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	<title>animais de estimação | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Animais de Estimação: uma ajuda a mais no controle da glicemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2015 19:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[animais de estimação]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[pets]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa mostra que adolescentes com diabetes controlam melhor a glicemia (e têm até valores menores de hemoglobina glicada!) quando cuidam de animais de estimação. A adolescência é um dos períodos mais complicados da vida. Hormônios, desejos, experiências e responsabilidades competem na mente do jovem pela formação do novo adulto. Este caminho é repleto de percalços e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Pesquisa mostra que adolescentes com diabetes controlam melhor a glicemia (e têm até valores menores de hemoglobina glicada!) quando cuidam de animais de estimação.</em><br />
<span id="more-8799"></span></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >A</span> adolescência é um dos períodos mais complicados da vida. Hormônios, desejos, experiências e responsabilidades competem na mente do jovem pela formação do novo adulto. Este caminho é repleto de percalços e chateações &#8211; tanto para o adolescente quanto para seus pais, que enfrentam crises terríveis de humor e têm de aprender a lidar com a &#8220;nova versão&#8221; dos filhos!</p>
[pullquote]“Meu filho nem percebia que estava conversando mais sobre seu diabetes e estava medindo a glicemia com maior freqüência”[/pullquote]
<p>Se os adolescentes já são notoriamente conhecidos pela rebeldia, o que dizer de <a href="http://www.diabeticool.com/devo-deixar-meu-filho-adolescente-ir-ao-medico-sozinho/">jovens que passam pela adolescência juntamente com o diabetes</a>? Isto é, como fica a rebeldia natural da idade em vista de uma condição de saúde que exige cuidados diários e muito autocontrole?</p>
<p><strong>No geral, jovens costumam cuidar mal do diabetes</strong>. Não medem a glicemia tantas vezes quanto deveriam, prestam menos atenção ao que comem e chegam até a esquecer de aplicar insulina nos momentos certos. Isto está relacionado à vontade de ser independente, livre, inclusive em relação à doença.</p>
<p>Porém, não dá para escapar: é preciso tratar, gostando ou não, do diabetes diariamente. Como convencer os jovens a fazer isto? Como fazê-los entender a importância de cuidar bem da saúde? Uma resposta pode estar dentro de um aquário&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e0eff5; padding: 10px;">
<p style="text-align: center;"><span style="color: #003366;"><em>Uma rara visão do ponto de vista de adolescentes com diabetes tipo 1 pode ser vista <strong><a style="color: #003366;" href="http://www.diabeticool.com/incriveis-fotos-mostram-como-e-para-um-jovem-viver-com-o-diabetes-tipo-1/">nesta reportagem especial</a></strong>, sobre uma série de fotografias tiradas por jovens e que mostram como é conviver, todos os dias, com o diabetes.</em></span></p>
</div>
<p>Pesquisa realizada por cientistas do Centro Médico da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, mostrou que <strong>cuidar de um bichinho de estimação</strong> &#8211; no caso do experimento, um peixe beta &#8211; ajuda os jovens a diminuir a glicemia, aumentar o número de medições e até mesmo a conseguir valores melhores de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>UMA BOA ESTRATÉGIA PARA MELHORAR OS CUIDADOS DOS JOVENS COM A SAÚDE</strong></h3>
<p>“Adolescentes são um dos grupos de pacientes mais difíceis de tratar, principalmente por causa dos vários fatores psicossociais associados a esta fase da vida”, contou a doutora Olga Gupta, co-autora do estudo e professora de Medicina e Pediatria na UT Southwestern.</p>
<p>“Nós aprendemos que instruir as famílias a associar cuidados com um peixinho aos cuidados com a saúde do diabético pode melhorar significativamente os níveis de hemoglobina glicada”, disse Olga. O estudo foi publicado no periódico científico <em>Diabetes Educator</em>.</p>
<div class="bdaia-toggle open"><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-open"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-up"></span><span class="txt">O que motivou os cientistas a dar um peixinho aos jovens?</span></h4><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-close"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-down"></span><span class="txt">O que motivou os cientistas a dar um peixinho aos jovens?</span></h4><div class="toggle-content"><p>A idéia da pesquisa foi simples: será que induzir um jovem a cuidar de um animal o &#8220;desperta&#8221; para o fato de que todos nós precisamos de cuidados?</p>
<p>Isto é, será que o adolescente &#8220;se toca&#8221; de que não fazer as medições de glicemia e não tomar remédio na hora certa é a mesma coisa que deixar de cuidar do animal?</p>
<p>O peixinho foi escolhido por ser fácil de cuidar, não exigir grandes investimentos de tempo e dinheiro mas, de qualquer maneira, poder se tornar uma companhia prazerosa.</p>
</p></div></div>
 Os peixes beta são muito populares no Brasil, devido à beleza e facilidade para cuidar.
[pullquote]&#8221;(Meu filho) alimentava o peixe, lia para ele, até mesmo assitia TV com ele!&#8221;[/pullquote]
<p>O estudo acompanhou 28 jovens com diabetes tipo 1, de idades entre 10 e 17 anos, durante 03 meses. Todos receberam um peixinho beta e um pequeno aquário. A indicação era manter o aquário, de preferência, no quarto do jovem (para estimular o contato). O adolescente tinha de alimentar o animal de manhã e à tarde; toda vez que desse comida, deveria, também, medir a própria glicemia. Uma vez por semana, era hora de trocar a água do aquário e de acompanhar, com um profissional da saúde, os resultados das medições.</p>
<p>Famílias de jovens com diabetes tipo 1 logo toparam a idéia de participar do experimento. “Ele nunca teve a oportunidade de ter um bichinho de estimação, e se isso significasse uma melhora na glicemia, então eu estava a fim de participar”, disse Jeanette Claxton, mãe de um dos participantes.</p>
<p>“Ao longo de toda a experiência, nós cuidamos de dois peixes, que acabaram fazendo parte da família. O primeiro peixe era o Bob, e meu filho o alimentava, lia para ele, até mesmo assistia TV com ele”.</p>
<p>“Meu filho nem percebia que estava conversando mais sobre seu diabetes e estava medindo a glicemia com maior freqüência”.</p>
<p>O caso de Jeanette não foi o único: no geral, o simples fato de cuidar de um animal tornou o convívio com o diabetes algo muito mais fácil e prazeroso para os adolescentes.</p>
 Pesquisas comprovam: ser amigo de um pet ajuda a melhorar a saúde em vários aspectos &#8211; inclusive no controle do diabetes.
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>RESULTADOS: CUIDAR DE PEIXINHO MELHOROU A SAÚDE!</strong></h3>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >O</span>s resultados do experimento mostram que os jovens diabéticos tipo 1 que cuidaram do animal de estimação, em comparação a um grupo controle da mesma idade, tiveram:</p>
<ul>
<li><strong>redução de 0.5% nas taxas de hemoglobina glicada</strong></li>
<li><strong>valores menores de glicemia</strong></li>
</ul>
<p>Os benefícios à saúde foram vistos principalmente em adolescentes mais novos. Segundo os pesquisadores, os mais jovens desejam ganhar independência em relação aos pais, e cuidar do peixinho é visto como um sinal de maior responsabilidade.</p>
<p>“Eu recomendaria esta estratégia a outras famílias porque ela permite que você domine não apenas o peixinho, mas também domine o seu diabetes. Quando você está no domínio, o diabetes não é seu chefe”, afirmou Jeanette.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=iBpspQfstG0</p>
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