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	<title>ressonância magnética | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Qual destes açúcares diminui a fome e ajuda a emagrecer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2013 20:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
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		<category><![CDATA[Journal of the American Medical Association]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Yale]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela que o corpo humano responde de maneira bem diferente quando ingerimos açúcar comum e quando comemos alimentos com frutose &#8211; um açúcar popular em adoçantes. Você sabe qual deles é o melhor para se perder peso? Desde que a obesidade tornou-se uma epidemia mundial e uma grande dor de cabeça para quem está &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revela que o corpo humano responde de maneira bem diferente quando ingerimos açúcar comum e quando comemos alimentos com frutose &#8211; um açúcar popular em adoçantes. Você sabe qual deles é o melhor para se perder peso?</em></p>
<p><span id="more-2600"></span></p>
<p>Desde que a <a title="Como evitar a “Doença da Cadeira”" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-doenca-da-cadeira/">obesidade </a>tornou-se uma epidemia mundial e uma grande dor de cabeça para quem está acima do peso, aumentou bastante a oferta e o consumo de <a title="Má absorção de frutose pode ser causa de dores de barriga" href="http://www.diabeticool.com/ma-absorcao-de-frutose-pode-ser-causa-de-dores-de-barriga/"><strong>frutose</strong></a>. Esta molécula é um açúcar simples presente na maior parte das plantas e frutas. Quando algo é adoçado com frutose, o gosto é praticamente idêntico ao do açúcar normal. A grande diferença da frutose para a <strong>glicose</strong> &#8211; que é o nosso &#8220;açúcar comum&#8221; &#8211; é que o poder adoçante da frutose é muito maior. Ou seja, é necessário usar menos frutose para adoçar algum alimento do que glicose, o que significa menor consumo de açúcar e, portanto, menos calorias ingeridas. Por isto, atualmente a frutose está presente em boa parte dos adoçantes e produtos com baixo teor de calorias que existem no mercado.</p>
<p>Se, por um lado, a frutose atua da mesma maneira que o açúcar comum ao paladar, como é que o corpo reage internamente a esta molécula? <strong>Será que trocar glicose por frutose altera de alguma maneira o funcionamento do corpo?</strong> Estas foram algumas das questões que cientistas da Universidade de Yale, nos EUA, resolveram estudar. Suas conclusões, publicadas na última edição do <em>Journal of the American Medical Association</em>, mostram que o corpo humano tem uma clara preferência por um dos dois tipos de açúcar.</p>
 Voluntários fizeram exames de ressonância magnética para medir como os diferentes açúcares influenciavam seu cérebro.
<p>O experimento conduzido pelos pesquisadores consistiu em dar bebidas adoçadas com frutose ou com glicose para um grupo de 20 adultos, todos saudáveis. Após ingerirem a bebida, eles respondiam a um questionário sobre seus índices de fome e saciedade, tinham amostras de sangue coletadas e passavam por um exame de ressonância magnética. Através deste exame, os cientistas podiam acompanhar quais regiões do cérebro do paciente estavam mais ou menos ativas, de acordo com a quantidade de sangue que passava por elas. O que eles puderam observar é que houve nítidas diferenças no funcionamento cerebral de quem ingeriu glicose e de quem havia tomado a bebida com frutose.</p>
<p>As ressonâncias magnéticas mostraram que a glicose diminui o fluxo sangüíneo &#8211; isto é, diminui a &#8220;ativação&#8221; &#8211; de diversas regiões do cérebro que regulam o apetite e a sensação de fome, enquanto que a frutose faz <em>aumentar</em> o fluxo em parte destas áreas. Os exames de sangue, por sua vez, indicaram que a frutose estimula fracamente a liberação de insulina, hormônio que pode aumentar a sensação de saciedade, e diminui a liberação do hormônio <a title="Nova droga contra Diabetes tipo 2 é injetada semanalmente" href="http://www.diabeticool.com/nova-droga-contra-diabetes-tipo-2-e-injetada-semanalmente/">GLP-1</a>, o qual também gera a sensação de se estar satisfeito. Estes efeitos foram totalmente contrários aos da glicose, que aumentou a liberação destes dois hormônios da saciedade. A análise dos questionários dados aos pacientes indicou que aqueles que tomaram a bebida adoçada com frutose sentiram mais fome, e muito mais cedo, do que os que ingeriram glicose. <strong>Todos os dados acima parecem indicar fortemente uma única e inequívoca conclusão</strong>.</p>
<p>&#8220;As descobertas dão suporte à teoria de que quando o cérebro humano é exposto à frutose, vias neurobiológicas envolvidas na regulação do apetite são moduladas, desta forma promovendo o maior consumo de alimentos&#8221;, afirmou o editorial da revista. Ou seja, apesar de terem sabores similares ao paladar, internamente o corpo humano distingue a frutose da glicose de várias maneiras. Uma delas é que alimentos adoçados com frutose não geram tanta sensação de saciedade como aqueles que possuem glicose, fazendo com que a pessoa tenha fome mais cedo e ingira mais alimentos até se sentir satisfeita &#8211; <strong>o que anularia os supostos efeitos</strong> dietéticos da frutose.</p>
<p>Os pesquisadores, cautelosos, afirmam que o estudo é preliminar e que os dados não são totalmente conclusivos. Porém, admitem que &#8220;a realidade é que a fome e a sensação de saciedade são grandes determinantes do quanto um ser humano come, assim como a sede determina o quanto os humanos bebem. Estas sensações não podem simplesmente ser esquecidas ou ignoradas.&#8221; Para quem realmente deseja perder peso, a dica dos profissionais é clara: ao invés de tentar utilizar produtos alternativos como a frutose, basta seguir o bom, velho e certeiro conselho &#8211; &#8220;quer emagrecer? Coma menos!&#8221;</p>
<p>Mais fácil falado do que feito&#8230;!</p>
 Diferentes tipos de açúcar: qual o melhor para a sua saúde?
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Da ficção científica à realidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 11:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Brigham and Women's Hospital]]></category>
		<category><![CDATA[BWH]]></category>
		<category><![CDATA[cápsula]]></category>
		<category><![CDATA[endoscópio]]></category>
		<category><![CDATA[ficção]]></category>
		<category><![CDATA[ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[problemas gastrointestinais]]></category>
		<category><![CDATA[ressonância magnética]]></category>
		<category><![CDATA[trato digestivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a ficção científica inspira a ciência, e não o contrário, grandes idéias podem gerar avanços ainda mais notáveis. Se você é um leitor adepto de ficção científica ou cinéfilo inveterado, já deve ter se deparado com inúmeras cenas como as do filme Viagem Insólita (1987), nas quais um cientista é reduzido a um tamanho &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Quando a ficção científica inspira a ciência, e não o contrário, grandes idéias podem gerar avanços ainda mais notáveis.</em></p>
<p><span id="more-314"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Se você é um leitor adepto de ficção científica ou cinéfilo inveterado, já deve ter se deparado com inúmeras cenas como as do filme <em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0093260/" target="_Blank" rel="noopener">Viagem Insólita</a></em> (1987), nas quais um cientista é reduzido a um tamanho mínimo e inoculado no organismo de uma pessoa e utiliza-se de um veículo, também reduzido, para navegar pelo seu interior. Agora, já imaginou se algo próximo deste cenário pudesse ser utilizado para diagnosticar ou até mesmo tratar de enfermidades?</p>
 Cartaz do filme
<p style="text-align: justify;">Em janeiro deste ano, pesquisadores do <em><a href="http://www.brighamandwomens.org/" target="_Blank" rel="noopener">Brigham and Women&#8217;s Hospital</a></em> (BWH) obtiveram êxito ao testar uma cápsula endoscópica capaz de se movimentar dentro do organismo, o que poderia prover aos médicos um controle sem precedentes ao fotografar o interior do corpo humano. A cápsula, inspirada pela ficção científica, foi concebida para ser administrada oralmente, como um comprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez que o endoscópio tenha adentrado o trato digestivo do paciente, o médico pode &#8220;conduzir&#8221; a cápsula através do corpo utilizando um aparelho de ressonância magnética para fotografar as áreas específicas de seu interesse. Estas fotos podem ser enviadas por tecnologia sem fio para um computador para que sejam visualizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente já existem cápsulas endoscópicas em uso para diagnóstico, mas os médicos não têm nenhum controle sobre quais áreas serão fotografadas, bem como qual trajetória a cápsula irá desenvolver no organismo, já que sua movimentação e posicionamento são aleatórios, seguindo os movimentos peristálticos do trato digestivo. A capacidade de dirigir uma cápsula, determinar sua posição, apontar uma câmera e tirar fotos de áreas específicas de preocupação é um grande salto tecnológico, e apresenta um enorme potencial para a medicina.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nosso objetivo é desenvolver esta cápsula para que seja usada para enviar imagens em tempo real e permita aos médicos fazer um diagnóstico durante um procedimento único, com pouco desconforto ou risco para o paciente&#8221;, disse Noby Hata, pesquisador no Departamento de Radiologia da BWH e líder da equipe de desenvolvimento da cápsula endoscópica, em conferência à imprensa. &#8220;Idealmente, no futuro seríamos capazes de utilizar esta tecnologia para liberar medicamentos ou realizar outros tratamentos, como cirurgia a laser, diretamente em tumores ou lesões no aparelho digestivo.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Isso pode representar um grande alívio para pacientes com problemas gastrointestinais. Sabe-se, hoje, que cerca de 75% dos diabéticos apresentam algum tipo de problema digestivo ou neuropatia gastrointestinal. Maiores informações sobre a cápsula endoscópica podem ser lidas <span class="removed_link" title="http://www.brighamandwomens.org/about_bwh/publicaffairs/news/pressreleases/PressRelease.aspx?sub=0&amp;PageID=1037">neste artigo</span> (em inglês), e informações sobre complicações gástricas e diabetes podem ser conferidas <a href="http://saude.hsw.uol.com.br/diabetes-problemas-digestivos.htm" target="_Blank" rel="noopener"> neste portal</a> (meramente informativo).</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/da-ficcao-cientifica-a-realidade/">Da ficção científica à realidade</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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