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	<title>obesos | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Aumentar 1,5 km no deslocamento diário ajuda a proteger o coração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jan 2014 19:30:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo estudo britânico, adicionar essa distância no dia a dia reduz em 10% o risco de derrame e infarto. O benefício é mais evidente em obesos e diabéticos. Estacionar um pouco mais longe do trabalho, ir a pé até a padaria ou optar pelas escadas em vez do elevador. Pequenas mudanças no dia a dia &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo estudo britânico, adicionar essa distância no dia a dia reduz em 10% o risco de derrame e infarto. O benefício é mais evidente em obesos e diabéticos.<span id="more-6468"></span></em></p>
<p>Estacionar um pouco mais longe do trabalho, <a title="História inspiradora: mulher perde 40kg em 18 meses e reverte o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/historia-inspiradora-mulher-perde-40kg-em-18-meses-e-reverte-o-diabetes/">ir a pé</a> até a padaria ou optar pelas escadas em vez do elevador. Pequenas mudanças no dia a dia são dicas conhecidas para afinar a silhueta sem ter que passar horas na academia. Agora, elas também podem ser poderosas na redução de eventos cardiovasculares, como o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC). Isso se forem capazes de garantir um acréscimo de pelo menos 2 mil passos diários. A conclusão é de um grande estudo internacional publicado na última edição de dezembro da revista The Lancet e liderado por Thomas Yates, do Hospital Geral Leicester, no Reino Unido. O aumento de em média 1,5km na mobilidade diária pode diminuir em 10% a ocorrência de doenças cardíacas, especialmente em pacientes com fatores de risco graves, como o diabetes.</p>
<p>“Até onde nós sabemos, esse é o primeiro estudo a investigar a associação entre a mobilidade diária e a ocorrência de eventos cardiovasculares em adultos com risco”, diz Yates. A equipe liderada pelo pesquisador acompanhou 9.306 indivíduos de 40 países entre janeiro de 2002 e janeiro de 2004. Eles tinham <a title="Crise em Cuba pode ter diminuído diabetes e doenças do coração" href="http://www.diabeticool.com/crise-em-cuba-pode-ter-diminuido-diabetes-e-doencas-do-coracao/">doença cardiovascular</a> com 50 anos de idade ou menos ou um fator de risco adicional no caso dos que ultrapassaram os 55 anos. Em comum, todos apresentavam tolerância à glicose diminuída, uma condição pré-diabética de hiperglicemia associada à resistência à insulina e ao aumento do risco de uma patologia cardiovascular. O estado também pode preceder o diabetes mellitus tipo 2.</p>
<p>O estudo foi capaz de fornecer nova evidência para o papel cardioprotetor da atividade física diária independentemente do peso corporal do paciente. Segundo o líder do trabalho, essa conclusão é reforçada por vários mecanismos biológicos constantemente associados ao aumento da atividade física. Entre eles, melhora no metabolismo lipídico, isto é, a digestão e a absorção das gorduras, além da diminuição do cálcio na artéria coronária. A alta concentração dessa substância no sangue pode levar a uma doença relativamente comum, a hipercalcemia. “Andar a pé é conhecida como a escolha preferida e mais comum de atividade física e de mudança de comportamento”, diz o cientista.</p>
<p>A quantidade de passos dados pelos participantes foi medida por meio de um pedômetro (leia Para saber mais). Segundo Yates, o uso de equipamentos do tipo melhora os resultados em iniciativas para que as pessoas passem a se movimentar mais. Esse benefício é percebido principalmente em pacientes com intolerância à glicose. Yale estima que o aumento de passos proposto seria equivalente a 20 minutos por dia de caminhada moderada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estímulo</strong></p>
<p>Segundo Leandro Echenique, cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein, um outro trabalho de pesquisa também com o uso de pedômetro mostrou que quem usa o aparelho tem uma aderência maior à atividade física. Isso porque o acompanhamento gera um incentivo que, geralmente, leva a uma perda maior de peso. “A pessoa acaba vendo o número de passos e se sente estimulada a continuar a atividade física.”</p>
<p>Echenique lembra que o recomendado atualmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é 10 mil passos por dia para a população comum. Idosos podem se restringir a 8.500 passos. “O que esse estudo traz a mais é conseguir quantificar esse benefício de uma maneira objetiva com uma população de alto risco tanto para diabetes quanto para problemas cardíacos”, avalia.</p>
<p>Chefe do Serviço de Cardiologia do Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, João Carlos Guaragna também acredita que a questão central do estudo é confirmar a existência de um benefício vascular da atividade física para um grupo específico. Guaragna conta que um estudo anterior mostrou que pessoas com diabetes tipo 1 que praticam 150 minutos de atividade física por semana conseguem reduzir pela metade a dose de insulina indicada para manter sob controle o nível de glicose no sangue.</p>
<p>“O diabetes não é importante por si só, mas porque também causa doença cardíaca. Pela primeira vez, provaram a redução no desfecho cardíaco, nos eventos graves e na morte por essas doenças em pacientes sob esse risco”, avalia. Ele considera a descoberta muito importante do ponto de vista prático, até mesmo para os próprios médicos. Constantemente, quando pacientes são questionados sobre sedentarismo, o médico tende a não considerar a atividade feita naturalmente, isto é, casos em que a pessoa, apesar de não fazer uma <a title="10 Benefícios da Atividade Física" href="http://www.diabeticool.com/10-beneficios-da-atividade-fisica/">atividade física</a> específica, está sempre em movimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cuidados redobrados</strong></p>
<p>Entre as principais causas para doenças cardiovasculares, estão a vida sedentária, o consumo excessivo de alimentos ricos em gordura e sal, a ingestão de álcool e o tabagismo. Elas levam aos fatores de risco principais, como a obesidade e o diabetes. Por consequência, proteger o coração envolve atividades contrárias: fazer exercícios físicos, ter uma alimentação rica em frutas e legumes e não fumar.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/01/12/noticia_saudeplena,147079/aumentar-1-5-km-no-deslocamento-diario-ajuda-a-proteger-o-coracao.shtml">Saúde Plena</span></strong></p>
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