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	<title>Cuba | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>A incrível experiência cubana com o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 17:56:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[British Medical Journal]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
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		<category><![CDATA[crise econômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas estudam os efeitos de crises econômicas no diabetes e na saúde geral da ilha, chegando a conclusões impressionantes. Um grupo de cientistas espanhóis, cubanos e norte-americanos publicou um novo estudo na revista British Medical Journal no qual conclui que, se a população de uma país perder apenas alguns poucos quilos, os ganhos na saúde &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas estudam os efeitos de crises econômicas no diabetes e na saúde geral da ilha, chegando a conclusões impressionantes.</em></p>
<p><span id="more-4364"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4365" alt="rua de cuba diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/rua-de-cuba-diabetes.jpg" width="819" height="371" /></p>
<p>Um grupo de cientistas espanhóis, cubanos e norte-americanos publicou um novo estudo na revista <em>British Medical Journal</em> no qual conclui que, se a população de uma país perder apenas alguns poucos quilos, os ganhos na saúde de toda a nação podem ser <strong>imensos</strong>. De acordo com o estudo, é possível reduzir o número de mortes decorrentes de complicações do diabetes<strong> pela metade</strong> e diminuir em um terço a morte por problemas cardiovasculares registrados em um país caso haja uma perda média de 5kg por pessoa, ao longo de um período de cinco anos.</p>
<p>As conclusões vieram de uma análise inédita e bastante curiosa, cuja história merece ser contada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A RELAÇÃO ENTRE A ECONOMIA DE CUBA E O DIABETES</strong></p>
<p>Após as revoluções políticas dos anos 1950, a ilha de <strong>Cuba</strong>, no Caribe, nunca apresentou uma economia pujante, sempre dependendo de auxílio externo a fim de fechar as contas em dia. Antigamente, a grande fornecedora de dinheiro e bens de consumo para Cuba era a sua parceira União Soviética. Porém, com o fim do estado soviético no início dos anos de 1990, esta ajuda internacional cessou. Cuba, então, passou por uma das maiores <a title="Diabéticos enfrentam a grande crise econômica" href="http://www.diabeticool.com/diabeticos-enfrentam-a-grande-crise-economica/">crises econômicas</a> de sua história.</p>
<p>Esta crise econômica atingiu o pico entre os anos de 1991 e 1995. A ilha comandada pelos irmãos Castro passou por tantas penúrias sem a ajuda externa que <strong>a falta de comida e de combustível</strong> era regra. Por isso, boa parte da população perdeu muito peso durante estes anos.</p>
<p style="text-align: left;">O grupo multinacional de cientistas aproveitou os dados deste período histórico para conduzir um experimento natural. Eles analisaram os índices de mortalidade por diabetes, doenças cardíacas e câncer, além de estudarem as taxas de <a title="Benefícios da Vitamina D para diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/beneficios-da-vitamina-d-para-diabeticos/">diabetes tipo 2 </a>na população, durante os anos de 1980 a 2010.</p>
<p style="text-align: center;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>CRISE ECONÔMICA = FOME = MENOS DIABETES</strong></p>
<p>As conclusões do estudo mostram um padrão facilmente correlacionável com a economia de Cuba. Durante os piores anos da crise econômica &#8211; isto é, a primeira parte da década de 1990 -, <strong>a incidência de diabetes caiu</strong>, assim como o peso médio da população, que ficou 5.5kg mais magra.</p>
<p>Em 1996, cinco anos depois do início do período &#8220;magro&#8221; de Cuba, o número de mortes decorrentes do diabetes diminuiu drasticamente, da mesma maneira que aconteceu com a quantidade de mortes por <a title="Bebês primogênitos e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/bebes-primogenitos-e-o-diabetes/">doenças cardiovasculares</a> (as quais possuem uma relação bem compreendida com o diabetes).</p>
<p>Em outras palavras, os pesquisadores conseguiram correlacionar a perda de peso da população no geral com melhoras em vários indicadores de saúde, incluindo o número de diabéticos no país. O que aconteceu, então, com estes índices quando a economia voltou a melhorar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEM CRISE = COMILANÇA = MAIS DIABETES?</strong></p>
<p>Quando a economia voltou a melhorar, no final dos anos 90, todas as boas notícias na área da saúde acabaram. A tendência de queda no número de mortes por diabetes e doenças cardiovasculares parou. De fato, a taxa de mortalidade por diabetes voltou rapidamente ao patamar pré-crise econômica, e subiu mais 49% durante os anos de 2002 a 2010. Uma explicação apresentada é que, com maior disponibilidade de comida e de combustível, as pessoas passaram a ingerir mais calorias e a praticar menos atividades físicas, o que levou a mais casos de diabetes, doenças no coração e derrames.</p>
<p>A conclusão final tirada pelos cientistas é que o &#8220;experimento cubano&#8221;, como eles denominaram este estudo, mostra os potenciais benefícios de se reverter a tendência global de aumento no número de pessoas obesas e acima do peso. Se todos ficassem um pouquinho mais magros, os custos de saúde no mundo inteiro poderiam cair drasticamente, ao mesmo tempo em que a qualidade de vida da população aumentaria sobremaneira.</p>
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