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	<title>Journal of Medical Internet Research | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Médicos japoneses dizem não aos smartphones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2013 15:47:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aplicativos médicos para celular &#8211; incluindo os de acompanhamento do diabetes &#8211; são rechaçados pela maioria dos doutores no Japão. Entenda o porquê. O Japão é a terra da tecnologia &#8211; nenhum outro país ganha dele em porcentagem da população com acesso à banda larga no celular. A Terra do Sol Nascente é também um &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aplicativos médicos para celular &#8211; incluindo os de acompanhamento do diabetes &#8211; são rechaçados pela maioria dos doutores no Japão. Entenda o porquê.</em></p>
<p><span id="more-2559"></span></p>
<p>O Japão é a terra da tecnologia &#8211; nenhum outro país ganha dele em porcentagem da população com acesso à banda larga no celular. A Terra do Sol Nascente é também um país de idosos, onde não é raro novos recordistas de longevidade serem encontrados. Uma população cada vez mais velha significa aumento gigantesco nos custos da saúde pública para o tratamento de doenças crônicas, como o diabetes. Por sinal, o país é o oitavo no ranking global do diabetes &#8211; estima-se que cerca de 19 milhões de pessoas, de um total de 126 milhões de habitantes, têm diabetes, em especial diabetes tipo 2. Como é que um país na vanguarda tecnológica, com um sistema de saúde de ponta e uma população cada vez mais experiente lida com métodos modernos de acompanhamento de doenças, como os aplicativos de monitoramento para celulares?</p>
<p>Não com bons olhos. Esta foi a conclusão de uma pesquisa publicada recentemente na revista científica <em>Journal of Medical Internet Research</em>. De acordo com os dados do trabalho, uma parcela ínfima dos médicos japoneses utiliza os aplicativos online de controle do diabetes. <strong>Os programas são vistos com alta desconfiança, especialmente pelos doutores mais velhos</strong>.</p>
 As taxas de penetração de celulares no Japão são algumas das mais altas em todo o mundo.
<p>Foram entrevistados quase 500 médicos japoneses neste estudo. Apenas 0.8% deles afirmaram já ter usado aplicativos de monitoramento do diabetes. Vinte e seis porcento dos doutores estavam bem informados acerca das funcionalidades dos aplicativos, mas mesmo assim decidiram não utilizá-los. 73% dos entrevistados não se sentiam bem informados o suficiente para adotar os programas.</p>
<p>É interessante notar a alta porcentagem de médicos que disseram não ter informações suficientes sobre os aplicativos. Segundo a pesquisa, este é justamente o maior empecilho à utilização dos programas: os benefícios que eles podem trazer foram o item mais citado quando perguntados sobre o principal motivador para utilizar o monitoramento remoto do diabetes. Problemas com segurança e privacidade dos dados médicos mal passam pela cabeça dos japoneses, tendo sido muito pouco mencionados.</p>
 Médicos japoneses preferem métodos mais tradicionais de acompanhamento da saúde do paciente diabético.
<p>A pesquisa é de alto impacto e interesse na área médica, uma vez que a grande maioria dos estudos similares foca na percepção dos pacientes sobre os aplicativos, e não na dos profissionais de saúde. A conclusão apresentada pelos pesquisadores é que, a fim de conquistar os doutores nipônicos, é fundamental que os aplicativos sejam da mais alta qualidade &#8211; e que os próprios médicos tenham a oportunidade de avaliar a funcionalidade e praticidade do sistema digital.</p>
<p>Apesar de menos de 1% dos médicos japoneses aproveitar a tecnologia para tratar o diabetes, seis hospitais no país já utilizam aplicativos para celular no monitoramento de pacientes que sofreram <a title="A descoberta do diabetes através dos olhos" href="http://www.diabeticool.com/a-descoberta-do-diabetes-atraves-dos-olhos/">acidentes vasculares cerebrais</a> (também conhecidos como &#8220;derrames cerebrais&#8221;). Os resultados de exames realizados nos hospitais são enviados ao smartphone do médico, já pré-equipado com funções diagnósticas. A consulta se dá via mensagens particulares através do <strong><a href="http://www.twitter.com/diabeticool">Twitter</a></strong>.</p>
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