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	<title>mãe | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Mãe abandona emprego para cuidar de filha pequena com diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2013 12:37:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas falam sobre dificuldade de diagnóstico da doença em crianças. Reportagem do portal R7: Já dizia a sabedoria popular que mãe é capaz de abrir mão de tudo por um filho. Depois de descobrir que a pequena Iris Costa Silva, de apenas três anos, era portadora do diabetes tipo 1, a paulistana Shrylene Costa, de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Especialistas falam sobre dificuldade de diagnóstico da doença em crianças.</em><span id="more-5762"></span></p>
<p><strong><a href="http://noticias.r7.com/saude/mae-abandona-emprego-para-cuidar-de-filha-pequena-com-diabetes-15112013" target="_blank" rel="nofollow">Reportagem do portal R7</a>:</strong></p>
<figure style="width: 546px" class="wp-caption alignnone"><img alt="criança com diabetes tipo 1" src="http://img.r7.com/images/2013/11/14/19_43_13_938_file?dimensions=780x340" width="546" height="238" /><figcaption class="wp-caption-text">Iris Costa Silva, de apenas três anos, é portadora do diabetes tipo 1 desde o primeiro ano de vida. Eduardo Enomoto / R7</figcaption></figure>
<p>Já dizia a sabedoria popular que mãe é capaz de abrir mão de tudo por um filho. Depois de descobrir que a pequena Iris Costa Silva, de apenas três anos, era portadora do <a title="Diabetes e o esporte: exercícios em  dias alternados são recomendados" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-o-esporte-exercicios-em-dias-alternados-sao-recomendados/">diabetes tipo 1</a>, a paulistana Shrylene Costa, de 34 anos, mudou de vida. “Preocupada” com o que estaria por vir diante da novidade, a corretora de seguros conta para a série especial do R7 que largou o emprego para se adaptar as mudanças na rotina e aos cuidados especiais que a doença exige.</p>
<p>— Tinha acabado de receber uma promoção na empresa, mas precisei abandonar o emprego para cuidar da minha filha. Na época ela tinha apenas um aninho e dependia totalmente de mim. Só penso em voltar a trabalhar quando ela for mais independente.</p>
<p>A desconfiança de que havia algo errado com a saúde da filha começou com as fraldas que “ficavam muito pesadas e precisavam ser trocadas a cada duas horas”. Segundo a mãe, a menina, também bebia muita água “o que era estranho para uma criança nesta idade e mais quieta”.</p>
<p>— Pesquisei na internet e vi que poderia ser diabetes, mas não sabia que existia em criança. Para mim, essa doença era decorrente da má alimentação e a Iris ainda estava na sopinha. Minha cunhada é enfermeira e mediu a <a title="AdipoRon, a esperança de novo tratamento oral para diabetes" href="http://www.diabeticool.com/adiporon-a-esperanca-de-novo-tratamento-oral-para-diabetes/">glicemia</a> que estava acima de 600 mg/dl [o normal é abaixo de 100 mg/dl em jejum].</p>
<p>De acordo com o endócrino-pediatra Luis Eduardo Calliari, médico assistente do departamento de Endocrinologia e Pediatria da Santa Casa, é difícil identificar os sintomas do diabetes em crianças muito pequenas, especialmente porque a “doença é muito rara na faixa etária abaixo dos cinco anos”. Mesmo assim, ele cita alguns sinais que podem acender uma luz de alerta para os pais.</p>
<p>— Se a criança estiver irritada e após ingerir qualquer líquido ela se acalme, pode ser sede e este é um dos sintomas do diabetes. Inflamação na região genital e assadura por conta das inúmeras trocas de fralda podem ser outros sinais. Além disso, é importante ficar atento a perda de peso ou ausência de ganho, sonolência e fraqueza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dificuldade de diagnóstico</strong></p>
<p>Com o resultado da glicemia bem acima do normal, Shrylene conta que correu com Iris para o hospital, onde ficou internada por oito dias.</p>
<p>— Não acreditava. Achava que [a doença] tratava com remédio e não com insulina. Meu marido só chorava e nem conseguia ficar no hospital. Eu dormia duas horas por noite porque fiquei preocupada e também queria aprender tudo sobre a doença. Aproveita para ler enquanto a Iris estava dormindo.</p>
<p>Além der ter que “aprender a lidar com o desconhecido”, a paulistana afirma que sofreu com o despreparo e desconhecimento dos médicos sobre o diabetes.</p>
<p>—Os médicos não estão preparados para atender pacientes com diabetes tipo 1. Saí do hospital achando que açúcar era proibido e sem saber aplicar insulina direito. A pessoa que não tem um bom médico para acompanhar sofre. Tive que recorrer às associações de pacientes.</p>
<p>A endócrino-pediatra Denise Ludovico, da ADJ Brasil (Associação de Diabetes Juvenil), concorda que há um despreparo das equipes médicas dos prontos-socorros, já que o diabetes não é tão comum e os “sintomas se confundem com infecção viral”.</p>
<p>— Por ser uma doença cujos sintomas se assemelham com o de quadros infecciosos, existe uma campanha das entidades médicas para tornar obrigatória a medição da glicemia no pronto-socorro.</p>
<p>O presidente da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), Balduíno Tschiedel, confirma que os médicos realmente sentem dificuldade de <a title="Critérios para o Diagnóstico do Diabetes Tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/criterios-para-o-diagnostico-do-diabetes-tipo-1/">diagnosticar o diabetes tipo 1</a>, por não ser uma “doença prevalente”.</p>
<p>— Entre 90% a 95% das pessoas que tem diabetes é portador do tipo 2, ou seja, o médico conhece mais porque cria mais experiência. Para pegar um especialista que saiba bastante em um pronto-socorro, ele tem que ter feito uma residência muito rica, muito boa mesmo. Uma das soluções para melhorar este problema é ampliar os centros especializados sobre diabetes tipo 1 em todo o País.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aceitação e futuro</strong></p>
<p>Para Shrylene, a pior parte do tratamento é ter que aplicar a insulina. São cinco ou seis injeções diárias do hormônio, sem contar as oito picadinhas no dedo para medir a glicemia.</p>
<p>— Meu coração ficava partido na hora da injeção. Às vezes, ela é resistente e chora na aplicação da insulina, mas já acostumou com a picada no dedo que mede a glicemia.</p>
<p>Por conta deste cenário, Shyrlene lembra que chorava e sabia que toda esta tristeza era transmitida para a filha. Foi neste momento que resolveu procurar a ajuda de uma psicóloga. A atitude da mãe é defendida por Calliari. Ele reconhece que “o diabetes infantil é um peso muito grande para a família”.</p>
<p>— Os pais devem ter uma postura mais prática no dia a dia e menos sentimental. Para conseguir isso, é normal procurar auxílio psicológico. Os pais não devem ter vergonha. A aceitação dos adultos gera segurança e conforto na criança.</p>
<p>Mais confiante e adaptada, Shyrlene sabe a importância do tratamento, mas não proíbe nada.</p>
<p>— Tento sempre negociar. Na alimentação, por exemplo, a contagem de carboidrato ajuda a dar mais liberdade para comer de tudo, claro que com moderação.</p>
<p>Apesar de não existir cura, Calliari garante que é possível conviver bem com o diabetes.</p>
<p>— Sabemos que no primeiro momento, existe a preocupação da mãe e o susto. No entanto, precisamos valorizar a evolução do tratamento, que nas últimas décadas avançou muito. Temos agulhas muito finas, lancetas de fácil manuseio, ótimas insulinas e a bomba.</p>
<p>Apesar de ter aceitado a doença de Iris e já saber como lidar, a corretora de seguros conta que não “pensa em ter outros filhos”.</p>
<p>— Tenho medo de ele vir a ter a mesma doença. Ficaria com remorso. Meu marido tem a mesma opinião. Ela até pede um irmão, mas compramos um cachorrinho para ela ter companhia.</p>
<p>Segundo Calliari, o risco de outro filho ter diabetes é de 5% a 7%.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/mae-abandona-emprego-para-cuidar-de-filha-pequena-com-diabetes/">Mãe abandona emprego para cuidar de filha pequena com diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes gestacional pode trazer riscos para a mãe e o bebê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2013 11:01:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sintomas da doença nem sempre são percebidos pelas mulheres. A gestação apresenta mudanças significativas no organismo da mulher, sobretudo, no sistema hormonal. E isso pode trazer algumas complicações, como por exemplo, a diabetes gestacional, doença caracterizada pelo alto nível de açúcar no sangue. Durante a gravidez, os hormônios podem impedir que a insulina cumpra sua &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sintomas da doença nem sempre são percebidos pelas mulheres.</em><span id="more-5657"></span></p>
<figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" alt="" src="http://zerohora.rbsdirect.com.br/imagesrc/15834374.jpg?w=620" width="620" height="412" /><figcaption class="wp-caption-text">Durante a gravidez, os hormônios podem impedir que a insulina cumpra sua função Foto: Wong Mei Teng / stock.xchng</figcaption></figure>
<p>A gestação apresenta mudanças significativas no organismo da mulher, sobretudo, no sistema hormonal. E isso pode trazer algumas complicações, como por exemplo, a diabetes gestacional, doença caracterizada pelo alto nível de açúcar no sangue.</p>
<p>Durante a gravidez, os hormônios podem impedir que a insulina cumpra sua função. Quando isso acontece, os <a title="Medindo a glicemia…com luz!" href="http://www.diabeticool.com/medindo-a-glicemia-com-luz/">níveis de glicose</a> podem aumentar no sangue, o que pode ser perigoso tanto para a mãe quanto para o bebê.</p>
<p>Segundo a ginecologista Paula Bortolai, a diabetes gestacional geralmente começa na metade da gestação e, na maioria das vezes, desaparece após o parto.</p>
<p>— Por isso, é extremamente importante que todas as grávidas façam o <a title="Cirurgia bariátrica: de anti-obesidade à anti-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-de-anti-obesidade-a-anti-diabetes/">teste oral de tolerância à glicose</a> entre a 24ª e a 28ª semana de gestação para verificar a taxa de glicemia. No entanto, aquelas que possuem fatores de risco para a doença devem fazer o teste antes desse período — explica.</p>
<p>Ainda de acordo com a especialista, a mulher deve estar muito atenta às mudanças e às alterações que ocorrem no decorrer da gravidez, sempre informando seu médico de tudo o que está sentindo, já que, os sintomas da doença podem ser muito leves e nem sempre percebidos pela gestante.</p>
<p>— Dentre os principais sinais estão o ganho de peso excessivo da mulher ou do bebê, inchaço, aumento exagerado do apetite, vômitos incontroláveis, infecções frequentes na bexiga, na vagina ou na pele, vontade de urinar frequente, visão turva, muita sede e fadiga — alerta.</p>
<p>Por isso, se a doença for constatada durante a gravidez, o médico deverá acompanhar de perto a futura mamãe e o bebê, para que possam ser evitadas complicações como aborto espontâneo, pré-eclâmpsia, risco de infecção urinária ou respiratória e necessidade de parto cesárea, devido ao tamanho do bebê. Além disso, alguns cuidados com a alimentação deverão ser tomados para garantir uma gestação e um parto saudável.</p>
<p>— Todo esse controle deve ser acompanhado por um especialista, pois <a title="Remédio trata o diabetes e ajuda a emagrecer" href="http://www.diabeticool.com/remedio-trata-o-diabetes-e-ajuda-a-emagrecer/">dietas</a> mal planejadas podem interferir no desenvolvimento do feto —esclarece a médica.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/11/diabetes-gestacional-pode-trazer-riscos-para-a-mae-e-o-bebe-4327444.html" target="_blank" rel="nofollow">Zero Hora</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-gestacional-pode-trazer-riscos-para-a-mae-e-o-bebe/">Diabetes gestacional pode trazer riscos para a mãe e o bebê</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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