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	<title>amamentação | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Diabetes Tipo 1 combina, sim, com amamentação!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jul 2012 01:54:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mães com diabetes tipo 1 podem amamentar normalmente, garante estudo. O trabalho, publicado no respeitado Diabetes Care, foi conduzido na Dinamarca, pelo Copenhagen University Hospital. Apesar de muitos acreditarem que o diabetes tipo 1, e suas conseqüentes baixas taxas de açúcar na corrente sangüínea, fosse um impedimento para a correta amamentação dos bebês, a pesquisa &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mães com diabetes tipo 1 podem amamentar normalmente, garante estudo.</em></p>
<p><span id="more-1101"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/07/mae-amamentando-diabetes.jpg"></span></p>
<p>O trabalho, publicado no respeitado <a title="Revelados os segredos bioquímicos do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/revelados-os-segredos-bioquimicos-do-pe-diabetico/"><em>Diabetes Care</em></a>, foi conduzido na Dinamarca, pelo Copenhagen University Hospital. Apesar de muitos acreditarem que o diabetes tipo 1, e suas conseqüentes baixas taxas de açúcar na corrente sangüínea, fosse um impedimento para a correta <a title="Gravidez, obesidade, diabetes: os tétricos efeitos de se seguir orientações médicas nos anos 50" href="http://www.diabeticool.com/gravidez-obesidade-diabetes-os-tetricos-efeitos-de-se-seguir-orientacoes-medicas-nos-anos-50/">amamentação </a>dos bebês, a pesquisa revela que, 4 meses após o nascimento da criança, as mães diabéticas são tão capazes quanto as mulheres não-diabéticas a amamentar seus pimpolhos. Caso a nova mamãe seja bem educada e/ou já tenha amamentado naturalmente antes, as probabilidades de fornecer o saudável e nutritivo leite materno aos recém-nascidos é ainda maior.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.diabetes.co.uk/news/2006/Apr/Type-1-diabetes-mothers-can-breast-feed.html" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
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		<title>Gravidez, obesidade, diabetes: os tétricos efeitos de se seguir orientações médicas nos anos 50</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 17:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bebês dos anos 50 e 60 somente são adultos saudáveis hoje se suas mães fizeram exatamente o contrário do que seus médicos ensinaram Melinda Sothern, 55 anos, faz das tripas coração a fim de manter seus 58kg, possui um irmão diabético e uma irmã obesa. E tem uma teoria. A pesquisadora da Louisiana State University, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Bebês dos anos 50 e 60 somente são adultos saudáveis hoje se suas mães fizeram exatamente o contrário do que seus médicos ensinaram</em><br />
<span id="more-160"></span><br />
Melinda Sothern, 55 anos, faz das tripas coração a fim de manter seus 58kg, possui um irmão diabético e uma irmã obesa. E tem uma teoria. A pesquisadora da <em>Louisiana State University</em>, expert em nutrição e fitness, acredita ter encontrado os culpados pelos problemas de peso e saúde de sua família: os obstetras que acompanharam a gravidez da sua mãe.</p>
<p>Conforme avançam as pesquisas acerca do desenvolvimento fetal e as influências do ambiente uterino no metabolismo futuro do bebê, mais se prova que o que se considerava conduta comum na década de 50, aconselhada pelos médicos da época a toda gestante, era, na verdade, uma receita desastrosa para se ter adultos doentes e gordos. Tanto que os últimos trabalhos da doutora Sothern traçam paralelos entre estes idos tempos e a explosão da epidemia de obesidade nos EUA a partir da década de 80, justamente quando os bebês de sessenta anos atrás passavam para a idade adulta. “Foram os diabólicos anos 50. Uma receita perfeita para obesidade”, clama Melinda.</p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/02/Mae-gravida.jpg"></span> O estado de saúde das mães impacta significativamente o futuro de seus bebês
<p>A pesquisadora batizou sua teoria de “trindade da obesidade”. Nas décadas de 50 e 60, era usual indicar às mulheres que ganhassem quanto menos peso possível fosse durante a gravidez, de preferência cerca de 5kg. Fumar também não era mal visto pela comunidade acadêmica – a mãe de Melinda foi aconselhada pelo médico a fumar um maço de cigarros por dia, uma boa maneira de se perder peso, segundo ele. Para completar a tríade de péssimas idéias, amamentar naturalmente os filhos não estava em voga à época, sendo substituída pelos novíssimos leites engarrafados.</p>
<p>As conseqüências destas três ações foram catastróficas. A nutrição inadequada das gestantes pode ter programado seus bebês a compensarem os déficits energéticos durante a infância – o que resulta em riscos maiores de serem crianças &#8211; e adultos &#8211; obesos. A nicotina atrapalha mecanismos no corpo que controlam o apetite, taxa metabólica e acúmulo de gordura – grávidas fumantes, portanto, têm mais chances de ganhar prole acima do peso. Como se não pudesse piorar, bebês que são nutridos com alimentos artificiais são mais propensos a ser acima do peso. Fechando o véu de desgraça, amamentar naturalmente os filhos é um ótimo meio anticoncepcional; não realizar o ato propicia gestações próximas uma a outra, e é sabido que bebês nascidos em curto espaço de tempo após o irmão mais velho têm probabilidade maior de serem mal nutridos no útero e querer compensar durante a infância essa falta de comida.</p>
<p>A tríade maléfica facilita a aparição, portanto, de adultos obesos. Seus efeitos lúridos, perversamente, passam às gerações seguintes. Mães obesas usualmente parem bebês grandes, o que já é o começo de um futuro acima do peso. Além do mais, esses bebês são menos sensíveis a estímulos de saciedade e à insulina – o que já é o começo de um futuro diabético. Sem contar que gestantes diabéticas são mais susceptíveis a terem filhos também diabéticos. Não à toa houve a explosão de obesos e diabéticos nos anos 80, de acordo com Melinda.</p>
<p>Fugir da trindade é fácil. Felizmente, hoje em dia as indicações obstetrícias são muito mais sensatas. É fortemente indicado às mães que amamentem seus filhos pelo menos até os seis meses, e enfaticamente contra-indicado o fumo, tanto ativo quanto passivo. As crianças devem ser estimuladas desde cedo a seguirem uma dieta regrada e a praticarem atividades físicas. Além disso, “mulheres significativamente acima do peso não devem ter bebês. Mulheres devem ser fisicamente ativas e ter uma dieta saudável por pelo menos um ano antes de engravidarem”, aconselha  Sothern. “Eu acho que podemos “desprogramar” (a trindade da obesidade), mas devemos ser bastante agressivos quanto a isso”.</p>
<p>Mais detalhes sobre a doutora Melinda Sothern, suas pesquisas, teorias e conclusões podem ser encontrados <span class="removed_link" title="http://www.latimes.com/health/la-he-obesity-causes-20111219,0,3527554,full.story">nesta matéria</span> (em inglês).</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=2019" target="_blank" rel="noopener">zole4/FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/gravidez-obesidade-diabetes-os-tetricos-efeitos-de-se-seguir-orientacoes-medicas-nos-anos-50/">Gravidez, obesidade, diabetes: os tétricos efeitos de se seguir orientações médicas nos anos 50</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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