio.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
[poll id=&#8221;8&#8243;]The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-e-mais-importante-o-que-voce-come-ou-quando-voce-come/">O que é mais importante: o que você come ou quando você come?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Produtos de beleza podem causar diabetes. Será mesmo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jul 2012 01:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Boston]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Substâncias químicas encontradas em produtos de beleza, como maquiagens, e em vários produtos cotidianos são novamente ligados ao aumento nos riscos de se desenvolver diabetes. A nova pesquisa, conduzida pelo Brigham and Women&#8217;s Hospital, em Boston, analisou amostras de urina de mais de duas mil mulheres e foi capaz de correlacionar altas doses de ftalatos, substâncias &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Substâncias químicas encontradas em produtos de beleza, como maquiagens, e em vários produtos cotidianos são novamente ligados ao aumento nos riscos de se desenvolver diabetes.</em></p>
<p><span id="more-1031"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/07/spray-cabelo-ftalato-diabetes.jpg"></span></p>
<p>A nova pesquisa, conduzida pelo Brigham and Women&#8217;s Hospital, em Boston, analisou amostras de urina de mais de duas mil mulheres e foi capaz de correlacionar altas doses de ftalatos, substâncias química destruidoras de hormônios, e diabetes nestas pacientes. Os ftalatos são encontrados em produtos como brinquedos e plásticos. Porém, são também componentes ativos de perfumes, esmaltes e sprays para o cabelo &#8211; todos estes produtos que entram em maior contacto com o organismo humano. A correlação, todavia, ainda precisa de mais dados para ser definitivamente estabelecida, garantem os pesquisadores.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.diabetes.co.uk/news/2012/Jul/beauty-product-chemicals-may-elevate-diabetes-risk-97894980.html" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>É preciso tomar muito cuidado quanto pesquisas de correlação, como esta, saem na mídia. É muito fácil criar um título assustador para a matéria e a coisa ficar nisso, com os leitores achando que a correlação é definitiva e provada. Por isso colocamos um &#8220;será?&#8221; no nosso! A tal ligação entre os ftalatos e o diabetes foi <em>encontrada</em>, <em>mas uma coisa não necessariamente leva à outra</em>. Por exemplo, ftalatos estão presentes em diversos medicamentos para o controle de diabetes.</strong> <strong>Não seria de se estranhar, portanto, que mulheres diabéticas apresentassem concentrações maiores da substância no organismo, não é? Como disseram os pesquisadores, mais pesquisas precisam ser feitas antes de um diagnóstico definitivo ser proferido.</strong></p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>UPDATE (19.7):</strong></span></p>
<p><strong>A rede de televisão americana Fox News divulgou uma matéria exatamente sobre este assunto! O médico entrevistado pelos repórteres do canal, Marty Makary, professor de saúde pública na Universidade <a title="A evolução do monitoramento da glicemia" href="http://www.diabeticool.com/a-evolucao-do-monitoramento-da-glicemia/">John Hopkins</a>, diz que o estudo ainda é bastante “preliminar” e exemplifica afirmando que pessoas que trabalham cotidianamente com cosméticos não apresentam maiores chances de ter diabetes. Ele ainda se diz cético em relação a como substâncias aplicadas aos cabelos e unhas vão parar na urina das mulheres estudadas.</strong></p>
<p><strong>Assista a seguir a reportagem:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><noscript>Watch the latest video at <a href="http://video.foxnews.com">video.foxnews.com</a></noscript></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/produtos-de-beleza-podem-causar-diabetes-sera-mesmo/">Produtos de beleza podem causar diabetes. Será mesmo?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Fomos feitos para dormir bem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 May 2012 18:08:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Boston]]></category>
		<category><![CDATA[Brigham and Women's Hospital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso organismo tem um piripaque quando não descansa direito. Quem dorme pouco e/ou tem padrões de sono irregulares possui maiores chances de desenvolver síndrome metabólica e diabetes. E também engorda mais fácil. Estes são alguns dos resultados da pesquisa do PhD Orfeu Buxton e sua equipe da Harvard Medical School, em parceria com o Brigham &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nosso organismo tem um piripaque quando não descansa direito. Quem dorme pouco e/ou tem padrões de sono irregulares possui </em><em>maiores chances de desenvolver síndrome metabólica e diabetes. E também engorda mais fácil.</em></p>
<p><span id="more-589"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/05/mano-cansado.jpg"></span></p>
<p>Estes são alguns dos resultados da pesquisa do PhD Orfeu Buxton e sua equipe da <em>Harvard Medical School</em>, em parceria com o <em>Brigham and Women&#8217;s Hospital</em> de Boston, publicadas há pouco no <em>Science Translational Medicine</em>. Orfeu estudou o sono de voluntários saudáveis durante um mês, submetendo-os a variações ousadas em sua rotina de dormir. Por exemplo, alterava-se a quantidade de tempo nas quais eles poderiam ficar na cama, o quanto de luz solar receberiam por dia e mudanças nos padrões de alimentação, baseadas em um dia de 28h, eram incorporadas ao cotidiano. Durante este mês, portanto, os voluntários ficaram à mercê das estripulias dos doutores. Por sorte, o nome do líder do estudo não começava com &#8220;m&#8221;; caso se chamasse &#8220;Morfeu&#8221;, nome do deus grego do sono e dos sonhos, e lhe convidasse para um estudo amalucado com este, você aceitaria?</p>
<p>Cada vez que uma alteração na rotina dos participantes era realizada, mediam-se a taxa metabólica basal, peso e respostas metabólicas à alimentação padronizada. Após tantos cuidados, dados curiosos começaram a aparecer.</p>
<p><span style="color: #334c80;">Os autores do estudo descobriram que disrupções no ritmo circadiano e escassez de sono levavam a uma queda acentuada na produção de insulina após as refeições, em média cerca de 30%. Além disso, a glicemia pós-alimentação praticamente dobrou em relação aos níveis atingidos antes do início da pesquisa. A taxa metabólica basal dos participantes caiu 8%, o que resultaria em um ganho de 4,5kg ao longo de um ano, caso a dieta não mudasse.</span></p>
<p>Assustador? Certamente. Os pesquisadores garantem que estudos muito mais longos são necessários a fim de que as causas para estas mudanças metabólicas sejam encontradas. E que, após 9 dias de readaptação a 8h de sono diárias, todos os níveis ruins voltaram ao normal.</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=982" target="_blank" rel="noopener">graur codrin/FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/fomos-feitos-para-dormir-bem/">Fomos feitos para dormir bem</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Da ficção científica à realidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 11:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Brigham and Women's Hospital]]></category>
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		<category><![CDATA[viagem insólita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a ficção científica inspira a ciência, e não o contrário, grandes idéias podem gerar avanços ainda mais notáveis. Se você é um leitor adepto de ficção científica ou cinéfilo inveterado, já deve ter se deparado com inúmeras cenas como as do filme Viagem Insólita (1987), nas quais um cientista é reduzido a um tamanho &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Quando a ficção científica inspira a ciência, e não o contrário, grandes idéias podem gerar avanços ainda mais notáveis.</em></p>
<p><span id="more-314"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Se você é um leitor adepto de ficção científica ou cinéfilo inveterado, já deve ter se deparado com inúmeras cenas como as do filme <em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0093260/" target="_Blank" rel="noopener">Viagem Insólita</a></em> (1987), nas quais um cientista é reduzido a um tamanho mínimo e inoculado no organismo de uma pessoa e utiliza-se de um veículo, também reduzido, para navegar pelo seu interior. Agora, já imaginou se algo próximo deste cenário pudesse ser utilizado para diagnosticar ou até mesmo tratar de enfermidades?</p>
 Cartaz do filme
<p style="text-align: justify;">Em janeiro deste ano, pesquisadores do <em><a href="http://www.brighamandwomens.org/" target="_Blank" rel="noopener">Brigham and Women&#8217;s Hospital</a></em> (BWH) obtiveram êxito ao testar uma cápsula endoscópica capaz de se movimentar dentro do organismo, o que poderia prover aos médicos um controle sem precedentes ao fotografar o interior do corpo humano. A cápsula, inspirada pela ficção científica, foi concebida para ser administrada oralmente, como um comprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez que o endoscópio tenha adentrado o trato digestivo do paciente, o médico pode &#8220;conduzir&#8221; a cápsula através do corpo utilizando um aparelho de ressonância magnética para fotografar as áreas específicas de seu interesse. Estas fotos podem ser enviadas por tecnologia sem fio para um computador para que sejam visualizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente já existem cápsulas endoscópicas em uso para diagnóstico, mas os médicos não têm nenhum controle sobre quais áreas serão fotografadas, bem como qual trajetória a cápsula irá desenvolver no organismo, já que sua movimentação e posicionamento são aleatórios, seguindo os movimentos peristálticos do trato digestivo. A capacidade de dirigir uma cápsula, determinar sua posição, apontar uma câmera e tirar fotos de áreas específicas de preocupação é um grande salto tecnológico, e apresenta um enorme potencial para a medicina.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nosso objetivo é desenvolver esta cápsula para que seja usada para enviar imagens em tempo real e permita aos médicos fazer um diagnóstico durante um procedimento único, com pouco desconforto ou risco para o paciente&#8221;, disse Noby Hata, pesquisador no Departamento de Radiologia da BWH e líder da equipe de desenvolvimento da cápsula endoscópica, em conferência à imprensa. &#8220;Idealmente, no futuro seríamos capazes de utilizar esta tecnologia para liberar medicamentos ou realizar outros tratamentos, como cirurgia a laser, diretamente em tumores ou lesões no aparelho digestivo.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Isso pode representar um grande alívio para pacientes com problemas gastrointestinais. Sabe-se, hoje, que cerca de 75% dos diabéticos apresentam algum tipo de problema digestivo ou neuropatia gastrointestinal. Maiores informações sobre a cápsula endoscópica podem ser lidas <span class="removed_link" title="http://www.brighamandwomens.org/about_bwh/publicaffairs/news/pressreleases/PressRelease.aspx?sub=0&amp;PageID=1037">neste artigo</span> (em inglês), e informações sobre complicações gástricas e diabetes podem ser conferidas <a href="http://saude.hsw.uol.com.br/diabetes-problemas-digestivos.htm" target="_Blank" rel="noopener"> neste portal</a> (meramente informativo).</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/da-ficcao-cientifica-a-realidade/">Da ficção científica à realidade</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Acompanhamento constante: a eficiente – e rara! – arma contra o diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/acompanhamento-constante-a-eficiente-e-rara-arma-contra-o-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 14:48:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[acompanhamento]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Turchin]]></category>
		<category><![CDATA[Brigham and Women's Hospital]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes Care]]></category>
		<category><![CDATA[orientação]]></category>
		<category><![CDATA[pressão sangüínea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diabéticos que recebem orientação médica contínua controlam a doença 13x mais rápido Boa parte do sucesso no tratamento do diabetes depende exclusivamente da tenacidade com a qual o paciente segue seu tratamento. Porém, para isso, ele deve ser bem orientado. Estudo publicado mês passado no periódico Diabetes Care mostrou a enorme importância do acompanhamento médico &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Diabéticos que recebem orientação médica contínua controlam a doença 13x mais rápido</em><br />
<span id="more-168"></span><br />
Boa parte do sucesso no tratamento do diabetes depende exclusivamente da tenacidade com a qual o paciente segue seu tratamento. Porém, para isso, ele deve ser bem orientado. Estudo publicado mês passado no periódico <em>Diabetes Care</em> mostrou a enorme importância do acompanhamento médico constante para os diabéticos. Os pacientes que visitaram seus médicos uma vez por mês, recebendo orientações sobre como tratar a doença, alcançaram muito mais rapidamente as metas de controle da glicemia, pressão sangüínea e colesterol do que aqueles que apenas esporadicamente iam aos consultórios, mantendo o controle da doença nas próprias mãos. Os primeiros conseguiram alcançar suas metas, em média, cerca de 4 semanas após a primeira consulta; o segundo grupo levou 13 vezes mais tempo, alcançando-as em 13 meses e meio.</p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/02/medica-paciente.jpg"></span> Visitar seu médico ao menos uma vez por mês é extremamente profícuo à saúde
<p style="text-align: left;">O aconselhamento mensal, por parte dos médicos, “claramente faz com que as pessoas atinjam mais rapidamente seus objetivos do que quando elas não recebem encorajamento contínuo e informação sobre como aumentar os níveis de atividades físicas, comer corretamente e reduzir lipídios”, afirma o autor principal do estudo, o doutor Alexander Turchin. O grande problema é que, devido à grande quantidade de tempo que deve ser dispendida durante estas consultas mais informativas, muitos médicos evitam realizá-las, tornando-as a raridade em termos de acompanhamento ao diabético.</p>
<p>A pesquisa foi conduzida no <em>Brigham and Women&#8217;s Hospital</em> em Boston, através da análise de dados de mais de trinta mil diabéticos e que, além disso, tinham altas taxas de glicose no sangue, pressão alta ou colesterol alto. Sete anos de dados destes pacientes foram examinados para o trabalho.</p>
<p>Maiores detalhes podem ser lidos <a href="http://articles.latimes.com/2012/jan/24/news/la-heb-diabetes-care-20120124" target="_blank" rel="noopener">nesta matéria</a> (em inglês).</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=2125" target="_blank" rel="noopener">photostock / FreeDigitalPhotos.net</a>.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/acompanhamento-constante-a-eficiente-e-rara-arma-contra-o-diabetes/">Acompanhamento constante: a eficiente – e rara! – arma contra o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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