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	<title>estresse | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Existe uma relação entre estresse e diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2015 00:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como o estresse mexe com nosso corpo e aumenta a propensão ao diabetes tipo 2. A ideia de que o estado emocional leva ao desenvolvimento do diabetes existe desde o século 17. Foi o médico inglês Thomas Willis que viveu entre 1621 e 1675 o primeiro relatar que algumas pessoas quando passavam por estados &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda como o estresse mexe com nosso corpo e aumenta a propensão ao diabetes tipo 2.</em><span id="more-8388"></span></p>
<p>A ideia de que o estado emocional leva ao desenvolvimento do diabetes existe desde o século 17. Foi o médico inglês Thomas Willis que viveu entre 1621 e 1675 o primeiro relatar que algumas pessoas quando passavam por estados de tristeza ou estresse profundos desenvolviam diabetes. Nos dias de hoje, com os avanços na Medicina, vários estudos tem tentado responder esta pergunta: o estresse emocional influencia no desenvolvimento do diabetes?</p>
<p>Antes, precisamos entender <a title="Estresse permanente pode causar diabetes tipo 2 em homens" href="http://www.diabeticool.com/estresse-permanente-pode-causar-diabetes-tipo-2-em-homens/">o que é o estresse</a>. Hoje esta palavra tem sido usada de forma geral para descrever qualquer tipo de sobrecarga emocional ou física, desde mais leve até mais intensa. Por exemplo, um dia em que houve excesso de trabalho na maioria das vezes é definido como estressante. Mas o estresse “real” na verdade é uma resposta do nosso organismo quando somos submetidos a ameaças, que é o conjunto de fatores chamados “agentes estressores”. Para ficar mais fácil de entender, é preciso voltar para a idade das cavernas, quando nossos ancestrais diante dos perigos (como predadores – tigres, leões…) aprenderam a se defender: a resposta de lutar ou fugir.</p>
<p>Em pleno século XXI, não temos predadores, mas ainda temos os agentes estressores, que incluem por exemplo, a perda de uma pessoa querida, traumas psicológicos, problemas de saúde, enfim, situações desagradáveis que acontecem durante a vida das pessoas.</p>
<p>O nosso corpo, quando submetido ao estresse, responde passando por várias fases diferentes. A primeira fase consiste de uma resposta de alarme (resposta de lutar ou fugir), na segunda fase há a resistência ao estresse e a última fase é a de exaustão. Existe também a situação de antecipação ao estresse, que acontece quando o corpo responde antes a uma determinada situação, sem que necessariamente ela tenha acontecido, mas que igualmente causa os sintomas do estresse.</p>
<p>O que predomina no estresse são os sintomas de alarme que vão levar às alterações comportamentais e físicas. As alterações comportamentais podem ser de humor: baixa alta estima, ansiedade, depressão, sensação de irritabilidade ou isolamento. Os sintomas físicos incluem tremores, dores musculares, diarreia ou constipação, náuseas e taquicardia. O estresse também pode alterar os hábitos da pessoa: como comer mais ou comer menos e dormir mais ou menos. Já na fase de exaustão, o corpo começa a não responder mais ao estresse e a depressão pode surgir ou se agravar.</p>
<p>Vários estudos tem procurado relacionar o estresse ao início do diabetes. Em um deles, publicado na revista médica Journal of Internal Medicine em 2009, pesquisadores dinamarqueses avaliaram 7066 homens e mulheres por períodos de 2 anos em média. Os dados mostraram que homens que se definiam como mais estressados apresentaram 2 vezes mais diabetes que os menos estressados. Já nas mulheres, ter ou não estresse não aumentou o risco de diabetes. Outro dado importante é que no grupo dos estressados, havia mais tabagistas, sedentários e usuários de bebidas alcoólicas.</p>
<p>O estresse emocional aumenta o risco de desenvolver diabetes por várias razões. A primeira razão tem causa hormonal: o estresse crônico aumenta o nível do hormônio cortisol, que ocasiona dentre outras coisas o aumento da gordura abdominal e que por sua vez aumenta o risco de diabetes.</p>
<p>A segunda razão é justamente através do comportamento da pessoa. Existe uma clara relação entre o estresse emocional e <a title="Frio exige cuidados extra com os olhos" href="http://www.diabeticool.com/frio-exige-cuidados-extra-com-os-olhos/">hábitos de vida ruins</a>, como alimentação errada (mais comida ou comida de qualidade ruim), sedentarismo, cigarro e alcoolismo. Os estudos indicam um caminho em comum: aquelas pessoas com altos níveis de estresse também desenvolvem hábitos comportamentais danosos que somados aumentam o risco de uma pessoa desenvolver diabetes.</p>
<p>A conclusão que chegamos até o presente momento é que o estresse crônico, aquele mantido por longos períodos, pode estar relacionado ao desenvolvimento de diabetes. Já o efeito do estresse mais agudo, como a perda de um ente querido, ou um evento traumático não tem ainda associação claramente estabelecida.</p>
<p>O recado importante é que o diabetes apresenta várias causas, e o conjunto destas causas é que vai determinar se uma pessoa irá desenvolver a doença ou não. Sedentarismo, obesidade, aumento de gordura abdominal, erros alimentares e estresse por longos períodos podem levar ao diabetes. Como combater? Melhorando qualidade de vida e tendo acompanhamento profissional adequado para identificar e tratar o estresse, seja com seu clínico geral, psicólogo ou terapeuta. A prevenção é de longe o melhor remédio!</p>
<p><em>Por Dra. Andressa Heimbecher Soares, endocrinologista, especialista pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, médica colaboradora do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), membro titular da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e Membro Ativo da Endocrine Society.</em></p>
[button link=&#8221;http://www.atribunamt.com.br/2015/01/estresse-e-diabetes/&#8221; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;blue&#8221;]Fonte: A Tribuna / MT[/button]
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		<title>Stress provoca reações em vários órgãos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2014 19:59:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[fator de risco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que o estresse é um fator de risco para o diabetes? Aprenda mais nesta matéria. O estresse provoca reações e respostas diferenciadas em vários órgãos do corpo. São reações com componentes psicológicos, físicos, mentais e hormonais. Agora imagine se estressar todos os dias, seja no trânsito, em casa, no trabalho&#8230; No sistema cardiovascular, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você sabia que o estresse é um fator de risco para o diabetes? Aprenda mais nesta matéria.</em><span id="more-6965"></span></p>
<p>O <a title="Estresse permanente pode causar diabetes tipo 2 em homens" href="http://www.diabeticool.com/estresse-permanente-pode-causar-diabetes-tipo-2-em-homens/">estresse</a> provoca reações e respostas diferenciadas em vários órgãos do corpo. São reações com componentes psicológicos, físicos, mentais e hormonais. Agora imagine se estressar todos os dias, seja no trânsito, em casa, no trabalho&#8230;</p>
<p>No sistema cardiovascular, o estresse, além de poder causar infartos, provoca o aumento da frequência cardíaca, das contrações do coração e da pressão arterial. Eleva também os níveis de gordura no sangue — <a title="O que são triglicerídeos?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-sao-triglicerideos/">triglicerídeos</a> e colesterol.</p>
<p>Nas situações estressantes, uma boa dose de adrenalina é liberada pelo organismo, causando taquicardia e suor excessivo. Trata-se do hormônio responsável por acelerar o nosso ritmo corporal.</p>
<p>Ao atingir o sistema neurológico, o hormônio ACTH gera sensações como ansiedade e fracasso iminente. Já os derivados do hormônio cortisol têm ação sedativa e causam uma sensação constante de depressão. Já o excesso dele é capaz de causar distúrbios do sono, perda da libido e do apetite.</p>
<p>Já o sistema imunológico reage ao estresse com uma superatividade, o que pode resultar no desencadeamento de doenças autoimunes — lúpus, psoríase, diabetes tipo 1, esclerose múltipla, artrite reumatóide, entre outras — ou agravamento delas.</p>
<p>De acordo com a Associação Internacional do Controle do Estresse (Isma), estudos científicos comprovam que o nível de estresse e o estilo de vida determinam 60% das doenças. Mas as principais associadas ao mal são diabetes, depressão, enxaqueca e dislipidemias.</p>
<p>Muitos dos nossos órgãos mudam seu estado fisiológico ao perceber os primeiros sinais de estresse; coração, rins, estômago, sistema reprodutivo, além dos músculos.</p>
<p>O estômago e o intestino também apresentam reações em situações estressantes. É aquele velho “frio na barriga”. Afinal, quem nunca ouviu alguém falar “meu estômago deu um nó” diante de momentos tensos? Isso acontece porque o trato gastrointestinal possui um sistema nervoso próprio. Trata-se do Sistema Entérico, formado por células nervosas e neurônios ligados diretamente ao sistema nervoso central e ao cérebro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Terapias complementares</strong></p>
<p>O médico e professor universitário Jorge Boucinhas comenta fazerem parte da abordagem terapêutica contra o estresse a psicoterapia, medicamentos ansiolíticos e antidepressivos. Porém, de acordo com ele, a chamada Medicina Complementar tem ganhado cada vez mais espaço. A procura por algumas técnicas tem crescido bastante. Segundo ele, a acupuntura chinesa, a constitucional e a auriculoterapia oferecem resultados excelentes para equilibrar o indivíduo psiquicamente, sem apresentar efeitos colaterais, como a redução dos reflexos. “O que é algo bem importante quando se trata de dirigir em trânsito pesado, que exige muito reações rápidas.”</p>
<p>Boucinhas ressalta também os bons resultados obtidos no uso de homeopatia e florais. “Lastimavelmente na Fitoterapia o uso de plantas medicinais tranquilizantes pode ajudar a reduzir as tensões emocionais, mas pode reduzir os reflexos quase tanto quanto os remédios alopáticos.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Marcando território</strong></p>
<p>Jorge Boucinhas faz uma análise entre a tensão no trânsito e a noção de “espaço corporal”, traçando um paralelo entre as reações nos engarrafamento e o demarcamento territorial, característico de muitos animais.</p>
<p>“Os indivíduos que vivem em aglomerações urbanas têm que aprender a se acomodar, de forma relativa, a isto. Não obstante, no trânsito, em que já existe, inerente, um certo grau de risco gerador de estresse, as reações anti-sociais tornam-se mais difíceis de controlar e os impulsos agressivos vêm à tona mais facilmente”, comenta o médico, especializado em terapias complementares.</p>
<p>Em sua análise, algumas pessoas, por questões de educação mesmo, se alteram com mais facilidade que outras quando estão ao volante.</p>
<p>E o responsável por as reações mais agressivas é o hormônio cortisol. Jorge Boucinhas afirma ser fundamental para a manutenção da vida, na regulação geral do metabolismo, na tensão arterial e nas respostas imunológicas. “Mas, se produzido em excesso, leva ao aumento do nível de hostilidade interpessoal e ao desgaste acelerado das funções corporais.”</p>
<p>Ele observa que praticamente todos os motoristas consideram o automóvel uma extensão de seu próprio corpo, e se sentem ameaçados pela proximidade de outros carros, tal qual animais protegendo seu território. “<a title="Mulher é presa por levar, de carro, pai diabético ao médico" href="http://www.diabeticool.com/mulher-e-presa-por-levar-de-carro-pai-diabetico-ao-medico/">Dirigir</a> transforma-se em estado quase permanente de tensão.”</p>
<p>A prática de meditação e ioga, por trabalharem a respiração e o alongamento corporal, também costumam apresentar resultados positivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DEPOIMENTOS</strong></p>
<p>“Estressa muito. Sinto isso diariamente, principalmente aqui neste setor (Hermes da Fonseca, próximo ao Hotel Tirol), neste percusso; porque ele fica engarrafado desde lá da AABB até a Igreja Universal, todos os dias.”</p>
<p><em>Nerival F. De Araújo, advogado</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Cara, isso tá comparado a Recife ou pior. Aqui era mais tranquilo. Venho todo mês a Natal, trabalhar; mas tinha uma facilidade de mobilidade muito grande em Natal, principalmente por serem as avenidas muito grandes. Agora, de um tempo para cá, está muito complicado. E para uma cidade sede da Copa, eu quero ver como é que vai ficar isso. Gera estresse demais, ansiedade, você fica mais nervoso e você descarrega isso justamente no seu trabalho. Só para ter um exemplo, eu estava aqui no hotel, na segunda quadra, e estou há vinte e cinco minutos para chegar no Midway; um trajeto de duzentos metros.”</p>
<p><em>Manoel Antônio, representante comercial</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Por enquanto está tudo fluindo bem. Por enquanto a gente não recebeu nenhum estresse não. Mas tem dias bem piores. Gera bastante estresse para a nossa profissão, bastante.”</p>
<p><em>Nalmir, agente de trânsito da Semob</em></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://tribunadonorte.com.br/noticia/estresse-provoca-reacoes-em-varios-orgaos/275106" target="_blank" rel="nofollow">Tribuna do Norte</a></strong></p>
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