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	<title>inhame | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Conheça a dieta do inhame para diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2014 11:00:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Farinha feita com esse tubérculo obtém resultados positivos no controle dos efeitos do diabetes tipo 2 em testes com ratos. Nutricionista recomenda a ingestão do alimento para complementar o tratamento tradicional com medicamentos. O diabetes atinge 248 milhões de pessoas em todo o mundo e prejudica muito a qualidade de vida de seus portadores, que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Farinha feita com esse tubérculo obtém resultados positivos no controle dos efeitos do diabetes tipo 2 em testes com ratos. Nutricionista recomenda a ingestão do alimento para complementar o tratamento tradicional com medicamentos.<span id="more-6923"></span></strong></p>
<p>O diabetes atinge 248 milhões de pessoas em todo o mundo e prejudica muito a qualidade de vida de seus portadores, que enfrentam debilidades como perda de peso e cansaço físico. Para controlar esses efeitos da doença, um estudo da Universidade Federal Fluminense (UFF) testa o uso de um alimento bem comum: o inhame.</p>
<p>A ideia de estudar esse tubérculo surgiu a partir do conhecimento popular da China e da Coreia. “Como se encontram muitas referências ao uso do inhame na medicina popular desses países para combater doenças, decidimos testar cientificamente essa sabedoria”, explica o nutricionista Gilson Boaventura, coordenador do projeto.</p>
<p>Para por à prova a sabedoria popular, os pesquisadores testaram a resposta de ratos, saudáveis e com diabetes tipo 2, à alimentação com farinha de inhame. O diabetes tipo 2, forma mais comum dessa doença, está relacionado a uma insuficiência na produção de <a title="A História do Diabetes – Parte 3 – Como usar a insulina?" href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-3-como-usar-a-insulina/">insulina</a> ou à resistência do organismo a esse hormônio – diferentemente do que ocorre no tipo 1, em que não há produção de insulina.</p>
<p>A insulina é o hormônio responsável por controlar a liberação da glicose pelo fígado. Quando há uma falha nesse processo, os níveis de glicose podem subir, causando diabetes, ou baixar exageradamente, o que caracteriza a hipoglicemia.</p>
<p>Os pesquisadores mediram os <a title="Conselho médico para idosos: vá com calma no tratamento!" href="http://www.diabeticool.com/conselho-medico-para-idosos-va-com-calma-no-tratamento/">níveis de glicose no sangue</a> dos ratos para saber se a farinha de inhame produzia algum efeito. Os animais foram divididos em três grupos: diabéticos, diabéticos com consumo de farinha de inhame – ambos com uma dieta com alto teor lipídico – e saudáveis (para o controle do experimento), com uma dieta padrão.</p>
<p>Depois de cinco semanas, os pesquisadores observaram que os animais diabéticos que não comeram a farinha de inhame apresentaram cerca de 400 miligramas por decilitro (mg/dl) a mais de açúcar no sangue que os saudáveis. Já os ratos que receberam o suplemento mostraram uma concentração de glicose cerca de 60 mg/dl menor que a dos diabéticos que não consumiram a farinha de inhame.</p>
<p>Quanto à perda de peso, uma condição associada ao diabetes, os resultados foram similares. Os estudos indicaram que os ratos doentes que não ingeriram a farinha tiveram o menor ganho de massa dentre os três grupos. O maior ganho foi observado nos animais diabéticos que ingeriram a farinha. Os resultados, no entanto, não apontaram mudanças na produção de insulina, apesar de terem melhorado as estruturas do órgão responsável por esse hormônio, o pâncreas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Antioxidante</strong></p>
<p>Além desses efeitos, os cientistas perceberam outra ação relevante da farinha de inhame. Os animais que tinham esse alimento à disposição apresentaram uma proteção dos tecidos à ação da oxidação, o que previne problemas que poderiam ser causados pelo diabetes. “Notamos um efeito positivo nas células do <a title="O que os ursos podem nos ensinar sobre diabetes e obesidade" href="http://www.diabeticool.com/o-que-os-ursos-podem-nos-ensinar-sobre-diabetes-e-obesidade/">fígado</a> que pode ser estendido para todo o organismo”, diz Boaventura.</p>
<p>O pesquisador ainda credita ao consumo do inhame outro efeito importante. “Os animais submetidos a essa dieta metabolizaram melhor uma carga de glicose quando em jejum do que outros na mesma situação”, comenta. Isso significa que eles foram capazes de retornar mais facilmente à concentração inicial de glicose no sangue depois de se alimentar em comparação com os animais que não consumiram o inhame.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Complemento saudável</strong></p>
<p>A farinha de inhame usada nos testes foi feita com as espécies <em><span style="text-decoration: underline;">Colocasia esculenta</span></em>, conhecida como taro, <span style="text-decoration: underline;"><em>Dioscorea alata</em></span>, chamada de inhame ou cará, e <em><span style="text-decoration: underline;">Dioscorea bulbifera</span></em>, o inhame-de-ar ou cará-moela – todos alimentos baratos e comumente presentes na mesa dos brasileiros. A forma de preparo é semelhante à de farinhas de outros alimentos.</p>
<p>O projeto prevê o consumo do inhame como um coadjuvante do tratamento tradicional do diabetes. “O inhame pode e deve ser consumido em substituição a alimentos equivalentes, como o pão do café da manhã, ou adicionado a pratos que levem outros alimentos, como o cozido”, diz o nutricionista. “Mas existem outros alimentos que podem cumprir papéis importantes, por isso recomendamos o consumo eventual.”</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2014/02/dieta-do-inhame">CiênciaHoje</a></strong></p>
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