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	<title>incretina | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Gordura gera &#8220;caos&#8221; no corpo humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2013 16:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[células beta]]></category>
		<category><![CDATA[corrente sangüínea]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma possível explicação do porquê pessoas obesas tendem a desenvolver diabetes foi descoberta. Quando acabamos de ingerir uma refeição &#8211; e portanto o sangue começa a ficar repleto de açúcares -, o corpo humano ativa diversos mecanismos para controlar a glicemia. Um deles envolve pequenas moléculas chamadas de incretinas. As incretinas ajudam a aumentar os &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma possível explicação do porquê pessoas obesas tendem a desenvolver diabetes foi descoberta.</em></p>
<p><span id="more-5236"></span></p>
 O pâncreas (em vermelho) teve mais alguns de seus segredos revelados em recente pesquisa.
<p>Quando acabamos de ingerir uma refeição &#8211; e portanto o sangue começa a ficar repleto de açúcares -, o corpo humano ativa diversos mecanismos para controlar a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>. Um deles envolve pequenas moléculas chamadas de <strong>incretinas</strong>. As incretinas ajudam a aumentar os níveis de insulina, o que, por sua vez, reduz a quantidade de açúcar na corrente sangüínea. Este processo de controle glicêmico acontece automaticamente e de maneira super efetiva. Porém, ele pode ser facilmente destruído quando um outro fator entra em jogo: <strong>o excesso de gordura</strong>.</p>
<p>Pesquisadores do Imperial College de Londres, na Inglaterra, anunciaram que conseguiram detalhar, pela primeira vez, a maneira como a gordura gera &#8220;caos&#8221; neste processo natural de controle da quantidade de glicose no sangue. De acordo com os cientistas, a descoberta pode gerar <strong>maneiras inéditas de se tratar não só o diabetes como também a obesidade</strong>. Isto porque, conforme é conhecido há décadas, pessoas obesas são altamente propensas a desenvolver <a title="Aumento de casos de diabetes na China faz soar alerta sanitário no país" href="http://www.diabeticool.com/aumento-de-casos-de-diabetes-na-china-faz-soar-alerta-sanitario-no-pais/">diabetes tipo 2</a> ao longo da vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA ORQUESTRA AÇUCARADA</strong></p>
<p>&#8220;Nós fomos capazes de mostrar que a &#8216;cooperatividade&#8217; entre as <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células-beta</a> [<em>as células que produzem insulina</em>] é um pouco como aquela que existe entre <strong>músicos em uma orquestra</strong>: neste caso, a incretina age como um maestro, melhorando a secreção de insulina ao prevenir que os participantes estejam fora de ritmo entre si&#8221;, contou Guy Rutter (<em>foto</em>), professor do Departamento de Medicina do Imperial College e um dos principais autores do estudo.</p>
<figure id="attachment_5238" aria-describedby="caption-attachment-5238" style="width: 180px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-5238 " alt="O pesquisador Guy Rutter, do Imperial College." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/guy-rutter-diabetes.jpg" width="180" height="180" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/guy-rutter-diabetes.jpg 180w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/guy-rutter-diabetes-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 180px) 100vw, 180px" /><figcaption id="caption-attachment-5238" class="wp-caption-text">O cientista Guy Rutter, do Imperial College.</figcaption></figure>
<p>&#8220;Ao mostrar aqui que altos níveis de gordura minam esta dinâmica, resultando em caos, nós esperamos poder melhorar terapias existentes para o diabetes e, eventualmente, <strong>diminuir o peso da doença</strong>&#8220;, disse Guy. O trabalho em questão foi publicado na edição deste mês da respeitadíssima revista científica <em><a href="http://www.jci.org/articles/view/68459">The Journal of Clinical Investigation</a></em>.</p>
<p>Os pesquisadores chegaram a estas conclusões após analisar amostras de pâncreas de pessoas com índices de massa corporal (IMC) diferentes. Estas amostras foram expostas a doses de incretina e, depois, os efeitos sobre a produção de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> foram analisados.</p>
<p>Normalmente, a presença das incretinas acarretava em um <strong>enorme aumento</strong> na quantidade de insulina gerada pelo pâncreas. A grande descoberta do trabalho foi que, quanto maior o IMC da pessoa (ou seja, quanto mais gordura ela possuía no corpo), menor o efeito positivo das incretinas no aumento da produção de insulina.</p>
<p>Dependendo do quão &#8220;gorda&#8221; era a amostra examinada, o efeito das incretinas sobre a insulina <strong>poderia cessar por completo</strong>.</p>
<p>Este mecanismo ajuda a explicar o porquê de pessoas obesas desenvolverem diabetes: as altas quantidades de gordura &#8220;rompem&#8221; a ação benéfica das incretinas, debilitando o funcionamento da insulina.</p>
<p>Mais do que nunca, portanto, manter o peso em dia e <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">alimentar-se com prudência</a> é essencial para quem deseja levar uma vida mais saudável.</p>
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		<title>Apolipoproteína A-IV &#8211; potencial novo tratamento para o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 May 2012 18:52:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[apoA-IV]]></category>
		<category><![CDATA[Apofore Corporation]]></category>
		<category><![CDATA[apolipoproteína A-IV]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Patologia e Medicina Laboratorial]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
		<category><![CDATA[incretina]]></category>
		<category><![CDATA[intestino]]></category>
		<category><![CDATA[meia-vida]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Tso]]></category>
		<category><![CDATA[Proceedings of the National Academy of Sciences]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Cincinnati]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar do nome difícil, vale a pena manter esta proteína na cabeça: estudos demonstram que ela normaliza e potencializa a ação da insulina, além de possuir características únicas que a tornam uma ótima candidata a novo tratamento contra a doença. Semana passada comentamos o embate entre cirurgia bariátrica e o tratamento com remédios como alternativas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Apesar do nome difícil, vale a pena manter esta proteína na cabeça: estudos demonstram que ela normaliza e potencializa a ação da insulina, além de possuir características únicas que a tornam uma ótima candidata a novo tratamento contra a doença.</em></p>
<p><span id="more-683"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/05/pesquisador-diabetes.jpg"></span></p>
<p>Semana passada comentamos o embate entre cirurgia bariátrica e o tratamento com remédios como alternativas na cura do diabetes. Neste duelo, a cirurgia acabou prevalecendo, <a title="Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/" target="_blank" rel="noopener">na opiniã</a><a title="Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/" target="_blank" rel="noopener">o de cientistas italianos</a>, como o método mais eficaz na remissão da doença. E agora surgem boas novas de que a cirurgia bariátrica revela ainda mais surpresas agradáveis aos diabéticos.</p>
<p>De acordo com estudos prévios, pessoas que passaram pela cirurgia de redução estomacal apresentavam níveis maiores de <span style="color: #334c80;">uma proteína chamada <strong>apolipoproteína A-IV</strong> (apoA-IV). Esta molécula, secretada pelo intestino em resposta à absorção de gordura, naturalmente possui a habilidade de reduzir a glicose sangüínea e melhorar a secreção de insulina. O que significa que o potencial terapêutico dela na cura do diabetes é imenso!</span></p>
<p>É o potencial alto de uso da apoA-IV no combate ao diabetes, descoberto através dos bons resultados das cirurgias bariátricas, que foi revelado na última edição do periódico científico <em>Proceedings</em> <em>of</em> <em>the National Academy</em> <em>of Sciences</em>. Pesquisadores da Universidade de Cincinnati descobriram que tanto camundongos diabéticos quanto animais obesos que desenvolveram diabetes mostraram melhora considerável na resposta da insulina à glicose após serem injetados com a apoA-IV. Além disso, animais com deficiência na produção da proteína produziam muito menos insulina do que o normal.</p>
<h3><strong>Potencial terapêutico</strong></h3>
<p><span style="color: #334c80;">Boas notícias vêm também dos estudos da apoA-IV como remédio para diabéticos. Patrick Tso, professor do Departamento de Patologia e Medicina Laboratorial da Universidade, explica que a apoA-IV possui ação similar à das incretinas, hormônios gastrointestinais que promovem a liberação da insulina após as refeições. As incretinas já são utilizadas em remédios hoje populares contra o diabetes.</span> Porém, há um grande problema em relação a elas. Explica o doutor: &#8220;O problema (&#8230;) é que elas têm vida curta &#8211; durando por poucos minutos &#8211; e são rapidamente inativadas por uma enzima. Elas também foram relacionadas a hipoglicemia, ou pouco açúcar no sangue, quando  administradas quando o corpo está com baixa concentração de glicose. O desafio é encontrar algo mais seguro e com uma meia-vida mais longa.&#8221;</p>
<p>Seria este &#8220;algo&#8221; a apoA-IV? Pode ser que sim, segundo Tso. A meia-vida da molécula é de sete a oito horas. Testes in vitro confirmaram que ela não afeta os níveis de glicose quando administrada em concentrações baixas do açúcar. Ao contrário, até: nestas situações, a proteína estabilizou os níveis de glicose. Depois de tantas boas notícias, a equipe da Universidade licenciou os resultados a uma empresa, <em>Apofore Corporation</em>, que irá realizar estudos mais aprofundados da apoA-IV e buscará transformá-la em nova droga contra o diabetes.</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank" rel="noopener">FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/apolipoproteina-a-iv-potencial-novo-tratamento-para-o-diabetes/">Apolipoproteína A-IV – potencial novo tratamento para o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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