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	<title>acampamentos de diabetes | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Recado para pais e mães: diabetes exige independência!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2016 21:56:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[acampamentos de diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
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		<category><![CDATA[teste de glicemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tão importante quanto auxiliar os filhos a cuidar bem da saúde é ensiná-los a tratar o diabetes por conta própria, explica Ronaldo Wieselberg.   Recentemente li um texto do Dr. Walter Minicucci, no qual ele contava a história de um de seus pacientes. Naquele texto, ele contava da resistência do então menino às aplicações de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tão importante quanto auxiliar os filhos a cuidar bem da saúde é ensiná-los a tratar o diabetes por conta própria, explica Ronaldo Wieselberg.</em></p>
<p><span id="more-9238"></span></p>
<p><strong><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9245" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/diabetes-exige-independencia-das-crianças.jpg" alt="diabetes exige independencia das crianças" width="800" height="550" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/diabetes-exige-independencia-das-crianças.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/diabetes-exige-independencia-das-crianças-349x240.jpg 349w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/diabetes-exige-independencia-das-crianças-768x528.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /> </strong></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >R</span>ecentemente li um texto do Dr. Walter Minicucci, no qual ele contava a história de um de seus pacientes. Naquele texto, ele contava da resistência do então menino às aplicações de insulina e aos testes de glicemia. Com a dedicação da mãe, o menino cresceu, agora tem uma <strong><a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada de 7,1%</a></strong>, adequado provavelmente à sua faixa etária, mas continua <em>dependendo dos pais para as aplicações de insulina</em>. O Dr. Minicucci, então, conclui que é necessária a dedicação de uma figura familiar, assim como a mãe de seu paciente o fez.</p>
<p>Permito-me discordar do Dr. Minicucci.</p>
<p>Algo que percebo entre os profissionais de saúde que tratam pessoas com diabetes tipo 1 é a <strong>dificuldade de lidar com a família</strong>. Isso faz bastante sentido, já que essa “realidade” de pessoas com diabetes tipo 1 chegando à idade adulta de maneira saudável, sem complicações, sem depender de ninguém, é algo relativamente novo. A prova disso é que “ainda” – percebam as aspas – admiramos pessoas que chegam aos cinquenta, sessenta, setenta anos com diabetes&#8230; e sem nenhuma complicação!</p>
<p>Oras, se esse fosse o padrão, não precisaríamos admirar ninguém, concordam? <strong>A inspiração vem daquilo que é diferente, daquilo que almejamos</strong>. Quando todos chegamos ao mesmo objetivo, ele deixa de ser objeto de desejo. E é isso que esperamos que aconteça com o diabetes! Todos, curados ou muito bem tratados, com oitenta, noventa, cem anos de diabetes, e sem nenhuma complicação!</p>
<p>Para que todas as pessoas que convivem com o diabetes cheguem a idades avançadas bem de saúde, uma coisa é essencial: que elas próprias saibam se cuidar. E não tem jeito: a única maneira de aprender é começar desde cedo, empenhando-se no controle da saúde.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>QUEM É RESPONSÁVEL POR CUIDAR DO DIABETES?</strong></span><strong> </strong></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >O</span> que acontecia antigamente era a pessoa com diabetes, devido às limitações do tratamento da época, frequentemente desenvolver alguma complicação. Então, ela passava a depender de um cuidador – frequentemente, a mãe. Esse cuidador, então, perfazia todos os cuidados, tomava todas as decisões&#8230; em resumo, <strong>a vida da pessoa dependia desse cuidador</strong>.</p>
<p>Até agora, o que muitos dos profissionais de saúde fazem é exatamente isso. <strong>Inconscientemente</strong>, passam para os pais da criança recém-diagnosticada que ela deve fazer tudo pelo cuidado do filho&#8230; para sempre.</p>
<p>Laços de paternidade são, possivelmente, a coisa mais forte criada pela natureza para garantir que qualquer espécie sobreviva. Mães que viram carros para salvar filhos; pais que lutam com animais selvagens para resgatar uma criança&#8230; são vários os relatos. Nossos cérebros entendem que os filhos são a coisa mais valiosa da vida desde o começo. Até que eles atinjam a idade adulta e possam caminhar por si só.</p>
<p>E finalmente, chegamos ao diabetes. Uma doença crônica, que em breve <strong><a href="http://www.diabeticool.com/numeros-do-diabetes/">afetará uma em cada onze pessoas no mundo</a></strong>. Não tem cura e, se não for tratada corretamente, pode levar à cegueira, amputações&#8230; um mundo de tragédias que ninguém deseja. Vamos, agora, somar todos os fatores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>O QUE ACONTECE COM OS FILHOS QUANDO TÊM DE SE VIRAR POR CONTA PRÓPRIA?</strong></span></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >P</span>ais que naturalmente fariam tudo por seus filhos. Profissionais que inconscientemente transmitem a mensagem de que o cuidado da pessoa com diabetes depende do cuidador. Uma constelação de horrores caso o cuidado seja deixado de lado. Uma criança que não sabe como se cuidar. Resultado&#8230;? Você já pode imaginar.</p>
<p>Muitos pais trocam tudo pelo bem estar dos filhos. E não é no sentido figurado da palavra, muito menos só no Brasil. Almejando o “controle ótimo” dos filhos, muitos pais nos Estados Unidos deixam os empregos sob a ameaça de que lhes tirem os filhos por maus tratos. No Brasil, muitas mães trocam suas carreiras e empregos por alguma alternativa que <strong><a href="http://www.diabeticool.com/mae-abandona-emprego-para-cuidar-de-filha-pequena-com-diabetes/">permita que elas apliquem insulina</a></strong> e façam todos os testes de glicemia – e muitas vezes, não apenas na primeira infância dos rebentos.</p>
<figure id="attachment_9243" aria-describedby="caption-attachment-9243" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-9243" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/ensinar-a-criança-a-medir-a-própria-glicemia.jpg" alt="ensinar a criança a medir a própria glicemia" width="650" height="434" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/ensinar-a-criança-a-medir-a-própria-glicemia.jpg 650w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/ensinar-a-criança-a-medir-a-própria-glicemia-359x240.jpg 359w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-9243" class="wp-caption-text">Um dos focos dos acampamentos de diabetes (saiba mais abaixo) é ensinar as crianças a medir e corrigir a própria glicemia.</figcaption></figure>
<p>Quando os filhos vão crescendo e tendo mais independência, não há problemas. O problema é que alguns se acomodam, outros se incomodam com a situação. Alguns filhos deixam os cuidados com a saúde inteiramente nas mãos dos pais. Outros querem independência, porém encontram dificuldades na hora de corrigir a glicemia, pois não tinham experiência prévia de como fazer isso.</p>
<p>Histórias desse tipo são muito comuns. Vamos pensar em alguns casos&#8230;</p>
<ul>
<li>Imagine uma criança que nunca precisou se preocupar com <strong><a href="http://www.diabeticool.com/hipoglicemia-noturna-voce-avisa-seu-medico-quando-ela-acontece/">correção para hipoglicemia</a></strong>, já que a mãe sempre tinha biscoitos na bolsa. Nunca precisou se importar com aplicações de insulina, pois a mãe preparava todas as doses e as aplicava. Nunca se preocupou em carregar o monitor de glicemia, já que estava sempre com a mãe. Como essa criança, ao crescer, se conscientizaria de que agora <em>ela</em>, como jovem adulto, precisa carregar sempre consigo monitor de glicemia, correção para hipoglicemias e insulina? Deixar que ela aprenda com seus erros, apenas na hora em que a mãe não estiver mais ali, fazendo ainda mais traumático esse rompimento?</li>
</ul>
<ul>
<li>Um jovem adolescente, cuja mãe sempre fez tudo, agora quer sair com uma menina, com quem está se envolvendo romanticamente. Faz sentido ele levar a mãe junto para o encontro? Imagino a situação&#8230;</li>
</ul>
<ul>
<li>O mesmo jovem do exemplo anterior sente-se excluído do grupo de colegas da escola, uma vez que em todos os intervalos e refeições precisa sair de suas atividades para que a mãe aplique a insulina. Para um jovem em formação, a validação do grupo é algo absurdamente necessário. O controle do diabetes, desse jeito, passa a ser um estigma, e muitos acabam descuidando da saúde em busca de ‘aceitação’.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>FAMÍLIAS ESCLARECIDAS = FILHOS SAUDÁVEIS</strong></span></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >P</span>articularmente, acredito que nós, como profissionais de saúde, deixamos muito a desejar no suporte à família. Uma família esclarecida entende que não estará ali para sempre – afinal, imortalidade me parece muito chato! – e que a criança, hora ou outra, alçará voo com suas próprias asas. Faculdade em outra cidade, dormir na casa da namorada, viajar para congressos&#8230; em algum momento, as vidas serão&#8230; delas!</p>
<blockquote><p>“Será que o controle ótimo do diabetes vale essa “bolha” na qual muitas crianças são colocadas, com a melhor das intenções?”</p></blockquote>
<p>As crianças têm um potencial de aprendizado imenso. Tanto que aprendem várias línguas rapidamente, podem se tornar prodígios quando estimuladas da maneira correta – que o diga o professor Laszlo Polgár, que transformou as três filhas em formidáveis jogadoras de xadrez para provar sua teoria! – e esta é uma característica normalmente menosprezada. Da mesma forma que muitos profissionais de saúde não comentam sobre as doenças que seus pacientes têm, com a ideia de que “não entenderiam”, muitos pais tomam para si, indefinidamente, as responsabilidades do diabetes.</p>
<p>Será que o controle ótimo do diabetes vale essa “bolha” na qual muitas crianças são colocadas, com a melhor das intenções? O que seria esse “controle ótimo”, afinal? Uma hemoglobina glicada dentro das metas recomendadas pelas sociedades científicas? A ausência de complicações? Será que uma criança com resultados “péssimos”, apesar de todos os esforços, não vai acabar mais desestimulada a se interessar pelo tratamento?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #01abe6;"><strong>ACAMPAMENTOS DE DIABETES: UMA IDÉIA POSITIVA PARA LIDAR COM OS DESAFIOS DO DIA A DIA</strong></span></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >T</span>er um filho é um desafio à parte, e não existe uma resposta certa, absoluta, para essa situação. Nunca sabemos como vamos reagir às situações até que aconteçam, mas os <strong><a href="http://www.diabeticool.com/uma-nova-forca-lutando-pelo-diabetes-por-ronaldo-wieselberg/">acampamentos de diabetes</a></strong> nos oferecem valiosas informações sobre esse tema em especial&#8230; Muitas das crianças chegam lá desconhecendo o diabetes. E ali, existem pessoas capacitadas para cuidar delas: médicos, enfermeiros, e, sobretudo, monitores.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="NR1 26/01/16" width="850" height="478" src="https://www.youtube.com/embed/hMB4OZc6YNU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<blockquote><p>Nos acampamentos, jovens que já passaram pelas mesmas dificuldades das crianças cuidam delas e transmitem informação e confiança de um jeito amigável e descontraído, na linguagem certa – são os monitores.</p></blockquote>
<p>Os monitores cumprem um papel curioso. Às vezes, agem como os “pais” das crianças, quando os mandam para o banho, quando os acordam, quando os mandam arrumar o quarto. Em outros momentos, são amigos, quando estão em alguma atividade, jogando futebol ou agitando uma festa. Mas sempre, <em>sempre</em>, são exemplos. São exemplos de compreensão, exemplos de confiança e, mesmo que não saibam tudo sobre diabetes – aliás, quem sabe?! – estimulam a curiosidade das crianças.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9241" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-1.jpg" alt="acampamento de diabetes nas férias escolares 1" width="650" height="437" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-1.jpg 650w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-1-357x240.jpg 357w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Se por um lado os médicos, enfermeiros, educadores físicos, nutricionistas e psicólogos estão ali para adaptar o tratamento, garantir cuidados corretos, prover um gasto energético e uma ingesta alimentar saudáveis e compreender a criança com diabetes como um todo, criando um universo no qual haja segurança, por outro o monitor está ali estimulando a <em>exploração</em> desse universo.</p>
<p>Na hora de fazer o teste de glicemia, o monitor estimula a criança a fazê-lo sozinha, corrigindo se necessário – <strong>mas não realizando o teste por ela</strong>. Diante dos resultados, ele não os classifica como “ótimos” ou “péssimos”, mas como números que devem orientar uma decisão. Se estiver em hiperglicemia, <strong>pensam juntos no que pode ter ocasionado aquele resultado, para que a criança entenda a relação de causa e consequência do evento</strong>. Com a ajuda da equipe de nutrição, pensam no que vão comer e calculam, junto à equipe médica, a quantidade de insulina para aplicar. Com a ajuda da equipe de enfermagem, aprendem como preparar a dose na seringa ou caneta e como aplicar a insulina da maneira correta, virtualmente indolor. E o tempo todo, o monitor está junto, transmitindo a confiança de que fará tudo <em>com</em> a criança, mas não fará <em>pela</em> criança.</p>
<figure id="attachment_9242" aria-describedby="caption-attachment-9242" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-9242" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-2.jpg" alt="acampamento de diabetes nas férias escolares 2" width="650" height="434" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-2.jpg 650w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-2-359x240.jpg 359w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-9242" class="wp-caption-text">A importância de comer bem é sempre destaque na hora das refeições.</figcaption></figure>
<p>Não é à toa que muitas crianças sentem muitas saudades dos monitores. Algumas delas são tão tocadas pelos exemplos que decidem, inclusive, se tornar também monitores.<strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>PAIS E MÉDICOS UNIDOS PELA SAÚDE DAS CRIANÇAS</strong></span></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >S</span>e, por um lado, os pais precisam de fato tomar a responsabilidade dos cuidados quando a criança é muito pequena, de outro devem <strong>fornecer o ambiente para que a criança se desenvolva</strong>. Esse ambiente não é criado artificialmente, em acampamentos. <strong>Ele nasce do relacionamento sadio com os profissionais de saúde, que orientam os pais para que estes saibam como agir diante do crescimento da criança</strong>. O profissional deve orientar a família, e não apenas conduzi-la.</p>
<blockquote><p>“(Os pais) devem fornecer o ambiente para que a criança se desenvolva”</p></blockquote>
<p>Meu saudoso professor de Anatomia, Dr. João Carillo, dizia que “o médico era o conselheiro da família”. Está na hora de repensarmos essa frase e entender o núcleo familiar inteiro, não apenas focando no valor da glicada e se há um “cuidador dedicado”. Como diria outro dos meus professores, desta vez, de Clínica Médica, Dr. Valdir Golin, “bons profissionais já fazem isso há tempos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="border: 2px solid #6e7f88; padding: 10px; background-color: #b8d4e2;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong><span class="bdaia-shory-dropcap" >R</span>onaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
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