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	<title>HGF | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Pesquisa brasileira abre novos caminhos terapêuticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 21:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo realizado na Unicamp correlaciona hormônio produzido no fígado à resistência à insulina, abrindo perspectivas para novos tratamentos de cura para o diabetes. Uma tese de doutorado acalenta esperanças de inéditos tratamentos para o diabetes. O estudo, realizado na Faculdade de Ciências Médicas e no Instituto de Biologia da Unicamp pelo biomédico Tiago Gomes de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo realizado na Unicamp correlaciona hormônio produzido no fígado à resistência à insulina, abrindo perspectivas para novos tratamentos de cura para o diabetes.</em></p>
<p><span id="more-2344"></span></p>
 fonte: Jornal da Unicamp
<p>Uma tese de doutorado acalenta esperanças de inéditos tratamentos para o diabetes. O estudo, realizado na Faculdade de Ciências Médicas e no Instituto de Biologia da Unicamp pelo biomédico Tiago Gomes de Araújo, sob orientação do famoso endocrinologista especialista em diabetes Mário Saad, analisou o papel do hormônio HGF no desenvolvimento do diabetes. Os resultados podem, futuramente, ser aplicados em terapias contra a doença.</p>
<p>O hormônio HGF é um dos responsáveis pelas altas taxas de regeneração do fígado. Além disso, ele estimula o crescimento de células beta do pâncreas, as responsáveis pela produção de insulina. De acordo com o Jornal da Unicamp, &#8220;a pesquisa de Tiago teve como objetivo mostrar a relação de causa-efeito entre o aumento dos níveis circulantes de HGF, o aumento de células beta do pâncreas, a hiperinsulinemia compensatória e a força dessa associação.&#8221;</p>
 fonte: Jornal da Unicamp
<p>O grande feito da pesquisa, publicada no periódico <em>Endocrinology</em> sob<em> </em>o título de “<em>Hepatocyte growth factor plays a key role in insulin resistance-associated compensatory mechanisms</em>”, foi caracterizar detalhadamente como ocorre a associação entre o hormônio produzido pelo <a title="O que acontece no cérebro quando se come em excesso" href="http://www.diabeticool.com/o-que-acontece-no-cerebro-quando-se-come-em-excesso/">fígado </a>e a glicemia. Agora, sabemos que quando a resistência à insulina se instala no organismo, ela estimula o aumento na secreção do HGF, e este, por sua vez, induz à proliferação de células produtoras de insulina. <strong>Ou seja, quando o corpo percebe que a insulina não está funcionando de maneira efetiva, estimula a produção de mais insulina.</strong></p>
<p>Em entrevista ao Jornal, o pesquisador resumiu os achados: “No modelo animal de obesidade, observamos um aumento do HGF no fígado e no tecido adiposo, que são dois tecidos muito bem caracterizados em situações de resistência à insulina. Assim, podemos sugerir que a resistência à insulina, de alguma forma nestes tecidos, pode induzir um aumento do HGF. Isso passa a ser irônico, pois no sentido de proteger o indivíduo do desenvolvimento do diabetes, o organismo cria uma resposta compensatória aumentando a massa de células beta do pâncreas levando, assim, à produção de mais insulina para compensar o aumento do açúcar no sangue.&#8221;</p>
<p>Ainda de acordo com a reportagem, &#8220;O professor e orientador Mario Saad reforça a importância da descoberta: “O HGF passa a ser um alvo-terapêutico, pois melhora a ação da insulina nos tecidos periféricos. Se conseguirmos medicamentos que possam potencializar a ação do HGF, vamos conseguir drogas para tratar melhor o diabetes tipo 2. Além disso, isso mostra que ele pode ser usado para proliferação das células beta, representando um importante passo para o transplante de ilhotas pancreáticas em pacientes com diabetes tipo 1”, disse Saad.&#8221;</p>
<p>Vale lembrar que a <a title="Qual a primeira coisa a se fazer em caso de pré-diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-primeira-coisa-a-se-fazer-em-caso-de-pre-diabetes/">resistência à insulina</a> é a menor capacidade do organismo de utilizar este hormônio como meio de transferência da glicose do sangue para as células. Além disso, ela é uma das características clássicas de diabetes.</p>
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