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	<title>humulona | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Quem tem diabetes pode tomar cerveja?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2013 11:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Angewandte Chemie International Edition]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[cristalografia]]></category>
		<category><![CDATA[cristalografia de raios X]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[humulona]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Carlos III]]></category>
		<category><![CDATA[lúpulo]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Lamuela]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Washington]]></category>
		<category><![CDATA[Werner Kaminsky]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que a Ciência tem a dizer sobre o consumo da popular bebida por diabéticos. Os diabéticos apreciadores de uma loira gelada receberam uma ótima notícia no final de 2011, quando uma pesquisa espanhola revelou que a cerveja possui componentes benéficos no combate à doença. Até então, cerveja era um tabu, um assunto proibido &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda o que a Ciência tem a dizer sobre o consumo da popular bebida por diabéticos.</em></p>
<p><span id="more-3116"></span></p>
<p>Os diabéticos apreciadores de uma loira gelada receberam uma ótima notícia no final de 2011, quando uma pesquisa espanhola revelou que a cerveja possui componentes benéficos no combate à doença. Até então, <a title="Miseráveis encontros entre motoristas diabéticos e a polícia" href="http://www.diabeticool.com/miseraveis-encontros-entre-motoristas-diabeticos-e-a-policia/"><strong>cerveja</strong> </a>era um tabu, um assunto proibido no mundo do diabetes. Muitos médicos receavam ter que contraindicar um alimento tão bem cotejado; afinal de contas, a maior parte das cervejas é feita com teor relativamente alto de açúcares (e as cervejas com menos açúcares costumam ser mais caras), e portanto seria mais adequado que diabéticos mantivessem distância da bebida. Porém, o estudo espanhol revelou que certos componentes da cerveja podem ajudar no controle da <a title="Pâncreas artificial supera bomba de insulina no controle do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/pancreas-artificial-supera-bomba-de-insulina-no-controle-do-diabetes/">glicemia</a> e na prevenção de <a title="Pode a gripe causar diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/gripe-causa-diabetes/">inflamações</a> – e que, no fundo, a cerveja era tão boa quanto o vinho para a saúde no geral.</p>
<p>De acordo com uma reportagem de <strong>Veja</strong> da época:</p>
<p><i>A cerveja foi elevada ao status do vinho no que diz respeito aos benefícios à saúde. Um novo estudo espanhol comprovou que tomar uma caneca da bebida por dia combate diabetes, evita ganho de peso e previne contra hipertensão. Além de ter graduação alcoólica baixa, a cerveja contém ainda ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio &#8211; nutrientes que protegem o sistema cardiovascular.</i></p>
<p><i>“Nesse estudo, nós conseguimos banir alguns mitos. Sabemos que a cerveja não é a culpada pela obesidade, já que ela tem cerca de 200 calorias por caneca &#8211; o mesmo que um café com leite integral”, destaca a médica Rosa Lamuela, uma das responsáveis pela pesquisa feita em parceria entre a Universidade de Barcelona, o Hospital Clínico de Barcelona e o Instituto Carlos III de Madri.</i></p>
<p><i>Os especialistas afirmam também que a cerveja não é a responsável pelo aumento da gordura abdominal. A culpa, na verdade, seria dos aperitivos gordurosos, como salgadinhos e frituras, que grande parte das pessoas consome junto à bebida.</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A matéria ainda informa que as quantidades diárias recomendadas pela pesquisa eram de <strong>dois copos pequenos para mulheres e três para homens</strong>.</p>
<p>Ou seja, levando-se em conta os <a title="Nova maneira de fazer dieta" href="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/">carboidratos </a>presentes na bebida e tomando-a <strong>com moderação</strong>, a cerveja pode ser uma deliciosa ajuda no tratamento do diabetes. Ainda mais quando consideramos as contribuições que uma <em>nova</em> pesquisa, desta vez realizada nos EUA, forneceu sobre o papel da cerveja no organismo de quem está com diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fermentando as boas novas</strong></p>
<p>Um estudo divulgado na edição deste mês da revista científica <i>Angewandte Chemie International Edition</i> (não à toa, uma publicação alemã!), conduzido por Werner Kaminsky, professor de química da <a title="A complicação mais grave do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/a-complicacao-mais-grave-do-diabetes/">Universidade de Washington</a>, traz boas promessas para os amantes da cerveja. O professor e sua equipe conseguiram decifrar com exatidão as estruturas de moléculas chamadas de <strong>humulonas</strong>. As humulonas são derivados do <strong>lúpulo</strong>, ingrediente básico de todas as cervejas, e conferem à bebida seu sabor amargo característico.</p>
<p>Kaminsky utilizou um processo conhecido como <strong>cristalografia de raios X</strong> para determinar a “forma” das moléculas de humulonas e de seus derivados, gerados durante o processo de fermentação. As estruturas observadas são importantíssimas para pesquisadores que buscam maneiras de incorporar estas substâncias em novos fármacos.</p>
<p>Em outras palavras, até então sabia-se que a cerveja possuía substância benéficas à saúde, inclusive para diabéticos. A pesquisa de Kaminsky permite que, agora, cientistas possam usar estas substâncias benéficas no desenvolvimento de remédios, potencializando, assim, sua ação.</p>
<p>No artigo, os autores escrevem que “o consumo excessivo de cerveja não pode ser recomendado a fim de propagar a boa saúde, [porém] humulonas isoladas e seus derivados podem ser prescritos, com benefícios documentados à saúde.”</p>
<p>É sempre uma boa notícia saber que há chances de novos medicamentos para o diabetes serem criados. Porém, o que será mais agradável ao paladar: uma pílula de humulonas&#8230;ou o “tratamento  natural”, à base de uma boa e gelada cerveja?</p>
 Prost!
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para entender a cristalografia</strong></p>
<p>Os cientistas americanos utilizaram uma técnica chamada de “cristalografia de raios X” para visualizar a estrutura das pequeninas moléculas de humulonas. Quando se pretende observar bem de perto elementos tão pequenos quanto moléculas, não há câmera fotográfica ou microscópio capaz de ajudar os pesquisadores. Deve-se adotar outras estratégias de visualização, como a cristalografia.</p>
<p>O nome da técnica lembra “cristal”, e não é à toa. O primeiro passo que os cientistas devem fazer nesta técnica é criar um cristal puríssimo, composto somente pelo elemento que se queira estudar. No caso, os alemães criaram um cristal 100% feito de humulonas.</p>
<p>Este cristal puro é, então, colocado em uma câmara, com paredes especiais. Ali, lançam-se raios X sobre o cristal.</p>
<p>Quando tiramos chapas de raio X por motivos de saúde, percebemos que estes raios são capazes de atravessar algumas partes do organismo (tecidos mole) e outras não (ossos, que é o que surge na foto). Da mesma maneira, os raios X atravessaram o cristal de humulona, porém foram “rebatidos” quando encontram certos elementos das moléculas do cristal (elétrons). As paredes especiais da câmara conseguem captar a exata direção em que os raios X foram desviados.</p>
<figure id="attachment_3120" aria-describedby="caption-attachment-3120" style="width: 763px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-3120 " alt="Imagem de um resultado de cristalografia (utilizando técnicas antigas): os pontos negros representam os &quot;desvios&quot; sofridos pelos raios X ao se chocarem com o cristal analisado." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/cristalografia-raios-x-diabetes.jpg" width="763" height="763" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/cristalografia-raios-x-diabetes.jpg 763w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/cristalografia-raios-x-diabetes-150x150.jpg 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/cristalografia-raios-x-diabetes-240x240.jpg 240w" sizes="(max-width: 763px) 100vw, 763px" /><figcaption id="caption-attachment-3120" class="wp-caption-text">Imagem de um resultado de cristalografia (utilizando técnicas antigas): os pontos negros representam os desvios sofridos pelos raios X ao se chocarem com o cristal analisado.</figcaption></figure>
<p>Através de complexos cálculos matemáticos, para os quais são necessários computadores bastante poderosos, os pesquisadores conseguem determinar a estrutura das moléculas que compõe o cristal a partir das “rebatidas” que os raios X sofrem ao se chocar com ele.</p>
<p>Uma técnica tão complexa, que gera informações tão precisas sobre a Natureza, certamente merece um gostoso &#8211; e saudável! &#8211; brinde!</p>
<p>&nbsp;</p>
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