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	<title>febre | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Você acha que seu diabetes está sob controle?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2013 14:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Barra Couri]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dr. Couri ensina como administrar melhor sua glicemia em um texto super explicativo! Acompanhe. Como todos sabemos o diabetes é uma doença silenciosa. Em outras palavras, ele tem a capacidade de nos trazer problemas sem entretanto nos dar alarmes. Infelizmente, de maneira geral procuramos ajuda quando temos sintomas como dor, febre, sangramento, extremo mal-estar, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O dr. Couri ensina como administrar melhor sua glicemia em um texto super explicativo! Acompanhe.</em></p>
<p><span id="more-4991"></span></p>
<p>Como todos sabemos o diabetes é uma doença silenciosa. Em outras palavras, ele tem a capacidade de nos trazer problemas sem entretanto nos dar alarmes.</p>
<p>Infelizmente, de maneira geral procuramos ajuda quando temos sintomas como dor, febre, sangramento, extremo mal-estar, etc. É neste nosso ponto fraco que o diabetes pode nos surpreender negativamente.</p>
<p>Muitos pacientes dizem a seguinte frase: “Eu conheço meu corpo e percebo que eu estou bem!” Porém, para ter certeza é necessário saber a quantas andam os níveis de glicose no sangue. Muitas vezes estou de frente a um paciente no consultório que está sem sintoma algum e quando meço a glicose o valor é de 450 mg/dl!</p>
<p>Por isso, cada paciente deve discutir com seu médico a forma como deve medir as glicemias. Há pacientes que precisam medir as glicemias 5, 6 7 e às vezes até 8 vezes ao dia! Isto mesmo: 8 vezes ao dia! Há pacientes que precisam medir a glicemia a cada 2 ou 3 meses. Cada caso é um caso e deve ser discutido com seu médico.</p>
<p>Que hora do dia devemos medir a glicose no sangue? Muitos pacientes se acostumam a medir as glicemias de manhã em jejum e quase nunca medem em outros horários. Devemos nos lembrar que o diabetes existe 24h por dia, 365 dias ao ano e por isso é necessário haver rodízio nos horários de medição. Os horários básicos são antes e 2h após o inicio do café da manhã, almoço e jantar e também às 3h da manhã. Obviamente que o número de medições varia de paciente para paciente. Muitos pacientes porém medem todos os dias, mas quase nunca medem após o café da manhã ou após o jantar ou na madrugada. Isto deve ser policiado pelo médico e paciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais as metas de tratamento?</strong></p>
<p>As metas são discutidas entre médico e paciente e individualizadas. Em adultos costumamos usar meta de glicemia antes das refeições menor do que 120 mg/dl e meta após as refeições menor do que 140 mg/dl. Estes valores podem ser aumentados em casos particulares como idosos e crianças. É bom deixar claro aumentos esporádicos de glicemia em nada interferem no risco de complicações crônicas do diabetes. Todo o paciente diabético apresenta elevações ocasionais de glicose, mas o que realmente nos preocupa é quando as elevações se tornam frequentes. Caso isto ocorra uma mudança no estilo de vida ou mudança nas doses de insulina devem ser feitos em conjunto com o médico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Hemoglobina glicada</strong></p>
<p>Todos sabemos que é impossível medir-se as glicemias a todo o minuto todos os dias. Haja dedos&#8230; Por isso, temos uma ferramenta que nos mostra a média das glicemias dos últimos 3 meses. Isto se chama hemoglobina glicada. A hemoglobina glicada mostra o percentual de glóbulos vermelhos estão “açucarados”. Normalmente pacientes diabéticos possuem meta abaixo de 7%. Idosos e crianças costumam ter metas abaixo de 8%, mas conforme dito antes, isto deve ser discutido caso a caso com o médico assistente. Quanto mais tempo o paciente estiver com as glicemias e com a hemoglobina glicada acima das metas, maior o risco de sequelas a longo prazo. Alguns pacientes tentam fazer alguma forma de dieta para colher exames ou burlar o resultado dos exames de glicemia capilar, mas com a hemoglobina glicada podemos checar e confrontar os resultados. É com se a hemoglobina glicada fosse uma espécie de “dedo-duro” da vida do paciente diabético nos últimos 3 meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como anotar as glicemias?</strong></p>
<p>As anotações de glicemia são fundamentais. Sem as anotações não há como o endocrinologista saber se as doses atuais de insulina estão adequadas ou não. Muitos pacientes entretanto anotam glicemias exclusivamente para levar para seu médico. É fundamental todos saberem que as anotações são primariamente para o próprio paciente ponderar sobre os resultados de seu tratamento, de sua reeducação alimentar e de seus exercícios.</p>
<p>O método mais conhecido de anotação é o caderninho. Para os pacientes mais afeitos à tecnologia temos:</p>
<ul>
<li>aplicativos para celulares que conectam as glicemias do paciente ao médico em tempo real;</li>
<li>tabelas em EXCEL;</li>
<li>programas que descarregam os dados do aparelho de glicemia diretamente no computador de médico e paciente.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>IMPORTANTE: É MUITO COMUM PACIENTE DIABÉTICOS APRESENTAREM UM PICO ESPORÁDICO E OCASIONAL DE GLICOSE MAIS ALTA. TAMBÉM PODEM APRESENTAR HIPOGLICEMIA EXCEPCIONALMENTE. AS MUDANCAS NAS DOSES DE INSULINA SOMENTE DEVEM SER FEITAS SE ESTAS ALTERAÇÕES SE TORNAREM FREQUENTES.</strong></p>
<div style="background-color: #ebebeb; border: 1px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #black;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span></p>
<p><span style="color: #black;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, pesquisador da Equipe de Transplante de Células-Tronco da USP-Ribeirão Preto. Conceituado e premiado autor de pesquisas &#8211; inclusive em publicações internacionais -, materiais educativos e livros sobre o diabetes, em especial o tipo 1, e terapias com células-tronco.</span></p>
<p><span style="color: #black;">Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br"><span style="color: #black;">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</span></a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri"><span style="color: #black;">www.twitter.com/cecouri</span></a></span></p>
</div>
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		<title>Aumento do diabetes tipo 2 no mundo pode levar a uma epidemia de malária</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/aumento-do-diabetes-tipo-2-no-mundo-pode-levar-a-uma-epidemia-de-malaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2012 14:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Anopheles]]></category>
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		<category><![CDATA[Davis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda neste post a relação incrível e inesperada entre as duas doenças. A prevalência cada vez maior do diabetes tipo 2 no planeta inteiro já é preocupante por si só, e agora um novo fator de inquietação entra na jogada. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Davis, explicam na última edição do periódico Infection and Immunity &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda neste post a relação incrível e inesperada entre as duas doenças.</em> <span id="more-774"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/malaria-diabetes.jpeg"></span></p>
<p>A prevalência cada vez maior do diabetes tipo 2 no planeta inteiro já é preocupante por si só, e agora um novo fator de inquietação entra na jogada. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Davis, explicam na última edição do periódico <em>Infection and Immunity</em> que, caso o número de diabético tipo 2 na África continue aumentando, a disseminação da malária pode crescer concomitantemente.</p>
<h3> Mas qual seria a relação entre as duas doenças, aparentemente tão diferentes?</h3>
<p>A malária é uma doença causada pelo parasita protozoário <em>Plasmodium falciparum</em>, o qual é transmitido aos humanos através da picada de mosquitos do gênero <em>Anopheles</em> &#8211; o mesmo dos pernilongos transmissores da filariose. Os principais sintomas da malária são febres periódicas, sudorese, dores de cabeça, dores nas costas, náuseas, vômito, tosse seca, fadiga, dores musculares e aumento do baço. Os mosquitos também não se dão muito bem com os <em>P. falciparum</em>, e seu sistema imune luta ativamente contra o invasor. Caso o sistema imune do mosquito consiga vencer os protozoários, portanto, não há problema em ser picado por ele. O que os cientistas descobriram é que a insulina humana &#8211; que entra no organismo do mosquito quando ele nos pica &#8211; diminui a eficiência do sistema imune dos <em>Anopheles</em>, tornado-os mais vulneráveis ao <em>Plasmodium</em>. Se isto já é ruim, imagine o que acontece quando estes mosquitos picam seres humanos com diabetes tipo 2: sabe-se que, pelo menos nos primeiros anos da doença, as taxas de insulina na corrente sangüínea destes portadores de diabetes é muito maior do que o normal. <span style="color: #334c80;">Assim, em resumo, se dá o ciclo vicioso: diabéticos tipo 2 têm mais insulina no sangue, e <em>Anophles</em> que picam estas pessoas terão menor capacidade de destruir os parasitas da malária que porventura possuam, favorecendo a disseminação da doença.</span></p>
<p>O local mais afetado pela malária no mundo é o continente africano. E lá as taxas de diabetes tipo 2 têm aumentado progressivamente. Estima-se que, já em 2030, 1 de cada 5 adultos africanos será portador do diabetes tipo 2.</p>
<p>Nazzy Pakpour, principal autora da pesquisa, classifica a situação como &#8220;horrível&#8221; e, ao mesmo tempo, &#8220;cientificamente intrigante&#8221;. &#8220;É uma loucura pensar que uma coisa no nosso sangue pode mudar a maneira de mosquitos responderem a parasitas&#8221;, afirma a cientista.</p>
<h3> Há esperanças?</h3>
<p>Como sempre, pode-se confiar na capacidade humana de resolver grandes problemas e de se ter grandes idéias. A pesquisa da dra. Nazzy descobriu que a insulina humana diminui a capacidade do sistema imune dos mosquitos ao inibir a expressão de alguns genes importantes para a defesa destes insetos e ativar vias de sinalização imunosupressoras. Caso estas vias possam ser &#8220;desligadas&#8221; artificialmente &#8211; e elas o podem! -, o efeito nefasto da insulina humana nos <em>Anopheles</em> tem tudo para ser mitigado.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/aumento-do-diabetes-tipo-2-no-mundo-pode-levar-a-uma-epidemia-de-malaria/">Aumento do diabetes tipo 2 no mundo pode levar a uma epidemia de malária</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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