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	<title>Universidade de Umeå | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Diabetes como você nunca viu antes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2013 14:28:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[camundongo]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[ilhota de Langerhans]]></category>
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		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[rato]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
		<category><![CDATA[The Journal of Visualized Experiments]]></category>
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		<category><![CDATA[tomografia de projeção óptica]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Umeå]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova técnica de captação de imagens permite observar, com riqueza de detalhes, órgãos afetados pelo diabetes. Os resultados impressionam. Uma equipe de cientistas da Universidade de Umeå, na Suécia, está deixando de queixo caído colegas ao redor do mundo. Seu trabalho ao longo dos últimos cinco anos tem sido o de aperfeiçoar técnicas de visualização &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova técnica de captação de imagens permite observar, com riqueza de detalhes, órgãos afetados pelo diabetes. Os resultados impressionam.</em></p>
<p><span id="more-2839"></span></p>
<p>Uma equipe de cientistas da <a title="Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio" href="http://www.diabeticool.com/suecos-descobrem-por-que-feridas-de-diabeticos-nao-cicatrizam-e-se-preparam-para-lancar-remedio/">Universidade de Umeå</a>, na Suécia, está deixando de queixo caído colegas ao redor do mundo. Seu trabalho ao longo dos últimos cinco anos tem sido o de aperfeiçoar técnicas de visualização de estruturas biológicas microscópicas, com um foco especial em órgãos relacionados ao diabetes. Os últimos resultados alcançados foram imagens nunca antes observadas das pequenas estruturas da natureza. O avanço na tecnologia de visualização permite que diagnósticos muito mais precisos possam ser realizados em diabéticos no futuro próximo, além de abrir oportunidades para acompanhamento de inovadores tratamentos e terapias.</p>
<p>O trabalho dos pesquisadores de Umeå mostrou resultados tão positivos que o time receberá mais de um milhão de reais em verbas da União Européia. Com este patrocínio, espera-se que aumente a colaboração entre grupos de pesquisas sobre diabetes no continente &#8211; o que pode significar evoluções mais rápidas na busca por curas para a doença.</p>
 Imagem inédita captada pela nova tecnologia, mostrando estruturas do pâncreas de um camundongo com diabetes tipo 1. Em azul, as ilhotas de Langerhans, produtoras de insulina. Em vermelho, os vasos sangüíneos. Em verde, células auto-imunes invasoras, que destroem as células produtoras de insulina, causando o diabetes.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entendendo as belas imagens</strong></p>
<p>O trabalho dos cientistas suecos é aperfeiçoar imagens de estruturas biológicas obtidas através de <a title="De olho no cálcio do coração dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/de-olho-no-calcio-do-coracao-dos-diabeticos/"><strong>tomografias</strong></a>. Mais especificamente, eles utilizam um tipo de tomografia chamado de tomografia de projeção óptica. A vantagem de uma tomografia, em comparação a uma fotografia comum, é captar uma &#8220;fatia&#8221; interna de um objeto sem precisar cortá-lo. Isto é essencial em métodos não-invasivos de diagnóstico, ou quando há impossibilidade de &#8220;abrir&#8221; um objeto (como um órgão vivo) para observar seu interior. Máquinas de tomografia mais modernas são capazes de capturar centenas de imagens de &#8220;fatias&#8221; de um objeto, a partir de diferentes ângulos, e então, com a ajuda de um computador, montar estas imagens em um objeto virtual de três dimensões.</p>
 Tratamentos inovadores para o diabetes poderão ser testados a partir de agora, como por exemplo implantar ilhotas de Langerhans em pacientes e acompanhar, sem cirurgias, a evolução da terapia. A imagem mostra o fígado de um camundongo (em cinza) no qual ilhotas foram transplantadas (azul). Em vermelho estão os vasos sangüíneos.
<p>&nbsp;</p>
<p>Há cinco anos, os suecos conseguiram um avanço importante na tecnologia da tomografia ao permitirem a captação de imagens de órgãos inteiros, desde que relativamente pequenos (como <a title="Tamanho (do pâncreas!) é documento" href="http://www.diabeticool.com/tamanho-do-pancreas-e-documento/">pâncreas </a>de camundongo) &#8211; até então, era possível apenas utilizar seções ou amostras pequenas de órgãos em um tomógrafo de projeção óptica. Agora, a equipe anunciou no <i>The Journal of Visualized Experiments</i> que já é capaz de captar imagens de órgãos ainda maiores por completo. Por exemplo, um pâncreas inteiro de um rato, bem maior que o de camundongos, pode ser analisado pela técnica. A importância disto é grande, uma vez que ratos são considerados fisiologicamente mais próximos dos seres humanos do que os camundongos. Desta forma, estudos feitos a partir de órgãos de ratos serão muito mais úteis e proveitosos para a compreensão de doenças humanas, assim como para o desenvolvimento de novas terapias. O aumento na resolução das imagens foi obtido utilizando-se luz infravermelha para a captação das &#8220;fatias&#8221;.</p>
 A nova técnica permite visualizar órgãos muito maiores do que anteriormente era possível. Em vermelho, as ilhotas de Langerhans de dois pâncreas &#8211; o de camundongo (à esquerda e bem menor) e um de rato (à direita).
<p>&nbsp;</p>
<p>O uso da luz infravermelha, além de permitir visualizar órgãos maiores, ainda traz outra vantagem. Os cientistas serão capazes de visualizar diferentes tipos celulares ao mesmo tempo a partir de uma mesma amostra. Como exemplo, eles escrevem no artigo que será possível rastrear simultaneamente as <a title="Células Beta" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">ilhotas de Langerhans</a> (onde a insulina é produzida) do pâncreas, as células auto-imunes e a distribuição de vasos sangüíneos no órgão &#8211; todos estes fatores de extrema relevância nas pesquisas sobre <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> (veja o exemplo na primeira figura do artigo).</p>
<p>A Suécia tem sido pioneira na criação de revolucionárias técnicas de captação de imagens médicas sem a necessidade de cirurgias no paciente. Grupos de pesquisa no mundo inteiro estão em uma corrida para encontrar a melhor maneira de permitir aos médicos observar com detalhes o funcionamento do corpo humano de maneira não-invasiva, método considerado o futuro da tecnologia médica. Todos os pacientes agradecem!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-como-voce-nunca-viu-antes/">Diabetes como você nunca viu antes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2012 17:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[Blood]]></category>
		<category><![CDATA[camundongos]]></category>
		<category><![CDATA[cicatrização]]></category>
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		<category><![CDATA[fígado]]></category>
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		<category><![CDATA[periodontite]]></category>
		<category><![CDATA[plasminogênio]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
		<category><![CDATA[Tor Ny]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Umeå]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Testes em camundongos com diabetes mostram melhora instantânea no fechamento de machucados através da nova terapia.  Dentre todos os efeitos do diabetes no organismo humano, um dos mais prevalentes e aparentes é a dificuldade de cicatrização de feridas. Machucados que não saram são o tipo mais severo de feridas crônicas, afetando milhões de pessoas anualmente. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Testes em camundongos com diabetes mostram melhora instantânea no fechamento de machucados através da nova terapia.</em> <span id="more-712"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/machudao-diabetes.jpg"></span></p>
<p>Dentre todos os efeitos do diabetes no organismo humano, um dos mais prevalentes e aparentes é a dificuldade de cicatrização de feridas. Machucados que não saram são o tipo mais severo de feridas crônicas, afetando milhões de pessoas anualmente. Muitos dos aproximados 350 milhões de diabéticos no mundo desenvolvem úlceras nos pés, o que leva a amputações em 10-15 milhões de casos. Mesmo assim, ainda hoje, o tratamento primário para lesões em diabéticos consiste em aplicação de compressas e bandagens; não existe medicação efetiva conta a condição.</p>
<p>Ou, talvez, não <em>existia</em>. Pesquisadores de Universidade de Umeå, na Suécia, publicaram no periódico <em>Blood</em> o resultado de anos de pesquisas com uma proteína chamada de plasminogênio. Os dados são tão animadores que os cientistas, agora, esperam apenas um patrocínio para iniciar análises clínicas de um novo remédio para cicatrização, cujo princípio ativo já foi testado, com enorme sucesso, em camundongos.</p>
<h3>O segredo do plasminogênio</h3>
<p>O plasminogênio é uma proteína já bem conhecida pela Ciência, produzida pelo fígado e encontrada em todos os fluidos corporais. <span style="color: #334c80;">Os pesquisadores da Umeå foram capazes de reavaliar sua função e demonstrar que sua concentração aumenta dramaticamente dentro e ao redor de lesões, o que é um sinal importante para se iniciar a reação inflamatória necessária à cicatrização. Em diabéticos, esta concentração não aumenta tanto, o que parece ser a razão pela qual as feridas não saram. A fim de testar tal hipótese, os cientistas injetaram plasminogênio ao redor de machucados em camundongos e ratos diabéticos. O processo de cicatrização começou imediatamente, e as feridas eventualmente fecharam por completo.</span></p>
<h3>Nova medicação</h3>
<p>Uma linhagem celular produtora de plasminogênio em larga escala já foi desenvolvida em Umeå e os pesquisadores esperam apenas financiamento para que o desenvolvimento de uma nova medicação se inicie. As expectativas são altíssimas, uma vez que a proteína é endógena (produzida pelo organismo) e, por isso, não deve apresentar efeitos colaterais. A princípio, os cientistas concentram seus esforços nos machucados de diabéticos, porém o plasminogênio tem o potencial de auxiliar a cura de outras feridas (como perfurações da membrana timpânica e periodontite), além de ser efetivo na destruição de bactérias resistentes a antibióticos, devido às suas propriedades pró-inflamatórias.</p>
<p>&#8220;Hoje temos o conhecimento necessário para desenvolver um remédio&#8221;, garante, otimista, o professor Tor Ny, um dos autores do artigo. &#8220;O grosso da pesquisa pré-clínica já foi feito e nós temos tido reuniões com a Agência de Produtos Médicos (a &#8220;Anvisa&#8221; sueca) para discutir um programa para os testes clínicos.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank" rel="noopener">FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/suecos-descobrem-por-que-feridas-de-diabeticos-nao-cicatrizam-e-se-preparam-para-lancar-remedio/">Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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