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	<title>tatuagem | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Saiba tudo sobre a tatuagem que mede a glicemia!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2015 23:03:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[tatuagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Informações completas para tirar todas as suas dúvidas sobre a tatuagem que promete medir a quantidade de açúcar no sangue. Que tal medir a glicemia o tempo inteiro, sem dor, sem picada nos dedos &#8211; e, ainda por cima, de maneira completamente discreta? É o que promete a nova &#8220;tatuagem-glicosímetro&#8221;, uma novidade que tem chamado &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Informações completas para tirar todas as suas dúvidas sobre a tatuagem que promete medir a quantidade de açúcar no sangue.</em></p>
<p style="text-align: left;"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8353" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/tatuagem-glicosimetro-diabetes-tipo-1.jpg" alt="tatuagem glicosimetro diabetes tipo 1" width="698" height="222" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/tatuagem-glicosimetro-diabetes-tipo-1.jpg 698w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/tatuagem-glicosimetro-diabetes-tipo-1-415x132.jpg 415w" sizes="(max-width: 698px) 100vw, 698px" /></p>
<p>Que tal medir a glicemia o tempo inteiro, sem dor, sem picada nos dedos &#8211; e, ainda por cima, de maneira completamente discreta? É o que promete a nova &#8220;tatuagem-glicosímetro&#8221;, uma novidade que tem chamado a atenção da comunidade diabética. A tatuagem tecnológica é especialmente prática para quem convive com o diabetes tipo 1 e tem que medir a quantidade de açúcar no sangue rotineiramente ao longo do dia. Muitas vezes, <a title="McDonald’s expulsa mulher que tentava aplicar insulina" href="http://www.diabeticool.com/mcdonalds-expulsa-mulher-que-tentava-aplicar-insulina/">a medição tem de ser feita em público</a>, o que ainda causa muito desconforto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>COMO FUNCIONA A TATUAGEM</strong></h4>
<p>Pesquisadores norte-americanos desenvolveram um medidor de glicose ultra fino, o qual foi impresso em uma película emborrachada. A película permite a aderência no tecido cutâneo &#8211; como se fosse aquelas tatuagens de criança que grudam após serem pressionadas sobre a pele.</p>
<figure id="attachment_8345" aria-describedby="caption-attachment-8345" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8345" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/tatuagem-glicosimetro-impressao.jpg" alt="tatuagem glicosimetro impressao" width="600" height="333" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/tatuagem-glicosimetro-impressao.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/tatuagem-glicosimetro-impressao-415x230.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-8345" class="wp-caption-text">O sensor de glicose é impresso em papel especial que adere à pele.</figcaption></figure>
<p>Uma vez colada, a tatuagem-glicosímetro é capaz de detectar a glicemia através da liberação de uma pequena corrente elétrica ao longo de 10 minutos. É o tempo suficiente para atrair a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose</a>, presente no fluido entre nossas células, até um sensor na tatuagem.</p>
<p>O sensor possui uma enzima que reage com a glicose. A intensidade da reação é medida e, a partir deste dado, é possível ter uma estimativa confiável da quantidade de açúcar no sangue.</p>
<figure id="attachment_8344" aria-describedby="caption-attachment-8344" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="wp-image-8344 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/glucowatch-diabetes.jpg" alt="glucowatch diabetes" width="400" height="269" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/glucowatch-diabetes.jpg 400w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/glucowatch-diabetes-357x240.jpg 357w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-8344" class="wp-caption-text">O GlucoWatch era um produto que utilizava tecnologia muito similar à da tatuagem &#8211; mas o público odiou. Imagem: Amarillo Globe-News</figcaption></figure>
<p>Estratégia muito parecida foi usada há poucos anos em um relógio-glicosímetro chamado<strong> GlucoWatch</strong>. O relógio deixou de ser fabricado pois causava intensa irritação na pele após pouco tempo de uso. A fim de evitar o mesmo destino, os desenvolvedores da tatuagem trabalham com uma corrente elétrica bem menor do que a do relógio, a qual não causa irritação nem danos à pele. A contrapartida é que uma quantidade muito pequena de glicose é atraída ao sensor, por isso uma versão muito mais sensível dele teve de ser criada.</p>
<p>É preciso alertar: a tatuagem ainda está em desenvolvimento, e vários probleminhas quanto ao seu funcionamento ainda precisam ser resolvidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>AINDA HÁ MUITO A SER FEITO ANTES DO LANÇAMENTO</strong></h4>
<ul>
<li>Hoje, a vida útil do sensor presente na tatuagem, responsável por medir a reação da glicose com a enzima, é de apenas um dia. Os cientistas buscam maneiras de ampliá-la, garantindo, ao mesmo tempo, que a tatuagem seja economicamente viável aos consumidores.</li>
<li>Testes extensivos deverão ser conduzidos com voluntários antes da venda nos mercados. A tatuagem-glicosímetro foi testada até agora em apenas sete pessoas, homens e mulheres entre 20 e 40 anos (e nenhum deles diabético). Apesar de todos terem aprovado a novidade, alguns disseram ter sentido uma sensação de leve formigamento na região da tatuagem durante os 10 minutos em que há liberação de corrente elétrica.</li>
<li>Ainda não há, por enquanto, uma maneira de saber os valores de glicemia. A maquinaria por trás da tatuagem consegue ler os dados, mas ainda não é capaz de transmiti-los para um dispositivo que permita a visualização. Os pesquisadores trabalham com engenheiros no desenvolvimento de uma espécie de &#8220;relógio&#8221;, que servirá tanto de visor dos dados de leitura quanto de fornecedor de energia elétrica para ativar aquela descarga de 10 minutos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>VANTAGENS TAMBÉM PARA NÃO-DIABÉTICOS</strong></h4>
<p><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-8348 " src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/tatuagem-glicosimetro-uso.jpg" alt="tatuagem glicosimetro uso" width="340" height="557" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/tatuagem-glicosimetro-uso.jpg 350w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/tatuagem-glicosimetro-uso-147x240.jpg 147w" sizes="(max-width: 340px) 100vw, 340px" />Em entrevistas à mídia norte-americana, os pesquisadores responsáveis pelo desenvolvimento da nova tatuagem afirmam que ela terá utilidade não só para diabéticos. Quem está com <a title="Como evitar a “Doença da Cadeira”" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-doenca-da-cadeira/">doenças renais</a> ou for atleta e quiser monitorar detalhadamente mudanças nutricionais e fisiológicas também encontrará vantagens na tatuagem-glicosímetro.</p>
<p>Idéias é que não faltam para seu uso prático. No futuro, ela poderá ser adaptada para &#8220;ler&#8221; as quantidades circulantes de outras moléculas além da glicose, sendo uma ajuda em potencial no tratamento de diversas doenças. E, quem sabe?, até mesmo poderá ser adaptada para servir de &#8220;injeção&#8221;, completamente indolor, de medicamentos no organismo.</p>
<p>De acordo com os cientistas, a esperança é de que a tatuagem esteja à venda dentro de poucos anos.</p>
<p>A pesquisa que relata a novidade foi conduzida nos laboratórios da Universidade da Califórnia, em San Diego, EUA, e publicada na revista científica <em>Analytical Chemistry</em>.</p>
<p><em>Crédito das imagens: Jacobs School of Engineering, UC San Diego.</em></p>
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		<title>Diabéticos usam tatuagens para identificação em caso de emergência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2014 19:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[tatuagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Paciente deve usar alguma forma de identificação para facilitar o atendimento. Campanha conta a experiência de pacientes que aderiram à estratégia. Matéria do Portal G1 Médicos recomendam que todo diabético leve consigo algum acessório que identifique que ele tem a doença, medida que facilita o atendimento médico no caso de uma emergência. Pode ser um &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Paciente deve usar alguma forma de identificação para facilitar o atendimento. Campanha conta a experiência de pacientes que aderiram à estratégia.</em><br />
<span id="more-8111"></span></p>
<figure id="attachment_8112" aria-describedby="caption-attachment-8112" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8112" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/tatuagem-diabetes.jpg" alt="tatuagem diabetes" width="600" height="385" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/tatuagem-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/tatuagem-diabetes-374x240.jpg 374w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-8112" class="wp-caption-text">Emerson Bisan resolveu fazer tatuagem para identificar-se como diabético (Foto: Casa de Vídeo/Divulgação)</figcaption></figure>
<p><strong>Matéria do <a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/11/diabeticos-usam-tatuagens-para-identificacao-em-caso-de-emergencia.html">Portal G1</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Médicos recomendam que todo diabético leve consigo algum acessório que identifique que ele tem a doença, medida que facilita o atendimento médico no caso de uma emergência. Pode ser um colar, uma pulseira <a title="Hipoglicemia" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">ou um cartão</a> que traga a inscrição “sou diabético”, por exemplo. Mas alguns pacientes têm adotado uma forma mais radical de se identificarem: a tatuagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma campanha promovida pela associação ADJ Diabetes Brasil está divulgando a experiência de pacientes que aderiram à estratégia. É o caso do atleta e professor de educação física Emerson Bisan, de 40 anos. Diagnosticado com <a title="Diabetes tipo 1 aumenta entre os jovens" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-1-aumenta-entre-os-jovens/">diabetes tipo 1 </a>quando tinha 21 anos, ele fez uma tatuagem que o identifica como diabético há duas semanas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Sabemos que um dos cuidados que temos que tomar é sempre andar com uma identificação. Nada melhor do que uma identificação que nunca vai sair do seu corpo”. Antes da tatuagem, ele usava uma medalha que informava sobre a doença e fornecia um telefone de emergência.</p>
<p style="text-align: justify;">Como ele se relaciona com outros pacientes – o atleta lidera um grupo de corrida formado por diabéticos – Emerson também vê a tatuagem como uma das forma de incentivar as pessoas a aceitar e assumir a doença e o tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a médica Denise Franco, diretora de educação da ADJ, ter uma forma de se identificar como diabético é importante. “Se alguém chega desacordado a uma emergência de um hospital e o profissional tem a informação rápida de que a pessoa tem diabetes, ele vai fazer o exame de ponta de dedo e entrar rapidamente com glicose endovenosa em caso de hipoglicemia, procedimento que pode salvar vidas”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8216;QUER UMA ÁGUA?&#8217;</strong></p>
<figure id="attachment_8113" aria-describedby="caption-attachment-8113" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8113" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/tatuagem-diabetes-tipo-2.jpg" alt="tatuagem diabetes tipo 2" width="600" height="415" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/tatuagem-diabetes-tipo-2.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/tatuagem-diabetes-tipo-2-347x240.jpg 347w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-8113" class="wp-caption-text">Telma Valezin já sofreu por não ser identificada como diabética durante crises de hipoglicemia (Foto: Casa de Vídeo/Divulgação)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A dona de casa Telma Valezin, de 50 anos, já sofreu por não ser identificada como diabética. Uma vez estava no shopping com sua sobrinha quando começou a passar mal e perder a consciência. “Minha sobrinha pediu a ajuda de um segurança. Ele achou que eu tinha bebido, não imaginou que fosse <a title="Farejando o diabetes – cães salvam a vida de donos com hipoglicemia!" href="http://www.diabeticool.com/farejando-o-diabetes-caes-salvam-a-vida-de-donos-com-hipoglicemia/">hipoglicemia</a>, e não ajudou.”</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ela, a tatuagem que a identifica como diabética tipo 2 já mudou a forma como as pessoas se relacionam com ela. Em uma de suas crises de hipoglicemia, por exemplo, ela estava encostada em seu carro, comendo um churro para elevar a taxa de açúcar do sangue, quando foi abordada por um morador da região.</p>
<p style="text-align: justify;">“O moço que estava dentro de uma casa disse: ‘Não tenho bola de cristal, mas estou vendo que você é diabética. Se está comendo doce, é porque a taxa de açúcar baixou. Quer uma água, quer sentar?’.” Telma conta que não acreditava que não tinha nem precisado pedir ajuda.</p>
<figure id="attachment_8114" aria-describedby="caption-attachment-8114" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8114" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/tatuagem-diabetes-tipo-1.jpg" alt="tatuagem diabetes tipo 1" width="300" height="225" /><figcaption id="caption-attachment-8114" class="wp-caption-text">O estudante João Francisco Fink escolheu desenhar<br />um frasco de insulina em seu braço<br />(Foto: João Francisco Fink/Arquivo Pessoal)</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Outro que adotou a tatuagem foi o estudante João Francisco Gentile Fink, de 18 anos. “Não foi difícil tomar essa decisão. Já tinha uma tatuagem e achei a campanha muito interessante.” Ele escolheu desenhar um frasco de insulina no braço, além da informação de que tem diabetes tipo 1. O desenho foi inspirado em uma ilustração presente na nota de 100 dólares canadenses. “Fiz intercâmbio no Canadá e lá foi o primeiro lugar em que sintetizaram a insulina em laboratório”, conta.</p>
<p style="text-align: justify;">A médica Denise Franco observa que a tatuagem é apenas mais uma forma de se identificar como diabético e que, caso o paciente opte por ela, é importante escolher um estabelecimento seguro, além de consultar seu médico para saber se ele pode se submeter ao procedimento. “É preciso ver se o controle glicêmico está bom. Caso não esteja, há mais risco de ter uma infecção secundária devido à tatuagem.”</p>
<p style="text-align: justify;">A campanha da ADJ, chamada IdentiArte, também promove um concurso que vai dar tatuagens a diabéticos que contarem suas histórias. Interessados devem se inscrever no site da campanha até 5 de dezembro.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabeticos-usam-tatuagens-para-identificacao-em-caso-de-emergencia/">Diabéticos usam tatuagens para identificação em caso de emergência</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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