<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>dor de cabeça | Diabeticool</title>
	<atom:link href="https://www.diabeticool.com/tag/dor-de-cabeca/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.diabeticool.com</link>
	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Aug 2021 17:09:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Pesquisa no RS estuda tratamento alternativo para diabetes tipo 1</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/pesquisa-no-rs-estuda-tratamento-alternativo-para-diabetes-tipo-1/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/pesquisa-no-rs-estuda-tratamento-alternativo-para-diabetes-tipo-1/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2013 11:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Bauer]]></category>
		<category><![CDATA[Daisy Crispim]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[dor de cabeça]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[transplante]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento alternativo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=6099</guid>

					<description><![CDATA[<p>Hospital de Clínicas de Porto Alegre cria opção ao transplante de pâncreas. Tratamento injeta células que produzem insulina no fígado dos pacientes. Um tratamento inédito no país pode reduzir a necessidade de transplantes de pâncreas para pacientes com diabetes tipo 1. A pesquisa está sendo desenvolvida no Hospital de Clínicas de Porto Alegre e oferece &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/pesquisa-no-rs-estuda-tratamento-alternativo-para-diabetes-tipo-1/">Pesquisa no RS estuda tratamento alternativo para diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Hospital de Clínicas de Porto Alegre cria opção ao transplante de pâncreas. Tratamento injeta células que produzem insulina no fígado dos pacientes.</em><span id="more-6099"></span></p>
<p>Um tratamento inédito no país pode reduzir a necessidade de transplantes de pâncreas para pacientes com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a>. A pesquisa está sendo desenvolvida no Hospital de Clínicas de Porto Alegre e oferece uma alternativa mais segura ao procedimento cirúrgico. Somente no Rio Grande do Sul, nove mil crianças e adolescentes sofrem do transtorno, como mostra reportagem do RBS Notícias, da RBS TV (veja no vídeo).</p>
<p>Normalmente, <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-sinais-de-que-tenho-diabetes/">os sinais da doença</a> aparecem a partir das mudanças do nível de glicose no sangue. O estudante João Gonçalves Pereira conta já conhecer as variações no próprio corpo. “Quando está muito baixa, eu me sinto fraco. Quando está muito alta, eu sinto forte dor de cabeça, sede”, relata. Embora para o jovem os sintomas sejam claros, nem todos os diabéticos são assim. A maioria deles precisa passar por um transplante de pâncreas, órgão que produz insulina no corpo humano.</p>
<p>O objetivo da técnica estudada na capital do Rio Grande do Sul é oferecer uma alternativa mais segura para o paciente. Em um laboratório, as células do órgão são separadas para diferenciar as que produzem e as que não produzem <a title="Remédio usado para diabetes poderá evitar Mal de Alzheimer" href="http://www.diabeticool.com/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer/">insulina</a>. É um processo demorado, cerca de 8h de trabalho diários para conseguir uma quantidade menor do que o tamanho de uma moeda, mas suficiente para substituir um transplante de pâncreas.</p>
<p>No procedimento, as células saudáveis são injetadas no fígado, conforme explica a bióloga Daisy Crispim. “Elas grudam no fígado e ficam ali a longo prazo, secretando insulina. Funcionam como se fossem no pâncreas normal”, fala.</p>
<p>O processo custará mais caro inicialmente, mas a tendência é que o valor do procedimento diminua, aponta a médica nefrologista Andrea Bauer. “É muito mais vantajoso porque diminui muito o risco de internações, de complicações crônicas que o paciente de diabetes acaba desenvolvendo ao longo da vida”, explica.</p>
<p>De acordo com o hospital, os primeiros pacientes devem receber os transplantes de células em um ano e a ideia é disponibilizar o tratamento também pelo SUS. O Dia Mundial do Combate ao Diabetes será lembrado nesta quinta-feira (14).</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2013/11/pesquisa-no-rs-estuda-tratamento-alternativo-para-diabetes-tipo-1.html" target="_blank" rel="nofollow">G1</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/pesquisa-no-rs-estuda-tratamento-alternativo-para-diabetes-tipo-1/">Pesquisa no RS estuda tratamento alternativo para diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/pesquisa-no-rs-estuda-tratamento-alternativo-para-diabetes-tipo-1/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aumento do diabetes tipo 2 no mundo pode levar a uma epidemia de malária</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/aumento-do-diabetes-tipo-2-no-mundo-pode-levar-a-uma-epidemia-de-malaria/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/aumento-do-diabetes-tipo-2-no-mundo-pode-levar-a-uma-epidemia-de-malaria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2012 14:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Anopheles]]></category>
		<category><![CDATA[baço]]></category>
		<category><![CDATA[Davis]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor de cabeça]]></category>
		<category><![CDATA[fadiga]]></category>
		<category><![CDATA[febre]]></category>
		<category><![CDATA[filariose]]></category>
		<category><![CDATA[Infection and Immunity]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[mosquito]]></category>
		<category><![CDATA[náusea]]></category>
		<category><![CDATA[Nazzy Pakpour]]></category>
		<category><![CDATA[parasita]]></category>
		<category><![CDATA[pernilongo]]></category>
		<category><![CDATA[Plasmodium falciparum]]></category>
		<category><![CDATA[protozoário]]></category>
		<category><![CDATA[sudorese]]></category>
		<category><![CDATA[tosse]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade da Califórnia]]></category>
		<category><![CDATA[vômito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=774</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda neste post a relação incrível e inesperada entre as duas doenças. A prevalência cada vez maior do diabetes tipo 2 no planeta inteiro já é preocupante por si só, e agora um novo fator de inquietação entra na jogada. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Davis, explicam na última edição do periódico Infection and Immunity &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/aumento-do-diabetes-tipo-2-no-mundo-pode-levar-a-uma-epidemia-de-malaria/">Aumento do diabetes tipo 2 no mundo pode levar a uma epidemia de malária</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda neste post a relação incrível e inesperada entre as duas doenças.</em> <span id="more-774"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/malaria-diabetes.jpeg"></span></p>
<p>A prevalência cada vez maior do diabetes tipo 2 no planeta inteiro já é preocupante por si só, e agora um novo fator de inquietação entra na jogada. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Davis, explicam na última edição do periódico <em>Infection and Immunity</em> que, caso o número de diabético tipo 2 na África continue aumentando, a disseminação da malária pode crescer concomitantemente.</p>
<h3> Mas qual seria a relação entre as duas doenças, aparentemente tão diferentes?</h3>
<p>A malária é uma doença causada pelo parasita protozoário <em>Plasmodium falciparum</em>, o qual é transmitido aos humanos através da picada de mosquitos do gênero <em>Anopheles</em> &#8211; o mesmo dos pernilongos transmissores da filariose. Os principais sintomas da malária são febres periódicas, sudorese, dores de cabeça, dores nas costas, náuseas, vômito, tosse seca, fadiga, dores musculares e aumento do baço. Os mosquitos também não se dão muito bem com os <em>P. falciparum</em>, e seu sistema imune luta ativamente contra o invasor. Caso o sistema imune do mosquito consiga vencer os protozoários, portanto, não há problema em ser picado por ele. O que os cientistas descobriram é que a insulina humana &#8211; que entra no organismo do mosquito quando ele nos pica &#8211; diminui a eficiência do sistema imune dos <em>Anopheles</em>, tornado-os mais vulneráveis ao <em>Plasmodium</em>. Se isto já é ruim, imagine o que acontece quando estes mosquitos picam seres humanos com diabetes tipo 2: sabe-se que, pelo menos nos primeiros anos da doença, as taxas de insulina na corrente sangüínea destes portadores de diabetes é muito maior do que o normal. <span style="color: #334c80;">Assim, em resumo, se dá o ciclo vicioso: diabéticos tipo 2 têm mais insulina no sangue, e <em>Anophles</em> que picam estas pessoas terão menor capacidade de destruir os parasitas da malária que porventura possuam, favorecendo a disseminação da doença.</span></p>
<p>O local mais afetado pela malária no mundo é o continente africano. E lá as taxas de diabetes tipo 2 têm aumentado progressivamente. Estima-se que, já em 2030, 1 de cada 5 adultos africanos será portador do diabetes tipo 2.</p>
<p>Nazzy Pakpour, principal autora da pesquisa, classifica a situação como &#8220;horrível&#8221; e, ao mesmo tempo, &#8220;cientificamente intrigante&#8221;. &#8220;É uma loucura pensar que uma coisa no nosso sangue pode mudar a maneira de mosquitos responderem a parasitas&#8221;, afirma a cientista.</p>
<h3> Há esperanças?</h3>
<p>Como sempre, pode-se confiar na capacidade humana de resolver grandes problemas e de se ter grandes idéias. A pesquisa da dra. Nazzy descobriu que a insulina humana diminui a capacidade do sistema imune dos mosquitos ao inibir a expressão de alguns genes importantes para a defesa destes insetos e ativar vias de sinalização imunosupressoras. Caso estas vias possam ser &#8220;desligadas&#8221; artificialmente &#8211; e elas o podem! -, o efeito nefasto da insulina humana nos <em>Anopheles</em> tem tudo para ser mitigado.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/aumento-do-diabetes-tipo-2-no-mundo-pode-levar-a-uma-epidemia-de-malaria/">Aumento do diabetes tipo 2 no mundo pode levar a uma epidemia de malária</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/aumento-do-diabetes-tipo-2-no-mundo-pode-levar-a-uma-epidemia-de-malaria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
